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Capítulo 9 de 16

Parte 9 de 16

Filosofia da Mediunidade II · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez

O nosso empenho de escrever sobre a mediunidade é a sua segurança para que os frutos sejam de ótima qualidade. Os aparecimentos de “fantasmas" que nos faziam medo até ao ouvir as histórias, o Espiritismo mostra que eles trazem uma mensagem de vida e de esperança para os que ficaram: a de que ninguém morre. Se eles, ou alguns deles, se divertem com o medo dos homens, ainda assim despertam o interesse dos sábios em estudar o porquê dos aparecimentos. E foi o que Allan Kardec fez, legando com isso, para a humanidade, a mensagem de vida em forma de uma doutrina que ensina uma filosofia perfeita de como viver melhor, porque ele ajuda a despertar nos homens as suas verdadeiras qualidades espirituais. Então Jesus lhes disse: Se porventura não virdes sinais e prodígios, de modo nenhum crereis. (João, 4:48) Os sinais e prodígios que acontecem no Espiritismo e fora dele, são para levar à crença e fazer lembrar aos homens que o Espirito não morre com a morte do corpo.

Todos os tipos de mediuni- dade real trazem na sua manifestação sinais e prodígios, fenômenos invisíveis e visíveis, movimento esse que desperta no encarnado o interesse pela mensagem do Cristo. A mediunidade é o instrumento de todas as religiões, onde elas fundamentam seus conceitos e todo tipo de espiritualismo. É neste sentido que devemos educá-la em todas as suas manifestações, para que tragam para o mundo e para a humanidade revelações autênticas, servindo para educar e instruir os homens. Capítulo 30 CAUSAS DAS MANIFESTAÇÕES FÍSICAS? LM - 2- parte Cap.

V - 94-2 As manifestações espirituais de objetos movimentados ou derrubados quase sempre ocorrem por inimizade do Espírito inferior, que se manifesta usando um médium da casa ou da vizinhança, para causar temor ao seu inimigo, como sendo um fantasma que o persegue. Entretanto, ele mesmo ignora que está servindo de instrumento para os familiares procurarem entender esses fenômenos e conhecerem mais um pouco a verdade espiritual. Por vezes, tais manifestações são socorro para os habitantes da casa. Quantas famílias que antes não se interessavam por religião alguma e, depois dos fenômenos ocorridos em casa, estão todos estudando e mesmo trabalhando no Espiritismo ou em muitos casos, em outras religiões!? Mas antes não pensavam, nem queriam saber da vida depois da morte do corpo!

É o que acabamos de dizer na mensagem que antecedeu a esta. Tais manifestações são socorros espirituais para as almas já em estado de amadurecimento interno. Os sentimentos da alma devem ser despertados, e os meios para que isto ocorra são diversos, como diversos são os comportamentos humanos e mesmo os espirituais. Existe o dom no centro da alma que deve ser aflorado, e esse acorda todos os outros pela força de amor que carrega por onde passa, que é a caridade. 0 espirita é induzido para tal imperativo peia fala do Esputo Paulo, apóstolo, de que "Fora da caridade não há salvação". Todavia, o Espiritismo lembra Jesus, que na Sua alta expressão de amor, falando da viúva que deu um óbulo insignificante, se expressou como sendo a maior caridade diante da vida.

E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofiiáceo mais do que o fizeram todos os ofertantes. (Marcos, 12:43) O óbulo da viúva citada no Evangelho foi nada ante os presunçosos e ricos fariseus da época; no entanto, Jesus a qualificou como sendo a verdadeira caridade. Todas as manifestações dirigidas por bons sentimentos têm maior valor perante a Divindade, e é isso que os Espíritos desejam despertar nos homens. Tais manifestações, de quaisquer Espíritos, mesmo sendo eles inconscientes dos objetivos destas comunicações, se transformam para os homens em algo de bom, por procu- rararem, depois dos grosseiros avisos, os avisos elevados. O empenho de Jesus é em tornar a humanidade caridosa, compreendendo porque vive na Terra, junto aos seus irmãos, filhos de Deus. E a Doutrina Espírita não faz outra coisa, a não ser servir de instrumento de educação dos povos, para que eles conheçam a verdade e se tomem livres das ignorâncias.

Quando falamos de Espírito perturbador, lembramo-nos logo da obsessão, de pessoas obsediadas que existem aos milhares por toda parte; no entanto, observamos que essas pessoas se encaminham na vida, depois de procurarem no Espiritismo e mesmo em outras religiões os devidos socorros, e despertarem para viver melhor. São fenômenos que acordam a alma. Às multidões de médiuns que militam no Espiritismo, falamos mais acentuadamente para observarem o sentido das mensagens e o porquê da mediunidade. Não devem ser vaidosos por tão simples dom que aflora para o seu próprio bem, em quererem ser mais que os outros, somente por causa de certa mediunidade que está a seu dispor para lhes corrigir a rota e, ao mesmo tempo, auxiliar aos outros que, por vezes, foram desencaminhados por eles em outra vida. Abraça esse ensejo que Deus te deu e pede a Jesus para te ajudar neste desempenho.

Lembra-te de que fora da caridade não há solução para que possas te libertar. A tua consciência espera que te integres no bem comum, agora e sempre. As manifestações físicas, sejam elas quais forem, são luzes, dependendo do modo pelo qual procuras entender a mensagem que vem te fazer melhor. Capítulo 31 INFLUÊNCIA MEDIÚNICA 3 5 LM - 2 parte Cap. V - 94-3 A influência mediúnica é função primordial, para que os Espíritos se manifestem e conversem com os encarnados, principalmente quando se trata de fenômenos de que ora estamos falando, sobre pancadas, levantamento de objetos e aparições dos Espíritos em formas materiais.

Em todas as épocas da humanidade se teve notícias destes fatos. O médium é, pois, o ponto que fornece aos Espíritos as condições de se fazerem ver ou ouvir diante dos homens com uma mensagem que, por vezes, os próprios Espíritos desconhecem, agindo sob o controle de Esputos mais elevados, que são conscientes dos seus deveres e dos seus trabalhos espirituais. Deus, a Suprema Inteligência do Universo, a causa primária de todas as coisas,nãoiriapermiti: sque>as aparições dos Espíritos desencarnados ocorressem à vontade. Se os Espíritos pudessem tirar de si mesmos QS;: recursos jEIujcjicos que o médium fornece, haveria o caos no sen da humanidade, porque os inimigos espirituais perturbariam os povos, sem que pensassem nas consequências. No entanto, Deus é amor, não deixando que os Espíritos inferiores comandem sozinhos esses fenômenos de alta responsabilidade, nem tão pouco os médiuns, que poderiam, se não precisassem dos Espíritos para tais fenômenos, destruir a própria crença e se entregarem às ideias de orgulho e de egoísmo, de interesses pessoais, esquecendo que a causa do bem e do amor é sagrada.

Mesmo sendo do modo que é, ainda há distorções dos altos ensinamentos da vida. Nada na vida vive só. Atenta para o fato de que todas as formas são conjuntos de cooperação para que a seiva de Deus circule e se expresse como tal. Até as letras que usamos para nos comunicar devem se conjugar com harmonia, para transmitir os nossos pensamentos; elas precisam umas das outras, para serem entendidas e fieis ao comando dos Esputos. E nessa “fraternidade”, encontramos facilidade de escrever e nos comunicarmos com os homens.

É nesse sentido da necessidade de harmonia, que devemos alvitrar que todos os médiuns se eduquem e, consequentemente, se instruam, servindo de instrumentos de amor para os Espíritos que amam, trazendo uma mensagem de luz e despertando entendimento entre as criaturas de Deus. Vê bem que a Doutrina não é "do Espírito”, mas "dos Esputos”. Foi um conjunto de Esputos iluminados que ditou estes conceitos vertidos do Cristo, que se fez uno com Deus. Nós, desencarnados, precisamos de médiuns adestrados em Cristo, de modo a encontrarmos meios de conversar com os que estão na Terra, revestidos de um corpo físico. A participação do médium nos fenômenos é indispensável, esteja perto ou longe do ambiente.

Sem ele, os Esputos não poderão levantar mesas, dar pancadas, fazer transporte de objetos, escrever mensagens, nem qualquer outra coisa que se refira aos fenômenos. E é nesse sentido que devemos aventar sempre para a educação e disciplina dos dons me- diúnicos, para que os medianeiros não sirvam de motivo de escândalos, mas, sim, de ustrumentos de luz para a harmonia e a paz dos corações, levando a esperança para os que sofrem. Se ocorreu um fenômeno, como pancadas dentro de uma casa, necessariamente existe nela ou perto dela um médium, talvez até inconsciente da sua cooperação mediúnica. Antes de Jesus, esses fatos eram assombrosos em todo o mundo. Aliviaram-se com a presença do Mestre, que veio à Terra com milhares de Espíritos angélicos e limparam a atmosfera do planeta.

Veio depois o Consolador Prometido pelo Senhor, na feição de uma doutrina, que está levando o conhecimento da vida a todas as criaturas, na carne e fora dela, despertando as qualidades dos médiuns e educando tanto esses quanto os Espíritos desencarnados para seus verdadeiros deveres. Não se deve simplesmente suprimir as comunicações dos Espíritos; Jesus, como exemplo, abriu mais as portas dessas comunicações, no dia de Pentecostes para que, usando a mediunidade transformada em escolas, pudesse educar médiuns e Espíritos para o bem comum. Resolver os problemas não é fugir deles; é enfrentá-los com conhecimento de causa, para que no amanhã sejamos um só rebanho, com um só Pastor. A Doutrina dos Espíritos, sendo Jesus voltando para renovar Suas páginas evangélicas, deseja que levemos de casa em casa essa luz para libertar todas as criaturas. “Jamais deixando de vos anunciar cousa alguma proveitosa, e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa.” (Paulo, Atos dos Apóstolos, 20:20) É o que deves fazer e é o dever dos Espíritos com Jesus realizarem, por intermédio dos médiuns de boa vontade, de sorte que Jesus fique conhecido como Ele é, para a felicidade de todos os povos.

O maior fenômeno que se serve da mediunidade dos homens, deve ser o fenômeno do amor e da caridade, daquela Luz, que se acende no centro da vida de cada um. E para a glória dos homens, aparece o Cristo nos corações, pela maturidade da alma. Capítulo 32 PRESENÇA ADEQUADA? 3 LM-2 parte Cap. V194-4 A presença do médium de efeitos físicos no local dos fenômenos é de grande importância, contudo, podem se dar os fatos com ele à distância, desde que esta seja compatível com o padrão evolutivo dos envolvidos, para que não percam os fluidos doados pelo referido médium. O ectoplasma se desfaz com mais ou menos tempo, de acordo com o ambiente e a sua transferência para outro local, sendo que na presença da luz ele se desintegra, a não ser em casos especiais, em que os benfeitores espirituais que comandam os fenômenos estejam em harmonia com essa luz.

A mediunidade tem bases físicas, mormente a de materialização. Se assim não fora, os Espíritos usariam os próprios Espíritos para se materializarem entre os homens. O homem do futuro deve pesquisar e ser-lhe-á dado entender mais alguns segredos da natureza, porque os Espíritos estão lado a lado com eles, somente esperando a sua maturidade, para entrarem em comunicação direta, de modo que a humanidade tenha mais paz, respeite mais as leis e viva mais feliz. Estamos nos comunicando e vamos prosseguir neste trabalho, porque para isso nos empenhamos; porém, as dificuldades são enormes para a nossa presença com mais desembaraço. Estamos em um plano bem sutil, para nos manifestarmos em plano muito grosseiro.

É neste sentido que escrevemos, buscando melhorar a condição moral dos homens e dos médiuns em exercício, para nos facultar meios de nos comunicarmos mais livremente. 0 Espiritismo é uma escola de preparo, de despertamento das faculdades espirituais dos homens e, ainda mais, ensina-lhes a usá-las. A vida é cheia de caminhos, onde o aprendizado é o objetivo maior. Quando estamos escrevendo, pedimos e sentimos a presença do Cristo em nós, direcionando nossos pensamentos e corrigindo o nosso verbo. Isso para nós é motivo de glória. A conduta do medianeiro, quando se encontra esforçando para a sua própria melhoria espiritual, entregando a vida nas linhas do amor e da caridade, é, para nós, sinal verde. 0 médium que vive bem somente quando está no exercício do Espiritismo, em função mediúnica, esquece que a sua conduta cristã haverá de ser permanente em todo lugar e em todas as circunstâncias, tendo o maior cuidado com as suas faculdades, para que elas não sejam vendidas, nem trocadas, ou esquecidas.

Ele é o instrumento para anunciar o Evangelho, não somente pelo verbo, mas, principalmente pela vida que deve levar. Os Espíritos comunicantes em trabalhos de efeitos físicos quase sempre são inferiores, Espíritos ainda ignorantes, muitos dos quais não sabem o que fazem. São instrumentos nas mãos dos benfeitores espirituais. Os meios são grosseiros para finalidades elevadas. É neste sentido que a nossa meta primeira é educar os médiuns, porque, de certa forma, esses Espíritos ficam mais ligados a eles e a eles influenciam bastante, mesmo depois as reuniões costumeiras; isso acontece com os médiuns de materialização invigi- lantes.

As suas vidas passam a se modificar, enxertando-lhes vícios que não tinham ou, por vezes, aumentando os que já possuíam, sendo que o médium educado e instruído nas linhas dos ensinamentos evangélicos se liberta dessas influências com mais facilidade, passando a ser útil aos que sofrem e mostrando maiores esperanças para os que duvidam que a vida continua depois da chamada morte do corpo. A mediunidade não depende da Doutrina dos Espíritos e nem das instruções que ela oferece para ser médium. No entanto, a presença do Espiritismo, dos livros publicados por ele e com a sua chancela, educa a mediunidade e ela passa a dar frutos, por entender a sua missão junto à humanidade. Qual será o valor de aparecimento de Espíritos em sessões de materializações, se não tiverem uma mensagem de amor e de sabedoria para transmitir? É a mesma coisa que colocar um homem primitivo para falar aos homens mais sábios da Terra.

Estes não desejam ouvi-lo, pois ele nada tem para dar aos que já estão à sua frente por maturidade. O Espiritismo estudou os fenômenos para ouvir os Espíritos sábios, como nos informam as próprias mensagens dada por luminares da espiritualidade, sob a supervisão de Jesus Cristo. Vejamos em Atos dos Apóstolos, no capítulo oito, versículo vinte, a resposta de Pedro àquele que lhe ofereceu dinheiro, buscando ter o poder que os apóstolos possuem: Pedro, porém, lhe respondeu: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois julgaste adquirir por me» dele o dom de Deus. Sempre está presente em todos os pontos na Terra o Espírito ignorante que deseja vender os dons espirituais, por Isso precisas vigiar orando, a fim de livrar a Terra deste mal tão generalizado. Os médiuns devem se cuidar, para que a sua missão seja livre e nunca queimem as mãos, como aconteceu com Judas, na venda de coisas sagradas.

Capítulo 33 TRANSPORTE LM - 2i parte Cap. V-96 a99-13 0 fenômeno de transporte é bem conhecido e, por ele, a ação dos Espíritos faz transportar objetos de um local para o outro, com menos ou mais facilidade, dependendo do grau da mediunidade. 0 médium pode ser sonâmbulo ou pode permanecer em estado de vigília, dependendo da sua característica como intermediário dos Es- putos. Essa mediunidade de efeitos físicos é para mostrar aos homens que a vida continua depois do túmulo. Depois que essa crença toma-se ideia natural, os próprios Espíritos, se encarregam de esclarecer sobre a reencarnação e outras leis naturais que correspondem à vida. Os dons mediúnicos são variáveis; um mesmo dom tem uma elasticidade muito grande, na sua própria estrutura, mostrando assim a grandeza do Espírito. Há casos em que são transportados objetos de grande distância para recinto fechado.

Ha outros, raríssimos, em que o próprio médium é conduzido para outro ambiente, sem que se pudesse explicar como, pois tudo está fechado, impedindo que o volume do corpo pudesse passar. Outros em que são jogadas flores, e mesmo frutos, na assistência, plantas de outros países, pedras etc... A finalidade de tudo isso é abrir ambiente às mensagens es- pirituais que educam, instruindo a humanidade. Devemos crer que é dever de todas as religiões mostrar que a vida não existe somente na Terra, que ela continua depois da chamada morte do corpo e, acima de tudo, mostrar as responsabilidades que o ser humano tem, movendo um corpo físico. Cada médium e dotado de uma natureza especifica, com capacidade de realizar alguma coisa que somente o Espírito pode manifestar, de modo que notarás que as almas do mundo espiritual têm a capacidade de falar com os que ficaram na Terra.

Isso é motivo de grande júbilo, em se saber, por experiência, que ninguém morre. Essa comprovação deve ser o dever de todas as filosofias espiritualistas. O transporte físico é o mais grosseiro; o verdadeiro transporte é o que está por trás dele, o transporte dos conceitos espirituais e a revivescência do Evangelho de Jesus, fazendo lembrar o Mestre dentro do Seu amor para com a humanidade. Vamos transportar tudo que Jesus, o Mestre, ensinou, para nossa consciência, que essa semeadura começará a dar nascimento a árvores, e os frutos serão de quem plantou. Se já ostentas alguma das faculdades mediúnicas mencionadas nos livros da codificação, procura estudar seus efeitos e cultivá- -los, esforçando-te para aprimorá-la dentro do padrão evangélico, pois dentro da moral cristã o seu desempenho de amor ajudará muitos a se melhorarem, trabalhando na intimidade onde pode acender luzes que não se apagam.

Se todos são médiuns, procuremos transportar os valores espirituais para o nosso lar interno, onde se encontra, na sala do coração, a consciência, o Cristo, à nossa espera, para receber a nossa boa vontade, transmutando-a em tesouros maiores. As diretrizes de todas as faculdades mediúnicas conduzem à renovação dos homens. Qual o sentido de todo o saber sobre o mundo espiritual, se não mudarmos nossos rumos, que a ignorância comanda, mas os caminhos que Jesus dirige? Precisamos muito do saber, mas muito mas de aplicar essa sabedoria divina, passando a viver nos moldes que Jesus ensinou à humanidade. Todo trabalho se resume no amor.

Vejamos o que disse Paulo aos romanos, neste sentido, no capftulo treze, versículo nove: .... e se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Esse é, pois, u transporte divino do coração de Deus para o coração do homem. Lembra-te que és, igualmente, o próximo do outro; ama a Deus que se encontra como vida dentro de ti. Capítulo 34 CRENÇA NAS COMUNICAÇÕES Lll-2? parte Cap. V-99-2* Não deves crer em todas as comunicações.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.