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Capítulo 5 de 13
Índice — parte 4 de 12
Lei Graça e Verdade · Osvaldo Polidoro
Não foi mais o discípulo ao monte, segundo o convite e a oferta que o Mensageiro a ele fizera; ficara em casa, no seu quarto, ali entrando em contato mental com o mundo espiritual. E o CÉU vinha em seu apoio, porque o seu coração era simples e a sua vontade era servir. Assim sendo, a quarta lição versou em torno de Orfeu, o fundador do esoterismo grego, que tantos vultos fizera surgir, como Sócrates, Platão e muitos outros, culminando na figura extraordinária de Apolônio de Tiana, cujos exemplos de caráter e poderes mediúnicos tanta LUZ DIVINA fizera verter sobre miríades de criaturas. Entretanto, como não poderia deixar de ser, Delfos e Elêusis tinham por base a VERDADE ensinada por Hermes e Pitágoras; e a VERDADE era tida por aquilo que a REVELAÇÃO ENSINA SOBRE DEUS, a CRIAÇÃO, os espíritos e as leis regentes de que já foram feitas as referências básicas. Teologias e teogonias, ensinadas porém por Grandes Mensageiros, não por clérigos sectaristas e comercialistas. Quem se der ao trabalho de ler os melhores pensadores gregos do tempo, tomará conhecimento desta simples e imensa verdade doutrinária — conhecer a VERDADE significava entrar para a iniciação esotérica, manter colóquio com os Grandes Mensageiros e tornar-se consciente das leis fundamentais e relativas. O expositor chamou a atenção dos discípulos para este escrito de Apolônio: “Aproximei-me dos confins da morte, e tendo atingido o limiar de Prosérpina, regressei, tendo sido levado através de todos os elementos”. Em seguida, Apolônio relata como ficou maravilhado pela iniciação feita, tendo visto, na viagem astral, as baixas regiões do espaço, onde as almas vivem conforme os graus evolutivos e os merecimentos alcançados. Prosseguindo, o instrutor salientou Platão, em cujas obras, por não lhe ser permitido falar abertamente, estão contidas observações iniciáticas superficiais. Mas, afirmou, lembra o fato de a ninguém ser ensinado ou revelado mais do que a sua capacidade o permitisse. Sócrates e Platão foram iniciados órficos; e da VERDADE falaram apenas o que lhes permitia o sigilo esotérico. Jâmblico, Proclo e outros fizeram afirmações como esta, disse e leu o expositor: “Em todas as iniciações, nos mistérios, os deuses (ou espíritos) aparecem em formas as mais variadas...”. “O rito acabou e nós somos, para todo o sempre, Videntes”. Falou ainda de outros filósofos, detendo-se particularmente nos grandes chineses, porém ressaltando que nada mais foram do que almas de eleição, versadas nos Grandes Reveladores da antiguidade. Era a LUZ DA VERDADE, como podia ser conhecida, que os alimentava e impulsionava. Como, entretanto, imperava o caráter esotérico ou de portas fechadas, ninguém anunciava de público tudo quanto vinha a conhecer, apenas revelando fugidias verdades, em linhas gerais e superficialmente. Numa Pompílio mereceu-lhe palavras de acentuado respeito. Fora um dos primeiros imperadores romanos, iniciado nas ciências esotéricas, homem sábio e prudente, cujos exemplos logo mais foram sufocados pelos imperadores seguintes, que a tudo corromperam, nunca mais dando Roma fruto algum digno da VERDADE, pois o imperalismo sangüinário e a corrupção da IGREJA VIVA de Jesus Cristo foram seus últimos relatos danosos, que ainda perduram, não permitindo à Humanidade o conhecimento da VERDADE. Ao findar a exposição, assinalou: — Entraremos, a seguir, na exposição da EXCELSA DOUTRINA, trazida por Jesus Cristo para toda a carne, consoante estava escrito nos profetas. Quem puder ter lembranças destas exposições, queira estudar os textos bíblicos referentes ao CRISTO e à Sua função missionária. Recordem-se, irmãos, afirmou ele, que Jesus veio aos planos inferiores, por ter encarnado, a fim de batizar em Espírito, rasgar o véu do templo, abrir as portas dos Templos Iniciáticos tornando a REVELAÇÃO ao alcance de todos, para que a toda a carne fosse dado conhecer a VERDADE. Com isso o Instrutor encerrou a quarta aula, com o aviso de que a quinta, somente muitos dias depois seria dada à exposição. Junto ao leito, falou-lhe o Mensageiro: — Veja bem, estude os textos, porque a função missionária de Jesus Cristo está alicerçada no Velho Testamento. Grandes profecias foram feitas, antes e depois de Saul, sobre Aquele que viria derramar o Espírito sobre a carne, que seria posto diante do mundo como a SÍNTESE DA VERDADE. Embora tendo havido crimes praticados contra os chamados Livros Sagrados, depois de Saul muitos outros falaram sobre a vinda do CRISTO e Sua missão a cumprir. Estude para ter o melhor aproveitamento, na hora da exposição. Afinal, como tem visto, o CÉU apresenta os elementos, mas a feitura depende da capacidade e do aproveitamento de cada um. E pelo fato de fracassarem alguns, nem por isso outros devem dar-se à negligência. O discípulo agradeceu o lembrete e a seguir tomou conta do seu corpo, tendo lembrança, como de costume, das ocorrências havidas. Capítulo V
Tempos transcorreram, antes que a quinta lição fosse transmitida; e ao discípulo foi dito, na ocasião, que assim fora determinado, para que cada um desse exemplo de boa vontade, cooperando com as lições do CÉU. Durante o tempo de espera, várias vezes apareceu-lhe o Mensageiro, quando alguém lhe pedia orações e trabalhos mediúnicos. E o discípulo, com satisfação, fazia a parte que lhe cabia, servindo com amor, procurando aprender com a experiência adquirida, com os fatos que se apresentavam. Certo dia, procurando-o uma senhora, e fazendo-lhe pergunta sobre o mal que a molestava, disse-lhe o Mensageiro, uma vez interrogado pelo discípulo: — Além do monte, na baixada, há uma família de camponeses, sírios de nacionalidade. Acompanha essa irmã até lá, e ouvirás coisas interessantes. Para ela virá o remédio e para ti abrir-se-á uma porta de trabalhos. Porque é importante o saber, quando se o pode aplicar a bem da coletividade. E quem sabe e pode, jamais deve perder qualquer oportunidade de cooperação. Entretanto, lembra-te, se é imperioso tratar dos corpos, muito mais o é tratar do espírito. Enquanto os espíritos forem tardos de entendimento e falhos em valores intelecto-morais, seus corpos estarão sujeitos a todos os assaltos da lesão e das dores em geral. Vai, portanto, à procura do benefício alheio, levando na mente que deves mais atenção à obra educativa espiritual. Ensinar o CAMINHO DA VERDADE é a mais eloqüente forma de se beneficiar o próximo; exemplificar o CAMINHO DA VERDADE é dar o máximo em benefício de si próprio. O discípulo dirigiu-se à tal senhora, propondo-lhe a oferta do Mensageiro. Esta havendo aceitado, foram imediatamente além do monte, à procura da família síria, que teria o que lhes dar e dizer. Chegados ao declive, descortinaram imensa planície, pontilhada aqui e além com as manchas brancas das casas de sitiantes e chacareiros. E perguntando eles a respeito da família síria, foi-lhes indicado um pomar de grandes proporções, no qual se localizava a casa onde residia. Chamado pelos moradores, veio-lhes ao encontro uma senhora muito idosa, dizendo que entrassem logo, o que eles fizeram prontamente, pois seu filho estava aplicando mãos em um rapaz que sofria periódicas alucinações. Sentados na sala de espera, ouviam casa a dentro fortes bramidos, queixas e revoltas. E assim estavam aguardando, quando se apresentou o filho da senhora síria, dizendo-lhes: — Venham auxiliar-me, porque há um espírito rebelde a molestar um nosso irmão. Por duas vezes já o retiramos, porém ele volta e o ataca, pondo a vida do rapaz em perigo. Entraram o discípulo e a senhora doente, e como fossem conscientes do que estava ocorrendo, passaram a orar. Foi então que o Mensageiro se apresentou à vidência do discípulo, ordenando-lhe colocar a mão direita na cabeça do rapaz. Viu então o discípulo, que uma falange espiritual ali estava, tendo levado o espírito rebelde. Assim que o rapaz viu-se livre, tornando a si, exclamou: — Graças a DEUS! — Sim, graças a DEUS! — anuiu o filho da casa. O Mensageiro, no entretanto, mandou o discípulo dizer: — De graças de DEUS andam refertos os mundos e as criaturas, sem dúvida; mas nem sempre são elas conhecidas, aplicadas e conservadas em plano de respeito. Não é tão fácil encontrar quem proceda com a devida prudência, quando se trata de conhecer e usar decentemente as graças de DEUS. — Por que diz isso? — perguntou-lhe o rapaz. — Quem o diz é o Mensageiro — respondeu-lhe o discípulo, apontando para o local onde se achava o Mensageiro. — Por que? — perguntou o filho da casa. O Mensageiro falou e o discípulo passou a mensagem à frente: — Porque o rapaz doente procura sarar do mal que lhe vem de fora, sem procurar sarar do mal que arrasta consigo mesmo, faz centenas de anos. Se não procurar o CAMINHO DA VERDADE, para vivê-lo da melhor maneira, não adianta procurar a cura, pois saindo uns, certamente outros virão, conforme ensinou Jesus numa das parábolas. Cometerá três erros, pelo menos, a saber: - dará trabalho em vão; prolongará o sofrimento, e não chegará a ser útil ao próximo. O rapaz redarguiu, visivelmente contrafeito: — Com apenas vinte anos, devo pensar em coisas tão graves? Não tenho o direito de gozar a vida? O Mensageiro ordenou ao discípulo dizer: — Sair das trevas exteriores, para reencarnar, é como se trabalha pelo verdadeiro gozo. Se, porém, não sabe de onde vem, cheio de culpas e agravos, e não conhece a lei da reencarnação, que é verdadeiramente a válvula redentora e evolutiva do espírito, então pode falar como bem queira, desprezando as melhores oportunidades e os melhores conselhos. Porque, assim fazendo, chegará a ter mais trevas e mais dores, para breves dias, quando nem sequer poderá imaginar direitos de gozar a vida. Além do mais, a juventude do corpo não esconde as falhas velhas e arraigadas no espírito. Não confunda, portanto, o que é de fato e grave, com o que é aparente e fugidio. O filho da casa, cheio de gozo, exclamou: — Eis aí, que ouço palavras dignas de um Livro Sagrado! O Mensageiro fê-lo ouvir as seguintes palavras: — Quando os mestres vêm aos discípulos, é porque os discípulos deram mostras de amar o CAMINHO DA VERDADE. Procura sempre o conforto no CAMINHO, produzindo o bem, servindo o próximo, e estaremos a teu lado, trazendo-te aquilo que os maiores na escala ordenarem trazer. Porque nós também servimos, para sermos servidos. Quem não procura não acha, quem não acha não tem e quem não tem, nada poderá dar. Cumpre estender a cadeia das virtudes, para que a Humanidade venha a ser feliz. É de Jesus que recebemos as instruções e as benesses, através das muitas hierarquias; e por isso afirmamos que fora da VERDADE não poderá haver verdadeira felicidade. O filho da casa olhou para o discípulo, perguntando: — Que vens aqui buscar, tu que tanto tens para dar? Acaso tenho eu palavras de sabedoria, ou forças poderosas, para te poder servir? O discípulo falou-lhe, como o Mensageiro lhe ordenara: — Acaso não existem farturas em DEUS, para que o Seu Digno Filho, Jesus, que é o Despenseiro fiel e prudente, não te possa dar cada vez mais , na razão direta em que te fizeres merecedor? — Ainda assim, — respondeu o filho da casa, — não sei em que lhes possa ser útil. A esta casa têm vindo, sempre, irmãos que desejam alguma coisa... Eis porque estranho a vossa presença aqui, estando cheios de graça e de verdades. O Mensageiro mandou dizer-lhe: — A senhora nossa irmã, que te visita, aqui veio de ordem superior; faze por ela o possível, que o bom DEUS saberá como agir posteriormente. Quanto ao mais, o futuro trará seus encargos e suas vantagens. Foi o filho da casa colocar a mão direita sobre a cabeça da senhora enferma, e o seu guia disse-lhe o que fazer, para livrá-la do mal que a afligia, tendo o cuidado de encarecer a necessidade de melhora no plano moral. A seguir, perguntou o jovem médium ao discípulo: — Onde moras? — Na vila. Por que o perguntas? — Desejo ter alguém com quem possa conversar, trocar idéias, ganhar conhecimentos. A VERDADE não pode ser apenas isto que vivo a fazer... O Mensageiro incumbiu o discípulo de dizer-lhe: — Uma coisa é ser médium, outra coisa é conhecer. Quem tiver alguma ou muita coisa por graça, não deve esquecer a obrigação de alcançar mais à custa de esforços. Jesus lembrou a necessidade de amar a DEUS com todas as forças do cérebro e do coração, além de ter sido o DIVINO PORTADOR DA GRAÇA para toda a carne. Ninguém deve confundir entre as dádivas de DEUS e as obrigações individuais de aperfeiçoamento. Esse o motivo por que desejo a vossa união, em aprendizados e trabalhos em geral. Para a verdadeira edificação da Igreja, cada irmão ou componente deve dar a sua parte. Leiam com atenção os capítulos doze, treze e quatorze, da Primeira Carta de Paulo aos Coríntos. Como deveis reconhecer, Paulo foi o Vaso Escolhido por Jesus, para ensinar as bases orgânicas da Igreja edificadas sobre a REVELAÇÃO. O filho da casa confidenciou: — Realmente, sinto anseios de conhecimentos... Sinto que minha alma pede verdades, que existem, coisas que posso e devo realizar à custa de melhores conhecimentos. Não sei o que seja, mas vivo debaixo dessa impressão. E pelo que reconheço, DEUS aqui vos enviou, para que isso aconteça. O rapaz das alucinações pretendeu sair, alegando suas razões; o Mensageiro ordenou ao discípulo que lhe dissesse: — Por trinta dias ficarás livre de perseguições espirituais; depois, se continuares olvidando teus compromissos ressarcitivos, tudo irá de mal a pior. Inconsciente e pouco prudente, revidou ele: — Confio em DEUS... Ou não se pode confiar em DEUS?! O Mensageiro mandou-lhe resposta: — Através da LEI é que se compreende DEUS. E a LEI significa o todo orgânico da CRIAÇÃO, a estrutura disciplinar. Dentre os muitos e infinitos dispositivos, um há que você malbaratou criminosamente — o relativo livre-arbítrio! A LEI pergunta, das suas profundezas, que coisas foram feitas com a liberdade acional. Com pretensa inocência, respondeu o rapaz: — Não tenho disso conhecimento... O Mensageiro retrucou: — Se acredita que as alucinações e as nossas palavras são nulas, ou sem motivo básico, procure solucionar a questão por outros meios. Quando algum dia achar que perdeu tempo, e que sofreu horrores, torne a dizer que de nada sabe, para ver se lhe adianta coisa alguma. O rapaz silenciou e o Mensageiro disse-lhe: — Aos inteligentes e sensatos, fala-se a linguagem do AMOR e da CIÊNCIA; aos estultos fala-se a linguagem do sofrimento. Outros tempos, outras obrigações cíclicas, significam outros deveres de compreensão... É hora de concordarem os homens, com outras medidas de obrigação. Basta de ceder ao guante do aguilhão, pelo fato de negar a supremacia do AMOR e da CIÊNCIA! Despediu-se o rapaz, sem responder e sem prometer coisa alguma. O discípulo e o filho da casa concordaram em realizar sessões na residência do primeiro, na vila, em dias marcados. O CÉU, entretanto, ordenou adiantar o expediente, fazendo-os encontrar, à noite, no mundo espiritual. O Mensageiro compareceu, fê-los conversar e atender alguns casos de assistência, repondo-os nos corpos, com a melhor lembrança possível do ocorrido. Ao se reencontrarem fisicamente, trocaram idéias e ficaram ambos maravilhados. O discípulo contou ao jovem médium as viagens que fizera, indo aprender grandes e primorosas lições, no mundo espiritual. Pormenorizou o local, a vastidão do salão e os temas expostos, as características individuais e outras particularidades, entusiasmando o amigo. — Como se faz para isso acontecer? — perguntou-lhe o jovem, com sofreguidão. O discípulo respondeu, como sabia: — Não sei. — Seria apenas um caso de mediunidade? — tornou o jovem médium. O Mensageiro se fez ouvir, sem se fazer ver, dizendo ao discípulo: — Em estado latente, todos temos o Espírito sem medida. Cumpre, entretanto, não olvidar o dever de organizar a personalidade, em base de conhecimentos reais, de conquistas imorredouras. A GRAÇAe a VERDADE, trazidas por Jesus para toda a carne, devem constituir o instrumento de avançamento, não a medida de favor ou o motivo de menosprezo às conquistas intransferíveis. Não se peça à REVELAÇÃO senão aquilo que lhe cumpre dar. Ela informa e coopera, mas não deve realizar aquilo que cumpre ao discípulo; é instrumento elucidativo e consolador, mas não é medida de favoritismos ilegais, de sinecuras psíquicas. — Como fez você, — perguntou o jovem ao discípulo, — para alcançar isso? — Eu, — respondeu-lhe o discípulo, — se fiz alguma coisa para merecer tais viagens astrais e obter lições, foi apenas sentir vontades superiores e ler o quanto possível, em matéria de VERDADES REVELADAS. Li tudo quanto há escrito, e me caiu em mãos, sobre as Grandes Revelações. Procurei conhecer a VERDADE, pensando em passá-la à Humanidade, para que ela se melhorasse, realizando-a à custa de esforços íntimos. Entretanto, como pude observar, desde os Vedas, a VERDADE BÁSICA vem sendo ensinada, sem que os homens procurem tirar dela os devidos proveitos. Sobre a EXCELSA DOUTRINA, edificada por Jesus , ainda não foi realizada a exposição. Nem sei quando será, pois nenhum aviso tive. Sei, apenas, que estou lendo com atenção tudo quanto diz respeito ao BATISMO DE ESPÍRITO, porque o expositor ressaltou que a função missionária de Jesus foi essa. Creio que você deve ler os dois Testamentos, pois a questão vem de muito longe, através de soleníssimas promessas feitas por DEUS aos profetas, através de Seus espíritos Mensageiros. — Seria maravilhoso! — exclamou o jovem, estuando de alegria. O Mensageiro mandou dizer-lhe: — Estuda, trabalha e espera. Separaram-se os dois, cheios de alegria, naquela tarde de sol.
Capítulo VI
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.