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Capítulo 11 de 27
Vida Pública
Jesus Cristo Divino Molde – Yolanda Santoro
Cumprindo o tempo o Plano Diretor do Planeta, mandou João Batista fazer a sua parte: Apresentar o Divino Molde e Derramador da Revelação sobre toda a carne. João tinha 29 anos, quando saiu para fazer isso. Aos 29 anos, também Jesus recebeu ordem para dar início ao seu trabalho missionário; foi à procura de João, porque um fato mediúnico de importância capital tinha de acontecer, na hora do batismo, como aconteceu.
Batismo de Jesus – Foi promulgado pela Ordem dos Nazireus, fazer do batismo de água o substituto do antigo batismo que era e é bem indecente. Embora tudo quanto seja formal seja também simples paliativo ou engodo clerical, nada representando, perante a Lei e a Justiça de Deus, cumpre considerar que gente medíocre não aceita fatores de elevado teor espiritual. A terra é ainda um mundo espiritualmente analfabeto, bruto, idólatra e capcioso, tudo quanto sejam manobrismos e engodos encontrarão nela guarida. Dizer que o batismo de água simboliza arrependimento é absurdo. O Essenismo convidava a praticar atos que, confessados em público, não envergonhassem os seus autores. Nada mais do que isso pregava João Batista, convidando assim ao cultivo da decência social. Roma transformou isso, por corrupção, na repugnante e criminosa confissão auricular, fonte de vergonheiras e de sujeições ao Império.
“E ouviu-se do Céu esta Voz: Tu és aquele meu filho singularmente amado, em Ti tenho posto a minha complacência” (Marcos cap. I)
Em Jesus uma vez encarnado, nunca poderia dar cumprimento a sua função Missionária, a menos que Deus O amparasse com as legiões de Anjos, Espíritos ou Almas que estariam sempre sobre Ele.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.