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Capítulo 2 de 16
Parte 2 de 16
Filosofia da Mediunidade II · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Falemos mais da mediunidade, essa faculdade divina, para que a responsabilidade dos medianeiros aumente na conjugação do verbo amar. Que Deus nos abençoe a todos. MIRAMEZ Capítulo 01 PENTECOSTES LM - 2* parte Cap. 1 - 57 e 58 A mediunidade, bem o sabes, é dom de todas as criaturas, no entanto, ela só se mostrou educada com o Cristo; somente depois d'Ele é que se apresentou com toda a segurança, a curar os enfermos, levantar paralíticos, consolar os tristes e dar esperanças aos caidos nas estradas do desespero, bem como falar línguas estranhas, como no caso do dia de Pentecostes quando, reunidas pessoas de muitos lugares, presenciaram o fenômeno das línguas de luz, que eram os Espritos angélicos falando pela boca dos apóstolos, conforme vemos em Atos dos Apóstolos: Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos, no mesmo lugar; de repente veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa, onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas como de fogo, e pousou uma em cada um deles.
Todos ficaram cheios do Espeito Santo e passaram a falar em outras Ifriguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. (Atos, 2:1 a 4) No local estavam pessoas de muitas nações como espartanos, medo-persas e elamitas, da Judeia, da Mesopotâmia, Capadócia, da Frigia e da Panfília, do Egito e das regiões da Líbia, das imediações de Cirene e de Roma, cada um ouvindo na sua própria língua, e o que escutavam eram as instruções do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, mostrando as formas de educar as criaturas e fornecendo, çiutròssim, meios diais fáceis de compreender o livro sagrado, ontré* Moisés'grafou as belezas da criação e o roteiro para os novds que eíe Vepresdhtava, como caminho de maior segurança.
O som que se registrava naquele dia era materializado por centenas de Espíritos iluminados, chegando sob a direção de Jesus, para evidenciar o uso da mediunidade como luz para educação de todos os povos. Os discípulos do Mestre eram os primeiros a dar o exemplo, ao espargir a luz, pelos seus canais mediúnicos, de educação dos seus mais profundos sentimentos de amor. O encontro no dia de Pentecostes foi a primeira reunião me- diúnica, se assim podemos falar, como que o prefácio de maior segurança para o Consolador prometido por Jesus, que deu curso à profecia, surgindo a Doutrina dos Espíritos. 0 primeiro discípulo a ser tomado pela língua de luz, a falar língua estranha, veio a ser um dos que trabalharam na codificação do Espiritismo. O fenômeno de Pentecostes como que repetiu-se na França, sob a direção de Jesus, usando as mãos de Kardec para o restabelecimento do cristianismo e da expressão mais bela da mediunidade, faculdade essa sensível ao progresso, que tem evoluído juntamente com o despertamento dos homens, para a felicidade de todos. A natureza é paciente, mas, nunca pára.
A lei ordena avançar de modo a não recuar nos seus objetivos de amor. Se a mediunidade ainda não foi compreendida pelos povos, nada muda na lei, sobre as comunicações entre o Céu e a Terra. O tempo, essa força de Deus, falará mais alto, mostrando a verdade. 0 que se nota nos que a ignoram é o combate ao nome mediunidade, porque muitos que fazem parte de outras religiões, prati- cam-na, dando-lhe outros nomes. São muitos os Espíritos que, atendendo à ordem de Jesus, vêm como línguas de fogo aquecer os corações, de manera a fazê-los entender as leis naturais, conhecer o Pai e o Filho mais velho que nos acolhem, estudar a mediunidade e a reencarnação, de modo a sorrir diante dos acontecimentos, por verem em tudo uma razão de ser. Os fenômenos mediúnlcos se sucedem por toda parte, convidando os homens a estudá-los.
Alguns ouvem os chamados, mas tentam torcê-los nos seus objetivos mais sublimes, o que não pode acontecer, porque à frente destes acontecimentos se encontra o Guia Espiritual do planeta, Jesus, com uma bandeira tremulante de estrelas que compõem esses nomes sagrados: Deus, Cristo e Caridade. A baliza de luz é o amor, força divina que nos faz compreender os desígnios superiores. Quem não reconheceu o amor, como vida, como sendo Deus nesta dimensão, não pode ser médium da luz, pois continua nas trevas da ignorância. Quando te reunires em tomo de uma mesa, no exercício da mediunidade, á proveitoso que te lembres do dia de Pentecostes, mas, primeiramente, de que Jesus está presente, vendo e ouvindo e o que estás fazendo do dom da mediunidade em proveito dos homens, reconhecendo-o como sendo esse dom a língua de luz que tem o dever de educar e instruir aos que desconhecem a verdade. Um médium evangelizado não deixa sair dos seus lábios palavras torpes, que possam magoar, que ferem, que maldizem, que desorientam, que incentivam o ódio, que julgam.
A Doutrina dos Espritos é, pois, a disciplinadora deste intercâmbio. Se é fato que conhecemos quem fala pelo que diz, é necessário que, em primeiro lugar, se eduque o instrumento dos Espiritos, para atrair almas compatíveis com seu nível de entendimento. "O Livro dos Médiuns”, de Allan Kardec, é um toque de luz nos corações dos instrumentos dos Esputos; "0 Livro dos Espíritos" e "0 Evangelho Segundo o Espiritismo” são forças de Deus, que esclarecem e orientam o candidato para a plenitude do amor. Capítulo 02 MANIFESTAÇÕES FÍSICAS
LM - 2 parte Cap. II - 60 e 61 As manifestações físicas remontam a eras distantes. Muitos filósofos e escritores do passado as conheciam, tendo certeza de que eram apenas efeitos de uma causa escondida aos seus olhos materiais. Alguns dos grandes políticos e imperadores do passado usavam desses meios para se orientarem. No entanto, não pretendiam descobrir a realidade, uma vez que não era tempo de se colocar a candeia sobre a mesa, o que somente viria a acontecer depois.
Tertuliano, doutor da Igreja, sentia-se fascinado por esses fenômenos, que considerava meios de se comunicar com as almas e poder, igualmente, falar com os anjos. Ele era considerado como herege, no entanto, se mostrava como um gênio, pelo que falava e escrevia. Era um médium de grande potencial, acostumado a ouvir as pancadas de Esputos que o acompanhavam. Nero, o imperador romano, ouvia de vez em quando sua harpa sendo dedilhada sozinha, e achava que eram os gênios que estavam lhe chamando para tocar. Os Esputos inferiores faziam festa em seu derredor, diante da sua desarmonia musical.
A rainha Isabel, de Portugal, filha de D. Pedro III, Rei de Aragão, assistiu a muitos fenômenos espirituais. De certa feita, presenciou a sua cesta, que estava cheia de moedas de ouro e que iria distribuir aos pobres, ser transformada em uma cesta de flores, no momento em que seu marido, contrário àquele ato, deparou com ela em função da caridade. Todos os santos da igreja católica eram familiarizados com os fenômenos mediúnicos. Os fatos são inumeráveis em todas as nações do mundo.
São tantos, que não convém enumerá-los, por não haver necessidade. Estudando o Evangelho, notar-se-á, do princípio ao fim, que ele é pleno de citações de fenômenos oriundos dos Espíritos que, com Jesus Cristo, chegam à sublimação. Em tomo de Jesus, falanges de Espíritos atuam sob o toque divino das Suas mãos, ou com uma ordem de "levanta-te e anda", promovendo engenhosas operações espirituais de restabelecimento dos corpos ou outras manifestações físicas. Allan Kardec, homem culto e inteligente, ao deparar com esses fenômenos, quis conhecer a sua causa, e poder compreender de onde vinham esses sinais e quais eram os seus objetivos. A sua razão lhe dizia: "Se Espritos inferiores podem usar pessoas para darem sinais de que existem, como não o podem os Espíritos elevados?” E eles vieram para orientá-lo, conforme as promessas que fizeram no mundo espiritual, antes de oimestre de Lion reencarnar na Terra.
Suas lembranças despertaram, gradativamente, como que numa ordem para a sua límpida consciência. Depois de Allan Kardec, que deu nova feição a essas batidas _ e ruídos, é que o interesse surgiu no meio dos estudiosos, buscando se conhecer para onde vão os homens depois do túmulo e qual o seu destino. A mediunidade ampliou seus recursos, de sorte a dar ambiente para os Espritos angélicos se comunicarem com os ho mens, dando instruções sérias, que convenceram as mais altas inteligências da época, e os Esputos induziram o professor lionês à concatenação de informações espirituais, que formaram o "0 Livro dos Espfrrtos”, que eles iriam responder a todas as perguntas feitas sobre a doutrina e que eles mesmos iriam inspirar as perguntas, porque era matéria para o futuro. E eis "0 Livro dos Esputos" nas mãos dos estudiosos, resultado dos efeitos físicos que acordaram as inteligências para buscarem as causas dos efeitos. Entretato, muitos médiuns de hoje, do século vinte, ainda estão envolvidos em busca de fenômenos, sem entender os objetivos desses sinais, que é educar os homens em todas as suas vidas, ampliando cada vez mais a sabedoria espiritual nos seus caminhos.
Se existiram manifestações físicas em todos os tempos, certamente que também havia médiuns, porém, somente depois de Allan Kardec chegou a disciplina mediúnica, como que uma filosofia da mediunidade, no sentido de que os homens se tomassem melhores, aproveitando o tempo que Deus lhes deu. O homem, quando criança, tem a vida de criança; depois de adulto adota uma atividade mais séria na sua vida. Assim foi a humanidade: quando criança, não dava atenção às coisas sérias; agora que começou a maturidade, apareceu o convite de Deus, pelas promessas de Jesus, de que mandaria um consolador para mostrar a verdade face a face, servindo de força libertadora. Os fenômenos foram ponto de partida da Doutrina Espírita que caminha para a sua plenitude como o verdadeiro cristianismo, na sua feição mais sublime, que é a de mostrar Deus em toda parte, como Pai amoroso e santo, Jesus, como Governador do planeta e Guia de toda a humanidade, e os Espíritos como nossos irmãos em caminho, que nos ajudam e são ajudados em uma profusão de trabalho. As duas classes de vida, na veste de carne é fora dela, entrelaçam seus valores para que surja no meio o sol divino a desabrochar todos os valores da consciência.
Ouve-se, então, a voz do Cristo, no centro da consciência, a dizer: “Toma a tua cruz e segue- -me, que eu te conduzirei à verdadeira libertação”. Então, convocando a multidão e juntamente os seus discipulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. (Marcos, 8:34) Devemos negar os nossos impulsos inferiores, paixões e ignorância, e seguir o divino Mestre, que Ele nos instrui e nos educa para a eternidade. Capítulo 03 EXPERIMENTANDO LM - 2- parte Cap. 11-62 Identifica-se a existência de mediunidade em alguém pela experimentação ou, então, pela comunicação de um Espírito a um médium de comprovada faculdade, em exercício. É com estes recursos que se faz a reunião esprita e, para tanto, existem os livros da codificação e tantos outros subsidiários, objetivando orientar os componentes, tendo o cuidado de rejeitar os rituais, que acabam dando trabalho, sem nenhum proveito para tais ou quais comunicações com o mundo espiritual. Os iniciantes na Doutrina Espírita devem estudar, começando pelas obras da codificação, para que não venham a cair no fanatismo, no desleixo para com a disciplina, e no abandono do compromisso.
As ações infelizes de médiuns despreparados levam os con- traditores da doutrina a reafirmarem seu desprezo, sem verificarem que tudo na vida tem duas faces: não pode existir o verdadeiro sem o falso, nem o falso sem o verdadeiro; a existência de um, depende da existência do outro. Isso é uma filosofia antiga, que passa despercebida dos pseudo-sábios. Desde a antiguidade que os falsos profetas são desmascarados, quando intentam investir sobre os verdadeiros para destruí- -los. 0 verdadeiro espirita, particularmente o médium de comprovada idoneidade, não teme insultos, nem procura se defender dos ataques, por saber que somente o tempo pode promover com mais segurança a defesa do que se chama verdade. Aconselhamos a todos os espfritas não se esquecerem da oração, aquela que não sai só dos lábios, mas aquela em que os sentimentos dela compartilham, de modo que os fios do pensamento sejam captados pelos benfeitores espirituais, que possam atender o chamado.
Vale muito, e como vale, a moral que deve ser vivida, a honestidade, o amor e a caridade, para que alguém do mundo espiritual encontre sintonia no medianeiro e se processe a comunicação cheia de luz, em se fazendo entendido na mensagem de educação evangélica para aqueles que se reúnem em busca de luz. k Os Espíritos superiores não buscam afeiçoar-se aos homens I sem que haja harmonia mental entre uns e outros, haja vista o im- " perativo da justiça, que se irradia em toda parte.
Somente caímos no agrado das almas angélicas quando suas ideias são ouvidas e vividas entre nós. Os homens devem se esforçar para serem assistidos por Esputos elevados, esforçar-se no que tange à educação cristã. Em tempos passados se criavam muitos métodos para que os Esputos pudessem se comunicar com os homens, o que depois caiu no abandono, por se reconhecerem inúteis os sistemas materiais, que não tinham nada a ver com a atração para Espíritos superiores. O único sinal que atrai os Espíritos é, pois, a mediunidade, e a qualidade dos tais, é pelo que se fala e se vive. Se queres comunicações sérias, é necessário que os médiuns sejam sérios; ninguém foge à sintonia.
A Doutrina dos Espritos indica o padrão moral de Jesus para que os médiuns sejam todos bem assistidos espiritualmente. Esse padrão, podemos traduzir em amor e caridade. Graças a Deus se vêem, em muitos lugares no Brasil, organizações espritas com trabalhos relevantes, movidos pela caridade, de modo que brevemente os seus componentes estarão praticando a beneficência consigo mesmos. Eis o ideal dos agentes de Jesus, que dão assistência a toda a Terra. As manifestações físicas estão escasseando, para dar lugar às inteligentes, ganhando tempo no modo pelo qual se instrui e disciplina a humanidade.
A Terra é um verdadeiro céu, no que se refere à abundância de todas as ordens; basta somente a compreensão das criaturas que governam e das governadas. Existe de tudo com abundância! Se queres assistir ao maior fenômeno da natureza, basta observar teus próprios pensamentos, na sutileza da tua intimidade. É a maravilha das maravilhas e, ainda mais, somente tu podes verifi- cá-lo com a acentuada certeza, e daí poderás partir para outras tantas maravilhas que compõem o todo que tu comandas e assistes, em nome do Criador. E neste transe, se a tua faculdade começar a desabrochar e os teus familiares não compreenderem tua missão, não esmoreças; se o povo em geral ignorar teus ideais e te combater, não esmoreças; identifica-te com o amor e com Jesus e prossegue, porque o Mestre sofreu mais pelo que fazia.
Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua casa. (Marcos, 6:4) ú* Trabalhemos em nós, que o sol da verdade se acenderá no silêncio de nossa intimidade, pelas mãos de Deus, que usa as mãos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Capítulo 04 MANIFESTAÇÕES INTELIGENTES LM - 23 parte Cap. III-67 a 68 Logo que surgiram as manifestações inteligentes diante de Allan Kardec, eie, como homem de razão apurada, deduziu que deveriam partir de uma causa igualmente inteligente e, pesquisando, encontrou uma fonte inesgotável de adestramento dos homens, sendo uma filosofia de vida, das mais apuradas que ele tinha conhecido até então. Convém ressaltar que essas manifestações ocorriam por toda parte, não somente na França, mas em vários países ao mesmo tempo. Kardec passou a interrogar sem fanatismo essas inteligências, e elas diziam ser os mesmos homens, fora da vestimenta da carne.
E ele, diante dos ensinamentos colhidos da identificação pela fala e pela escrita, constatava a origem das mensagens, certificando, por vezes, as suas anotações, por médiuns que desconheciam tais fatos. A lógica das comunicações fez chegar ao codificador a certeza de que verdadeiramente vinham das almas fora do corpo físico e que podiam falar aos que ficaram por intermédio da mediunidade, dom esse aflorado em certos homens e mulheres. Ele foi catalogando com interesse, mas sem ser persuadido pela vaidade ou interesse em ganhos fáceis, com a revelação da filosofia que surgia sob sua (fireção, na Terra. Kardec examinava tudo que ouvia e entendeu que tanto poderiam se comunicar Espíritos altamente evoluídos, como almas ignorantes. Fazia-se necessária uma seleção para formar as bases de uma doutrina em alicerces firmes, visando à educação e à instrução da humanidade, ainda mais que todos os ensinamentos partidos dos Espíritos elevados tinham consonância com o Evangelho de Jesus, tendo o Mestre como padrão definitivo da nova doutrina e os conceitos do Cristo como luzes para os caminhos humanos.
Partindo das pesquisas sinceras, notou Kardec que, mesmo sendo ditadas por Espíritos as mensagens recolhidas por ele, haveria de saber de outros fatos que ocorrem com as comunicações, e os Espritos passaram a revelar, mais profundamente, de acordo com as necessidades, por exemplo, a existência de um corpo intermediário ao qual eles deram o nome de perisputo e, ainda mais, a de correntes de fluidos de Variados teores para que se desse o fato da comunicação entre os dois planos da vida. Todavia, os Espritos encarregados de ajudar na codificação da doutrina não fecharam questão quanto às revelações; diziam sempre que o Espiritismo viajaria com o progresso e que todas as revelações eram gradativas de acordo com o adiantamento dos homens. Eis o que fazem hoje Espritos nobres, devidamente autorizados, mostrando em muitas mensagens alguma coisa a mais nas revelações, para o porvir seguro da Doutrina dos Espritos, pois ela é o consolador prometido por Jesus e, para consolar com isenção de ânimo, com sabedoria, é preciso conhecer. As bases do Espiritismo se estabeceleram na mediunidade e a doutrina continua crescendo provindo dela, e a mediunidade educada em Jesus mostra a luz com mais intensidade para todas as criaturas. A codificação foi um trabalho paciente nas mãos hábeis de um mestre com a razão apurada.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.