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Capítulo 5 de 31
Alexandre Augusto Pandolfelli
Amor e Saudade · Chico Xavier, espíritos diversos
Nascimento: 08.06.1963 Desencarnação: 13.07.1982
“O mar visto da praia.
nascendo. Como algo que parece que vai chegar logo, enquanto o Sol está Os primeiros quinze minutos do dia se passam e eu sozinho na praia resolvo esperar para entrar naquela água virgem de mim. O Sol já ilumina o mundo que nesse momento parece ser só meu ““.
Começou a encantar seus pais com a idade de quatro meses. Surpresos, ouviam da boca dessa criança o balbuciar de palavras que os admiravam. Ale, assim conhecido no meio familiar ao aproximar-se o seu primeiro ano de vida, cantarolava aos familiares e amigos bela canção italiana, deixando perplexos a todos. Suas qualidades desenvolviam-se na infância. Amante da música evidenciava seus dotes musicais, violão e piano. Os pais anteviam nessa criança que crescia, certa timidez no lar e extrovertido junto de amigos. Um filho feliz, sensibilidade aflorada em carinhos e amor. De vida escolar inconstante. Ale por vezes dizia à mãe: Para que estudar se não passarei dos 18/19 anos. Previa o seu tempo de vida. Não se prendia nisso, queria viver, amar a natureza. Conduzia a alegria como rota diretriz. Dos irmãos era o ídolo, pelo amor que os uniam. Elvira Carsola Pandolfelli e Jules Verne Pandolfelli, regozijavam-se, Ale, versátil, agilizava as esperanças, apressando o sentimento dos pais. Ali estava um filho que os fazia felizes. Neste amor unificado. Deus os unira ainda mais.
Sua vida originária o esperava e, sem saber-se como, sua passagem para a Vida Espiritual se fez só. Seu coração pára num estalo quando passeava distante de seus familiares em Caraguatatuba, cidade praiana no Estado de São Paulo, o que Ale explica em carta recebida pela mediunidade cristã de Francisco Cândido Xavier, em 03.02.1984 no Grupo Espírita da Prece, Uberaba/MG, Jules Verne Moreira Pandolfelli, antes católico, coroinha em sua infância religiosa, colaborador nas festividades para ajudar sua igreja diz que, em sua vida, apesar do que fazia, não sentia em seu coração a realidade de Jesus. Depois do ocorrido, acompanhava a esposa às reuniões da Doutrina Espírita, apenas por companhia, sem nenhuma convicção. O primeiro contato com o filho através da mensagem, iluminou-se-lhe a visão. Dos contatos anteriores onde a esperança ainda não era realidade, quando não entendia nada do que se passara, desestimulado, começou a clarinar o alvor de nova vida, os receios de dois anos e meio de voltarem à casa de praia, hoje, passaram a ser estímulos, representam Ale vivendo, incentivando-os a prosseguir.
O reencontro no roteiro de Deus um dia se fará, os anseios serão realidade. Deus estará presente. Jules Verne e D. Elvira, apesar das saudades, vêem os dias com otimismo cristão, as mãos estendidas na colaboração humana, procurando na reunião familiar, com Silmara e Jules Verne, encontrar no espaço da saudade o trabalho do futuro espiritual que alivia e enobrece a alma que entende na dor a misericórdia de Deus.
Esclarecimentos necessários de pessoas ou fatos constantes na mensagem. PAIS: Elvira Carsola Pandolfelli e Jules Verne Moreira Pandolfelli IRMÃOS: Silmara Cristina Pandolfelli e Jules Verne Pandolfelli AVÓS: Jacyra Moreira Pandolfelli – paterna – desencarnada em 03.01.1982. Adolfo Moreira Franco – paterno – desencarnado em 1936.
Elvira, madrinha da avó materna Elvira Hernandez Carsola, lhe fora dado este nome em homenagem à madrinha citada na mensagem.
(Antecipamos os nomes de pessoas ou fatos, para melhor identificação por ocasião da leitura da mensagem do espírito. NOTA DA EDITORA).
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.