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Capítulo 5 de 11
Parte 5 de 10
A Vida no Outro Mundo · Cairbar Schutel
A personalidade não mudou, nada perdeu, continua a ser a mesma, mas sofreu a sua desagregação do meio em que se achava e lutou para se acostumar a poder agir no meio para onde se transferiu. Naturalmente, nesses trâmites por que passou, a pessoa teve contrariedades e sofreu. Pensemos agora na transição provocada pela morte e façamos uma idéia em relação incomparavelmente superior às insignificantes mudanças – seja de residência, seja de cidade ou de país. Acrescente-se ainda a desagregação do corpo físico e poder-se-á ter uma idéia do que seja a perturbação da morte: 1.° - Mudança do meio; 2.° - Mudança de condições de vida; 3.° - Mudança de meio de ação. Entretanto, apesar de todas essas mudanças, a individualidade permanece, como permaneceu a mesma individualidade durante todas as mudanças que fez – de casa em casa; de cidade em cidade; de um para outro país. O homem é imperecível nas trocas que faz de residência, nas suas transferências de um país para outro; o Espírito, que é a individualidade permanente, é imortal na sua transformação e passamento para o Outro Mundo, tendo unicamente o trabalho de se adaptar a uma vida nova, muito diferente daquela vivida na Terra e ainda com o acréscimo de não mais possuir um corpo denso, material, que “não podia” dispensar para agir neste mundo, e lhe servia de
instrumento para desempenhar a tarefa que veio realizar, ou exercício do cargo que veio desempenhar. Ora, todos sabem, perfeitamente, como é difícil abandonar hábitos enraizados, e a morte vem suprimir, de uma hora para outra, os hábitos costumeiros, dando lugar à aquisição de outros costumes, visto serem diferentes as condições do meio para o qual somos trasladados. Está claro que tudo é relativo, e o progresso, em todas as coisas, age gradativamente, sem saltos bruscos, de modo que, na outra esfera da vida, teremos um complemento de vida, como meio de transição para um estado melhor, assim como certamente haverá uma esfera de seguimento à fase física do indivíduo, para que ele se adapte à Vida Superior sem uma transição brusca. É isto que nos dizem os Espíritos, cônscios de seu estado, e que já passaram pelos trâmites que se seguem à morte e chegaram à Imortalidade. Por isso, o Mundo Espiritual é provido de meios que fornecem à vida de além-túmulo as condições indispensáveis para a transição. Por exemplo, dizem as entidades do Espaço que lá existem hospitais onde são tratados aqueles que passam por longa enfermidade, e os quais, por suas condições de atraso, não percebem o Mundo dos Espíritos em sua realidade. Aí são curado, e, depois, instruídos sobre a nova situação até que se adaptem ao meio em que se acham.
Os Espíritos dos que morrem quando crianças, são acolhidos carinhosamente por missionários, que se dedicam a essa tarefa, e são igualmente instruídos até que se lhes desponte a consciência integral e desapareça deles o traço infantil gravado na “consciência pessoal”. Assim também sucede com a alimentação. Aos entes muitos materializados, que chegam ao Mundo Espiritual sem compreenderem a transformação porque passaram, e têm ainda sensação de fome e sede, lhes são ministrados alimentos em instalações especiais, até que, adaptados ao meio em que iniciaram a nova vida, compreendam que não têm mais necessidades desses alimentos, que julgavam precisos para sua manutenção. Naturalmente, os alimentos assemelham-se muito aos que lhes eram usuais na Terra, mas são feitos de matéria peculiar ao Mundo dos Espíritos e de acordo com o corpo fluídico, ou seja, o organismo perispiritual de cada um.
Não podíamos deixar de narrar todas essas particularidades do Mundo Espiritual, que não deixam de ser lógicas, de acordo com a lei da evolução, que não admite bruscas transições e que proporciona, sempre, períodos intermediários para suavizar as mudanças que ocasionam grande abalo, e maior perturbação ainda ocasionariam, se fossem excluídos os meios precisos para essas transições. Isto tudo demonstra que o Mundo Espiritual não é uma concepção abstrata, uma miragem, um vácuo inconcebível, sem sanção da inteligência, mas, sim, um meio concreto,
onde se encontram as condições indispensáveis para as adaptações e o progresso do Espírito. Já havíamos recebido essas revelações há muitos anos; contudo, tínhamo-las conservado como lição de caráter puramente familiar, e sujeita, portanto, à observação: é sabido que as revelações da Verdade têm caráter coletivo; se, de fato, a nossa procedesse dessa fonte, outros também recebê-la-iam em todo o mundo. Se isso acontecesse, julgaríamos essas revelações transcendentais realmente dignas de atenção e até de experimentações novas, com outros médiuns, para sua melhor confirmação. Com efeito, em diversas obras inglesas, norteamericanas e francesas, vemos, hoje, a reprodução detalhada dessas mensagens! O Plano Espiritual desenterra o oculto e concorre para que conheçamos o futuro que nos espera, assim como nos dá a conhecer, desde já, em que consiste a outra vida e quais os meios facultados, nessas regiões, aos entes que nos são caros, para a aquisição de uma felicidade duradoura e de um progresso crescente para a Luz e a Verdade. E, com estes dados, mal apanhados pela imperfeição dos nossos sentidos, dados fornecidos pelos Espíritos que habitam o Além e passaram, mais ou menos, por essas peripécias, podemos, hoje, fazer uma idéia mais aproximada das condições desse Outro Mundo e em que consiste a perturbação da morte e os meios aplicados para suavizá-la.
Com a Leitura das obras espíritas, especialmente O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, e A Crise da Morte, de Ernesto Bozzano, muito se aprende sobre a perturbação que ocasiona a passagem de uma a outra vida.
O Passamento, ou o Desprendimento do Espírito do Corpo
Esta obra ressentir-se-ia de uma grande lição se, por ignorância, ou por zelo extremo em pretendermos enunciar idéias novas, não incluíssemos, nestas páginas, o Intróito da 2. ª parte de O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, no qual o Mestre, com lógica admirável e singular concisão, esclarece o processo que denominamos “morte” e que o Espiritismo, com justa razão chamou “desencarnação”. Estas poucas páginas, que deliberamos incluir como parte integrante deste livro, constituem um dos grandes capítulos do Espiritismo, ciência nova, que aborda, com admirável proficiência, a Vida, quer na sua forma externa, visível, que afeta os sentidos humanos, quer em sua modelação, para nós subjetiva, interna, em seu noumenos emocionantes, que exaltam, não a fé que vê, mas a mais aperfeiçoada, a mais emotiva – a fé que sente. Sem outras considerações, que só poderiam empanar a luz que ressalta dos ensinamentos convincentes de um dos maiores representantes do Paracleto, prometido por Jesus
para nos ensinar todas as coisas (João, 14:15, 17 e 26) , damos a palavra ao ínclito Codificador da Doutrina dos Espíritos, o grande missionário lionês, perfeita personificação da Ressurreição e da Vida: “A certeza da vida futura não exclui as apreensões quanto à passagem desta para a outra vida. Há muita gente que teme, não a morte em si, mas o momento da transição. Sofremos ou não nessa passagem? Por isso se inquietam, e, com razão, visto que ninguém foge à lei fatal dessa transição. Podemos dispensar-nos de uma viagem neste mundo, menos essa. Ricos e pobres, devem todos fazê-la, e por dolorosa que seja a franquia, nem posição nem fortuna poderiam suavizá-la. Vendo-se a calma de alguns moribundos e as convulsões terríveis de outros, pode-se previamente julgar que as sensações experimentadas nem sempre são as mesmas. Quem poderá, no entanto, esclarecer-nos a tal respeito? Quem nos descreverá o fenômeno fisiológico da separação entre o Espírito e o corpo? Quem nos contará as impressões desse instante supremo, quando a Ciência e a Religião se calam?
E calam-se porque lhes falta o conhecimento das leis que regem as relações entre o Espírito e a matéria, parando, uma, nos umbrais da vida espiritual, e, a outra, nos dá vida material. O Espiritismo é o traço de união entre ambas, e só ele pode dizer-nos como se opera a transição, quer pelas noções mais positivas da natureza da alma, quer pela descrição dos que deixaram este mundo. O conhecimento do laço
6 Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei a meu Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco, o Espírito de Verdade, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós. Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.
fluídico que une o Espírito ao corpo é a chave desse e de muitos outros fenômenos. A insensibilidade da matéria inerte é um fato, e só a
alma experimenta sensações de dor e de prazer. A desagregação repercute na alma que, por algum motivo, recebe uma “impressão” mais ou menos dolorosa. É a alma e não o corpo quem sofre, pois este não é mais que o instrumento da dor: aquela é o paciente. Após a morte, separado o Espírito, o corpo pode ser impunemente mutilado que nada sentirá, enquanto que, aquela, por isolada, nada experimenta da destruição orgânica. O Espírito tem sensações próprias cuja fonte não reside na matéria tangível. O perispírito é o envoltório da Espírito, e não se separa dele nem antes nem depois da morte: Forma, com ele, uma só entidade, e nem mesmo se pode conceber um sem o outro. Durante a vida o fluído perispiritual penetra o corpo em todas as suas partes e serve de veículo às sensações físicas da alma, do mesmo modo como esta, por seu intermédio, atua sobre o corpo e dirige-lhe os movimentos.
A extinção da vida orgânica acarreta a separação do Espírito, em conseqüência do rompimento do laço fluídico que o une ao corpo, mas essa separação não é brusca. O fluído perispiritual, só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de sorte que a separação só é completa e absoluta quando não mais reste um átomo de perispírito ligado às moléculas do corpo. A sensação dolorosa da alma, por ocasião da morte, está na razão direta da soma de pontos de contacto existentes entre o
7 Segundo se lê em O Livro dos Espíritos (Parte 2. ª, Capítulo II), a alma é o Espírito encarnado. Por isso dizemos: “tal país tem tantos milhões de almas”. Livre da matéria, não se designa por alma, mas, sim, por Espírito.
corpo e o perispírito, e, por conseguinte, também da maior à menor dificuldade que apresenta o rompimento”.
Portanto, não é preciso dizer que, conforme as circunstâncias, a morte pode ser mais ou menos penosa. Estas circunstâncias é que nos cabem examinar. Estabeleçamos, em primeiro lugar, e com princípio, os quatro seguintes casos, que podemos reputar situações extremas, dentro de cujos limites há uma infinidade de variantes: 1.ª_ Se, no momento em que se extinguisse a vida orgânica, o desprendimento do perispírito fosse completo, a alma nada sentiria, absolutamente. 2.ª_ Se, nesse momento, a coesão de ambos elementos estiver no auge de sua força, produzir-se-á uma espécie de ruptura, que reagirá dolorosamente sobre a alma. 3.ª_ Se a coesão for fraca, a separação tornar-se-á fácil, operando-se sem abalo. 4.ª_ Se, após a cessação completa da vida orgânica, existirem ainda numerosos pontos de contacto entre o corpo e o perispírito, o Espírito poderá ressentir-se dos efeitos da decomposição do corpo até que o laço inteiramente se desfaça. Daí resulta que o sofrimento, que acompanha a morte, está subordinado à força adesiva que une o corpo ao perispírito; que tudo quanto puder atenuar essa força e a rapidez do desprendimento, tornará a passagem menos penosa; e, finalmente, que, se o desprendimento operar-se
sem dificuldade, a alma deixará de experimentar qualquer sentimento desagradável. Nesse instante, a alma experimenta um torpor que paralisa momentaneamente as suas faculdades, neutralizando, ao menos em parte, as sensações. É um estado semelhante ao da catalepsia, de modo que a alma quase nunca testemunha conscientemente o derradeiro suspiro. Dizemos quase nunca porque há casos em que a alma pode completar conscientemente o desprendimento, como em breve veremos. A perturbação deve, pois, ser considerada o estado normal no instante da morte, e perdurar por tempo indeterminado, variando de algumas horas a alguns anos. À proporção que se liberta, o Espírito encontra-se em situação comparável à de um homem que desperta de profundo sono: as idéias são confusas, vagas, incertas; a vista apenas distingue como que através de um nevoeiro, mas pouco a pouco se aclara, despertasse-lhe a memória e o conhecimento de si mesma. Bem diverso é, contudo, esse despertar; calmo, para uns, acorda-lhes sensações deliciosas; tétrico, aterrador e ansioso, para outros, é qual horrendo pesadelo. O último alento quase nunca é doloroso, uma vez que, ordinariamente, ocorre em momento de inconsciência; mas o Espírito sofre, antes dele, a desagregação da matéria, nos estertores da agonia, e, depois, as angústias da perturbação. Demo-nos pressa em afirmar que esse estado não e geral, porquanto a intensidade e duração do sofrimento estão na
razão direta da afinidade existente entre corpo e perispírito. Assim, quanto maior for essa afinidade, tanto mais penosos e prolongados serão os esforços do Espírito para desprender-se. Há pessoas nas quais a coesão é tão fraca, que o desprendimento se opera por si mesmo, como que naturalmente; é como se um fruto maduro se desprendesse do seu caule: é o caso das mortes calmas e do pacífico despertar no Mundo Espiritual. A causa principal da maior ou menor facilidade de desprendimento, é o estado moral da alma. A afinidade entre o corpo e o perispírito, é proporcional ao apego à matéria, que atinge o seu máximo no ser humano, cujas preocupações dizem respeito unicamente à vida e gozos materiais. Ao contrário, nas almas puras que, antecipadamente, se identificam com a vida espiritual, o apego é quase nulo. E, desde que a lentidão e dificuldade do desprendimento se filia ao grau de pureza e desmaterialização da alma, de nós somente depende o tornar fácil ou penoso, agradável ou doloroso esse desprendimento. Posto isto, quer como teoria, quer como resultado de observações, resta-nos examinar a influência do gênero de morte sobre as sensações da alma, nos últimos transes. Em se tratando de morte natural, resultante da extinção das forças vitais por velhice ou doença, o desprendimento opera-se gradualmente; para o homem cuja alma se desmaterializou, e cujos pensamentos se destacam das
coisas terrenas, o desprendimento quase se completa antes da morte real, isto é, ao passo que o corpo ainda tem vida orgânica, o Espírito já penetra a vida espiritual, apenas ligado por elo tão frágil, que se rompe com a última pancada do coração. Nesta contingência o Espírito pode já ter recuperado a sua lucidez, de molde a tornar-se testemunha consciente da extinção do corpo, considerando-se feliz por tê-lo deixado. Para esse, a perturbação é quase nula, ou antes, não passa de ligeiro sono calmo, do qual desperta com indizível impressão de esperança e ventura. No ser humano materializado e sensual, que mais viveu do corpo que do espírito, para o qual a vida espiritual nada significa, nem sequer lhe toca o pensamento, tudo contribui para estreitar os laços materiais; e quando a morte se aproxima, o desprendimento, conquanto se opere gradualmente também, demanda contínuos esforços.
As convulsões da agonia são indícios da luta do Espírito, que, às vezes, procura romper os elos resistentes, e, outras, se agarra ao corpo do qual uma força irresistível o arrebata com violência, molécula por molécula. Quanto menos vê o Espírito além da vida corporal, tanto mais se lhe apega, e, assim, sente que ela lhe foge e quer retê-la; em vez de se abandonar ao movimento que o empolga, resiste com todas as forção e pode mesmo prolongar a luta por dias, semanas e meses inteiros. Certo, nesse momento o Espírito não possui toda a lucidez, visto como a perturbação de muito se antecipou à
morte; mas nem por isso, sofre menos, e o vácuo em que acha, e a incerteza do que lhe sucederá, agravam-lhe as angústias. Dá-se, por fim, a morte, e nem por isso está tudo terminado; a perturbação continua, ele sente que vive, mas não define se material ou espiritualmente, e luta, e luta ainda, até que as últimas ligações do perispírito se tenham de todo rompido. A morte pôs termo à moléstia efetiva, porém, não lhe sustou as conseqüências, e, enquanto existirem pontos de contato do perispírito com o corpo, o Espírito se ressentirá e sofrerá com as suas impressões. Quão diversa é a situação do Espírito desmaterializado, mesmo nas enfermidades mais cruéis! Sendo frágeis os laços fluídicos que o prendem ao corpo, desfazem-se suavemente; depois, a confiança do futuro entrevisto em pensamento ou na realidade, como sucede algumas vezes, fá-lo encarar a morte qual redenção, e, as suas conseqüências, como prova, advindo-lhe daí uma calma resignada, que lhe ameniza o sofrimento.
Após a morte, rompidos todos os laços, nem uma só ração dolorosa existe que o afete; o despertar é lépido, desembaraçado; por sensações únicas, o alívio, a alegria! Na morte violenta, as sensações não são precisamente as mesmas. Nenhuma desagregação inicial pode encetar previamente a separação do perispírito, ao passo que a vida orgânica em plena exuberância de força é, subitamente, aniquilada. Nestas condições, o desprendimento só começa depois da morte e não pode completar-se rapidamente. O
Espírito, colhido de improvisa, fica como que aturdido, e sente, e pensa, e acredita-se vivo, prolongando-se esta ilusão até que compreenda o seu estado. Esta situação intermediária entre a vida corporal e a espiritual é dos mais interessantes, porque apresenta o espetáculo singular de um Espírito que julga material o seu corpo fluídico, experimentando, ao mesmo tempo, todas as sensações da vida orgânica! Além disso, dentro desse caso, há uma série infinita de modalidades, que variam segundo os conhecimentos e progressos morais do Espírito. Para aqueles que se purificam em alto grau, a situação pouco dura, porque já possuem, em si, como que um desprendimento antecipado, cujo termo a morte mais súbita não faz senão apressar. Outros há, para os quais a situação se prolonga por anos inteiros. É situação, aliás, muito freqüente, até nos casos de morte comum, que, nada tendo de penosa para Espíritos adiantados, torna-se horrível para os atrasados. No suicida, principalmente, excede toda a expectativa. Preso ao corpo pro todas as suas fibras, o perispírito faz repercutir, no Espírito, todas as sensações daquele, com sofrimentos cruciantes. A disposição do Espírito, por ocasião da morte, pode ser assim resumido: Tanto maior é o sofrimento, quanto mais lento for o desprendimento do perispírito; a presteza deste desprendimento está na razão direta do adiantamento moral do Espírito; par o Espírito
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.