Capítulo 5 de 12
Aum (1) — parte 4 de 7
Bhagavad Gita
tens má sorte. Levanta o teu pensamento à claridade limpa da esfera divina, imerge-te em Deus e n'Êle vive. 21. Em delícias eternas vive a alma que em si mesma encontra a fonte da felicidade, sendo unida com Deus e desapegada dos objetos do mundo exterior. 22. Os prazeres nascidos do contato dos sentidos externos, e a que chamam "satisfação", são fontes de sofrimentos, porque têm princípio e fim. 0 sábio não procura neles a sua felicidade.
23. Feliz é aquêle que, nesta terra, ainda antes de deixar o corpo, pode resistir aos impulsos do desejo e da ira. 24. Quem em si mesmo encontra o céu, quem em si mesmo encontra a luz da iluminação, é um yogi, é um Santo; a sua vida conflúi com a vida de Brama, e são-lhe abertas as portas do Nirvana.
25. Assim os Rishis, tendo-se libertado dos pecados, tendo vencido tôda idéia de dualismo e separação, e vendo que tôda a vida é uma, que tôda ela emana de Um, e sentindo que o bem-estar de todos é o bem-estar de cada um, unificaram-se com o Todo e entraram no Nirvana. 26. Assim todos os homens que seguem o seu exemplo, vivendo em humildade e na luz da fé, controlando as ações e dominando o eu inferior, aproximam-se da Paz Divina. 27. O verdadeiro yogi, deixando os objetos exteriores influenciar só o seu exterior e não a sua alma, abre as vistas interiores à Luz Eterna e une a sua respiração externa com a interna, em ritmo de harmonia. 28. Todos os seus sentidos obedecem à vontade Espiritual, todo o seu pensar tem as raízes em Deus; nada para si deseja, nada receia; a êle não tem acesso nem ódio nem ira: a sua salvação está realizada.. 29. Êle Me conhece como Sou, sabe que Me agrada o domínio de si mesmo, reconhece-Me como Senhor do Universo, e amante de tôdas as almas, e une-se comigo.
Pois Eu sou o amparo de todos os que em Mim se refugiam." 71 CAPÍTULO VI ATMA SANYAMA YOGA — MEDITAÇÃO OU SUBJUGAÇÃO AO EU SUPERIOR Neste capitulo se expõe como se realiza a união com o Sêr Supremo, mediante a santificação interior, e a meditação. 1. O Verbo Divino: "Ouve as minhas palavras, ó Arjuna! Quem cumpre honestamente o seu dever da melhor maneira que lhe é possível, sem nutrir desejos de ser recompensado é, ao mesmo tempo, um asceta e um homem de ação; não aquêle que simplesmente prescinde de ritos e sacrifícios. 2. Sabe, ó príncipe, que a Beta Ação, pra ticada com o conhecimento da verdade, é a me lhor renúncia, o melhor ascetismo. Porque êste consiste em verdade só no desinteresse e, se a ação não é acompanhada pelo conhecimento in teligente da renúncia dos resultados, não merece o nome de Beta Ação.
3. Nos primeiros degraus do Caminho da Perfeição, ensina-se que o aspirante deve praticar a reta ação para ganhar os melhores méritos. Quando o discípulo atingiu a sabedoria e o conhe cimento, e libertou-se do apêgo às obras, explicase-lhe que a calma meditação e a paz serena da mente são os melhores meios para conduzi-lo ao alvo. A cada um dá-se conforme as necessidades e o grau de seu desenvolvimento.
4. Quando o homem está livre do apêgo aos frutos das ações, e à ação mesma, e aos objetos do mundo dos sentidos, então atingiu o mais alto grau da Beta Ação, e tornou-se um yogi perfeito. 5. Cada um deve elevar-se espiritualmente pela
fôrça que lhe dá o Espírito divino, e não infe-riorizarse. O Eu Real, isto é, o Espírito dó homem, é o amante do homem e o seu melhor amigo; mas ao ignorante pode parecer que é seu inimigo porque tende a aniquilar o seu sentimento de personalidade separada. 6. O Eu Real é o amigo daquele que domina o seu eu pessoal, inferior; porém, se a alma não alcançou ainda o Conhecimento, pode parecer-lhe que o Eu Real é o seu maior inimigo, porque quer libertar a alma ignorante das ilusões e dos êrros que se lhe tornaram agradáveis.
7. A Alma do homem que chegou ao conhecimento do Eu Real em si mesmo, permanece quieta e calma, contente e meiga, não se alterando pelo frio nem pelo calor, nem por sofrimento nem por prazer, nem por aquilo que o mundo chama honra ou desonra. 8. 0 sábio yogi contenta-se com a ciência e com o conhecimento da Humanidade Divina; êle dá igual apreço a um pedaço de barro como ao ouro ou a uma pedra preciosa. 9. Ê afável para com todos, com igual amor e fraternidade a todos trata, sejam amigos ou inimigos, parentes ou não, compatriotas ou estrangeiros, santos ou pecadores, bons ou maus. 10. O yogi senta-se num lugar isolado e entrega-se à meditação e a profundos pensamentos. Dominando a mente e o corpo pelo Eu Real, é livre de opiniões e de expectativas egoistas. 11. Senta-se num lugar limpo, nem demasiado alto, nem demasiado baixo; cinge-se com um pano ou com o couro de antílope prêto, e repousa sôbre verbenas (1). (1) O plano é o símbolo da castidade, o antílope é o símbolo da delicadeza do sentimento; a verbena (erva "Kusha") é o símbolo da firmeza.
O yogi deve ser casto, delicado e firme. 75 12. Assim sentado, domina a sua mente e dirige o pensamento a um ponto de concentração, retendo, ao mesmo tempo, as impressões dos sentidos e não deixando entrar na mente pensamentos que vagueiam. Nessa posição, conservando calma e persistência, purifica a sua alma, dirigindo a consciência ao Eu Real, ao Absoluto, que é a base de todos os sêres. 13. Tem sob domínio e imóveis a sua cabeça, a nuca e todo o corpo, de acordo com os costumes tradicionais dos yogis; fixa o olhar no Eterno e Infinito, não olhando para nada do mundo dos sentidos, que o rodeia. 14. Com o ânimo tranqüilo e sereno, livre de medo, inabalável em seu propósito, refreando a sua vontade, em silêncio permanece, pensando em Mim e em Mim se imergindo.
15.. O yogi que, desta maneira, se exercita em devoção e, praticando o domínio mental, une-se com o Eu' Real, passa para o estado da Paz e Bemaventurança que só em Mim se encontram.
16. A união mística com a Divindade não é atingível, porém, para aquêle que é comilão, nem para quem jejua demasiadamente, nem para o dorminhoco, nem para quem se debilita por dema-
síadas vigílias. Quem quer ser yogi, há de evitar os extremos e seguir o dourado caminho do meio. 17. A ciência yogi, que destrói o sofrimento, é realizável para os que observam moderação e temperança em comida e recreio, em ação e descanso; para que aquêles que, fugindo do mal do excesso em ação, não caem no mal oposto do excesso em repressão. 18. Quando um homem tem o pleno domínio de si mesmo, e conserva a sua mente fixa no Eu Real, e não anseia nenhum objeto desejável, merece o nome de yukta, "cheio de graça". 19. A sua mente tornou-se estável e firme, como a chama da lâmpada que está colocada num lugar aonde não tem acesso o vento. 20. A mente do yogi se deleita na contemplação do Eu Real e acha no seu interior o contentamento e a felicidade. 21. Cheio de indizíveis delícias, inerentes às esferas espirituais que se estendem além dos sentidos, o yogi permanece firme na contemplação da Verdade. 22. Êle sabe que não há coisa melhor, nem maior satisfação, do que êsse estado de Paz inaba- 77 lavei, que resulta do Conhecimento da Realidade; nada lhe pode perturbar essa Paz e êsse contentamento, nem os maiores sofrimentos, dôres e cuidados da vida mundana, porque está acima dêles. 23. A ausência de sofrimentos, dôres e cuidados chama-se Yoga, União Espiritual.
Esta Yoga deve ser começada com firme convicção e praticada com alegre disposição mental. 24. Atirando longe de ti os vãos desejos da imaginação e dominando por meio da mente, iluminada e guiada pelo Espírito, as inclinações dos sentidos, chegarás, passo a passo, à tranqüilidade e calma. 25. Quando a mente se fixou uma vez no Eu Real, acha insensato peregrinar em qualquer outra coisa. 26. Se tua mente não atingiu ainda o necessário grau do domínio das paixões e impressões, anda para cá e para lá, desviando-se do seu Objetivo Supremo, sê vigilante e refreia-a pela fôrça da vontade concentrada, reconduzindo-a sempre ao Alvo. 27. O homem, cujo coração encontrou a Paz que não admite nenhum movimento de paixão, e
tornou-se livre daquilo a que se chama "pecado") venceu os êrros e entrou no reino da Verdade. 28. O yogi, que atingiu assim a Unidade Eterna e cessou de pecar, goza a harmonia da Vida Una e as delicias da união com Deus. 29. file, cuja alma se uniu assim a Deus, em Deus, e Deus em tôdas as almas, vê tudo em Deus. 30. Em verdade te digo que aquêle que Me vê em tudo e todo o Universo em Mim, nunca Me abandonará e nunca será por Mim abandonado. Para sempre estará ligado a Mim, pelos laços preciosos do Amor. 31. Quem Me reconhece em todos os sêres, ama-Me e comigo se une, participa da vida eterna do Meu Sêr, qualquer que seja o seu modo de vida exterior neste mundo. 32. O verdadeiro yogi, ó Arjuna! é aquêle que chegou, pela iluminação interna, a saber que uma só Essência penetra tôda a vida e tôdas as coisas, e conserva o ânimo igual em tôdas as vicissitudes da vida, reconhecendo a necessidade de equilíbrio entre o prazer e a dor na Natureza". 33. Arjuna: 79 "Eu não posso achar firmeza, ó Herói valente, 38. Perecerá, talvez, como uma nuvem desnessa submissão, nessa resignação e nesse domínio pedaçada pelos ventos!
Será êle reduzido a nada, da mente, de que falas. Eu sei que a mente e o sendo repelido tanto dêste mundo, como do coração são instáveis, inquietos, turbulentos, mundo superior, porque caminha, incerto e inexvacilantes, obstinados e insubmissos à vontade. periente, pela senda que conduz ao Brama, ao Ab- 34. Parece que dominar o coração ou a mente soluto? em suas inclinações e seus pensamentos é tão difícil 39. Responde-me, 6 Divino, porque tu, ùnicomo reter um forte vento". I camente, podes dar-me explicação satisfatória e 35. Krishna: dissipar as minhas dúvidas." "Tens razão, dizendo que é muito difícil do- 40. Krishna: minar a mente, porque é instável e inclina-se ora "Não, meu caríssimo, não perecerá o homem para um ora para outro objeto; entretanto, quem em tais condições; não será aniquilado nem neste fortaleceu a sua vontade por meio de exercícios e mundo, nem nos vindouros. A fé conserva-o vivo, disciplina, pode ser senhor de seu coração, senhor de a sua bondade preserva-o da aniquilação.
Não se sua mente. perde nunca quem vive honestamente e em Mim 36. É verdade que a Yoga (União Espiritual) é confia. coisa dificílima para quem tem a mente des- 41. A alma, cuja devoção e fé, acompanha controlada, mas é acessível para quem tenha a mente das de boas obras, carecem da aquisição da per dominada. feita disciplina, depois da morte do corpo, vai 37. Arjuna: habitar o céu dos justos que ainda não atingiram "Qual é, porém, a sorte daquele, ó Mestre, que a Perfeição (1). Ali fica gozando felicidade por está cheio de fé, mas não atinge a perfeição em Yoga, inúmeros anos, mas, depois, reencarna-se em caporque não domina a sua mente, que se afasta do caminho da disciplina? (1) Os teósofos hindus chamam a 6sse céu; devakhan (morada dos deuses). sa de um homem bom e nobre, nas condições adaptadas ao sen desenvolvimento e adiantamento. 42. Pode nascer, nesta nova encarnação, como filho de um yogi adiantado, se bem que tal nascimento seja difícil obter-se neste mundo, atrasado moralmente. 43. Na sua nova existência, o homem recupera novamente tôda a organização espiritual que tinha adquirido na vida passada, e, assim, fica preparado para continuar os estudos e as tarefas que conduzem à Perfeição. 44. Com a morte, não se perde nada daquilo que a alma adquiriu.
As experiências que o ho mem fez nas vidas passadas, tornam-se instintos e incitam-no ao progresso, até inconscientemente. Mesmo quem só tivesse desejado conhecer Yoga, recupera êsse desejo, e com o decorrer do tempo transcende os liames da matéria. 45. Trabalhando com paciência, perseverança e aplicação, sendo livre dos êrros e plenamente desenvolvido pelas experiências, ganhas em suas múltiplas encarnações, o yogi chega ao alvo procurado, à Paz e à Meta Suprema. 46. Como vês, yogi é aquele que procura a Verdade e, confiando na Justiça da Lei Absolu-
to, sempre faz o melhor que pode. É maior do que um asceta ou fanático que procura obter mérito, impondo-se penas e martírios voluntários a si mesmo. É superior aos eruditos, e aos que praticam boas obras com desejo de recompensa. Sê, pois, ó Arjuna! também um yogi, cheio de fé e bondade! 47. De todos os yogis, Eu prefiro, porém, aquêle que Me adora com fé e a Mim dedica o interior da sua alma; aquele cujo coração transborda Meu Amor e cuja mente sempre sente a minha presença e, com ela, a Paz Suprema". 83 CAPITULO VII VlJÑÂNA YOGA — DISCERNIMENTO ESPIRITUAL Neste e nos seguintes cinco capítulos, expõe-se a doutrina de Krishna e a melhor maneira de praticar Raja-Yoga. Esta parte trata do conhecimento espiritual, isto é, do despertar da consciência da Divindade no homem. Deus é Amor e, por conseguinte, pode-se obter a consciência da Divindade só pela fôrça do Amor Divino. 1. Krishna, o Verbo Divino, continua: "Escuta as minhas palavras, ó Arjuna, para saberes como verdadeiramente e sem dúvida Me conhecerás, se fixares em Mim a tua mente e em Mim descançares o teu coração. 2. Eu te instruirei na sabedoria maravilho sa dos homens e dos deuses, sem reserva nem res trição; aprendendo êstes ensinos, adquirirás o sa ber perfeito, e saberás tudo o que pode ser sa bido por um homem.
8. Poucos são os homem que, no meio dos milhares da raça, têm suficiente discernimento para desejar chegar à Perfeição. E, destes poucos, tão raros são os que a procuram com sucesso, que Se acha apenas, cá e lá, alguém que Me conhece em minha natureza essencial. 4. Em minha natureza, há oito formas elementais, conhecidas como: terra, água, fogo, ar, éter, mente, razão e consciência individual. 5. Mas, além destas formas da minha natureza material, possuo uma natureza espiritual, superior e mais nobre: é o Princípio que vivifica e sustenta o universo.
6. Sabe que os elementos de que falei são a matriz de toda a criação. Eu, porém, sou a fonte de que tôda a criação provém e à qual tudo volta: Eu sou o Princípio da criação e da disso lução do Universo. 7. Acima de Mim, não há nada. Todos os objetos do universo dependem de Mim e por Mim são sustentados, assim como as pérolas dependem do fio que passa por elas tôdas, unindo-as e sustentando-as.
8. Eu sou o líquido da água; Eu sou a luz do sol e da lua; Eu sou a sílaba sagrada AUM
(1); Eu sou o cântico dos livros sagrados; Eu sou a harmonia dos sons que vibram no éter; Eu sou a virilidade dos homens. 9. Eu sou o perfume da terra e o esplendor do fogo; Eu sou a vida de todos os vivos; Eu sou yoga dos yogis, a santidade dos santos. 10. Eu sou a semente eterna e imortal de todos os sêres. Eu sou a sabedoria dos sábios, a razão dos racionais, a glória dos gloriosos, a nobreza dos nobres. 11. Eu sou a fôrça dos fortes, livres de tôda avidez e paixão. Eu sou o amor puro em todos os sêres, que não pode ser proibido por lei alguma. 12. As três qualidades da minha natureza: a harmonia, a atividade e a inatividade, as quais também se manifestam como a luz da verdade, o desejo da paixão e as trevas da ignorância, em Mim têm o princípio e estão em Mim, mas Eu não dependo delas (2). (1) AUM 6 o símbolo do Sêr Supremo.
A simboliza o Criador ou Pai; U, o Conservador, Salvador ou Filho, e M, o Destruidor, Renovador ou Espirito Santo. (2) Deus é superior à natureza; a natureza não é Deus, mas é uma manifestação da fôrça Divina. Deus está na natureza, mas não se limita a ela. 87 13. O mundo dos homens, achando-se sob o domínio da ilusão dessas três qualidades da natureza, não compreende que Eu sou superior a elas, e conservo-me intacto e imutável no meio dos inúmeros acontecimentos e mudanças. 14. Esta ilusão é muito forte, e tão denso é o seu véu que é difícil aos olhos humanos penetrá-lo. Só aqueles que a Mim se dirigem e se deixam iluminar pela chama que está detrás da fumaça, vencem a ilusão e chegam até Mim.
15. Malfeitores e tolos não Me procuram, nem aqueles que nutrem pensamentos baixos; nem aqueles que vêem, no vasto espetáculo da na tureza, sòmente o jôgo das forças, sem diretor; nem aquêles que extinguiram em si a centelha da vida espiritual e se tornaram plenamente mate riais. 16. Há quatro classes de gente que a Mim se dirigem: os infelizes, os que investigam a verdade, os bondosos e os sábios.
17. De todos êles, ó Arjuna! os sábios são os melhores, porque Me reconhecem como o Sêr Uno, e incessantemente, a Mim dedicando a sua vida, amam-Me sôbre tudo, e Eu os amo com o mais intenso amor.
18. Todos os que Me adoram são bons e todos a Mim chegarão; mas o sábio que se Me entrega todo, sujeitando-se em tudo à minha vontade, é como o meu próprio Eu, repousando em Mim, que sou o seu alvo final. 19. Depois de muitas vidas, em que acumulou sabedoria, vem o Sábio a Mim e, realizando a sua União comigo, compreende que o homem perfeito é idêntico ao universo (1). Poucos há que chegaram a êste grau de adiantamento. 20. Os outros, por falta de conhecimento, impelidos a esta ou aquela deidade, com vários ritos e cerimonias, vão a outros deuses. Todos acham o que procuram, de acôrdo com a sua natureza. 21. Hás de saber, entretanto, ó Arjuna, que a verdade, apesar de ser desconhecida pelos fanáticos e intolerantes, é esta: Que, ainda que os homens adorem vários deuses e várias imagens, e tenham diferentes concepções da deidade adorada, e até pareçam as suas idéias ser contraditórias entre si, tôda a sua fé se inspira em mim. 22. A sua fé em seus deuses e imagens não é senão o alvorecer da fé em Mim; adorando es- (1) O homem perfeito é chamado, nas Escrituras Sagradas: Vâsudêva, Filho do Homem.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.