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Capítulo 8 de 15
D E U S — parte 7 de 14
O Céu Maravilhoso · Osvaldo Polidoro
Embora nem todos tenham subido aos mais altos planos, porque muitíssimos foram ficando em lugares proporcionais aos seus respectivos níveis e um pouco mais, a verdade é que muitos foram às mais luminosas e gloriosas regiões. Há uma aplicação da Justiça Divina, por aqui, que os encarnados somente reconhecerão bem quando para cá vierem e a enfrentarem na prática. Menos, é claro, para os altamente versados nestas coisas, os que possuem qualidades e faculdades que lhes permitem por aqui transitar, trabalhar e com elevados méritos e amplas extensões influentes. Há criaturas, na carne, que valem por verdadeiros pedaços do Céu aí lançados, para certos efeitos que, em verdade, bem o sabem o Cristo e o Pai Divino. É muito arriscado comentar sobre os ungidos, suas atuações, seu raio de ação... De uma coisa podem, porém, estar certos os indivíduos de boa vontade: esses elementos não são encontrados entre os petulantes, os que se julgam donos de casas, instituições, estatutos, etc. Eles são encontrados, de preferência, entre os trabalhadores anônimos, os que vivem procurando enxugar as lágrimas, pensar feridas, consolar aflitos, cobrir os nus... Enfim, os que fazem o Bem, pelo gosto de fazê-lo e não porque tenham se agarrado a títulos e postos de mando... E para não dizer mais a tais respeitos, lembramos o Impassável Divino Molde, quando ordenou tomar cuidado com o fermento dos fariseus... Até onde subiram alguns? Alguns subiram até o Plano Crístico, aquele que é acima de injunções planetárias, que está fora de mundos, formas e transições. É muito difícil dizer daquelas Alturas Divinas, mas o fato é que, mais tarde ou mais cedo, todos lá chegaremos, porque ninguém é especial perante as Leis Divinas que regem a chamada Criação Divina. Que dizer dos planos intermundos e da vida nesses planos? Que dizer das extensões no campo da Divina Ubiqüidade, onde vivem os espíritos desses planos? Dizer o que, do poder de aplicação da vontade, desses irmãos divinizados? Como entenderem, já, os encarnados, da influência deles sobre os mundos e as humanidades, fazendo que tenham cumprimento as leis regentes dos mundos e das humanidades em processo evolutivo? Bem, diremos que vimos as comunidades crísticas em profusão, os unos distintamente expostos, numa variação de luzes e glórias que jamais as palavras, faladas ou escritas, poderão definir. E vimos e vivemos, num dado momento, que estávamos envolvidos e penetrados do Poder Divino, sob a influência de um Divino Senhor ou de um Verbo Divino, e com a ajuda potentíssima que nos ofertou, penetramos a Divina Ubiqüidade e achávamonos entre os Mundos e as Humanidades, podendo afirmar que éramos, naquelas condições, participantes do Pai Infinito, em Tempo e Espaço. E com isto afirmamos que, se os espíritos todos, de todos os níveis evolutivos, soubessem qual é a finalidade a ser atingida, todos fariam tudo para se tornarem Puros e Sábios o mais depressa possível.
De volta, já no nosso plano de vida e trabalhos, ainda com os olhos ardentes e o coração espiritual fremendo celestialmente, comentei com minha mãe e Vicentina: – Como falam estultamente os donos de religiões, no mundo! E como são ridículos aqueles que afirmam não esperar propina de Deus, para depois da desencarnação! Por que, não entendem que nada disso é certo, justo e necessário, porque há uma perfeição a atingir, e terá que ser atingida, custe mais ou custe menos? – Sim – disse minha mãe – o certo é que o espírito saiu do Sagrado Princípio em estado de simplicidade, com todos os valores divinos em potencial, e deve desabrochá-los por lei e através de trabalhos. Enfrentará reinos, espécies e famílias, viverá condições e situações incontáveis, permutará ambientes, na carne e fora dela, como nunca seria capaz de admitir antes de experimentar, e um dia ter-se-á acima de todas as limitações, gozando a Unidade Divina, sendo ou formando na chamada Divina Providência, nos Previdentes e Providentes da Ordem Divina. E tudo isso, em termos de Verdade, Amor e Virtude, nos tratos sociais, e jamais pelos ridículos engodos religiosistas, ou segundo os conceitos de umas multidões de fanáticos das letras ditas sagradas. Vicentina ponderou: – Bem, como cada um pensa como pode e não como quer... Isto é, como vai podendo pensar melhor com a evolução que vai em si mesmo realizando, devemos dizer que o grande mal está nas dogmatizações dos donos de credos e de instituições... Creio que é melhor dizer que o grande mal é derivado daqueles que se fincam nos direitos criados e adquiridos. Estes é que prendem o progresso, por egoísmos, orgulhos e certas opulências de bolso e de estômago. Porque se estes assim procedem, como não deverão proceder de modo egoísta e anti-social os que só pensam em termos de mundanismos em geral? Ocorreu-me a idéia e perguntei: – Por que, o progresso da humanidade planetária, no plano geral, depende das realizações do plano carnal? Minha mãe achou a pergunta interessante e comentou: – Não estou autorizada a falar com segurança, sobre um assunto que nunca me ocorreu pensar nem ouvi, por aqui, de alguém, um conceito a esse respeito. Mas acredito que os mundos físicos e a sua evolução representem fatores impostos pela Justiça Divina, e, portanto, a evolução da humanidade que lhe é própria faz parte do esquema fundamental. Entretanto, vamos ressalvar que, quem se dedica à Pureza e à Sabedoria, em suas obras, ingressa nos planos superiores, ao desencarnar, e isso faz reconhecer que a Justiça Divina é pelas obras de cada um. E por aqui transita um ditado, que fala
em nome de Deus, e ele diz que as testemunhas de Deus são aquelas que o são pelas obras individuais. Ainda estimulado pelo assunto, perguntei: – E por que, a Terra tem coroas trevosas ao redor, ou reinos de pranto e ranger dos dentes, para fora? Que os tenha para dentro, isso diremos que seria comum em um mundo infantil; mas tê-los para fora não é muito mau indício? Minha mãe respondeu: – Convém não esquecer que a Terra é um mundo instituto correcional, um mundo de degradados e degredados. O Éden perdido não era a Terra anterior, como faz entender a corrupção lavrada no Pentateuco, mas o mundo melhor de onde vieram os adamitas. Assim irão ser, para os cabritos, aqueles dois mundos inferiores que, já o sabemos, vão hospedá-los para as devidas expiações e progressos posteriores. – Assim sendo – aduzi – as trevas para fora caracterizam os mundos de expiação? – Não estou autorizada a falar dogmaticamente – disse minha mãe – mas o fato é este: ou caracteriza o mundo inferior, por simples involução, ou revela o mundo destinado a ser escola correcional, por isso recebendo legiões de espíritos rebelados, de mundos que se vão revelando dignos de melhores habitantes. O fato, entretanto, é altamente significativo, pois ter coroas trevosas, para o exterior, é muito depreciável. – Em conclusão – indaguei – só a evolução do plano carnal fará desaparecer o umbral, para, um dia, por fim, ir desaparecendo, também e necessariamente, a subcrosta? Minha mãe respondeu-me: – Bem, isso é concludente. Mas quando isso ocorrer, pelo que já sabemos, várias seleções e separações terão sido feitas. A Terra que terá as marcas da Jerusalém Celestial será a Terra dos que a merecerem. Mas isso, bem o sabemos, é para muitos e muitos milhares dos anos porvindouros. O Céu primeiro ensina, depois dá tempo e depois cobra contas. E se está dito, no Velho Testamento, que o Senhor Deus nada faz sem antes avisar pelos Profetas, Seus servos, também está dito, no Novo Testamento, que o testemunho de Jesus é o Espírito de Profecia. Portanto, é normal que os habitantes do planeta, encarnados ou não, prestem atenção aos informes mediúnicos. É por eles que muitos conhecimentos advirão, embora muita coisa desagradável, e mesmo repugnante, também apareça, por falta de melhor critério dos seus cultivadores. – Realmente – comentei – no campo mediúnico muitos são os que se estendem pelas áreas menos interessantes, entretendo contatos com os mais
baixos planos da vida espiritual. Agem totalmente fora da Lei de Deus e do Divino Molde, embora se acreditem certos e convenientes. Vicentina aduziu: – Todos deveriam lembrar a Lei e o Cristo; porque com as duas testemunhas fiéis e verdadeiras, logo se sabe que imundície não é Espiritismo. Basta comparar os ensinos e os fatos, para se ter a certeza de que o Mal não é o Bem, ainda que apelem, os seus praticantes, para os mais variados pretextos. – Em todos os sentidos de atividade – interveio minha mãe – os filhos de Deus terão que enfrentar testes. Não é tentação a palavra certa, mas sim teste. Deles ninguém escapará, porque a ignorância, a covardia e a hipocrisia não herdarão jamais o Reino do Céu. Que se acautelem todos, perante os atos da vida, porque a Justiça Divina é acima de pretextos quaisquer ou de explicações humanas. – Existem partes do mundo – comentei – onde os atos de feitiçaria, sob os mais variantes pretextos, funcionam imensamente. Por que essa gente, encarnada e desencarnada, não lê o capítulo final do Apocalipse? Fazendo menção de partir, rumo ao trabalho, minha mãe concluiu: – A mediocridade não faz a parte da superioridade, sem ser por engano. E tudo isso é parte integrante das fases evolutivas, do processo de autocristificação. Quando alguém chega a ser realmente grande, na espiritualidade, não é por acaso nem de favor, mas sim porque venceu todos os testes. E se durante a caminhada teve que se curvar muitas vezes diante de sofrimentos atrozes, também é certo que, com isso, conseguiu crescer em si mesmo. E a boa conversa, naquele glorioso dia, terminou ali.
Capítulo XI
Já foi dito que, se não fosse a reencarnação, a Justiça Divina seria tudo, menos Justiça Divina. E ao se chegar ao mundo espiritual, observando como os quadros se invertem, na carne e fora dela, chegamos a não entender como, pressionados pelos interesses de grupos, ou mesmo pelos fanatismos sectários, as pessoas chegam a negar e até a se revoltar contra a lei que é o testemunho da Justiça Divina. E se parecer a alguém que a simples crença em um religiosismo é quem obriga a assim pensar e sentir, diremos que isso não se justifica, porque para milhares de outros fatores, todas as criaturas vivem mudando de opinião a todas as horas. Também é bom lembrar o seguinte: as pessoas permutam condições e situações, costumes e alimentos, amizades e afazeres, e tudo quanto seja conveniente à vida física, mas ao se tratar de conceitos ditos religiosos, ou sectários, assim não procedem porque a opinião pública e a dos parentes, em particular, ficariam chocadas ou matracando a língua. E mais uma vez diremos que, ao ceder à ignorância, à covardia e à hipocrisia, o homem cede aos infernos o direito de manobrá-lo. Estas considerações fizemo-las, estando na biblioteca a confrontar os textos do Evangelho Segundo João Evangelista, onde as alterações são muito grandes, principalmente onde são, ou eram feitas, afirmações no sentido de que o Cristianismo teria que ser a generalização do Profetismo Hebreu, ou a recuperação do Povo Hebreu, das ovelhas desgarradas, pela Revelação ostensiva, assim como a desejara Moisés, ou como dizem muitas vezes os Profetas, de um Espírito derramado sobre toda a carne, que um dia viria a ser realidade. Naquela hora chegou Celestino e perguntou-me: – Quer ir à crosta, em função de aprendizados? – E isso é convite que se dispense?! – retruquei, comovido. Celestino abanou a cabeça, para dizer:
– Bem... Você já sabe que temos por aqui muita gente que só vive para querer engordar as burrices trazidas do mundo... Tinham os seus credos e, por eles, ainda acham que a Verdade pode muito bem esperar por outros tempos... Eu, que tinha o Manuscrito de João na mão, sabendo quanta coisa errada haviam cometido em seu nome, murmurei com tristeza: – Sim, meu bom irmão!... Que a Verdade espere, porque o mundo ainda é dos errados e mentirosos... A Verdade é apenas o rótulo, para que a mentira possa ser bem vendida!... Celestino apanhou-me pela mão, enquanto dizia: – Deixe estar, que na hora exata fará um pouco, do muito que há por fazer, a bem do esclarecimento das gentes... E fomos dali, constituir um grupo de dez, para viajar à crosta. Na hora da partida, Celestino falou-nos: – Vamos a uma residência muito pobrezinha, atender a um rogo materno. Ali veremos como irão agir os nossos irmãos médicos e outros servidores. Nada mais posso dizer, porque nada sei, por ora, do que irá ocorrer e como. Fizemos a viagem repentina, planando numa faixa vibratória acima de escuridões e sofrimentos, porque Celestino assim disse que convinha ser feito. E quando alguém que pode, comanda, isso tudo é fácil. Já na residência, observamos um lar muito pobrezinho, porém bem assistido pelo plano espiritual superior. Superior, fica bem lembrado, pois o mundo espiritual sempre é presente, mas cumpre saber definir a qualidade. A chave da questão está com os encarnados, e podemos afiançar que bem poucas vezes usam bem de seus direitos, pois abrem mais para a entrada dos elementos menos convenientes. Nem é de estranhar que assim seja, em um mundo infantil e cheio de erros, onde os desencarnados de baixo padrão encontram todas as facilidades de acesso. A família era constituída de oito pessoas, contando com um sobrinho. Este, por tornar-se órfão, foi aceito pelos tios, e era o pivô de uma trama que se estendia para os dias em que um Bórgia estava no trono pontifício. E foi Celestino ao médico-chefe, rogando sua atenção, em virtude dos aprendizes presentes. O médico falou a todos, dizendo: – É impossível, aqui no plano espiritual, encarar as doenças de fora para dentro. Temos de encará-las de dentro para fora, ou a começar das coroas energéticas, depois entrando no perispírito ou no corpo dos espíritos. Como vocês já devem saber, os corpos variam ao infinito, em suas densidades ou intensidades vibracionais, quando se trata de espíritos desencarnados. E ao se tratar de encarnados, tudo aumenta de importância, porque o corpo físico é como um agregado muito denso que o espírito deve, por algum tempo, arrastar e suportar, para fazer dele uma verdadeira ferramenta de emancipação.
Apontou para o jovem, o sobrinho da família, que rastejava pelo chão, por ser aleijado, dizendo: – Vejam como a Lei de Justiça age, meus irmãos. Todos aqui são portadores de doenças, ou têm órgãos afetados. Mas este jovem aleijado é forte de físico, é um depósito de saúde. Se não fosse o aleijume, como podem observar, seria perfeito fisicamente. E chamando para perto os componentes do grupo de aprendizes, mandou que todos olhassem para a cabeça do rapaz, enquanto foi elucidando: – Pensem fortemente no Pai Divino, em Sua Justiça Absoluta, e vão olhando para a cabeça do rapaz. Procurem ver o que há dentro dela, para além do físico e, até muito mais além, para além do perispírito. Se puderem, olhem para as coroas energéticas que circundam a centelha espiritual. Fez uma pausa, observou a todos e depois perguntou, um por um, sobre o que tinha visto. Ficamos sabendo que nem todos viram na mesma proporção, pois enquanto uns viram apenas algumas marcas no perispírito, outros viram os feios coloridos das coroas energéticas, enquanto outros puderam ver até mesmo os quadros de vidas anteriores, onde o pobre irmão mandara cometer horrendos crimes, além de cenas as mais devassas, tudo numa sucessão de quadros vivos, como se fossem presentes. E o médico concluiu, aconselhando: – Em princípio, toda falha é de ordem Moral, começa na responsabilidade da centelha. Com isso, mancha negativamente as coroas que a circundam, com os variantes matizes de cores negativas, além de comprimir ou contrair as coroas. Depois disso, afeta os elementos mais eterizados do perispírito, subindo lentamente aos mais grosseiros, para, no encarnado, atingir os elementos constituintes do corpo físico, os gases, vapores, líquidos e sólidos. Como o corpo físico relaciona o espírito com o mundo exterior, uma vez estando adoecido ou atrofiado por culpa dele mesmo, o espírito, é evidente que dificulta os melhores contatos, que complica as situações, pois não lhe permite render o máximo. E assim o espírito pena as suas mesmas faltas, isto é, tem que colher segundo as semeaduras feitas anteriormente. Não percam de vista, portanto, que os mundos materiais rolam no Infinito e perduram na Eternidade, mas o espírito é tudo, deve ganhar amplidões vibratórias incomensuráveis, e isso movimentando seus recursos íntimos, a Verdade, o Amor e a Virtude que em potencial o Pai Divino lhe concedeu, desde a origem comum a todos. Lembrem-se – repisou ele – que somos, em princípio, acima de mundos, formas e transições, somos os senhores e não os escravos da matéria, e isso teremos que provar a nós mesmos, com fatos e não com teorias religiosistas, para virmos a gozar, de fato, as Glórias e os Poderes de Deus, o nosso Pai Divino.
E dispunha-se a partir, mas aguardou a palavra de um antigo clérigo, que com muito interesse indagou: – Então, irmão Bezerra, teremos que mudar quase tudo nos cursos religiosos, uma vez que o problema não é ser apenas um espírito de Paz, ao morrer o corpo físico, mas sim ter pela frente todo o processo de autocristificação? O luminoso médico, muito mais médico do espírito do que do corpo, repetiu: – As teorias religiosistas de salvação valeram para os primórdios evolutivos e valem para aqueles indivíduos ainda nessas paragens inferiores do campo hierárquico. Entretanto, como a humanidade terrestre está passando da fase juvenil para a fase madura, importa saber mais e praticar de acordo com a nova realidade; isto é, que assim parece aos terrestres, pois na Ordem Divina tudo é eterno, perfeito e imutável, e, aquilo que as crianças da Terra julgam ser muito importante e complicado, já é verdadezinha comum para as humanidades de mundos superiores. O que ocorre, agora, na hora de transição mais importante da história terrestre, é o choque entre os velhos conceitos e os conceitos novos. Todos os ranços, todas as ferrugens, tudo quanto é cronicamente retardado ou atrasado, lança seus ímpetos rebeldes contra os ensinamentos mais adiantados, reais e necessários. O antigo pastor protestante murmurou: – E não deixa de haver alguma razão, para os retardados, em vista do que dizem as Escrituras... O médico, entre bondoso e grave, advertiu: – A Escritura afirma, pela boca do Divino Molde, que muitas verdades ficaram para serem ditas nos devidos tempos... Logo, ninguém ficou autorizado a dogmatizar em contrário, em benefício dos seus medíocres interesses sectários. Quem quiser ter onde assentar o seu fanatismo religiosista, não o faça em nome da Verdade, do Amor e da Virtude, porque virá a sofrer a inevitável derrota, mais cedo ou mais tarde. A ordem, na hora em que são terminados os trabalhos de Restauração da Doutrina do Caminho da Verdade que Livra, é mudar no rumo da Pureza e da Sabedoria, sempre que seja possível, com os credos, sem os credos ou contra os credos, se assim for necessário. Lembrem-se, irmãos, que o Divino Molde foi perseguido, aprisionado, falsamente julgado e martirizado, pelos donos do credo levita, que se acreditavam proprietários particulares da Verdade. Lembrem-se bem, ainda mais de que todos aqueles que se fanatizam por homens e livros tornam-se algozes de si mesmos, tornando-se inimigos da Verdade.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.