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Capítulo 14 de 16
Parte 14 de 16
Filosofia da Mediunidade II · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Quem perde com as más intenções são somente os mal intencionados, porque a vida aproveita tudo, mesmo o mal, para transformá-lo em lições valiosas, onde a alma acorda para as belezas imortais. Capítulo 50 VISÃO PERMANENTE DOS ESPÍRITOS LM-2* parte Cap. VI-100-7*
Há inconveniência, sim, em os Esputos ficarem visíveis aos homens todas as horas, em que estes despertem seus dons de vidência e clarividência, sem estarem preparados para verem os Espíritos, a não ser os dotados de tais dons, quando a espiritualidade superior lhes dá assistência. Quando aparece alguém vendo os Espíritos, permanentemente, por provas jungidas ao passado, acaba em uma casa de saúde em difícil acerto da personalidade. Certamente que muitos Esputos acompanham a criatura. Cada ser humano se encontra envolvido por murtas testemunhas. Seu programa tanto pode ser prova-resgate com o passado, como pode ser missão, dependendo da evolução da alma em questão, para tais ou quais misteres. Mesmo através da mediunidade, o médium não pode estar vendo constantemente os Esputos para não perder sua liberdade de ação. A sua individualidade deve ser livre, como livres devem ser suas escolhas. Certamente que haverá ajuda em tudo, porém indiretamente. Viver vendo sempre os benfeitores da eternidade, seria uma glória, não obstante, esses casos são raros.
A maior parte dos que desejam ficar visíveis para todos os homens são Esputos envolvidos em paixões inferiores, capazes de inspirar nas almas que estagiam na carne seus sentimentos mais grosseiros. A vontade do iniciante é desenvolver as faculdades mediúni- cas sem medir as consequências. Eles não sabem o que pedem. Cada dom desenvolvido representa uma responsabilidade a mais no caminho a percorrer. Se vês os Espritos, se escreves sob sua inspiração, se curas os enfermos com a ajuda deles, se falas emprestando-lhes o verbo, já pensaste no que deves fazer da tua vida? Se pediste issoe foi-te concedido como porta da tua regeneração, esforça-te para te melhorares moralmente e mesmo conhecer os fundamentos das coisas, ficando sempre na observação das leis naturais da vida. O dever maior do médium é o constante trabalho na sua própria intimidade. São mudanças necessárias, de maneira que a sua renovação moral seja um traço de luz para a aquisição da sua regeneração.
Se negligenciares este serviço de auto-aperfeiçoamento, podes aquilatar o que poderás receber de companhias para a função da tua mediunidade. Não basta ver os Espritos, para a tua paz; não basta receber essas Entidades, para que tenhas tranquilidade; não basta curar os enfermos que tocas, para que sintas alegria verdadeira. É imprescindível a tua reforma moral, baseadas as tuas modificações na vida de Jesus, para que o Cristo nasça no teu coração e comande a tua vida. Tudo o que fizeres por fora é para acenderes a luz por dentro. Este provérbio antigo nos faz lembrar das necessidades mais urgentes do momento: "Conhece-te a ti mesmo”. Conhecendo as tuas necessidades, melhor será para o teu adiantamento espiritual. No entanto, não basta conheceres-, é preciso que passes a modificar o que deve ser mudado. O ser humano em geral não se encontra preparado para receber maiores verdades do que já recebeu. O Mestre dos mestres veio ao mundo por misericórdia e falou de tudo, em muitas dimensões, para que todos pudessem entender a verdade que poderíam suportar.
Em Hebreus, capítulo cinco, versículo três, anotamos o seguinte: E, por esta razão, deve oferecer sacrifícios pelos pecados, assim do povo, como de si mesmo. 0 sacrifício que devemos oferecer nos dias que correm, é o sacrifício das nossas paixões inferiores, para que o povo sinta que estamos trabalhando em favor de todos. O nosso calvário deve ser permanente, acendendo a luz do amor, da caridade e do perdão ante aqueles que nos ofendem e caluniam. Médiuns! Não percais a paciência; os caminhos são cheios de espinhos, mas mesmo sangrando os pés, deveis prosseguir, para que a vitória não tarde, vindo a ser a coroa de luz para a glória da esperança. Se existe alguma coisa mais inconveniente, essa é a falta de obediência às leis que nos acolhem a todos, nos ofertando diretrizes para alcançarmos Jesus. Capítulo 51 POR QUE VEMOS OS ESPÍRITOS?
LM - 2* parte Cap. VI-100-8* É permitido por Deus aos Espritos, de vez em quando aparecerem aos homens, para solidificar, de certo modo, a certeza de que existe a alma fora do corpo físico; no entanto, é uma visão passageira, de modo controlado, para não perturbar certas sensibilidades. O incoveniente da visão constante é que ela causa desastres irreparáveis, dado à falta de preparo dos irmãos encarnados. Tudo tem um motivo que nos leva às lições, e Deus sabe o que faz. Necessário se faz que eduquemos muito os médiuns de efeito físico, porque eles são os instrumentos das aparições. As histórias das materializações nos deixaram lições sobre o perigo das mesmas e todo cuidado é pouco na sua perigosa estrutura. O medianeiro que serve aos Espíritos para tomarem uma forma e ficarem visíveis pode atrapalhar os trabalhos, se lhe faltar educação na mente, como tem acontecido. Houve grandes esforços dos benfeitores espirituais em relação a isso, para que a Doutrina Espirita não ficasse sem o destaque que ela merece, por procurar a verdade.
Nos mundos elevados, os Espíritos se confundem com os encarnados por encontrarem ambiente para tal, e daí surge grande proveito para a paz de todos. Com a falta de estabilidade emocional humana, onde ainda prolifera o orgulho e o egoísmo, onde a maioria se interessa mais pelo ouro, tudo será vendido, até mesmo a presença dos Espíritos, que se esforçam para confortar, educar e instruir. 0 nosso dever é esperar mais, pois, neste caso, somente o tempo resolve. Falta maturidade espiritual no seio da humanidade. Seria para nós motivo de alegria, se pudéssemos ficar visíveis para todos e ensinar-lhes os segredos da vida além-túmulo, preparando ambiente de luz para a nossa volta ao lar da Terra. Deus só permite esse contacto mais direto quando há proveito maior. Quantos grupos, inspirados por nós, se formam, mas se desfazem até mesmo antes de começarem os trabalhos de experimentações? Podemos lamentar, mas, não parar as nossas experiências. Por que quase sempre trabalhamos com médiuns aos quais, na presente reencamação, faltam as letras? É porque os intelectuais quase sempre põem a perder o trabalho, antes dele se consolidar.
Em muitos deles o eu fala mais alto do que o nós; a vaidade estraga as condições onde podería surgir a humildade. Mesmo assim, as dificuldades são enormes na compreensão cristã. Cabe aos espíritas, de agora em diante, trabalhar no moral dos candidatos, harmonizando as suas mentes no que tange à conduta, porque pensamos em muitas coisas para o porvir. As aparições que deverão, de vez em quando surgir, ocorrerão com a permissão de Deus, a mostrar alguns dos irmãos que os Espíritos não se esqueceram dos seus irmãos da Terra. Na verdade, nós, os Espíritos, participamos de todos os movimentos humanos, e muitos dos homens sabem disso pela participação nossa em seus pensamentos. Os médiuns reconhecem essa verdade. Na carta aos Colossenses, no capitulo dois, versículo um, diz o apóstolo Paulo: Gostaria, pois, que saibais quão grande luta venho mantendo por vós, pelos laodicenses, e por quantos não me viram face a face.
A nossa luta é muito grande, para falar a todas as sociedades do mundo que, no porvir, deverão reconhecer os nossos esforços para lhes dizer que não morremos. Ainda mais, o trabalho dos Espritos se processa no silêncio, fazendo com uma das mãos, para que a outra não seja vista. Importa que façamos a vontade de Deus, por intermédio de Jesus. Capítulo 52 NOS MUNDOS ADIANTADOS
LM - 22 parte Cap. VI-100-92 Nos mundos mais adiantados que a Terra, que ainda é morada dos Espíritos em provações, os dois mundos, espiritual e material, se confundem, pois o ambiente favorece, em se tratando de comunicações entre os encarnados e desencarnados. 0 planeta Terra, depois de galgar mais um degrau na escala da evolução é que teve oportunidade de conhecer Jesus e a Doutrina Espírita. 1 natural dever das criaturas observar todos os acontecimentos em se acompanhando a vida e suas modificações. Certamente que já existia a função mediúnica, por ser esse dom generalizado em todos os povos, contudo, faltava a disciplina. Seu uso era desgovernado, nas suas mais sagradas expressões de vida. Trazia, é certo, notícias de que ninguém morre, no entanto, exemplificava desejos dos mais grosseiros, de modo que os homens pudessem fazer o mesmo. Praticando a mediunidade de forma irresponsável, ampliava-se o vício e instigava-se à matança de animais e mesmo de pessoas. 0 crescimento espiritual é ordem de Deus e voa nas asas do progresso, como lei de ascensão em todos os mundos, em todos os reinos da vida.
Foi Jesus o ponto alto da disciplina da mediunidade. Ele ainda disse que enviaria outro consolador, e o fez na feição de uma doutrina para relembrar o que ele tinha dito em épocas recuadas. Eis em tuas mãos a Doutrina dos Espíritos, capacitada a te mostrar os meios de educar os sentimentos e ampliar todos os conhecimentos espirituais no coração. O Espiritismo fez chover do Céu para a Terra, uma chuva diferente das outras: uma chuva de mensagens, para saciar a sede do coração e matar a ânsia de conhecimentos sobre a verdade. Muitos dos que se acham esmorecidos, ao verem certos acontecimentos negativos acham que tudo falhou, quanto ao socorro das almas, que a esperança desapareceu. Como estão enganados esses irmãos, que somente vêem o exterior! Como era o mundo antes de Jesus? Pois bem, somente ante a Sua fala e a Sua estadia na Terra por poucos anos, ela passou a se transformar, tomando um rumo diferente, marcando assim um ponto de partida em direção à luz.
Nosso Senhor Jesus Cristo deixou impregnado em todo o reino da natureza Seu magnetismo sublimado, capaz de fazer os corações sentirem a necessidade de amar, de perdoar e de servir. A caridade, depois de Jesus, tomou novos rumos. 0 ambiente da Terra, mesmo com certa aparência negativa, tem melhorado muito, precisando dar mais um largo passo mesmo que custe muito caro, para se libertar pelos conhecimentos da verdade. E esse dia está próximo, não tenhas dúvida. Repetindo as palavras bíblicas, "Glória a Deus nas alturas, e paz aos homens de boa vontade” afirmamos que não é nas alturas que os homens pensam, olhando para as estrelas. É, pois, nas alturas da consciência, onde se encontra o Senhor com todo o Seu esplendor de vida e de paz. A paz reinará nas terras do coração dos homens de boa vontade, aqueles que trabalham na sua intimidade para descobrir o maior tesouro da vida, que é o amor. Quanto mais o homem se aproxima das leis espirituais e passa a vivê-las, mais o céu fica visível no seu mundo interno, com a corte dos anjos a volitar em seu coração.
As comunicações dos Espritos com os homens, podemos dizer que se encontram nos primeiros rudimentos. No amanhã, essas comunicações crescerão na plenitude da vida em desperta- mento espiritual, dando novas diretrizes e iluminando cada vez mais os roteiros das almas que vestiram a carne para acordar sob o signo do amor. Vamos mostrar uma imagem bem parecida à dos acontecimentos que marcarão a libertação da humanidade, dos Espíritos que moram na Terra por bondade de Deus, e esse tempo já começou: As estrelas dos céus caíram pela Terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes. (Apoc. 6:13) Este é o sexto selo, uma visão cósmica de João, o evangelista, e as estrelas já começaram a cair sobre a Terra. São os agentes de Deus, os Espíritos iluminados, por já estar chegando a época de colher o trigo da verdade e lançar o joio ao fogo, de cortar a árvore que não dá frutos, na grande seleção que será feita, não de uma só vez, pois existe misericórdia.
A Terra sofrerá mudanças para melhor, cujo estado é comum em mundos superiores. 0 solo do terceiro milênio será palco de muitos fenômenos, que marcarão a chegada do Cristo aos corações das criaturas. Capítulo 53 SUSTO POR ILUSÃO
LM - 2- parte Cap. VI-100-10 Os nossos sentidos por vezes nos iludem. Muitas pessoas têm medo de dormir sozinhas em casa, acendendo a luz para se sentirem mais seguras. O medo diante dos Espíritos sempre vem da ignorância, visto que eles são nossa companhia constante. Os seres encarnados, esses sim, são capazes de fazer mal ao semelhante, porque se adentram uma casa que não é sua, certamente que buscam o que não lhes pertence, estando preparados para qualquer coisa que possa acontecer.
Os Espíritos, dependendo dos débitos ou compromissos existentes, podem te fazer mal, e sendo da lei, Deus o permite, mas os que queiram te perseguir, por inteligência não aparecem; operam invisivelmente, pois essa é a melhor maneira para eles agirem, sem que ninguém saiba. Se houver aparição, o obsediado procurará recursos, como os oferecidos pela Doutrina Espirita, e o Espirito perde seu trabalho de vingança. Quando a razão te mostra que os Espíritos são teus próprios irmãos em Deus, o medo vai cessando e no seu lugar aparecerá a fé, a confiança. Os espíritas usam a oração em favor do que assim dá sinal de vida ou para os encarnados que transmitem, pelo pensamento de ódio, algumas forças negativas. Esses fenômenos são provindos da mediunidade, pois não há aparições sem ela.
Se as tuas faculdades estão aflorando, passa a estudar e a trabalhar no bem comum, já que estás sendo chamado para tal desempenho na tua vida. A mediunidade pode fazer luz ou trevas nos teus caminhos, dependendo do modo como encarares esse dom maravilhoso na sua estrutura. A humanidade é tomada por ilusões que a fazem sofrer constantemente. A mediunidade pode ser uma filosofia de vida, porque os seus frutos, quando bem educada, dentro da disciplina do amor, passam a ser luz que ajudam a clarear a tua vida. Nos nossos planos, ela está em plena execução. 0 médium é um instrumento, não somente para se receber Espritos para as devidas comunicações, mas para tudo que possa passar por seu intermédio.
A planta pode ser médium do fruto; o fruto, médium dos elementos de vida; a tua cabeça é o médium dos pensamentos, os teus órgãos da fala, os médiuns da palavra; o rio em uma metrópole, o médium da limpeza; o ar, médium para sustentar a vida em todos os reinos da natureza, assim como, também, a água. Os raios solares são os médiuns da luz, e nessa linha de observações podes colocar tudo na vida servindo de canal para outras coisas, em se completando para servir. No entanto, o que o Espiritismo vem trazer e anunciar para os homens, são os métodos de outra mediunidade, que todos os seres da Terra possuem, uns, ostensivamente, outros, em estado de sono. A Doutrina Espírita ve» ao mundo para educar essa forma de comunicação com os Espíritos, e essa educação e instrução vieram pela própria mediunidade. Os teus sentimentos podem ser canais para o amor, por isso estamos tentando explicar algumas formas e meios para educar a mediunidade dos seres humanos, em se falando da comunicação com os Espíritos.
Nesta “Filosofia da Mediunidade", deixamos bem claro que a mediunidade não póde se afastar de Jesus, porque sem o Evangelho no coração para direcionar seus passos ela perde seu roteiro mais sagrado, É passando a viver segundo os ensinamentos de Jesus, que o teu coração se toma uma manjedoura, onde o Cristo dará sinais de vida. O Cristo é o médium de Deus e Ele em nós é motivo de grande glória. Busquemos novamente no Apocalipse, no capitulo dois, versículo dez, estas palavras de luz: Não temas as cousas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida.
Quem passa a exercitar a educação de si mesmo, passa por inúmeras provações, e as tentações vêm de todas as formas, como a rejeição do corpo aos novos hábitos de vida, causando tribulações por muito tempo; entretanto, pedimos que sejas forte, se for preciso, até na desencarnação, para que possas receber a glória da vida, pela vida reta que deves levar. Vamos juntos compreender porque a verdade fez desaparecer as ilusões e no lugar do medo aparece a coragem cristã, nos motivando para o amor. E neste ambiente de luz, seremos médiuns do Cristo, tendo Ele a nos falar com toda a segurança aos nossos ouvidos: "Levanta-te e anda”, abrindo os braços para os que desejam caminhar com Ele no coração. Capítulo 54 DIALOGANDO COM OS ESPÍRITOS LM - 2- parte Cap. VI-100-113 Diante da aparição de um Espirito, podes travar conversações com ele, e mesmo lhe perguntar porque se apresenta.
Se for um Espirito sofredor, seja teu dever consolá-lo, fazendo o que puderes para levá-lo à serenidade, não te esquecendo da oração nestes casos, pedindo a ele que faça o mesmo, porque a súplica traz em si força poderosa de assistência dos benfeitores da espiritualidade, e promove, com isso, o despertamento do Esputo. Como informa “O Livro dos Médiuns”, existem duas maneiras de o Espírito conversar: articulando sons, como os homens, e telepaticamente, processo esse que os próprios homens já começam a manejar, em preparo para o futuro. Pela conversa, notarás qual o estado do Espirito em questão. Se está atormentado e já compreendes a existência do Espirito, podes ajudar muito; se for uma Entidade elevada, poderás aproveitar a oportunidade de pedir conselhos ou amparo diante das tuas lutas, que não faltará essa ajuda. A aparição do Espirito somente se dá havendo um médium de efeito físico ali por perto, ou sendo tu mesmo o médium, visto que necessário se faz o uso do ectoplasma nesta arte das aparições.
Convém notar que o próprio Espírito que te aparece, ou ele usa também do próprio fluido correspondente à necessidade de ficar visível, ou o toma de outro que esteja próximo. Estejas certo de que não acontece nada sem objetivo. Não precisas temer; basta verificar pelos fios da razão a lição que possa advir deste encontro entre encarnado e desencarnado, e a evidência maior é que passará a ser uma afirmação de que ninguém morre. 0 mundo espiritual usa todos os meios possíveis para demonstrar às criaturas da Terra que a vida não acaba no túmulo, que a alma continua a viver, depois do fenômeno chamado morte. A Doutrina Espírita surgiu na Terra também para afirmar, pela prática, que a morte é uma ilusão. A verdadeira vida é a do Espírito; o corpo físico é apenas um instrumento para certos aprendizados na escola do mundo.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.