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Capítulo 6 de 10
Editora Feesp — parte 5 de 8
Bezerra de Menezes · Canuto Abreu
lugar nesta sociedade. O rustanistas não conseguindo que prevalecesse a sua "explicação", foram para o Ismael, em casa de Sayão.) A condição para ser fraternista era a de ser estudante do Evangelho. Contudo, dada a boa vontade de Bezerra de Menezes, consentiu-se em que o Centro ali ficasse, com uma secção experimental para os "científicos" e estudos evangélicos para os "místicos". Não havia aliás, nenhum inconveniente prático, porque o Centro era afinal de contas Bezerra de Menezes, que todos estimavam. Por isso disse ele mais tarde em O Paiz: "O centro espírita, com sede na velha sociedade Fraternidade, tendo por bandeira Deus, Cristo e Caridade, auxiliará o desenvolvimento intelectual, criando um estabelecimento de Humanidade, onde o ensino seja gratuito à mocidade, mantendo o Reformador e dando à luz uma Revista de estudos práticos da doutrina, sob o ponto de vista científico; fazendo conferências públicas, ao alcance de todas as classes.
Auxiliará o desenvolvimento moral, pedindo o concurso de todos para obras de beneficência; organizando regularmente, de conformidade com as leis da doutrina, os grupos existentes e os novos, que forem precisos, para acudirem-se os Espíritos sofredores, adquirir-se o conhecimento, em espírito e verdade, do Evangelho e fazerem-se experimentações científicas sobre princípios e fatos espíritas. Podem, pois, todos os espíritas do Brasil, que quiserem dar força a esta organização, recomendada pelo Mestre, dirigir-se ao centro espírita "Fraternidade", provisoriamente à rua São José 44, 2° andar". (Os grifos são nossos.)
Mas assim não pensavam os kardecistas intransigentes. A idéia de meter entre eles, na Fraternidade, os "científicos" era como abrir o redil de ovelhas aos lobos. O primeiro a divergir foi o médium Frederico Junior, por quem haviam baixado as "Instruções" e considerado o porta-bandeira de Ismael. Sayão e Bittencourt Sampaio apressaram-se em abrir-lhe a porta do seu grupo. Após Frederico, tal como enxame atrás da mestra, abandonaram a Fraternidade os "místicos": Pedro Richard, Zeferino Campos, Domingos Filgueira, Manoel Seve, José Ramos, Matos Cid, Tiago Bevilaqua, Albano do Couto. Desta forma a bandeira Deus, Cristo e
Caridade, com o estado maior rustanista foi, em 1890, bivacar no Grupo Ismael. Então Bezerra de Menezes abandonou a Fraternidade e foi também para o Ismael. Em outubro, rebentou a bomba do Novo Código Penal. Em peso, a família espírita, "místicos" e "científicos", kardecistas e rustanistas, sentiu nisso uma agressão. No primeiro instante, mesmo os mais ilustres e versados em direito interpretaram mal o texto penal. A Federação rompeu o debate, tomando dianteira que lhe ia valer de muito, com uma "Carta Aberta" ao Ministro da Justiça. A União trouxe-lhe apoio. O Centro, além de apoio, também enviou uma "Representação" ao Generalíssimo Chefe do Governo Provisório. Por toda a parte parecia mais fácil agora a união para a defesa comum..
A grita coletiva foi tão grande, que o autor do Novo Código Penal, o ilustre criminalista Dr. Antonio Batista Pereira, teve que vir, em folhetim do Jornal do Comércio, de janeiro de 1891, rebater os errôneos argumentos dos espíritas, o que fez em certos pontos com acrimônia, não só irritado pelos ataques à sua competência jurídica e à sua ilustração filosófica, mas pela injustiça da polêmica. O que entrara para o Código Penal não era o Espiritismo filosófico, religioso, moral, educativo; era o chamado baixo Espiritismo. Não podia deixar de prevalecer o ponto de vista superior deste criminalista e, diante do irremediável, os espíritas recorreram à Constituinte. A situação exigia, porém, maior homogeneidade entre eles. Era uma hora de perigo para todos. Por que tamanha desunião? Tudo parecia indicar que a Polícia não iria interpretar o Novo Código como imaginava o autor. De que maneira poderia distinguir o uso do abuso? Leiga, como poderia perceber na prescrição homeopática, nos passes mediúnicos, o que era do homem, o que era do Espírito?
Urgia uma providência defensiva. Qual? A união. Onde? Elias da Silva, na sessão comemorativa do 7° aniversário da Federação, em 2 de janeiro de 1891, indicou-a. Depois de historiar o septênio de triunfos e vicissitudes da sociedade que fundara, mostrou a gravidade da hora, e concitou a família espírita a cerrar fileira em torno da entidade incontestavelmente mais prestigiosa, que era a Federação. "Pela publicação não interrompida do Reformador; pela permuta que mantém com grande número de publicações que constituem a imprensa espírita de
todas as partes do globo; pelas conferências públicas realizadas por muito tempo nesta cidade; pela sua biblioteca francamente aberta aos leitores espíritas ou não; por várias publicações gratuitamente distribuídas em avulsos; pelo auspicioso influxo prestado a diversas associações criadas no seu seio, no número das quais estava a Assistência aos Necessitados", pelas relações que mantinha com as sociedades estrangeiras, a Federação era uma sociedade digna do apoio de todos. Portanto, "que mesmo os grupos denominados familiares" deixassem o erro do isolamento e se concentrassem em torno dela, a fim de se ter contra os inimigos da doutrina um comando único. Todos pela Federação e este por todos. "Todos se unam à Federação por um laço, que lhe dê a posição definida, que resulta do seu nome" (32). (32) Reformador, 1891. O apelo deu resultado.
Em 4 de janeiro entrava na Federação um ofício da Sociedade Espírita Fraternidade, nestes termos: "Aceitando amplamente a grandiosa idéia da federação de todos os grupos espíritas no Rio de Janeiro, a "Sociedade Espírita Fraternidade", a mais antiga de todas as existentes, aproveita a oportunidade, que se lhe depara, e vem agremiar-se à "Federação" que hoje, pela imposição dos fatos, é e representa o verdadeiro Centro Espírita do Brasil. Unindo-se materialmente, embora sempre conservando sua independência e autonomia, dá o primeiro passo para essa grande união e fraternidade tão recomendada e tão necessária para nós hoje, máxime quando a experiência e a prática nos têm levado a tantas desilusões.
Já é tempo, com efeito, de abandonarmos as quimeras e os desvios por onde falsos profetas, encarnados e desencarnados, nos têm dirigido; e, convictos como devemos estar de que só a união faz a força e que só pela fraternidade podemos obter mais e melhor, UNAMO-NOS DE UMA VEZ, para que a luz de um supra a de outro, para que ao menos possamos sair do a, b, c. Se o Centro não pôde fazer o que tanto aconselhou o Mestre pela "Fraternidade", faça-o a "Federação", para onde convergem todas as esperanças e que, mantendo-se firme pela perseverança e pelo trabalho, sustenta, além disso, um órgão que, devendo ser auxiliado por todos, está no caso de difundir e propagar a luz. São esses os sentimentos da "Sociedade Espírita Fraternidade", que por meu intermédio vos saúda e
vos concita ao avante, desejando também que pelo "Reformador" se saiba que a mesma funciona, desde 2 do corrente, na sala da Federação, fazendo as suas sessões aos sábados, às 7 e meia da noite. Paz e amor. JOÃO KAHL, vice-presidente" (33). (33) Idem. Seguindo o exemplo da "Fraternidade", aderiram outros grupos: "São Francisco de Paula", "Santo Antonio de Pádua", "São Manoel", "Anjos da Guarda", "São Sebastião", "Filhos de Maria", "São Roque", etc., passando alguns com bagagem para a "Federação", em cuja sede entraram a funcionar, permanecendo outros em domicílios próprios, todos, porém, desejosos de formar um só bloco espírita no Rio de Janeiro.
O Advento da República
Mas a hora era de ensinamentos, provações e humilhações. O Anjo Vermelho, que vinha batizar a República com o sangue dos marcados por Deus, já se fazia sentir. A arbitrariedade policial sob um regime de sítio, sob um silêncio impressionante, sob um pavor geral corria os morros, invadia as reuniões, penetrava casas de família, a buscar conspiradores. O pânico estabeleceu-se nas hostes espiríticas. Os "científicos", que se reuniam mais pelo espetáculo, fecharam as tendas. Os "místicos" continuaram a trabalhar mas escondidos como os primeiros cristãos. O Reformador aparecia com atraso, sem ousar ataques e teve que interromper, pela primeira vez, a publicação, em fins de 1891. Os quatro inimigos do Espiritismo cantavam hinos de triunfo por todas as quebradas. O positivismo, arvorado em mentor da República, ditava leis e reformas sociais de valor.
O materialismo, liberto o Estado da tutela da Igreja católica, embandeirara-se em arco pelas escolas, pelas academias, pelos tribunais, pelas repartições, pelas prefeituras, pelos hospitais, pelas sociedades científicas, pelos grêmios benemerentes, banindo de toda a parte à vassoura os vestígios de nossa velha civilização católica, até mesmo o símbolo do Crucificado. O racionalismo campeava no Congresso, na Imprensa, no Exército vitorioso, no Governo e no meio da rua. O clero, se não estava contente com a situação, acendia contudo velas por ver que ao menos um dos seus adversários, o que era preciso "odiar por dever de consciência", já estava metido no Código Penal. Mas para suavizar tantas vicissitudes, veio de Nápoles a notícia de que César Lombroso, Tamborini, Chiaia, Ascendi, Viziali... diante dos trabalhos de Eusapia Paladino, proclamavam a existência da Metapsíquica. No Brasil, principiou então um movimento metapsíquico. O Espiritismo, nas rodas cultas, não era mais cuidado como filosofia ou religião, mas como ciência. O professor Erico Coelho, da Faculdade de
Medicina, o professor Alexander, do Colégio Pedro II, o Dr. Wladimir Mota e outros homens de posição e cultura deram início às experiências. O ano de 1892 entrou assim. A própria Federação, que ora pendia para o kardecismo, ora para o Espiritismo científico, resolveu definir-se por este último. A Fraternidade não se reuniu mais por falta de número. A Acadêmica se resumia em alguns caixões guardados num armazém. Não se falava mais do Centro. A União era apenas um título. Bezerra de Menezes, que no curto espaço de ano e meio perdera três filhos, recolheu-se, não saindo senão para o Ismael. A República de um lado e a desambição das coisas materiais do outro levaram-no à pobreza e ao isolamento. Mantinha a secção dominical de O Paiz, escrevia artigos para o Reformador e dava a lume o interessante romance, de enredo em São Paulo, "Lázaro, o Leproso", mas não aparecia em público. O ano terrível foi 1893. A Federação renegou abertamente o kardecismo. Para ela, o Espiritismo era uma ciência.
Caíra, enfim, nas mãos dos "científicos". A Fraternidade, sua aliada, também se tornou "científica". Chegara a hora do professor T. Nas suas mãos hábeis estavam todos: Federação, União, Academia, Fraternidade e mais de vinte grupos filiados. Transformou a Fraternidade em Sociedade Psicológica Fraternidade, para a distinguir bem daquela que outrora pertencera aos "místicos". Todas as vozes kardecistas cessaram. O Anjo Vermelho entrou a dominar. Em setembro, nem Reformador, nem qualquer sociedade. Tudo fechado. Tudo mudo. Só Max, o incansável, escrevia. Foi à derradeira pena. Só em 25 de dezembro encerrou os "Estudos Filosóficos", em O Paiz, escrevendo tocante homenagem a Jesus. E assim findou o quarto período. Desde o começo de 1894, três homens se haviam reunido para restaurar a Federação e reeditar o Reformador: Elias da Silva e Fernandes Figueira, fundadores, e Alfredo Pereira, o incansável e abnegado amigo da sociedade e do jornal. Restaurar somente? Dez anos de luta não encerravam ensinamentos aproveitáveis, num momento em que tudo se ia fazer de novo?
Segundo a crônica, entraram os três a "angariar meios materiais para a sustentação e ampliação do programa" e a recrutar velhos e novos elementos para uma fase nova. Para isso lançaram o Reformador, com a
ante-data de 1° de janeiro, e esboçaram um ambiente social, dentro do qual esperavam conseguir a desejada união da família espírita. Esse ambiente consistia num "meio termo" entre os "científicos" e os "místicos", ligados pela "tolerância", tendo por objetivo uma "fraternidade-força". Era, sem dúvida, uma ampliação do programa, que foi de início e durante o decênio 1883-93 preponderantemente "científico". A presidência foi confiada a Dias da Cruz, espiritista puro, isto é, nem "científico" nem "místico". O novo rumo foi traçado no editorial intitulado "Sectarismo", que precisamos conhecer neste trecho: "O espírita está, pois, em seu verdadeiro posto quando se coloca entre o homem de ciência e o homem de fé, não possuindo as crendices de um, nem por igual às negações de outro. Não nos desviemos de nosso lugar. Postos entre a fé e a razão, evitemos os exageros do sectarismo, pois que ele é o verdadeiro inimigo".
Este grifo é nosso e feito para salientar que, no programa "meio termo", deviam ser considerados inimigos do Espiritismo puro os "científicos" (psiquistas, ocultistas e kardecistas) e os "místicos" (rustanistas, swedemborgistas, teosofistas). Entre esses dois grupos sectários é que devia ficar o espírita puro. Erguida esta nova bandeira, o Reformador começou a convocar gente para o trabalho "por cessados os motivos do pânico" que a haviam emudecido e dispersado nos meses vermelhos de 93 e, numa sexta-feira de maio, o salão da rua da Alfândega, 342, reabriu-se para a nova fase, com afluência animadora. O trabalho fundamental da Federação era a propaganda do Espiritismo e o seu desideratum era o proselitismo. A aspiração dos seus diretores era aumentar quantitativamente o seu quadro social, o seu auditório, o número de seus leitores.
Para estas finalidades usavam-se três instrumentos: o Reformador, que levava os resultados de experiências e elocubrações estrangeiras, com pouquíssima colaboração nacional; a reunião de sexta-feira, em que uma tese era posta em debate, usando da palavra quem quisesse externar seu ponto de vista, e a Assistência aos Necessitados, que socorria os pobres à moda vicentina. O Reformador tratava "indiferentemente", como era necessário num programa meio termo, de psiquismo, ocultismo, kardecismo, rustanismo, swedemborgismo, iluminismo, teosofismo, não se esquecendo, porém, de
atacar quando e quanto podia o protestantismo e o catolicismo. A Federação abolira o ensino hebdomadário de "O Livro dos Espíritos", que Bezerra de Menezes havia instituído para o povo em 1889, voltando ao sistema primitivo, que o Presidente Quadros inaugurara e os sucessores adotaram até 1888: discussão de teses espíritas. Mas, enquanto assim agiam a Federação e o Reformador, ia a Assistência, no silêncio e na penumbra, atendendo a mais de cem famílias pobres e dispensando a uma clientela avulsa e crescente o esforço diário de um grupo de homeopatistas crentes e generosos. Este aspecto filantrópico da Assistência, que não tinha personalidade jurídica e vivia sob o mesmo teto da Federação, em prestava a esta enorme prestígio moral. O povo não sabia nem podia distinguir o que era propriamente desta — a propaganda acadêmica de sexta-feira e a literatura do Reformador — do que era particular e exclusivamente daquela: a caridade vicentina dos homens e dos Espíritos.
E como é mais humano procurar quem nos console e nos ensine pelo sentimento, a quem nos force a pensar, a especular ou, numa só frase, aprender pelo raciocínio, o movimento da Assistência contrastava cada vez mais com a freqüência diminuta das sessões de sexta-feira e com a procura exígua do Reformador. Nos dias de gala e de conferência anunciada, a Federação reunia um máximo de trinta ouvintes. Nas edições magnas, como a de 3 de outubro, o Reformador tirava dobrado duzentos exemplares para distribuição gratuita. Mas todos os dias úteis, fizesse sol ou chovesse, um sem número de pessoas num vai-e-vem contínuo dava à Assistência o testemunho de sua utilidade. Desta forma, a flor de sombra, que não tinha tribuna de proselitismo nem personalidade jurídica, começou a ofuscar pelo perfume e pelo mel a flor de retórica, que possuía um nome pomposo e um jornal com justas pretensões de primeiro.
Os responsáveis pelos destinos da Federação — Elias, Figueira, Arnaldo Pereira, Dias da Cruz, Carlos Cirne e alguns outros — perceberam o valor político da Assistência e cuidaram de tirar da sua providencial simbiose com a Federação todo o proveito possível. A situação era esta: o fator primordial de prosperidade da Federação residia na Assistência; este instituto, ainda que sem personalidade jurídica, era autônomo e podia pelo seu desenvolvimento adquiri-la; era
imprescindível, portanto, estabelecer entre ela e a Federação uma aliança indissolúvel. Esse trabalho estaria reservado à diretoria vindoura. Dias da Cruz foi talvez o primeiro a compreender que precisava ceder a presidência a quem pudesse, de maneira insofismável e sob todos os pontos de vista, prestigiar ativamente a Assistência. Os freqüentadores desta queriam, com toda razão, a homeopatia dos médiuns e não a homeopatia dos médicos e ele só conhecia e praticava a dos médicos e não lhe permitia o caráter diamantino qualquer transigência nesse terreno: a César o que é de César. O futuro presidente da Federação deveria ser um homem que não estivesse prejudicado pela profissão para o exercício do curandeirismo mediúnico, que já principiava a ser uma das forças da Assistência e teria de ser pouco tempo depois, sob a regência de Pedro Richard, a sua maior potência. Além da aliança entre a Federação e a Assistência, que seria uma tarefa doméstica, intra-muros, cumpria ainda à próxima diretoria iniciar uma campanha eficiente de aproximação de todos os espíritas. Pareceu então de boa política transfundir no aparelho diretor uma razoável porção de sangue novo, ainda não infectado por sectarismos. Era essa a perspectiva de 1895.
O doutor e professor Júlio César Leal pareceu o candidato mais conveniente para a presidência. Diplomado em direito, professor de humanidades, sabedor de Espiritismo, polemista vigoroso (como provam os artigos enfeixados, em 1896, no livro "Padre, Médico e Juiz"), era ainda um sincero adepto da homeopatia mediúnica e fazia parte da Assistência. Vinha até pretendendo com Coelho Barbosa (também da Assistência e dono do laboratório que ainda tem seu nome) introduzir no receituário dos médiuns o então "novo" sistema "electro-homeopático" do conde Mattei, complexista italiano que propunha ouso de certos específicos feitos com medicamentos homeopáticos misturados, em vez do sistema clássico de Hahnemann que, por muito difícil, quase nunca era praticado, e só admite unitas remedii et doses minimae.
Leopoldo Cirne
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.