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Capítulo 26 de 115
Morte
Palavras do Infinito · Chico Xavier, pelo espírito Humberto de Campos
Cruz e Souza
Longe do sentimento limitado Da matéria em seus átomos finitos, No limite de um mundo ignorado, Celebra a morte seus estranhos ritos.
Hinos e vozes, lágrimas e gritos Do Espírito, que outrora encarcerado Contempla a luz dos orbes infinitos Bendizendo a amargura do passado!
Ó morte, a tua espada luminosa, Formada de uma luz maravilhosa É invencível em todas as pelejas!...
És no universo estranha divindade; Ó operária divina da verdade, Bendita sejas tu! Bendita sejas!...
(Soneto recebido em Pedro Leopoldo a 21 de julho de 1935)
Do livro Palavras do Infinito. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.