[user_registration_my_account]
Capítulo 10 de 13
X X X — parte 1 de 3
Bezerra de Menezes e Narrativa Iniciática · Osvaldo Polidoro
DEUS — A Essência do Universo, o Primeiro Estado, que Se revela como Luz, Glória, Poder, Amor, Ciência e Presença. É impessoal, acima de formas, porque é Espírito Absoluto. Essa Divina Essência, em Si mesma tudo engendra, sustenta e determina. Tudo em Deus mesmo é; Nele tudo começa, movimenta e atinge a sagrada finalidade. Portanto, o Divino Monismo é o conceito ideal. O Divino Monismo vem sendo ensinado desde as mais remotas Grandes Revelações, isto é, desde o Védico- Hermetismo, tendo encontrado em Pitágoras o seu expositor e em Jesus Cristo a sua Síntese Integral.
LUZ DIVINA — A Luz Divina é o Segundo Estado, é a Energia ou Substância e dela surgem os mundos e as formas; nela começam as mônadas ou centelhas espirituais a se movimentar. Assim como o adensamento da Luz Divina resulta em matéria sólida, assim mesmo o espírito atravessa toda a gama dos reinos e das espécies, para chegar a ser um dia Puro e Sábio. A involução da Divina Essência resulta em Luz Divina e em toda a “chamada Criação”. Era e é, para os conceitos antigos, o sacrifício de Deus, a descida vibratória, o Emanador a se apresentar como Emanação, como Universo Exterior, em forma de seres e de coisas, de leis e de virtudes. A Luz Divina é o começo da Emanação, o Berço da Relatividade, o começo da Manifestação.
ESPÍRITO E MATÉRIA — Os espíritos, as mônadas espirituais, começando antes da matéria densa, atravessam reinos e espécies; vão evoluindo intimamente, vão revelando a Origem Divina, o Céu Interior, o Grau Crístico. Assim como o Primeiro Estado é acima de mundos e de formas, assim é que as almas vão, aos poucos, retornando, agora em plenitude de consciência, ao estado de Pureza Integral, tendo por corpo astral a Luz Divina, que é a Aura Crística. Na descida, o corpo astral se torna denso e opaco. Na subida, torna-se diáfano e brilhante. Os Cristos são mônadas que evoluíram, que se conscientizaram, que realizaram a sintonia com o Pai Divino, com o Primeiro Estado, ostentando astralmente a Luz Divina. O Grau Ideal é o Crístico, porque a centelha tornou-se Pura e Sábia a ponto de transformar o corpo astral, o carro da alma, em Luz Divina. Da substância mais profunda ao sólido mais denso que se possa imaginar, a matéria nunca é mais do que serva do espírito. Ela deve servir, deve ser sempre instrumento de serventia evolutiva ao espírito, seja qual for o plano em que se encontre o espírito, em sua escalada evolutiva. Lembramos que estes conceitos são remotíssimos, já eram ensinados muito antes da vinda do Cristo Inconfundível.
MUNDOS E FORMAS — Os mundos e as formas existem, pelo Universo Infinito em fora, em caracteres de infinidade. As humanidades explicam o porquê da existência dos mundos e das formas. Quem puder observar, encontrará espíritos por todas as partes, fazendo a sua evolução ou cristificação, ou então já em Estado Crístico, constituindo aquele Organismo Administrativo chamado comumente de Providência. Porque o Pai Divino rege a chamada Criação através de leis fundamentais e do Organismo Crístico ou Providencial.
LEIS E CRISTOS — A chamada Criação, composta de espíritos e de matéria, é regida por leis íntimas. Todavia, no plano espiritual, existem as organizações administrativas espirituais. Começando naquele Alto Organismo chamado Providência Divina, que é o Organismo Crístico, vem descendo pelos escalões hierárquicos, pelos mundos e pelas formas, atingindo até os pontos mais ínfimos da chamada Criação. Lembramos, todavia, que sem Lei não há Cristo. Portanto, como a palavra o diz, Providencial é o Legal, sendo os Cristos ou Diretores Planetários as Altas Inteligências que filtram a Lei, que filtram a Vontade de Deus, o Poder Equilibrador do Todo e das partes. Tudo começa em Um, tanto os seres como as leis. Começa em Um e desdobrase ao infinito, para a nossa razão de seres relativos. Entretanto, Deus é em Si completo, é total, sendo para Si mesmo finito. A lei de Unidade explica a de diversidade, porque a diversidade é questão apenas de formas de manifestação da Unidade.
OS DEZ MANDAMENTOS — Os Dez Mandamentos são o reflexo intelectual da Lei de Equilíbrio Universal. A Força Equilibradora do Universo tem a sua expressão intelectual na Lei de Deus. Por isso mesmo, quem transgride Mandamentos se indispõe com a Força Equilibradora e terá que reequilibrar, sem apelação. Lembremos que a Lei de Deus é a trilha dos Cristos Planetários; isto é, os Cristos jamais seriam Cristos, se fossem contrários à Lei de Deus. Eles encarnam a própria Lei, dão-lhe execução, a fim de serem Modelos Divinos. A Lei de Deus tem três sentidos — Moral, Amor e Revelação. A Moral harmoniza e dignifica, o Amor sublima e diviniza e a Revelação adverte, ilustra e consola. A Lei data, na Terra, dos primeiros Budas, tendo sido retransmitida várias vezes, no seio das raças, dos povos e no curso das eras. Muito antes de Rama, que passa como sendo o primeiro Grande Revelador, já tinham existido vários Budas. E a Lei de Deus, que convida o filho a se fazer Espírito Puro, ou Espírito Verdade, assim como o é o Pai Divino, data dos primeiros Budas ou Grandes Reveladores. Para amar a Deus em Espírito e Verdade, importa que o filho se eleve, por evolução, à condição de Espírito e Verdade. E para chegar a viver o Primeiro Mandamento, importa ir vivendo os outros Nove Mandamentos. A Lei é o Evangelho Integral. A Lei jamais será derrogável, porque a Moral, o Amor e a Revelação jamais passarão, ainda que passem os mundos físicos.
CRISTOS PLANETÁRIOS — Os Cristos Planetários são designados entre aquelas mônadas ou centelhas que ultrapassaram as leis planetárias. Segundo o conceito de Sete Céus e mais um, o que seria Oitavo Céu é que é o Céu Crístico. Ali habitam os já Puros e Sábios, aqueles que transformaram o corpo astral em Luz Divina, e que formam aquele Organismo chamado Divina Providência. Deus por essas Almas Puras rege o Cosmo, as formas e as vidas.
CRISTO-HOMEM — Cristo-Homem é o Cristo Planetário quando encarnado. Além de representar o Pai Divino ou Primeiro Estado, representa a centelha plenamente evoluída. Traz o chamado Espírito de Dons, ou mediunidade, sem medida. Nasce, produz sinais e prodígios, fala do reino que não é material ou do mundo e depois de morrer volta como ressurgido, para dar mostras da imortalidade e da gloriosa finalidade da vida. Por força da mediunidade sem medida, produz fenômenos que a seguir ficam sendo comentados, afirmados e negados. Todavia, depois de Revelar a Verdade, o Caminho e a finalidade gloriosa da Vida, fica acima de discussões, enquanto que os tutelados vão evoluindo, vão afirmando e negando, vão atirando a pedra contraditória. Não é fácil reconhecer todas as divinas virtudes que um Cristo contém e significa; mas é muito fácil notar a estultícia dos que discutem o Cristo, afirmando e negando, quase sempre encarando tudo pelo prisma da contradição. Um dia, porém, a evolução tudo demonstrará; e por essas alturas, a discussão termina e o Amor e a Ciência prevalecem nos antigos contraditores. Os mais prudentes tratam de executar a Lei de Deus, isto é, tratam de cultivar a Moral, o Amor e a Revelação, porque sabem do que deu o Cristo o Divino Exemplo. Os menos prudentes negam no Cristo mais isto e mais aquilo, semeam erros e escândalos, pelo que virão a responder.
EVOLUÇÃO — A evolução da centelha espiritual é natural, obedece a processo evolutivo simples, através dos mundos e das formas. A densidade da matéria varia de muito, as leis de meio também, havendo fartura ambiental para tanto. Sendo o espírito imortal, evolutível, responsável, reencarnável, comunicável e habitante universal, quanto antes chegar a conhecer essas leis simples, e quanto mais fizer questão de viver simplesmente, tanto melhor para si próprio. Depois de entrar na espécie hominal, quando a razão aflora e deve aumentar no rumo da intuição plena, os piores defeitos, os mais agravantes, são o egoísmo, o orgulho, a inveja, a falsidade, a mentira e a traição. De modo geral, tudo quanto está contido na Lei de Deus, como contradição à Lei de Harmonia. Quem saiu da Essência Divina, deve procurar a Ela retornar. Quem se apega ao reino dos mundos e das formas, por certo marcha em sentido contrário, retardando a chegada libertadora. Importa conhecer e discernir, pois os rudimentos do mundo material costumam enganar e não pouco. É do Cristo Inconfundível a lição, aquela que diz realmente onde está o Reino do Céu, e Reino do Céu que não virá com mostras exteriores. Em si mesmo tem o espírito os dois Reinos, o Positivo e o Negativo. Aprender a discernir é o primeiro passo, enquanto que realizar é a marcha total e final. Resumindo, o processo evolutivo tem por função integrar a centelha espiritual no Grau Crístico, situá-la acima de mundos e de formas.
RESPONSABILIDADE — A centelha começa completamente isenta de consciência própria. É vida e não sabe. Com a evolução, vai transitando pelas fases. Dos automatismos inconscientes passa para os automatismos instintivos, envereda para a razão e nela, agora muito mais ligeira, vai invadindo a esfera intuitiva, até chegar à intuição plena, no Grau Crístico. A responsabilidade vai aumentando, portanto, na razão direta do conhecimento de causa. Quando dizemos que a Lei de Deus é a trilha dos Cristos Planetários, não estamos fazendo obra de misticismo. Todos virão, um dia, a saber o seguinte — ela é a Matriz dos Livros Sagrados, porque é o Evangelho Integral. Para as Ciências e para as Artes, envia o Pai Divino grandes mestres; mas para ensinar a cultivar a Moral, o Amor e a Revelação, envia o Cristo Planetário, o Divino Modelo. Toda a Lei se resume em AMOR! E nos mundos inferiores, importa que o AMOR se apresente como RENÚNCIA, porque sem ela ninguém chega a triunfar sobre o Reino do Mundo.
REVELAÇÃO — A comunicabilidade dos espíritos é lei comum, tanto nos mundos físicos como nos planos extra-físicos. Os Sete Céus e mais o chamado Oitavo Céu, enveredam pelas subdivisões. E a Revelação funciona plenamente, necessariamente. A começar do Céu Crístico, ou do Céu Providência, os departamentos funcionam e fazem a mensageria necessária. O Espiritismo é tão velho como a chamada Criação!
OS GRANDES INICIADOS — Antes da vinda do Cristo Inconfundível, que a um tempo devia cumprir duas funções, teve a Humanidade terrícola seus Grandes Reveladores ou Grandes Iniciados. Não foram fundadores de religiões, mas sim relativos reveladores da VERDADE. Os Budas, Rama, os Vedas, Hermes, Moisés, Crisna, Zoroastro, Apolo, Orfeu, os Profetas, Sócrates, Platão, Confúcio, etc. Foram verdadeiros e indispensáveis Precursores do Cristo. Entretanto, as verdades reveladas ficaram sempre dentro dos cenáculos esotéricos, sujeitas a juramentos e a enigmas.
O CRISTO INCONFUNDÍVEL — Além de trazer o Batismo de Espírito, ou tornar a Revelação de alcance geral, ou para toda a carne, demonstrou a um tempo a evolução natural das almas e a finalidade gloriosa das mesmas, na ressurreição que apresentou após a crucificação. Um Cristo é sempre um espírito que comanda a matéria, que não é por ela comandado. Vindo com a mediunidade sem medida, como já estava anunciado nos Profetas, nasceria, viveria e ressurgiria em virtude e por força de acontecimentos mediúnicos. Todos os espíritos, por evolução, virão a ser médiuns completos. Num Cristo, saiba-se, o espírito é divinizado e a matéria é sublimada. Cada qual medite sobre isto, que a cada um cumpre ir conhecendo leis e virtudes. E lembre-se de que é um Cristo em fazimento, em fermentação ou preparo, alguém que tem em si o Reino do Céu, todo o esplendor espiritual. Jesus devia ressurgir dos mortos e vir em espírito, a fim de batizar em Revelação, a fim de deixar a Excelsa Doutrina, que se fundamenta em Moral, Amor e Revelação. Ninguém veio antes para isso, nem depois, até meados do século XX. A obra do Cristo é Inconfundível e os contraditores não ficarão prevalecendo, porque o testemunho Lhe vem do Pai Divino e não dos contraditores. Aquele que não tem máculas no corpo astral, ou que o tem como Luz Divina, por certo não macula o corpo físico, e, com isso, possibilita à mediunidade um campo imenso de ação.
MEDIUNIDADE — É, nos fundamentos, divina lei de relações. Ela age como agente de ligação, ela opera aquilo que o homem terrícola não pode ainda compreender. Nos altos planos ela sintoniza o filho com o Pai, ela é intuição plena, ela transforma o filho em Verbo ou Vontade de Deus. Na chamada Criação toda ela desempenha função indispensável. Na Humanidade terrícola, muito raramente apresenta intensidade sequer medíocre, por causa da muita inferioridade humana. Onde a Moral e o Amor vivem em regime de miséria, por certo a Revelação se apresenta raquítica... Muitos daqueles que dizemos grandes médiuns, não vão além de grandes criminosos em severos trabalhos de ressarcimento. De todo e qualquer modo, cumpre jamais blasfemar contra essa virtude! Lembre-se cada qual, que ela é muito mais respeitável do que parece à primeira vista. E não se esqueça de que Jesus veio com ela sem medida, tendo aí explicação os fenômenos que produziu, tão intensos que o mundo humano, vulgar ou inferior, procura negar ou explicar a seu modo e gosto.
CRISTIANISMO — O Cristianismo é a Doutrina deixada pelo Cristo Planetário, fundamentada na Moral, no Amor e na Revelação; é o batismo de Revelação ou de espírito; é a demonstração da Origem, do Processo Evolutivo e da Sagrada Finalidade da vida. O Cristianismo é o Programa Completo, porque o Cristo é a Teologia Completa. No Cristo estão todas as leis, as anímicas e as cósmicas, as espirituais e as materiais. Depois dos GRANDES INICIADOS, sempre aparece o DIVINO EXEMPLO, o CRISTO ANÍMICO, a fazer conhecer a função do CRISTO CÓSMICO, da centelha que por evolução superou todas as leis inferiores. O Apocalipse conta a história do Divino Triunfador, da centelha divinizada, o ponto final da escala evolutiva. O Cristo não é para ser adorado, babujado, lambido, feito o objeto das mil e umas aplicações formalistas e idólatras, clericais e comercialistas, assim como o fazem os religiosismos e os sectarismos da Terra; o Cristo é para ser compreendido como a Síntese da Evolução, espiritual e material, pois representa o espírito divinizado e a matéria sublimada. Cristianismo é, pois, escola de cristificação. Se os homens transformaram-no em coisa idólatra, ao Espiritismo cumpre restaurá-lo.
NECESSIDADE E DOR — A necessidade, para o espírito, começa a ser sentida e inteligentizada ao entrar no reino animal. Mas a vida do espírito, antes de entrar no Grau Crístico, antes dele situar-se acima de mundos e de formas, é um verdadeiro programa de necessidades. A necessidade é a Lei que o força a evoluir, que o tange no sentido de estar melhor, que o obriga a mudar de situação e de condição. A dor é apenas a necessidade elevada a um grau mais intenso, é uma falha de caráter mais agudo, é uma lacuna mais sentida; em condições normais a necessidade não chega a ser dor. Com o trabalho normal e sadio resolve-se, sem dilacerações e sem exageros, sem nenhuma explosão de violências. Quando os homens forem simples e prudentes, por certo serão menos egoístas, menos orgulhosos, menos sensuais, menos materialistas e menos brutos; e a lei de necessidade conduzirá os homens ao píncaro crístico, sem haver a ingerência da dor.
O TRABALHO — É o trabalho, em síntese, a movimentação intra e extra do espírito, a fim de se desenvolver. Existir e movimentar é a lei da vida; e quem se movimenta no seio da Lei de Harmonia, certamente sofre menos e chega primeiro ao ponto crístico. No exterior, no mundo formal, trabalhar é extrair, movimentar, manufaturar, fabricar, dispor, distribuir e utilizar; quando a espiritualidade reinar, certamente não haverá choques entre as diferentes condições e situações sociais, havendo perfeita distribuição de trabalho e rendimento. O trabalho é função divina, é necessário à evolução, à eclosão crística. O trabalho é a lei que ensina o mutualismo, que faz respeitar a própria necessidade, que obriga a reconhecer a necessidade alheia. A fraternidade encontra no trabalho, ou no produto do trabalho, a sua oportunidade de intervir, o seu instrumento de se fazer valer. Renunciar é o modo mais amoroso de trabalhar, porque trabalhar pelo gosto de servir, de ser útil, é realmente uma obra divina. O trabalho, nos mundos superiores, é encarado como oração, por isso mesmo que constitui organismo, por isso mesmo que não aumenta a uns nem diminui a outros, porque os deveres são distribuídos pelo critério das necessidades e pelo gosto de ser útil. Ninguém tem o direito de se dispensar do trabalho, porque todos têm necessidade a atender e obrigações sociais a cumprir. Seja patrão o Estado, seja patrão o simples irmão, há sempre muita responsabilidade no ato de fazer trabalhar e na obrigação de remunerar. Somente Deus é Senhor de tudo e de todos, havendo, portanto, muita responsabilidade em dar serviço e em tomar serviço. Importa que o trabalho seja encarado de maneira a mais moralizada possível, a fim de a vida jamais tomar aspecto sacrifical. O aspecto sacrifical da vida, nos mundos inferiores, tem por causa a falta de respeito pela própria vida. Uns querem ser mais do que outros, tomando os bens do mundo como fator de ordem hierárquica, quando a verdadeira hierarquia reside no Amor e na Ciência, tem base nas virtudes imortais.
Na Terra ainda não houve organização perfeita, para efeito de aplicação do trabalho, do fator evolutivo, porque nunca houve, globalmente, respeito pela função de viver. Vida não quer dizer miséria e sacrifício. Vida significa integrar a Ordem Divina, significa participar de Deus. E na Terra o viver ainda é, para muita gente, a chave de todos os sacrifícios, por falta de respeito pela Sagrada Origem de tudo e de todos. Mandantes e mandados, por falta de melhores conhecimentos espirituais, transformam o trabalho em instrumento de lutas e de choques, de perseguições mútuas sem proveito para ninguém, porque a Lei de Harmonia reage por ordem, não toma conhecimento de partidarismos, quando é vilipendiada.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.