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Capítulo 4 de 16

Parte 4 de 16

Filosofia da Mediunidade II · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez

Tomamos a dizer que a fonte de vida é Deus; o fluido universal não é a vida, mas, ele tem a capacidade de sensibilizar os corpos, para que a vida possa se expressar com mais amplitude. Não vês o trabalho da eletricidade nos aparelhos de comunicação? Ela deixa-os sensíveis para que as ondas sejam transmu- tadas em sons e vice-versa. 0 fluido universal é, pois, o instrumento pelo qual os Espíritos podem se comunicar com os homens, dando sinais de que estão presentes. Como já dissemos, esse fluido tem alto poder de modificação, de acordo com o ambiente em que se manifesta, mas, no fundo, é o mesmo hálito divino, emanado de Deus. 0 fluido cósmico universal, ou magnético, apenas anima a matéria, tomando-a sensível em muitos aspectos, e é ele que, nas suas modificações, empresta à alma vários corpos, capazes de protegê-la em variadas etapas nos processos reencarnatórios. Quando pensamos, gastamos, pela lógica, alguma essência, que é esse fluido modificado, que penetra em nós, cândido, suave e altamente sensível, de modo que os nossos sentimentos imprimam nele o que desejamos falar e que, por vezes, não dizemos.

Ele carrega sempre consigo a marca da vida sem ser ela, instrumento sagrado criado por Deus, para que possamos nos comunicar uns com os outros, e é nisso que insistimos, para provar aos homens a comunicação dos Espíritos com os homens por esse veículo, que o médium tem com abundância, e que nos capacita para falar das coisas espirituais, como se estivessem falando almas com almas, fora do veículo físico. A matéria é uma barreira, mas a vencemos com esse fluido universal, que tem o poder de tudo interpenetrar. Todas as portas são abertas para sua viagem em nome do Criador. Chamamos a atenção dos medianeiros sobre a responsabilidade que têm em mãos e o dever de servir de instrumento para os Espíritos, no uso do tempo e dessa bênção de Deus a que nos referimos. Devemos usar essa fonte de anúncios para o bem e, para tanto, os médiuns devem preparar a mente na educação e na instrução, no sentido de atrair Espíritos de boa índole espiritual, visto que é lei de justiça colher o que semeamos.

A inteligência é um atributo da alma, mas não é a alma. Para conheceres o Espirito mais profundamente precisas de mais tempo e mais purificação dos sentimentos. Todos os conhecimentos das leis e da vida dependem de maturidade, a maturidade de tempo, e o tempo de boa vontade. Podemos dizer que o conhecimento é infinito, e que cada ronda que damos pela eternidade e que gasta milhares de anos, nos projeta em outras modalidades de vida, sendo, esses percursos, infinitos. Se por algumas horas no mundo os companheiros são investidos de um traço da felicidade e ficam cheios de esperanças, pensa, se comparando ao estado do Espirito já livre dos efeitos físicos.

Já imaginaste uma consciência com tranquilidade imperturbável? Estamos caminhando para lá, e não devemos nos esmorecer, e o que nos impulsiona para a perfeição são os fatos: descemos até a matéria, para depois ascendermos para a glória do Espirito imortal. Para que possas saber o valor desse fluido universal Identificado na matéria, podes observar a criança e a juventude, e depois o idoso, com a vida já se esgotando. No entanto, em mundos venturosos o fluido não se esgota na velhice, porque o velho muitas vezes sabe o que fazer com a sua vida. A Doutrina dos Esputos, educadora espiritual que usa os processos mediúnicos para falar com os homens, traz a mensagem de vida, despertando as criaturas de maneira que os seus dons espirituais cresçam assegurando o direito de vida mais feliz.

Nunca nos esmorecemos, por saber que estamos todos em marcha para dma, e que fomos criados para tal, por nos apossarmos da felicidade, por já saber onde ela está: dentro de nós. Depois de anos, vim trazer esmolas à minha nação, e também fazer oferendas. (Atos, 24:17) Depois de muitos anos que desencarnamos, voltamos para trazer notícias que vaiem como alimento à nossa Terra, e oferecemos companhia espiritual como sendo esperança para todos os seres humanos, significando Jesus voltando com os braços abertos para todos que queiram ser acolhidos por Ele. Capítulo 10 CONFORME OS MUNDOS S LM - 2 parte Cap. IV — 74-VII 0 perispírrto se compõe do fluido universal mas, modificado na sua estrutura, como dizem os benfeitores espirituais. Pela ação da ciência divina, e pela evolução dos nobres sentimentos dos Esputos,! este fluido se modifica ao infinito e fica mais ou menos denso, de acordo com as necessidades do momento. 0 corpo espiritual acompanha a alma onde quer que seja, no entanto, mesmo na Terra eles não são iguais, cada criatura o tem de certo peso e sensibilidade, de conformidade com a evolução do Espírito.

A radiação do Espírito faz mudanças em todos os seus corpos, que ele usa para sua viagem de evolução espiritual. Os Espíritos, quanto mais ignorantes, mais apresentam o perísp Élto aproximado da matéria, sem mostrar igualdade na sua estrutura rtima, mas na aparência, de modo que muitos Esputos desencarnados se misturam com os encarnados, e as ruas das pandes metrópoles estão cheias desses irmãos que ainda se acham ligados à matéria, esperando, mesmo inconscientes, a volta à carne, para a sua purificação, que chamamos despertamento dos seus valores espirituais. Em todos os mundos, o fluido universal é o mesmo, porém, sempre modificado de acordo com a elevação do planeta. Assim como Deus é uno para toda a Sua criação, a matéria primitiva, que chamamos como tal, é única. O que se dá são modificações desde quando foi criada e a cada avanço se modifica, por necessidades do ambiente em que se encontra.

Todos os Espíritos elevados se encontram em estado de gratidão, pelo que recebem da Grande Luz que nos dá vida a todos. 0 fluido universal se encontra condensado no perispirito, confeccionado como que uma veste para a alma. Conforme a elevação do Espírito, ele é mais ou menos condensado, e o corpo humano toma a sua forma, esquematizada pelos engenheiros celestiais. Os médiuns precisam estudar a doutrina que esposam, porque é no saber que podem cumprir melhor as suas tarefas de servir de instrumento para Espíritos de alta elevação. Quando encontramos boa vontade nos medianeiros, nos aproximamos deles por muitos meios para instruí-los, através do sonho, das instituições, da fala de outro companheiro, e mesmo dos livros. No entanto, precisamos que abram as portas do querer, para que possamos falar-lhes com desembaraço.

Nos mundos habitados, elevados, os Espíritos são mais familiarizados com os “encarnados", e esses, na carne mais purificada, são felizes por conhecerem os objetivos da vida. E esta conquista é fruto da educação, norma de vida de que necessitamos, como necessitamos da água, do alimento e do ar. A espiritualizagão da Tema depende muito dos homens, de suas vidas. Os moldes desta segurança já se tem em mãos, há dois mil anos. O Evangelho, carta magna do Cristianismo, dá aos homens a direção para a tranquilidade e a paz de todas as criaturas.

É preciso reconhecer, antes de tudo, que todos somos irmãos, e que Deus é pai de todas as criaturas. O perispirito não tem todas as propriedades da matéria, nem poderia ter; no entanto, tem afinidade profunda com ela, tanto quanto com a alma, para que sirva de veículo de comunicação de um mundo para o outro. Estamos na época de transformações. O homem velho, por força da lei, cede lugar ao homem novo, por mudanças operadas na intimidade do pensamento. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimentais qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Romanos, 12:2) Na transformação da mente, podes transformar todos os corpos que te servem de instrumentos, para melhor aproveitamento da mensagem que tens para mostrar aos que se encontram na retaguarda e serás purificado nesta mesma vida, passando a sentir a atmosfera que emana dos mundos venturosos.

Que Deus abençoe a todos, e aos médiuns falamos mais de perto, que cuidem de vigiar e orar, para que não caiam em novas tentações. Capítulo 11 CORPO SÓLIDO i LM - 2 parte Cap. IV - 74-VIII A mediunidade se encontra presente em situações das mais variadas, explicando muitos mistérios a quem pesquisa, como no caso de Allan Kardec. Se não fosse a mediunidade, como poderia ele saber as coisas espirituais e entender as manifestações inteligentes? Na questão da movimentação das mesas, o Espírito haure forças no fluido universal e o associa com o seu próprio fluido e o do médium, que podemos chamar de ectoplasma, formando assim "a- lavancas fluídicas” ou como poderíamos figurar, para melhor entendimento, "mãos fluídicas”, por vezes com a mesma resistência de mãos humanas, como se deu em muitos casos, por esse método, o Espírito levanta pesos descomunais, estarrecendo até os sábios, ao presenciarem esses fenômenos.

É a chamada mediunidade de efeitos físicos. O Espírito pode ainda materializar-se, formando um corpo que desejar, quase sempre com a forma que teve na reencarnação anterior. O Espírito ou os benfeitores espirituais usam, para isso, de um médium de efeitos físicos, que libera o ectoplasma, em cuja composição notamos o fósforo, em regular proporção. A mediunidade de efeitos ffsicos, de certa maneira, apresenta alguns perigos para os que desconhecem os trabalhadores invisíveis que se movimentam nessa operação espiritual. Em quase todos os casos, se reúnem para essa manifestação encarnados e desencarnados, Espíritos bargantes que desconhecem a conduta cristã e não se interessam pelas posturas que o Evangelho nos ensina.

Os medianeiros de materialização devem ser orientados por espíritas que conhecem a Doutrina dos Espíitos na sua mais alta estrutura de amor e que o médium obedeça a essa orientação, para que possa dar proveito às reuniões de efeitos físicos. Do contrário, é bem melhor não fazer tais reuniões. O que se vê nos caminhos de tais médiuns é a completa desarmonia psíquica, já que se sintonizam com Espíitos das trevas e são por eles orientados. Como já dissemos em muitas mensagens, o princípio da mediunidade, seja eia qual for, é a sintonia. O médium atrai para junto de si o que é, o que pensa e vive.

O caso de Judas é um exemplo claro: ele andou junto com o Divino Mestre, no entanto, foi seduzido para traí-Lo. Os nossos sentimentos são dirigidos por nós e os nossos pensamentos levam a nossa mensagem, e a nossa educação depende de nós, bem como a disciplina. O que recebemos da bondade dos benfeitores é a indução; aceitar ou não, depende de nós. A Doutrina dos Espíritos é farta de intuições sublimadas, que nos mostram todos os preceitos que nos levam à educação dos nossos sentimentos; se não o quisermos, no entanto, nada será feito e responderemos pelas consequências. 0 viver é semear, e na continuação da vida encontramos a colheita. Os Espíitos movimentam os corpos sólidos, e essas manifestações foram constatadas em todas as épocas, iporque o fluido universal se encontra em toda parte, na missão que Deus lhe deu, mas sempre usam alguém que tenha dons mediúnicos, que se encontram em todas as classes da humanidade.

Quando falamos de materialização de Espíritos, podemos dizer que muitos se interessam por essa operação para se mostrar aos encarnados, dizendo pela prática que ninguém morre, movimento esse já há muito discutido e analisado por grandes sábios do mundo em muitas épocas, ficando comprovado que, verdadeira- mente, os Espíritos usam da energia ectoplasmática nos seus aparecimentos aos chamados vivos. Agora, o interesse maior dos benfeitores espirituais é reformar os homens e instruí-los acerca da vida espiritual, tomando-os melhores, pois os seres humanos, conscientizados dos seus dons e de suas forças, sendo bem usadas, podem alcançar a felicidade. Empenhamo-nos em escrever alguma coisa no que tange à educação, porque nós outros precisamos igualmente dela e da disciplina, por encontrarmos em nós a falta dessa harmonia. São vias por que passamos para atingirmos o amor. Os ensinamentos não são nossos: eles vêm de Deus, e quem diz isso é Nosso Senhor Jesus Cristo, como citado em João: Respondeu-lhes Jesus: O meu ensino não é meu, e, sim daquele que me enviou. (João, 7:16) Jesus foi o médium de Deus para transmitir aos homens esse tesouro de luz, que se chama Evangelho.

Capítulo 12 CLASSES DOS ESPÍRITOS LM - 2- parte Cap. lV-74-X Os Espíritos trabalham reunidos em classes de acordo com sua evolução espiritual, É a força de atração recíproca; no entanto, todo serviço de alta responsabilidade é dirigido pelos benfeitores espirituais capacitados para tais empreendimentos. Quando se fala em materialização e não em espirituafização, convém notar que se entra em jogo a matéria mais densa. Para que o Espírito se apresente entre os homens com um corpo físico aparente, organizado por Entidades que conhecem essa ciência espiritual, busca ele os elementos para formar esse corpo, como já nos referimos, no fluido universal, que se consubstancia com o do médium, exteriorizando, então, o ectoplasma. A manipulação é toda do Espirito que orienta a reunião, que nunca pode ser um Esputo primitivo, mas, sim, dotado de muita ciência e saber das coisas espirituais e que sempre leva lições para os encarnados. Os Espíritos inferiores estão ali para colaborar com seus recursos, muitas vezes sem saber o motivo da sua presença naquele campo de trabalho, que objetiva alertar as mentes humanas em seu despertamento espiritual, para o fato de que a vida continua depois do túmulo, fato este que todas as religiões pregam, sem, contudo, dar provas pelos fatos, qual a Doutrina dos Espíritos.

Os Espfritos puros já se encontram libertos da ação da matéria. Quando eles desejam mostrar aos homens fenômenos de manifestações físicas, usam Espfritos materializados, no que concerne ao perispfrito ainda grosseiro, para que se dê a amostra daquilo que se encontrava escondido aos olhos humanos. É como o homem faz, quando precisa de realizar um trabalho mais grosseiro, que busca mãos acostumadas nesse labor, e não um Intelectual acostumado a lidar com as letras. Cada um opera no lugar que a sua evolução pode atingir. Em se falando em sessão de materialização, os Espíritos que se prendem a esse trabalho quase sempre são iguais, pela ordem do serviço, no entanto, atrás daquelas mentes ainda ignorantes trabalham Espfritos de alta evolução, por ordem universal de Deus, que sempre está presente em todas as operações dentro da Sua casa maior.

É neste sentido que sempre chamamos a atenção dos médiuns de efeitos físicos, a dizer-lhes que eles são assediados por Espfritos inferiores, contudo, se usam a inteligência, se estudam a Doutrina Espirita com mais interesse, aceitam a colaboração de companheiros da mesma doutrina que tenham conhecimentos do exercício mediúnico, para os orientar como proceder diante das suas faculdades em operação, eles viverão em harmonia. Eles precisam ser dirigidos por irmãos capacitados, que vêem no fenômeno produzido pela sua mediunidade um motivo de caridade pura. A não ser assim, é preferível suprimir todos os encontros dos companheiros, quando os interesses são mesquinhos, quando a curiosidade está acima da benevolência e do amor. De acordo com os sentimentos dos participantes, aproxi- mam-se da reunião Espfritos da mesma categoria. Eles se reúnem por afinidade, como os encarnados.

Isto é lei universal. Ainda nesse exercício da mediunidade, aparecem espontaneamente Espíritos que desejam cooperar e, por vezes, outros que tentam brincar com os recursos fluklicos, por desconhecerem os valores espirituais que estão em jogo. A base dos fenômenos é o médium, por isso é preciso que esse seja educado, disciplinado e assistido por companheiros de grande entendimento espiritual, para que possa oferecer ambiente aos Espíritos benfeitores em afinação com os seus valores morais. Chamamos a atenção dos médiuns de todas as possibilidades psíquicas que, ao sentirem suas faculdades aflorarem, procurem orga- nizações espíritas honestas, onde poderão ser bem orientados na educação e instrução do que devem fazer com as bênçãos dos seus dons espirituais, para que não venha o arrependimento mais tarde. Os médiuns moralizados, a própria natureza os defende dos ataques dos lobos.

Buscamos, em Atos dos Apóstolos, um trecho do discurso de Pedro: Estes homens não estão embriagados, como vindes pensando, sendo esta a terceira hora do dia. (Atos dos Apóstolos, 2:15) Os discípulos estavam tomados por Esputos benfeitores que orientavam a comunidade cristã para uma conduta reta nos serviços do amor. É o que deves fazer: usar todos os dons que possuis para a caridade, deixando que o Cristo apareça na tua vida, indo à frente como Pastor de todo o rebanho. Quando fazendo o bem, não precisas de preocupar com defesas, pois a tua conduta é a tua maior defensora. Atraímos os Espritos pelo que somos. Capítulo 13 FORÇA DA MENTE i LM - 2 parte Cap.

IV-74-XI 0 moral elevado de uma alma capacita-a de forças tais que desenvolvem a sua mente, em se tratando de Influências, e mesmo comando dos Espíritos inferiores. Não vês como os discípulos de Jesus receberam o dom de curar? Receberam-no da sua própria estrutura íntima, onde estava em estado de sono. Todos temos as qualidades espirituais doadas por Deus, cabendo a nós outros somente despertá-las. A mente pode ser adestrada por exercícios, pelo saber, no entanto somente o moral nos dá segurança para tal desempenho e comando das forças internas, e mesmo externas, na operação de grandes fenômenos.

Os Espíritos inferiores podem fazer, e sempre fazem, barulhos desordenados por toda a natureza, qual a criança ao dedilhar um instrumento musical, faltando-lhe a harmonia e ritmo dos sons. Em uma sessão organizada, onde o objetivo é despertar os homens para os serviços espirituais, vem o toque dos benfeitores espirituais, dando ritmo aos efeitos, mostrando a beleza e a ciência desta operação, que não cabe aos Espíritos inferiores dirigir. É por isso que alertamos aos médiuns para a educação das suas faculdades, a fim de que não atraiam Espíritos brincalhões para sua companhia, nem Espíritos zombeteiros para o seu convívio. As reuniões devem ser sérias, com fundamento na caridade, de onde se tiram muitos recursos de disciplina cristã, para que os médiuns não sejam instrumentos das trevas. Acode à educação da mente, mas, para o bem comum de todas as criaturas, sem esqueceres a moral evangélica.

Nisto é que deves fazer exercícios todos os dias. Podes observar a chegada dos pensamentos à tua cabeça e procurar corrigi-los, no que estiver ao teu alcance. Se escapulir algum com certa inferioridade, cerca-o na boca; não fales Q que não convém ao bom senso e luta contigo mesmo para não seres atraído para os lugares que esquecem a moral de Jesus. A maior guerra é a que travamos com nós mesmos, por encontrarmos todas as feras em nossa intimidade, furiosas, lutando para a nossa perdição. Trabalha com a mente, exerdta-a em todos os teus valores, mas, jamais deves esquecer-te da moral, ponto por ponto, passo por passo, que ela á a asseguradora do teu equilíbrio de vida, sem a interferência dos Espritos ainda primitivos.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.