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Capítulo 6 de 16
Parte 6 de 16
Filosofia da Mediunidade II · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Pensar que, com a prece e sem ela, é a mesma coisa, é estar sob a influência das trevas em seus caminhos. 0 medianeiro, para conhecer as suas companhias espirituais, deve observar as suas próprias intenções, o seu comportamento espiritual diante da sua consciência. Lembra-te de que a mediunidade não pode ser vendida, nem oprimida per ofertas; ela deve ser livre, de maneira que os Espíritos superiores a comandem dentro da luz do bom senso. Se alguns pensamentos penetrarem em tua mente e duvidares da sua procedência, pensa em como Jesus agiría diante deles. É por isso que sempre orientamos os médiuns para a leitura séria antes e depois de qualquer ocupação mediúnica. É bom lembrar que o Espírito é sempre causa e o fluido, o instrumento obediente; contudo, deves raciocinar se a causa vem do amor e da caridade.
Verifiquemos a palavra de João: Este é o discípulo que dá testemunho a respeito destas cousas, e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. (João, 21:24) O medianeiro envolvido nos testemunhos verdadeiros se encontra sempre assistido por benfeitores de luz, passando a conhecer o que deve fazer das suas faculdades, analisando o que vem ao seu encontro. 0 Espirito dá as tonalidades aos fluidos com que Deus lhe favorece, com os seus próprios sentimentos. Cuide-se ele de amar e conhecer! Capítulo 18 0 PAPEL DO MÉDIUM LM - 2- parte Cap. IV - 74-XVIII 0 papel do medianeiro é servir de instrumento dos Espíritos e deixar que eles falem. Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: Não temas; pelo contrário, fala e não te cales. (Atos, 18:9) 0 médium, quando reconhece a sua missão de servir aos Espíritos como canal por onde eles possam anunciar a verdade, tem por obrigação preparar-se no âmbito da moral, tomando Jesus como exemplo de perfeição, esforçar-se para tal desempenho e falar, não temendo as consequências, quando a sua fala é educativa e fazendo a quem o ouve compreender a verdade. 0 médium, no princípio, é como a gema a ser burilada em todos os aspectos, e quem é mais agraciado é ele próprio, por ter-se educado nas suas manifestações diante do seu próximo, conduzindo bem as suas qualidades espirituais.
O medianeiro evangelizado sempre percebe essa fala, como se dos lábios de Jesus Cristo: Fala e não te cales! Certamente que os caminhos dos instrumentos dos Espíritos superiores são cheios de espinhos e a sua vida com muitos obstáculos, vindo à sua mente profusão de rejeições, pelas mudanças operadas no seu dia-a-dia. A vida de um médium com Jesus não tem facilidades; a sua paz é conquistada passo a passo, subindo o calvário, como o Mestre exemplificou, encontrando a cruz, sobre a qual deixou os mais elevados exemplos de amor. O papel do médium é atrair os Espíritos pelas suas qualidades mediúnicas, usando a oração, sua vontade, no entanto as comunicações podem se dar sem a sua vontade. Por exemplo, no caso de materializações dos Espritos, a vontade do médium, não sendo educada e se ele não conhecer os fundamentos destes fenômenos, pode atrapalhar, interferindo com desejos que perturbam o ambiente, dando lugar, por vezes, à mistificação dos próprios Espíritos.
A ideologia neste caso é uma realidade. O Espírito manifestante, formando um corpo com recursos do ectoplasma, condicionado com o fluido universal, toma a forma que o médium deseja. Insistimos constantemente para a educação dos médiuns, para que a Doutrina dos Espíritos não seja achincalhada pelos próprios espíritas. O médium começa bem e pode terminar mal. Isto acontece muito nos bastidores da Doutrina Espírita.
Os medianeiros são peças indispensáveis ao Espiritismo, contudo, eles não podem esquecer o Cristo educador e instrutor de toda a humanidade, o Caminho, a Verdade e a Vida, sendo canal direto de Deus. Quando a reunião é motivada por seres humanos sérios, os Espíritos sérios por vezes tiram a consciência do médium, ao perceberem que essa vai atrapalhar, porque os fenômenos independem da sua vontade. Tudo no mundo carece de aperfeiçoamento e assim ocorre com os médiuns; a parte deles, somente eles podem fazer. A me- diunidade, com todos os seus valores, não é o Espiritismo. A Doutrina Esprita a utiliza para o seu desempenho, não obstante, educa-a primeiro para que a mensagem dos benfeitores ecoe na Terra, transformando os homens.
Mesmo no nosso plano, usa-se frequentemente a mediunidade, quando os instrutores precisam faiar conosco, trazendo notícias novas de urgência, para nossa educação, aprimorando nossas faculdades. O fluido universal é o mesmo em todas as dimensões, porém, modificado na sua estrutura divina. Quanto mais baixo ele atua, de mais revestimentos ele precisa. Ele é sensível ao ambiente e corresponde às sugestões de vida, de sensibilização de todos e de tudo que são transmitidas na sua viagem interna e externa, nos seus passeios macro e microcósmicos. Ele sempre é instrumento de todas as comunicações, desde o corpo unicelular, até as galáxias.
Mas, para cada serviço ocorrem modificações correspondentes. É por isso que Oeus é amor, é a sabedoria perfeita. E o papel do médium é o de usar esse fluído divino, para mensagens da verdadeira fraternidade. Capítulo 19 FACULDADES DIFERENTES LM - 2- parte Cap. IV - 74-XIX Não existem duas coisas no mundo material ou espiritual que sejam iguais.
Isto, na visão mais superficial da vida, porque, aprofundando-nos na intimidade das coisas, veremos que tudo é igual na sua origem, provindo de um só ponto da ordenação divina. Na feição exterior de toda a criação de Deus, as diferenciações são sem conta. Nada existe absolutamente igual; as folhas são desiguais na sua forma, as flores, as árvores, mesmo que pertençam à mesma família vegetal. Os animais e, certamente, os homens, também são tocados pelas diferenças. Em se tratando da mediunidade, cada médium tem suas diferenças específicas, mesmo que tenham as mesmas características de exercer suas faculdades.
O toque de verdadeira beleza da vida é ela se mostrando com essas mudanças, em relação à sua expressão exterior; eis aí a inteligência, que planejou tudo: como é fecunda e incomparável, como é soberana! Os poderes mediúnicos são diferentes nas suas expressões. O que um tem, falta no outro e assim por diante. Se um médium de efeito físico libera com abundância o ectoplasma, por exemplo, em outro a escassez se evidencia. Tudo é devido à afinidade dos elementos com o corpo somático, como com o Espirito, cabendo-nos mais, considerar a missão dos dois que servem para provocar o fenômeno.
A mediunidade no Espírito que desce à came, é ativada no mundo espiritual antes da sua reencamação. É por isso que a Doutrina dos Espíritos revela que todos são médiuns, por terem dentro de si todos os dons em questão. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. (Atos dos Apóstolos, 2:3) O que é feito no mundo espiritual na alma para que ela expresse faculdades mediúnicas no mundo da came, pode, mas em casos raros, ser despertado quando o Espirito já estiver encarnado. Na citação acima, por exemplo, foi a luz que desceu em forma de lihguas na intimidade dos EspHtos encarnados, os discípulos de Jesus. O Mestre tinha o poder de, em qualquer lugar em que estivesse, despertar alguém, acordando valores para a divulgação do Evangelho.
As faculdades desenvolvidas no dia de Pentecostes eram desiguais entre si, mas, todas com o objetivo de levar a palavra de Jesus a todos os lugares, falando e exemplificando, curando e ensinando o amor. A doutrina com a qual temos deveres, se chama Doutrina dos Espíritos, por provir deles, seus escreventes, que continuam dando notícias, de acordo com o despertar das criaturas, pois ela viaja com o progresso dos homens. A mediunidade é o seu instrumento, e sendo desta forma, o médium deve procurar todos os meios de educar essa faculdade, para que seja portador mais legítimo das mensagens do mundo espiritual. A sua maior missão é fazer lembrar tudo que Jesus falou, dando ênfase a todos os Seus conceitos, na revelação das leis espirituais, é fazer da Terra uma “terra da promissão", um “Jardim do Éden”. Não deves te perturbar com as diferentes faculdades, nem com os diferentes meios de sua aplicação; o importante é que todas elas, sendo como rios, corram para o mar: Deus.
A ação de cada Espírito no corpo humano tem suas diferenças. As transmutações, igualmente, os fenômenos de materializações são diversos,.porém, tomamos a dizer, o objetivo é o mesmo. O médium, para ser bem sucedido, haverá de ter como guia Jesus. A codificação de Allan Kardec mostra o Mestre mais perto dos corações dos medianeiros, e os médiuns inteligentes se estribam em seus tópicos educativos. É imprescindível disciplinar-se em todos os momentos, educar-se em todas as horas e instruir-se sempre, fazendo esforços permanentes para que a luz se acenda no centro do coração, tendo como fonte a intimidade da consciência tranquila e operosa, onde existe o céu e Deus comandando o universo.
Capítulo 20 PESSOAS ELÉTRICAS i LM - 2 parte Cap. IV-74-XX As pessoas elétricas, que não são muito comuns, mas com que, de vez em quando, deparamos, não são propriamente médiuns, no sentido que usamos tal palavra para denominar os instrumentos para os Espíitos se comunicarem. No entanto, elas podem servir de instrumento, acompanhadas de Espíritos, como todos os seres. Quem não tem seu "Anjo de Guarda” e Espíritos simpatizantes? É neste sentido que todos são médiuns, em maior ou menor intensidade.
Quem já não recebeu inspirações de Espíritos? Todos, encarnados e desencarnados, estamos sempre rodeados por essas testemunhas. Se não somos vistos no mundo físico, a não ser por médiuns que têm essa faculdade bem desenvolvida, também sentimos a mesma dificuldade no tocante aos que nos dirigem de planos mais elevados. Compete a nós estudar, meditar com interesse pelas leis naturais, porque elas nos fálam de muitos segredos da vida. A eletricidade, já falamos em outra mensagem, é derivada do fluxo universal; é, pois, uma transmutação dele, que pode ser feita por Espíritos ou organismos que cuidam disso e até, em certos casos, por. alguns animais, como no caso do peixe elétrico.
Não há nada de anormal. É a natureza na sua profusão de movimentos rítmicos. Convém que indagues mais sobre as origens das coisas, para que tenhas mais paz e compreendas o porquê dos efeitos que tantos admiram. Se todas as criaturas são médiuns, por que a criatura elétrica não o seria? No entanto, convém analisar que a mediu- nidade tem uma escala de ascensão muito maior do que pensas.
Médium é canal por onde passam, não somente a mensagem dos Espíritos, mas todos que servem de intermediários. A pessoa elétrica é uma sensitiva, que aguça, na sua intimidade, a sensibilidade. Não há nada de mais na sua vida. É qual o sonambulismo ou a regressão de memória, que sensibilizam o organismo, despertando na alma recordações que lhe possibilitam lembranças e conhecimentos de situações vividas. São estados às vezes provocados, que os homens devem estudar.
O Espiritismo vem explicar tudo isso com simplicidade, de modo que todos possam entender. Com maior adiantamento dos homens, tudo isso ficará sendo rotina, quando até as crianças deverão compreender as transmutações de forças para o bem da humanidade. Este fim de século é o momento de começar a educar a mente, que tudo pode realizar, pois tanto se pode ser elétrico pela atração e transmutação do fluido universal que circunda tudo, como se alimentando com ele, qual se sorve a água, como se respira o ar. Assim, podes observar do quanto é capaz a mente. A Doutrina dos Espíritos se serve da mediunidade para revelar e fazer o homem conhecer as verdades mais acentuadas, se inteirar da misericórdia de Deus, a mostrar constantemente que ninguém morre, que a vida continua depois do estado chamado morte, e que os Espíitos podem se comunicar com os chamados vivos, mostrando, igualmente, a lei da reencamação, que vigora em todos os mundos.
O mais interessante para a criatura é ser médium do amor, da caridade e do saber, médium da tolerância, da fraternidade, do perdão e da justiça, vindo sempre de Jesus os meios pelos quais poderá se melhorar na extensão divina do amor universal. Comumente, os encarnados desejam ser instrumentos de Espíritos ilustres, no entanto, quando chega a necessidade de educar seus instintos e disciplinar seus impulsos, e quando a cruz começa a pesar em seus ombros, com os testemunhos que deverão dar, desistem da mediunidade. Ela, com Jesus, não é canal de sensações físicas; é luta permanente para ascender à glória da consciência na iluminação da vida. Ser médium de comunicação com os Espíritos é o princípio, é o mais fácil; a plenitude da faculdade mediúnica é ser médium da harmonia divina, a irradiar dentro e em torno de nós, como sendo o sol de Deus acendendo em nossos corações. Aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória. (Colossenses, 1:27) A mediunidade iluminada, seja ela qual for, educada no Evangelho de Jesus, é pois, a nossa grande esperança de libertação espiritual.
Capítulo 21 IDENTIFICAÇÃO LM - 2- parte Cap. IV - 74-XXI Os Espíritos são capazes de mover os objetos que desejarem, segundo determinação das forças superiores. 0 processo para eles é fácil e muito engenhoso para os encarnados, por desconhecerem estes a ciência espiritual. Tudo está sob o comando da mente; ao desejo forte de fazer o que se pretende, o perispírito se identifica em parte com a matéria e tanto a interpenetra como, se preciso, circula pelo corpo que precisa ser movido. Para tanto, usa do fluido do médium, usando esse processo como se fossem mãos ou alavancas fluídicas para sustentar o corpo, que pode ser até o do próprio médium. A matéria bruta mostra muitos espaços entre suas moléculas, e a matéria rarefeita, pela sua sutilidade, passa entre esses espaços, dinamizando-se e isolando, por vezes, a força da gravidade.
Para os homens, parece um milagre, na linguagem comum, no entanto, não é, pois se trata de um fenômeno que se processa por lei natural. Lembremo-nos das pirâmides do Egito, nas quais se encontram pedras de muitas toneladas, que ali foram colocadas há mais de cinco mil anos... Quais os processos usados nesse engenhoso trabalho? A fonte do poder estava nos Espíritos, atuando sobre a mediunidade dos engenheiros daquele monumento, aproveitando inteligências lúcidas e isolando a força da gravidade, elevando blocos enormes de pedra a altura descomunal com facilidade incrível, como se fossem de isopor. Os trabalhadores braçais não raciocinavam no fenômeno que se passava entre eles, por terem a mente despreparada para o devido raciocínio.
Podemos, ainda, ver esses fenômenos nos registros da Igreja Católica sobre os santos que ascendiam ao espaço pelo poder da vontade ou, em outros casos, sem perceber o porquê da suspensão de seus corpos. Assim ocorre, também, nas reuniões de materialização, onde médiuns e coisas suspendem-se nos ares. E o trabalho dos benfeitores, isolando os corpos da ação da gravidade, usando Espíritos inferiores para tal operação nos corpos materiais. Quando os astronautas saem da gravidade da Terra, o que acontece é que o aparelho perde o peso e viaja dentro do fluido cósmico com grande facilidade, sem gasto de combustível, a não ser para ganhar maior velocidade. Tudo são leis naturais que o homem deve conhecer...
O Espírito, para trabalhar com a matéria, e dentro dela, haverá de utilizar um corpo intermediário, o perispáito, e outros fluidos compatíveis com as necessidades do momento. Eles buscam na natureza o de que precisam. A natureza é dadivosa e santa, por ter todos os recursos para esses trabalhos do Esprito, que podem perfeitamente dominar os elementos, desde quando conheçam esse exercício divino, fazendo conhecido o poder de Deus para a harmonia de tudo. Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses, 3:14) Deves prosseguir na soberana vocação de entender os fenômenos naturais da vida, mas que mostres a tua parte de trabalhos que Jesus espera das tuas mãos, e a mediunidade é o recurso desta glória, quando educada e instruída nas linhas do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Deus se encontra na intimidade da matéria e dos Espíritos, auscultando a harmonia das coisas e abrindo, por amor, os caminhos para a nossa felicidade.
Capítulo 22 EMITINDO SONS LM - 2- parte Cap. IV - 74-XXII Os Espíritos batedores, cuja ação depende, de certa forma, do médium que lhes serve de instrumento, usam para os efeitos produzidos muitos recursos, como se fossem mãos fluldicas, com a conjunção de fluidos que eles recolhem da natureza, com o liberado do próprio médium de efeitos físicos. O ectoplasma toma consistência pelo poder do pensamento dos Espíritos encarregados de produzirem o fenômeno. Uma reunião de materialização deve merecer os cuidados apropriados para tal, não devendo ser esquecida a oração, envolvida no amor que dilata as qualidades da alma, do coração do Espirito para os corações dos encarnados. Os Espíritos, para chamarem a atenção nessas reuniões, emitem sons por pancadas, pela consistência dos fluidos, ou materializando uma garganta, por onde poderão com facilidade emitir sons, citando trechos do Evangelho, cantando músicas e dando orientações sobre a segurança dos trabalhos.
Mas, para o bom andamento dos mesmos, necessário se faz que os dirigentes das reuniões estejam em plena harmonia espiritual e que os assistentes conheçam a função e o objetivo da Doutrina Espírita. Os sons fazem parte do equilíbrio. Eles sugestionam os assistentes para o melhor comportamento, quando são oriundos de almas que compreendem o ideal de Nosso Senhor Jesus Cristo. A Doutrina dos Espíritos teve seu início nos fenômenos para chamar a atenção dos que deveriam ser os responsáveis pela estrutura deste movimento cristão e que depois arderiam em amor pelos ensinamentos que ela deveria apresentar, refletindo o Evangelho no seu mais alto esplendor. Cabe a todos os Espfritos trabalhar com todos os recursos granjeados sob a influência da caridade e alertar aos que ainda não compreendem a conduta cristã, porque o pensamento de Jesus, desde a sua vinda à Tema, foi para melhorar o homem, torná-lo justo, caridoso, sincero e, acima de tudo, para levá-lo a amar a Deus em tudo que Ele próprio criou por amor.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.