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Capítulo 5 de 12

Aum (1) — parte 4 de 7

Bhagavad Gita

intelecto, o até dos sentidos, sempre com o fim do pensa que a fumaça é a chama, não podendo enpurificar a mente, o nem qualquer motivo egoísta. xergar esta atraz daquela. 12. Vivendo em harmonia com a Natureza, 16. Mas aqueles que são capazes de transpor tendo abandonado o desejo e a esperança de a fumaça, percebem a clara luz do Espírito que recompensa pelas ações, alcança a Paz. Ao contrário, o brilha, como uma infinidade de sóis, livre e sem o homem que n&o vive em tal harmonia e que nutre véu da fumaça que a esconde às vistas da maior desejos de recompensa por suas ações, é turbado, parte dos homens. inquieto e descontente. 17. Meditando sôbre o Altíssimo, que é o 13. A alma do sábio que, no fundo de sua Eu Real, unindo-se a file, oonhecendo-0 e aman-dovontade, renunciou a tôda ação e inação própria, e O, passa o sábio aos estados superiores, aos planos não procura recompensa, habita o corpo, que é o mais altos, dos quais não volta mais para os degraus Templo do Espírito, conserva-se quieta em paz., sem inferiores da existência. desejo de agir o sem causar ação, e, entretanto, está O conhecimento da Verdade consumiu todos os sempre pronta a executar a sua parte na ação, seus pecados o êrros, o êlo entra no reino da Bemquando o dever a chama. Porque o sábio sabe que aventurança, ainda que o seu corpo, essa cidade com as nove 18. A sua vista, sondo livro da fumaça do êrro portas, se ocupe de ações, o Eu Real permanece e da ilusão, reconhece um Sêr em tudo; igual sentimento imperturbado. e respeito tem êle para os homens eruditos, reverendos, 14. O Senhor do Mundo (o Eu Real) não nobres e iluminados, como para os pobres, ignorantes engendra nem a atividade, nem as ações, nem as e desprezados, e até para as vacas, os elefantes e os relações entre a causa e o efeito. Em tudo isto age cães. Porque, tendo vencido as ilusões, vê que as apenas a natureza dos sêres. personalidades de tôdas as formas de vida são irreais, 15. O Senhor do Mundo não interfere nem nos oomparadas com o Eu Real, de maneira que, pecados nem nas boas ações de ninguém. A luz da contempladas do alto, desaparecem até as maiores distinções mundanas. sabedoria, está obscurecida pela fumaça da ignorância, e o homem ilude-se com isso e 69

19. Os que conservam a eqüanimidade, já neste mundo se unem com Brama (Deus Criador), 25. Assim os Rishis, tendo-se libertado dos porque Êle é imutável e eternamente o mesmo. pecados, tendo vencido tôda idéia de dualismo e 20. Não te deixes arrebatar, quando te acon- separação, e vendo que tôda a vida é uma, que tece algo desagradável, nem percas o ânimo, quando tôda ela emana de Um, e sentindo que o bem-estar de todos é o bem-estar de cada um, unificaram-se tens má sorte. Levanta o teu pensamento à claridade com o Todo e entraram no Nirvana. limpa da esfera divina, imerge-te em Deus e n'Êle 26. Assim todos os homens que seguem o vive. seu exemplo, vivendo em humildade e na luz da 21. Em delícias eternas vive a alma que em si fé, controlando as ações e dominando o eu infemesma encontra a fonte da felicidade, sendo unida rior, aproximam-se da Paz Divina. com Deus e desapegada dos objetos do mundo 27. O verdadeiro yogi, deixando os objetos exterior. exteriores influenciar só o seu exterior e não a sua 22. Os prazeres nascidos do contato dos sen- alma, abre as vistas interiores à Luz Eterna e une a tidos externos, e a que chamam "satisfação", são sua respiração externa com a interna, em ritmo de fontes de sofrimentos, porque têm princípio e fim. 0 harmonia. sábio não procura neles a sua felicidade. 28. Todos os seus sentidos obedecem à vontade Espiritual, todo o seu pensar tem as raízes em 23. Feliz é aquêle que, nesta terra, ainda antes Deus; nada para si deseja, nada receia; a êle não de deixar o corpo, pode resistir aos impulsos do tem acesso nem ódio nem ira: a sua salvação está desejo e da ira. realizada.. 24. Quem em si mesmo encontra o céu, quem 29. Êle Me conhece como Sou, sabe que Me em si mesmo encontra a luz da iluminação, é um agrada o domínio de si mesmo, reconhece-Me coyogi, é um Santo; a sua vida conflúi com a vida de mo Senhor do Universo, e amante de tôdas as Brama, e são-lhe abertas as portas do Nirvana. almas, e une-se comigo. Pois Eu sou o amparo de todos os que em Mim se refugiam."

70 71 CAPÍTULO VI ATMA SANYAMA YOGA — MEDITAÇÃO OU SUBJUGAÇÃO AO EU SUPERIOR Neste capitulo se expõe como se realiza a união com o Sêr Supremo, mediante a santificação interior, e a meditação. 1. O Verbo Divino: "Ouve as minhas palavras, ó Arjuna! Quem cumpre honestamente o seu dever da melhor maneira que lhe é possível, sem nutrir desejos de ser recompensado é, ao mesmo tempo, um asceta e um homem de ação; não aquêle que simplesmente prescinde de ritos e sacrifícios. 2. Sabe, ó príncipe, que a Beta Ação, pra ticada com o conhecimento da verdade, é a me lhor renúncia, o melhor ascetismo. Porque êste consiste em verdade só no desinteresse e, se a ação não é acompanhada pelo conhecimento in teligente da renúncia dos resultados, não merece o nome de Beta Ação.

3. Nos primeiros degraus do Caminho da Perfeição, ensina-se que o aspirante deve praticar 7. A Alma do homem que chegou ao conhea reta ação para ganhar os melhores méritos. cimento do Eu Real em si mesmo, permanece quie- Quando o discípulo atingiu a sabedoria e o conhe ta e calma, contente e meiga, não se alterando pelo cimento, e libertou-se do apêgo às obras, explica- frio nem pelo calor, nem por sofrimento nem por se-lhe que a calma meditação e a paz serena da prazer, nem por aquilo que o mundo chama honra mente são os melhores meios para conduzi-lo ao ou desonra. alvo. A cada um dá-se conforme as necessidades 8. 0 sábio yogi contenta-se com a ciência e e o grau de seu desenvolvimento. com o conhecimento da Humanidade Divina; êle dá igual apreço a um pedaço de barro como ao 4. Quando o homem está livre do apêgo aos ouro ou a uma pedra preciosa. frutos das ações, e à ação mesma, e aos objetos do 9. Ê afável para com todos, com igual amor mundo dos sentidos, então atingiu o mais alto grau da e fraternidade a todos trata, sejam amigos ou Beta Ação, e tornou-se um yogi perfeito. inimigos, parentes ou não, compatriotas ou es- 5. Cada um deve elevar-se espiritualmente pela trangeiros, santos ou pecadores, bons ou maus.

fôrça que lhe dá o Espírito divino, e não infe-riorizar- 10. O yogi senta-se num lugar isolado e ense. O Eu Real, isto é, o Espírito dó homem, é o amante trega-se à meditação e a profundos pensamentos. do homem e o seu melhor amigo; mas ao ignorante Dominando a mente e o corpo pelo Eu Real, é livre pode parecer que é seu inimigo porque tende a de opiniões e de expectativas egoistas. aniquilar o seu sentimento de personalidade separada. 11. Senta-se num lugar limpo, nem dema- 6. O Eu Real é o amigo daquele que domina o siado alto, nem demasiado baixo; cinge-se com um seu eu pessoal, inferior; porém, se a alma não alcançou pano ou com o couro de antílope prêto, e repousa ainda o Conhecimento, pode parecer-lhe que o Eu Real sôbre verbenas (1). é o seu maior inimigo, porque quer libertar a alma ignorante das ilusões e dos êrros que se lhe tornaram (1) O plano é o símbolo da castidade, o antílope é o símbolo agradáveis. da delicadeza do sentimento; a verbena (erva "Kusha") é o símbolo da firmeza. O yogi deve ser casto, delicado e firme.

74 75 12. Assim sentado, domina a sua mente e síadas vigílias. Quem quer ser yogi, há de evitar dirige o pensamento a um ponto de concentração, os extremos e seguir o dourado caminho do meio. retendo, ao mesmo tempo, as impressões dos sentidos 17. A ciência yogi, que destrói o sofrimento, e não deixando entrar na mente pensamentos que é realizável para os que observam moderação e vagueiam. Nessa posição, conservando calma e temperança em comida e recreio, em ação e despersistência, purifica a sua alma, dirigindo a canso; para que aquêles que, fugindo do mal do consciência ao Eu Real, ao Absoluto, que é a base de excesso em ação, não caem no mal oposto do extodos os sêres. cesso em repressão. 13. Tem sob domínio e imóveis a sua cabeça, a 18. Quando um homem tem o pleno domínio nuca e todo o corpo, de acordo com os costumes de si mesmo, e conserva a sua mente fixa no Eu tradicionais dos yogis; fixa o olhar no Eterno e Real, e não anseia nenhum objeto desejável, Infinito, não olhando para nada do mundo dos merece o nome de yukta, "cheio de graça". sentidos, que o rodeia. 19. A sua mente tornou-se estável e firme, 14. Com o ânimo tranqüilo e sereno, livre de como a chama da lâmpada que está colocada num medo, inabalável em seu propósito, refreando a sua lugar aonde não tem acesso o vento. vontade, em silêncio permanece, pensando em Mim e 20. A mente do yogi se deleita na contemem Mim se imergindo. plação do Eu Real e acha no seu interior o contentamento e a felicidade. 15.. O yogi que, desta maneira, se exercita em devoção e, praticando o domínio mental, une-se com o 21. Cheio de indizíveis delícias, inerentes às Eu' Real, passa para o estado da Paz e Bem- esferas espirituais que se estendem além dos aventurança que só em Mim se encontram. sentidos, o yogi permanece firme na contemplação da Verdade. 16. A união mística com a Divindade não é 22. Êle sabe que não há coisa melhor, nem atingível, porém, para aquêle que é comilão, nem para maior satisfação, do que êsse estado de Paz inabaquem jejua demasiadamente, nem para o dorminhoco, nem para quem se debilita por dema- 77

lavei, que resulta do Conhecimento da Realidade; tornou-se livre daquilo a que se chama "pecado") nada lhe pode perturbar essa Paz e êsse con- venceu os êrros e entrou no reino da Verdade. tentamento, nem os maiores sofrimentos, dôres e 28. O yogi, que atingiu assim a Unidade cuidados da vida mundana, porque está acima Eterna e cessou de pecar, goza a harmonia da Vida dêles. Una e as delicias da união com Deus. 23. A ausência de sofrimentos, dôres e cui- 29. file, cuja alma se uniu assim a Deus, em dados chama-se Yoga, União Espiritual. Esta Yoga Deus, e Deus em tôdas as almas, vê tudo em Deus. deve ser começada com firme convicção e praticada 30. Em verdade te digo que aquêle que Me com alegre disposição mental. vê em tudo e todo o Universo em Mim, nunca Me 24. Atirando longe de ti os vãos desejos da abandonará e nunca será por Mim abandonado. imaginação e dominando por meio da mente, ilu- Para sempre estará ligado a Mim, pelos laços preminada e guiada pelo Espírito, as inclinações dos ciosos do Amor. sentidos, chegarás, passo a passo, à tranqüilidade e calma. 31. Quem Me reconhece em todos os sêres, 25. Quando a mente se fixou uma vez no Eu ama-Me e comigo se une, participa da vida eterna Real, acha insensato peregrinar em qualquer outra do Meu Sêr, qualquer que seja o seu modo de vida coisa. exterior neste mundo. 26. Se tua mente não atingiu ainda o ne- 32. O verdadeiro yogi, ó Arjuna! é aquêle cessário grau do domínio das paixões e impressões, que chegou, pela iluminação interna, a saber que anda para cá e para lá, desviando-se do seu Objetivo uma só Essência penetra tôda a vida e tôdas as Supremo, sê vigilante e refreia-a pela fôrça da coisas, e conserva o ânimo igual em tôdas as vivontade concentrada, reconduzindo-a sempre ao cissitudes da vida, reconhecendo a necessidade de Alvo. equilíbrio entre o prazer e a dor na Natureza". 27. O homem, cujo coração encontrou a Paz 33. Arjuna: que não admite nenhum movimento de paixão, e 79

"Eu não posso achar firmeza, ó Herói valente, 38. Perecerá, talvez, como uma nuvem desnessa submissão, nessa resignação e nesse domínio pedaçada pelos ventos! Será êle reduzido a nada, da mente, de que falas. Eu sei que a mente e o sendo repelido tanto dêste mundo, como do coração são instáveis, inquietos, turbulentos, mundo superior, porque caminha, incerto e inexvacilantes, obstinados e insubmissos à vontade. periente, pela senda que conduz ao Brama, ao Ab- 34. Parece que dominar o coração ou a mente soluto? em suas inclinações e seus pensamentos é tão difícil 39. Responde-me, 6 Divino, porque tu, ùnicomo reter um forte vento". I camente, podes dar-me explicação satisfatória e 35. Krishna: dissipar as minhas dúvidas." "Tens razão, dizendo que é muito difícil do- 40. Krishna: minar a mente, porque é instável e inclina-se ora "Não, meu caríssimo, não perecerá o homem para um ora para outro objeto; entretanto, quem em tais condições; não será aniquilado nem neste fortaleceu a sua vontade por meio de exercícios e mundo, nem nos vindouros. A fé conserva-o vivo, disciplina, pode ser senhor de seu coração, senhor de a sua bondade preserva-o da aniquilação. Não se sua mente. perde nunca quem vive honestamente e em Mim 36. É verdade que a Yoga (União Espiritual) é confia. coisa dificílima para quem tem a mente des- 41. A alma, cuja devoção e fé, acompanha controlada, mas é acessível para quem tenha a mente das de boas obras, carecem da aquisição da per dominada. feita disciplina, depois da morte do corpo, vai 37. Arjuna: habitar o céu dos justos que ainda não atingiram "Qual é, porém, a sorte daquele, ó Mestre, que a Perfeição (1). Ali fica gozando felicidade por está cheio de fé, mas não atinge a perfeição em Yoga, inúmeros anos, mas, depois, reencarna-se em caporque não domina a sua mente, que se afasta do caminho da disciplina? (1) Os teósofos hindus chamam a 6sse céu; devakhan (morada dos deuses). sa de um homem bom e nobre, nas condições adap- to, sempre faz o melhor que pode. É maior do tadas ao sen desenvolvimento e adiantamento. que um asceta ou fanático que procura obter mé- 42. Pode nascer, nesta nova encarnação, co- rito, impondo-se penas e martírios voluntários a mo filho de um yogi adiantado, se bem que tal si mesmo. É superior aos eruditos, e aos que pranascimento seja difícil obter-se neste mundo, atra- ticam boas obras com desejo de recompensa. sado moralmente. Sê, pois, ó Arjuna! também um yogi, cheio 43. Na sua nova existência, o homem recupe- de fé e bondade! ra novamente tôda a organização espiritual que 47. De todos os yogis, Eu prefiro, porém, tinha adquirido na vida passada, e, assim, fica aquêle que Me adora com fé e a Mim dedica o preparado para continuar os estudos e as tarefas interior da sua alma; aquele cujo coração transque conduzem à Perfeição. borda Meu Amor e cuja mente sempre sente a 44. Com a morte, não se perde nada daquilo minha presença e, com ela, a Paz Suprema". que a alma adquiriu. As experiências que o ho mem fez nas vidas passadas, tornam-se instintos e incitam-no ao progresso, até inconscientemente. Mesmo quem só tivesse desejado conhecer Yoga, recupera êsse desejo, e com o decorrer do tempo transcende os liames da matéria. 45. Trabalhando com paciência, perseverança e aplicação, sendo livre dos êrros e plenamente desenvolvido pelas experiências, ganhas em suas múltiplas encarnações, o yogi chega ao alvo procurado, à Paz e à Meta Suprema. 46. Como vês, yogi é aquele que procura a Verdade e, confiando na Justiça da Lei Absolu-

82 83 CAPITULO VII VlJÑÂNA YOGA — DISCERNIMENTO ESPIRITUAL Neste e nos seguintes cinco capítulos, expõe-se a doutrina de Krishna e a melhor maneira de praticar Raja-Yoga. Esta parte trata do conhecimento espiritual, isto é, do despertar da consciência da Divindade no homem. Deus é Amor e, por conseguinte, pode-se obter a consciência da Divindade só pela fôrça do Amor Divino. 1. Krishna, o Verbo Divino, continua: "Escuta as minhas palavras, ó Arjuna, para saberes como verdadeiramente e sem dúvida Me conhecerás, se fixares em Mim a tua mente e em Mim descançares o teu coração. 2. Eu te instruirei na sabedoria maravilho sa dos homens e dos deuses, sem reserva nem res trição ; aprendendo êstes ensinos, adquirirás o sa ber perfeito, e saberás tudo o que pode ser sa bido por um homem.

8. Poucos são os homem que, no meio dos (1); Eu sou o cântico dos livros sagrados; Eu sou milhares da raça, têm suficiente discernimento para a harmonia dos sons que vibram no éter; Eu sou desejar chegar à Perfeição. E, destes poucos, tão a virilidade dos homens. raros são os que a procuram com sucesso, que Se 9. Eu sou o perfume da terra e o esplendor acha apenas, cá e lá, alguém que Me conhece em do fogo; Eu sou a vida de todos os vivos; Eu sou minha natureza essencial. yoga dos yogis, a santidade dos santos. 4. Em minha natureza, há oito formas ele- 10. Eu sou a semente eterna e imortal de mentais, conhecidas como: terra, água, fogo, ar, todos os sêres. Eu sou a sabedoria dos sábios, a éter, mente, razão e consciência individual. razão dos racionais, a glória dos gloriosos, a no- 5. Mas, além destas formas da minha natu- breza dos nobres. reza material, possuo uma natureza espiritual, 11. Eu sou a fôrça dos fortes, livres de tôsuperior e mais nobre: é o Princípio que vivifica e da avidez e paixão. Eu sou o amor puro em tosustenta o universo. dos os sêres, que não pode ser proibido por lei alguma. 6. Sabe que os elementos de que falei são 12. As três qualidades da minha natureza: a a matriz de toda a criação. Eu, porém, sou a harmonia, a atividade e a inatividade, as quais fonte de que tôda a criação provém e à qual tudo também se manifestam como a luz da verdade, o volta: Eu sou o Princípio da criação e da disso desejo da paixão e as trevas da ignorância, em lução do Universo. Mim têm o princípio e estão em Mim, mas Eu 7. Acima de Mim, não há nada. Todos os não dependo delas (2). objetos do universo dependem de Mim e por Mim são sustentados, assim como as pérolas dependem (1) AUM 6 o símbolo do Sêr Supremo. A simboliza o do fio que passa por elas tôdas, unindo-as e Criador ou Pai; U, o Conservador, Salvador ou Filho, e M, o sustentando-as. Destruidor, Renovador ou Espirito Santo. (2) Deus é superior à natureza; a natureza não é Deus, 8. Eu sou o líquido da água; Eu sou a luz do mas é uma manifestação da fôrça Divina. Deus está na sol e da lua; Eu sou a sílaba sagrada AUM natureza, mas não se limita a ela.

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