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Capítulo 25 de 27
Apóstolos
Jesus Cristo Divino Molde – Yolanda Santoro
Tanto João Batista como Jesus saíram a público da Ordem dos Nazireus ou Ordem Essênia com 72 discípulos – dizem outros 70; formando estes discípulos versados em Doutrina e bons Profetas ou Médiuns a Coroa Vibratória indispensável. Com a morte de João Batista, seus 72 discípulos a Jesus se uniram, vindo a construir com os seus e com outros elementos agregados, um agrupamento de algumas dezenas de Grandes profetas ou Médiuns, gente que fornecia elementos mediúnicos valorosos. Pedro, antes de ser acompanhante de Jesus, o fôra de João. Nenhum discípulo foi encontrado na rua ou coisa que o valha. Todos foram saídos do Essenismo ou Profetismo Hebreu. Com o triunfo de Jesus os Cenáculos Essênios foram fechando suas portas para se incorporarem ao caminho do Senhor. É que com o advento do Messias, a Escola de Profetas de Israel terminara sua função oculta, ficando na obrigação de trabalhar pela extensão do consolador sobre a Terra. Dentre todos os discípulos foi que Jesus escolheu os 12 apóstolos para lembrar e honrar as 12 tribos de Israel; para, em havendo logo mais a eclosão mediúnica do Pentecostes, pensava Ele unir tribos e, através de Israel, ir estendendo a Excelsa Doutrina pelo mundo todo. Entretanto, lá surgiram as negações de Pedro, lá veio a leviandade de Judas, muito explorada pelo sinédrio, tendo vindo também as desconfianças dos outros, inclusive a incredulidade de Tomé. Mas o Cristo Jesus ressurgiu dos Mortos, reapareceu em espírito e foi levando tudo de vencida. E com o Derrame de Revelação sobre a carne, o cumprimento da Promessa do Pai, transforma os caracteres... equipou a turma de servidores encarnados oferecendo-lhe a força das legiões espirituais, força que aumentava dia a dia, onde quer que fossem os servidores anunciando, o Cristo, também se ia alastrando o mediunismo generalizado, o profetismo trazido por Ele para toda a carne. Foram heróis verdadeiros os primeiros servidores de Jesus... não todos, é claro, mas alguns deles deram mais do que aquilo que deles era esperado. E os discípulos de Jesus, onde quer que fossem parar, iam estendendo as práticas mediúnicas, a graça da Revelação Generalizada trazida por Jesus. Vede bem a condição de médiuns dos apóstolos, pois todos recebiam espíritos comunicantes; eles não eram homens clericais com vestes fingidas, idolatrias e rituais. Passo a passo, a Revelação ganhava elementos, se estendia sobre a terra, fazendo conhecer as Leis de Deus, libertando consciências. Nenhum apóstolo, a não ser João Evangelista que era bastante conhecedor das Doutrinas Iniciáticas, principalmente a Pitagórica, meteu-se a tratar de problemas de maior profundidade; ninguém tratou de Teologia, ninguém falou da Origem do Processo Evolutivo e da Sagrada Finalidade do Espírito, apenas todos ficaram no Terreno das movimentações históricas Proféticas, lembrando os Patriarcas, Moisés e os Profetas, em Virtude daquilo que diziam os Anjos ou Espíritos do Senhor, sobre o Cristo e o Derrame de Revelação sobre a carne que futuramente aconteceria. (depoimento gravado de O. Polidoro)
Saulo – Saulo, da cidade de Tarso. Era fariseu, pertencia ao Conselho dos Seis Mil que, entretanto, nunca tinha o número completo de elementos. Saulo era cultor de formalismo e fanático da letra que mata, devendo ser contado entre os assassinos do Cristo. Saulo marchava pra Damasco com as devidas garantias do Sumo Sacerdote que continuava a querer liquidar os seguidores de Jesus, assim como a Jesus já houvera fisicamente liquidado. E, na Estrada de Damasco, Saulo recebeu o seu batismo de Revelação; Jesus através de ação mediúnica, fê-lo dobrar-se à Verdade; se não tivesse ido procurar Jesus pelo Mediunismo, Saulo continuaria cego para as Verdades de Deus, pelo fato de muito atender às mentiras do clericalismo levita. Saul, Saulo e Paulo, tudo é a mesma coisa. Saulo fôra a reencarnação do Rei Davi, um espírito voluntarioso e sincero, capaz de maravilhosos feitos depois de se compenetrar da Verdade. E foi em Virtude disso que foi o Vaso Escolhido para a Semeadura da Excelsa Doutrina do Caminho edificada sobre o Mediunismo Universalizado. Depois de receber o seu Pentecostes, Saulo foi o maior propugnador do Batismo de Revelação generalizada. Paulo era o mais cheio de Dons mediúnicos, por isso que através dele muitas maravilhas foram obradas pelos Santos Espíritos, e Paulo tornou-se o Arauto do Batismo de Espírito. Nenhum outro Apóstolo foi tão grande conhecedor dos fenômenos Mediúnicos, como o foi o Vaso Escolhido. Foi o Cavaleiro andante do Batismo de Espírito, o seu maior propagandista, o melhor intérprete do Pentecostes. A Moral foi sua armadura, o Amor à causa do Cristo foi o seu ginete, estender a graça da Revelação foi o seu ministério, e a coragem indômita foi a sua coroa de Vitória. Paulo foi o maior pregador e pugnador da Igreja Viva do Cristo quer fosse pela sua cultura e compreensão, quer fosse pela sua indômita coragem diante dos mortais perigos que teve de enfrentar.
Paulo escreveu dezenove Cartas ou Epístolas, mas somente catorze são conhecidas. Muitas delas eram de tal modo revelacionistas, que os corruptores acharam por bem retirá-las. Paulo foi perseguido até Nero mandar degolá-lo no mesmo dia em que Pedro fôra, a próprio rogo, crucificado de cabeça para baixo.
Pedro – Em encarnação anterior, Pedro fôra uns dos Profetas. Antes de ser discípulo de Jesus, Pedro o era de João Batista, tendo sido um dos 72 com os quais saiu a batizar em água, servindo-se desse simulacro para atrair o povo e poder falar sobre Jesus e sua função Missionária. No dia do grandioso Batismo de Revelação, o Pentecostes, Pedro foi o primeiro a discursar, lembrando que Jesus veio para derramar o Espírito Revelador sobre a Carne como estava escrito em Joel, capítulo dois, e de fato o fizera. Pedro foi o primeiro grande divulgador do Profetismo generalizado através de Jesus, para que por ele, o Profetismo, a humanidade se tornasse consciente das Verdades Eternas, Perfeitas e Imutáveis de Deus, mas Roma trancou tudo isso, tendo ainda usado o nome de Pedro para fazê-lo patrono da Corrupção. Os corruptores do quarto século teimaram em cometer vários crimes, sendo um deles o dizer que Pedro fôra papa. O humilde pescador, ensinado por Jesus, sabia que o derrame de Revelação sobre toda a carne tinha por base as Promessas do Velho Testamento, e por fim a libertação da Humanidade de jugo idólatra das clerezias. Por isso que Pedro falou da Promessa, lembrando o que estava em Joel sobre a generalização do Profetismo ou Mediunismo. Pedro jamais sonhou em ser papa! Jesus a ninguém mandou a ser papa; como, porém, Pedro era o mais idoso, recomendou-lhe zelar pelos outros, dentro da Excelsa Doutrina, a dar testemunho do seu Batismo de Espírito, como Pedro o fez no dia de Pentecostes. (“Apascenta os meus Cordeiros”, João, 21) . Foi Pedro quem deu o primeiro testemunho público de ter sido Jesus o Portador do derrame de Espírito.
Lucas – um dos 12 apóstolos, e que antes era essênio da subseita dos terapeutas. A última encarnação de Lucas, o autor de um dos relatórios sobre Jesus e também do relatório que é o livro dos Atos dos Apóstolos, foi na personalidade do também médico Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. Bem deu provas durante a encarnação de ser um espírito amadurecido, efeito aos trabalhos proféticos e devotado à causa da fraternidade. A Oração de Bezerra de Menezes foi ordenada pelo Cristo Planetário, em grande conclave no Espaço, em virtude de ter sido Ele, Adolfo Bezerra de Menezes, indicado a ser o chefe de numerosíssima falange de espíritos médicos, enfermeiros etc.
João Evangelista – Na bíblia foi Samuel, depois Daniel que esteve na jaula dos leões, depois João Evangelista primo de Jesus e João Batista. Depois veio como Antônio de Pádua, Giordano Bruno, Erasmo de Roterdã e, encarnando no Brasil, como Barão do Rio Branco.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.