Voltar ao livro Lei Graça e Verdade

Capítulo 8 de 13

Índice — parte 7 de 12

Lei Graça e Verdade · Osvaldo Polidoro

“Sagrado Princípio do Universo, Origem de tudo e de todos. Na Divina Luz que Tu és, como filho Teu que sou, desejo espelhar-me, cultivando o AMOR e a SABEDORIA. Sei, Divina Luz Fundamental, que sou herdeiro de Tuas Glórias Inefáveis; compreendo, Senhor do Infinito, que devo despertar-me no Teu Seio de Luz e de Poderes, a fim de vir a ser, consoante Teus santos desígnios, reflexo perfeito das graças e das verdades eternas. Ampara-me, ó Luz Divina, para que eu possa vencer as lutas deste mundo! Faze, Sagrado Princípio, com que Teus Mensageiros guiem meus passos sobre a Terra! Dá-me, Senhor das vidas e dos destinos, o conhecimento de Tuas leis, a fim de que eu possa ser útil aos meus irmãos de jornada! Pai Nosso, Fundamento Sagrado, apelo a Jesus Cristo, Diretor Planetário, a quem enviaste como derramador do Espírito sobre toda a carne, para merecer a cooperação de Suas legiões iluminadas! Necessitamos, Senhor, das graças da Revelação, da assistência dos espíritos misericordiosos. Faze, Jesus, Emissário Divino, que nossos pensamentos sejam puros, que nossos sentimentos sejam nobres, que nossas obras sejam dignas exemplificações de Teus ensinos. Ampara-nos, Jesus, em nossos anseios de santidade e de sabedoria, a fim de que possamos viver a paz e a tolerância, o perdão e a solidariedade. A dor estende-se pela Humanidade, ó Luzeiro Divino, por falta de iluminação nas almas! As lágrimas inundam as faces, Divino Medianeiro, porque os erros habitam os corações e as práticas humanas! A Ti, Jesus, que vieste trazer a toda a carne a Graça e a Verdade, rogamos o auxílio das lições evangélicas, a palavra e a orientação dos Mensageiros do Amor! Atende, Senhor, aos que rogam a assistência dos instrutores espirituais. Envia, Senhor, espíritos curadores aos que se acham enfermos e rogam auxílio. Envolve a Terra, Jesus, com as Tuas falanges de espíritos piedosos e sábios. Senhor Jesus! Que as orações não fiquem sem resposta; que sejam consolados os aflitos; que os apelos dirigidos ao Céu encontrem guarida no Teu Imenso Coração! Vem, Senhor, e torna a verter lágrimas piedosas sobre as dores da Humanidade! Põe as virtudes curativas, Jesus, nas águas e nas almas, nos cérebros e nos corações!” Aos que vinham tangidos pelo gosto de saber, impulsionados pela chama interna dos anseios emancipadores, aconselhava continuarem firmes na senda investigadora, a par dos melhores exemplos na conduta social. Ressaltava, sempre, que a marca do homem está exposta na sua conduta, no seu comportamento junto aos irmãos de origem e destino, mormente aqueles que têm menos, que mais carecem de solicitude e contribuições edificantes. Apontava a necessidade premente dos melhores conhecimentos básicos, pelo menos em questões doutrinárias, evidenciando que o CRISTO veio depois das Escolas Esotéricas, por efeito de normas evolutivas necessárias havendo, por isso mesmo, obrigação de estudos gerais, de conhecimentos fundamentais, para que se assimilem as verdades doutrinárias, segundo as linhas ascensionais, progressivas, culminando no Batismo de Espírito, na REVELAÇÃO ao alcance de todos. E quando alguém lhe fazia alguma pergunta referente ao zelo que punha no cultivo da REVELAÇÃO, respondia o Mensageiro com inteireza de exatidão, lembrando a tremenda responsabilidade do uso mediúnico. O próprio DEUS, dizia ele, para colocar a REVELAÇÃO ao alcance de toda a carne, enviou o Seu Máximo Representante Planetário, a fim de realçar a questão no plano das responsabilidades. E afirmava, de modo radical, que seria melhor nada fazer, do que aplicá-la contrariando os preceitos normativos da LEI. Era comum apontar, como exemplo lapidar, aquele conceito do CRISTO, sobre não haver perdão para o blasfemo do Espírito Santo. E assim fazendo, revelava o que era a REVELAÇÃO para Jesus e como deveriam estimá-la os cristãos. E nós sabíamos que ele estava simplesmente certo, apenas justo em suas apreciações, porque o Divino Modelo não só veio trazer a GRAÇA para todos, mas também deixar a marca inolvidável do mais integral e inelutável exemplo. O discípulo aguardou a hora de ser chamado, para ouvir a última exposição. E a hora chegou, dias depois, normalmente. Apareceu-lhe o Mensageiro, dizendo: — Vamos ao encontro da quinta exposição. Partiram, portanto, no rumo da região determinada. E ao chegarem ao imenso local, falou-lhe o Mensageiro: — Fiquemos na porta de entrada, por algum tempo. O discípulo não sabia porque, mas dentro de alguns minutos ficou sabendo: viu os que vinham sendo trazidos, alguns em melhor estado, outros em calamitosas condições e situações. Viu o moço dos ataques, que vinha constrangido e rebelado, sem consciência da grandeza que estava a repelir; viu a jovem protestante, sorridente e feliz, acompanhada de dois espíritos luminosos; e viu o jovem sírio, acompanhado de alguns espíritos amigos, cheios de alegria. — Isto é maravilhoso! — exclamou ele, observando o que ocorria. Inteligente, o Mensageiro aduziu: — Nem para todos... Como pode observar, a LUZ DIVINA que se traduz pelas mais sublimes lições, converte-se em objeto de repulsa para alguns irmãos destituídos de compreensão. As obras de preparação, ou de iniciação, continuam sendo semeaduras naturais e simples, de nós para os encarnados, porém complexas dos encarnados para nós. Conforme as ordens superiores, lançamos as sementes em igualdade de condições, aguardando os respectivos resultados. E, como pode observar, elas continuam caindo em lugares diferentes, em terras boas e em terras improdutivas... — É lastimável!... — falou o discípulo, constatando o menosprezo de muitos em relação aos programas pré-traçados no mundo espiritual, antes do reencarne. E o Mensageiro emendou, reduzindo a questão a termos: — Realmente. Quem vai à reencarnação e não quer pensar nas sagradas finalidades da vida, por certo não lhe honra a grandeza da oportunidade. Malbaratar uma passagem pela carne é preparar outra em muito piores condições. Todavia, quem renega a importância fundamental do AMOR e da CIÊNCIA, logo mais cederá aos imperativos deprimentes do sofrimento... Diante de um que vinha, trazido por quatro servidores, numa padiola, por estar gravemente enfermo, disse: — Observe esse que aí vem. É um dos aprendizes desta região e local, que desceu em ótimas condições exteriores, para intentar necessárias realizações interiores. Entretanto, mergulhado na matéria, só tem olhos para o mundo e sentidos para viver animalescamente. As extravagâncias alcoólicas e sexuais já o minaram, de forma a lhe diminuir os anos de vida, além de lhe embotarem terrivelmente as possibilidades psíquicas. Ao invés de cultivar os melhores contatos com o plano de origem, pela conduta exemplar, tudo tem feito em sentido contrário. — É triste! — comentou o discípulo, penalizado. Acrescentou o Mensageiro: — Note-se que para um em boas condições, também basta um servidor para trazê-lo, enquanto que ele sozinho ocupa quatro. Observe que o CÉU cumpre o que promete, para efeito de personalidade individual. Quando voltar, e chegar a hora de compreender o motivo de tantos sofrimentos e duras provas no porvir, contra quem poderá falar? A quem poderá acusar? O discípulo ficou a meditar, sem responder coisa alguma; o Mensageiro continuou, concluindo: — Ninguém vai ao mundo carnal para esquecer o CÉU interior que lhe cumpre desabrochar. É por isso que Jesus encareceu a necessidade de ORAR e VIGIAR, para não ceder às tentações do mundo. E não é preciso repetir, que as tentações interiores são piores do que as exteriores. Egoísmo, orgulho e luxúria são piores do que assaltos espirituais inferiores. Inveja, falsidade, mentira e ódio conseguem mais do que falanges maldosas contra a criatura encarnada. A falsa fé, que descansa nos mancais corruptos da idolatria, da superstição, do comercialismo religioso e das aparências de culto espiritual, chafurda mais seres nos abismos do que as perseguições infernais exteriores. Em tom de grave compenetração, murmurou o discípulo: — Grave, muito grave é o problema do CÉU interior, a ser desabrochado da criatura. Estavam chegando os dois irmãos expositores, quando o Mensageiro rematou: — Convém não esquecer a LEI MORAL... Aquele que foi ao mundo carnal para derramar do Espírito sobre a carne deu cumprimento à LEI MORAL. Ninguém cometerá erro, pelo fato de Lhe seguir as pegadas.

* * * O expositor subiu à tribuna, lembrando que seria aquela a última exposição da série. Haveria sempre novas séries, para novos discípulos e aprendizes. Entretanto, lembrava a importância de não haver vantagem nas repetições. E ressalvou a demora entre a quarta e a quinta lições, tecendo considerações em torno dos estudos que deviam ser feitos pelos aprendizes. Como estivesse de Bíblia na mão, fez breve recapitulação das quatro lições anteriores, dizendo que a chamada Sabedoria Antiga, ou Esotérica, nunca seria menos do que a introdutora do Batismo de Espírito, trazido pelo CRISTO. — Lembrem-se, — afirmou ele, — que os antigos Grandes Mestres deixaram seus ensinos, e desencarnaram, assim ficando. Quanto ao CRISTO, somente saldou a celeste promessa do Batismo do Espírito Santo, depois de voltar como Espírito. É conveniente saber, portanto, que a Igreja Viva foi edificada sobre a REVELAÇÃO, pelo único Mestre que ultrapassou os poderes da morte, regressando como Espírito, a fim de epilogar a Sua função missionária. Buscai nas páginas gloriosas da História Religiosa, e não encontrareis fato semelhante! O ambiente fremia, porque o expositor falava, agora, com tremendo vigor. Sua palavra parecia invadir os corpos espirituais, penetrar nas mentes e ir radicar-se nas profundezas da centelha espiritual. Erguendo a Bíblia, com o braço direito, exclamou: — Eis aqui um Livro, o Livro que por tantas alterações passou! Foi escrito por muitos Emissários! Foi queimado! Foi reescrito! Sofreu alterações e também conservou a alma de suas afirmações essenciais! Nele é que iremos encontrar, pura e simplesmente, qual tenha sido a função missionária do CRISTO! Debaixo de grande expectação, começou a ler os textos proféticos do Batismo de Espírito; era a palavra do CÉU, que avisava a Humanidade, sobre Aquele que viria escancarar as portas dos Templos Iniciáticos:

“Eis aqui o meu servo, eu o amparei; o meu escolhido, nele pôs a minha alma a sua complacência; sobre ele derramei o meu Espírito e ele promulgará a justiça às nações”. (Isaías, 42-1). “Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e seu nome será Emmanuel”. (Isaías, 7-14). “E descerá sobre ele o Espírito do Senhor; Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de conselho e de fortaleza, Espírito de ciência e de piedade”. (Isaías, 11-2). “O Espírito do Senhor repousou sobre mim, porque o Senhor me encheu da sua unção; Ele me enviou para evangelizar os mansos, para curar os contritos de coração, e pregar remissão aos cativos e soltura aos encarcerados”. (Isaías, 61-1). E lembrou o expositor, confrontando, as palavras proferidas pelo Apóstolo Pedro, quando mais tarde teve cumprimento a celeste promessa; diante da multidão espantada, eis como falou, explicando o fenômeno:

“Assim que, exaltado pela dextra de Deus, e havendo recebido do Pai a promessa do Espírito, derramou sobre nós a este, a quem vós vedes e ouvis”. (Atos, 2-33). Feita a observação, volveu aos textos proféticos: “Subiste ao alto, fizeste escrava a escravidão; tomaste dons para distribuíres aos homens, ainda aos que não acreditavam estar Deus entre eles”. (Salmos, 67-19). “Enviarás o teu Espírito, e serão criados. E renovarás a face da terra”. (Salmos, 103-30). “Até que sobre nós se derrame o Espírito lá do alto, e o deserto se tornará em Carmelo, e o Carmelo será reputado como um bosque”. (Isaías, 32- 15). “Porque eu derramarei água sobre a terra sequiosa, e rios sobre a seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre a tua descendência”. (Isaías, 44-3). “E eu lhes darei um mesmo coração, e derramarei em suas entranhas um novo Espírito, e tirarei da sua carne o coração de pedra, e dar-lhes-ei um coração de carne”. (Ezequiel, 11-19). “E porei o meu Espírito no meio de vós, e farei que vós andeis nos meus preceitos, e que guardeis as minhas ordenanças”. (Ezequiel, 36-27). “E derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e os vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos serão instruídos por sonhos, e os vossos mancebos terão visões”. (Joel, 2-28).

Em meio ao silêncio reinante, que se fez com o estacato, rompeu a voz possante do expositor, exclamando: — Eis aí, meus irmãos, a tarefa que cumpriria ao CRISTO! Porque alguém viria ao mundo, com a gloriosa missão de Batizar em Espírito, a fim de colocar a VERDADE ao alcance de todos! E passou os textos do Evangelho, isto é, aqueles textos documentários que confirmam a função missionária de Jesus; eram as palavras do Precursor, daquele que, vindo na frente, apresentaria o derramador do Espírito sobre a carne:

“E eu não o conhecia, mas por isso eu vim batizar em água, para Ele ser conhecido em Israel... Aquele sobre que tu vires descer o Espírito, e repousar sobre ele, esse é o que batiza no Espírito Santo”. (João, 1-31 a 33). “... ele vos batizará no Espírito Santo e em fogo”. (Mateus, 3-11). “Porque a Lei foi dada por Moisés, a Graça e a Verdade foram trazidas por Jesus Cristo”. (João, 1-17).

Após a leitura do último texto, que é de João Evangelista, lembrou o expositor as palavras seguintes, do mesmo Apóstolo, para significar quanto Jesus estava empossado de função missionária: “Porque aquele, a quem Deus enviou, esse fala palavras de Deus; porque não lhe dá Deus o Espírito por medida”. (João, 3-34).

E prosseguiu, passando adiante as palavras do próprio Jesus, sobre a missão que Lhe cumpria executar; porque a LEI já vinha de muito antes, havendo sido renovada no seio dos tempos e dos povos, conforme o comprovam antiquíssimos documentos búdicos, também sendo exato que a VERDADE, ou ensinos da REVELAÇÃO, pairavam trancafiados nos Templos Iniciáticos, dentre os quais os Essênios fulguravam, pelo recato de suas práticas.

“Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”. (João, 14-26). “O que crê em mim, como diz a Escritura, do seu ventre correrão rios de água viva. Isto porém dizia ele, falando do Espírito que haviam de receber os que cressem nele; porque o Espírito não fora dado, por não ter sido ainda glorificado Jesus”. (João, 7-38 e 39). “... porque se eu não for, não virá a vós o Consolador, mas se for, enviarvo-lo-ei”. (João, 16-7). “Quando vier porém aquele Espírito de Verdade, ele vos ensinará todas as verdades, porque ele não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e anunciar-vos-á as coisas que estão para acontecer”. (João, 16-13). Feita a leitura das palavras de Jesus, sobre a GRAÇA da REVELAÇÃO que seria oferecida a toda a carne, passou o expositor a tecer alguns comentários a respeito das escalas espirituais, das hierarquias vigentes, através das quais as verdades de DEUS são realmente transmitidas aos encarnados. Advertiu, também, que aos espíritos em geral é permitido comunicar, para que a realidade seja conhecida. Lembrou a necessidade perene de severa vigilância nas obras, porque é pelas obras nefandas que os homens abrem caminho aos espíritos de baixo calão, mentirosos e enganadores. Asseverou, também, que ninguém chega a ter contato com quem deseje, mas sim com quem mereça ter, segundo viva em concordância com a LEI MORAL. Como fosse entrar para as coisas que aconteceram após a crucificação, renovou as palavras anteriores salientando que somente o CRISTO, desde todos os tempos, retornara em Espírito, a fim de executar a promessa do batismo em REVELAÇÃO.

“Aos quais se manifestou a si mesmo vivo, com muitas provas depois da sua paixão, aparecendo-lhes por quarenta dias, e falando-lhes do Reino de Deus. E comendo com eles, ordenou-lhes que não saíssem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que ouvistes da minha boca, disse ele. Porque João na verdade batizou em água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo, não muito depois destes dias”. (Atos, 1-3 a 5). “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e ser-me-eis testemunhas em Jerusalém, e em toda a Judéia, a Samaria, e até às extremidades da terra”. (Atos, 1-8).

Sobre o Pentecostes, ou início da Igreja Viva de Jesus Cristo, disse o expositor: —Ouvistes, nas quatro primeiras exposições, quanto foram esotéricas as primeiras Grandes Revelações; e tivestes ensejo de ouvir que um dia viria alguém, a fim de abrir as portas da VERDADE a toda carne. Eis que estamos defronte ao Pentecostes, a obra que fundiu todas as Revelações, que englobou todos os verdadeiros Grandes Mestres em um só DIVINOMESTRE! Eis que a iniciação tornada franca, ampla, começou com os Apóstolos e mais algumas dezenas de pessoas, a fim de ir aos poucos envolvendo a Terra, ganhando a Humanidade para a VERDADE! E fez a leitura dos textos esclarecedores: “E quando se completavam os dias de Pentecostes, estavam todos juntos num mesmo lugar. E de repente veio do céu um estrondo, como do vento que assoprava com ímpeto, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E lhes apareceram repartidas umas como línguas de fogo, que repousaram sobre cada um deles. E foram todos cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em várias línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (Atos 2-1 a 4). “Assim que, exaltado pela dextra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito, derramou sobre nós a este, a quem vedes e ouvis”. (Atos, 2-33). “Fazei penitência, e cada um de nós seja batizado em nome de Jesus Cristo, e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque para vós é a promessa, e para vossos filhos, e para todos os que estão longe, quantos chamar a si o Senhor nosso Deus”. (Atos, 2-38 e 39).

Estava cumprida a promessa, — disse-lhes o expositor; — estavam abertas as portas da iniciação a todos os povos da terra! O véu do templo se rasgara de alto a baixo! Desaparecera o chamado Véu de Ísis, que significava a necessidade de manter a VERDADE sob a reserva esotérica. A Graça e a Verdade, vindas para todos por meio de Jesus Cristo, estavam entregues à Humanidade. Continuando a leitura, evidenciou os efeitos da REVELAÇÃO; porque ela marchava com os seguidores do CRISTO, continuando a fazer Apóstolos e prosélitos:

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.