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Capítulo 19 de 27

O Calvário

Jesus Cristo Divino Molde – Yolanda Santoro

O Sinédrio – Os sinedristas afirmavam que Jesus tudo fazia visando ser o Rei de Israel, e que se o movimento vingasse tudo lhe estaria nas mãos. Foram o sinédrio, Caifás e Anás, sacerdotes e fariseus escribas e saduceus, aqueles que por toda a vida e por toda a parte O perseguiram até darem-lhe a morte num madeiro infamante. Os pontífices e os fariseus, inimigos de morte do profetismo ou revelacionismo, amedrontados com o que Jesus fazia tramaram mata-lo para se livrarem Dele. Pensavam que Jesus quisesse tomar as rédeas do governo temporal, porque o povo achava que assim devia ser. E Caifás como qualquer assassino vulgar deu a palavra de ordem – liquidar Jesus, para salvar a situação deles, os inimigos do povo e do profetismo. No Talmud, Livro de Lei dos Rabinos Israelitas está escrito que Jesus foi crucificado – Pelo Sinédrio – por se entregar à magia e sortilégios. Ele que tinha o Espírito sem medida e veio para em Espírito batizar fora condenado como feiticeiro ou fazedor de sortilégios. Quando Jesus entrou no templo a primeira vez para pregar, já o queriam matar. Toda a sua vida, viveu-a escorraçado pelos sinedristas e fariseus. E por fim estes o prenderam, judiaram e crucificaram.

Judas e a Prisão de Jesus Era o tesoureiro da turma, filho de um grande empresário caravaneiro, amante de Maria Madalena, que fora desviada por um nobre judeu. Um dia ela disse: Por que Ele está se afastando? – Ele está seguindo o Profeta de Nazaré. Ela, então, foi conhecê-lo... Judas nunca quis ser traidor de Jesus, nunca! Judas deveu a Caifás o que lhe atiraram os séculos nas costas, a culpa de ser o traidor de Jesus. Foi um discípulo muito leviano que descuidou do Reino do Céu e se entregou ao Reino do mundo pensando em libertar sua Pátria do jugo romano. Muito ligado ao movimento político, a idéia de libertação da Pátria do jugo romano que fervilhava então, porque Pilatos e Herodes eram estrangeiros e poderiam servir como elementos de rara valia. Judas participava dos dois grupos: o de Jesus e o dos libertadores de Israel. Seu intuito era esconder isso de Jesus até que se fizesse a revolta contra Roma e, assim que Israel ficasse livre do jugo Romano, Jesus viria a ser rei dos Judeus, com o que Caifás concordou apenas por astúcia, até dar-se a revolta que, julgaram, devia alastrar-se por todo o Império. Depois para ele, Judas, Jesus seria feito Rei de Israel. Judas caiu na cilada armada por Caifás e outros elementos do Sinédrio. Caifás, o verdadeiro acusador de Jesus, e que traiu até mesmo Judas, falou no sinédrio, na camorra rabínica: - “Jesus tem que morrer, porque está nos afastando do povo. Então vamos chamar o tesoureiro deles (aquele que guardava os dinheirinhos para nas andanças comprar alimentos era Judas da região de Quiriot, -diziam Iscariotes-) e vamos oferecer um dinheiro para ajudar na campanha dele. Judas foi conduzido a Caifás, o inimigo de morte de Jesus, e Caifás, com astúcia, garantiu-lhe participar do movimento de libertação de Israel, para isso deu, começando a ajuda, 30 moedas ao tesoureiro. E Judas acreditou, mas disse bem: “Se é para ajudar contra o Império Romano, seja como for, mas após isso façam de Jesus Nazareno o Rei dos Judeus. Caifás concordou porque o negócio era enredar, e o coitado do Judas pegou 30 denários, 30 dracmas. À noite, Jesus e os discípulos foram ao Monte das Oliveiras para orar. No momento de ser preso, e de ter que enfrentar a crucificação, Jesus orou e pediu a passagem do terrível cálice. No Horto é noite, Judas vem à frente, Jesus o espera e lhe dirige algumas palavras... Judas beija-O... muitos homens armados cercam e prendem Jesus!. Os homens já foram, como está escrito com lanças e varapaus, e manietaram Jesus, mãos para trás, contrariando tudo que tinham dito e que tinham prometido, de não tocar um dedo em Jesus e depois da vitória fazer dele, Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus... aquela sigla (INRI) que está no alto das cruzes deve-se a Judas, que queria fazê-lo Rei dos Judeus. Judas foi o autor e Pilatos a autoridade que a mandou colocar.

Tudo saiu pelo avesso, porque Jesus sempre fora o Rei Espiritual do Planeta, não precisava ser o Rei temporal. E Judas, que nunca fora um traidor e sim um insensato, vendo que Caifás o traíra em nome do sinédrio, pegou as 30 moedas de prata e foi até o sumo sacerdote dizendo:- “Mas não foi isso que foi combinado!” Está escrito que ele respondeu:- “Viras lá tu o que fazias, Ele agora está em nossas mãos!” Face a tudo isso Judas jogou o dinheiro nas escadarias do Templo de Salomão, dinheiro que mais tarde compraria um cemitério. E dali, ele foi se enforcar. Quem quer trair não vai se enforcar! . Que se faça a devida justiça, ainda que tardia da parte dos homens, considerando que a de Deus, sempre esteve acima de cogitações humanas.

Jesus e Pilatos Jesus nunca seria crucificado exclusivamente por Pilatos porque ele era um pagão espanhol com direito de cidadania romana e em função no Império; não conhecia a Escritura e nada sabia das Profecias; o que entendia dos profetas ou essênios era de oitiva, mas sabia que eram homens retos, pregando a liberdade acima de tudo, e tendo o sentimento de Deus muito elevado, somando a isso a certeza de falarem com anjos, espíritos ou almas. Pilatos não vivia segundo os manobrismos sórdidos da clerezia levítica, ele nada entendia das futricas que eram o pão diário dos escribas e fariseus. Jesus seria crucificado pelos papas, sacerdotes e escribas. Jesus foi preso às oito e meia da noite e ficou até às cinco e meia da manhã na Pretoria do espanhol Pôncio Pilatos, porque havia muitas questões a tratar e só às 05h30min horas da manhã mandou Jesus entrar. Entretanto, ficaram sozinhos os dois. Pilatos quis falar sozinho com Jesus, sem interferência de ninguém, porque ele tinha uma coisa em mente, pois Cláudia, sua esposa, dissera a ele pela manhã: – “Cuidado com o Profeta de Nazaré, porque nesta noite eu tive um sonho muito forte, muito triste, sofri muito por causa Dele”. Então Pilatos levou Jesus a um canto e disse-lhe: – “Olhe, eu sei quem são esses sacanas, canalhas e patifes de seus patrícios. Eu lhe dou uma saída aqui pelos fundos, cavalo, proteção, tudo que quiser e você vai... Jesus respondeu: – “Eu vim para dar testemunho da Verdade, e não para correr”. Pilatos olhou para Ele e disse:- “Escuta, Nazareno, eu lhe ofereço a Vida e você apela para a morte? Eles dizem que você é louco. Até sua mãe passou por aqui estes dias e pediu que não ligássemos para você porque estava maluco, e também acho que está, porque lhe ofereço a Vida e você apela para a morte”? Jesus só repetiu: – “Eu vim para dar testemunho da Verdade e não para correr”. Aí a célebre frase que está por aí, o espanholão pagão Pôncio Pilatos dizendo: – “mas o que é a Verdade”? A Verdade é Deus! A Verdade é Doutrina Pura! É aquilo que Deus mandou Eu, Osvaldo Polidoro, entregar a Vocês: Os 10 Mandamentos, praticar o Bem e o Bom entre irmãos, e cultivar o Santo Mediunismo, instrutor e consolador. Adiantaria Jesus falar isso a Pôncio Pilatos? O povo judeu criado a base do Mediunismo, do Profetismo cortou o pescoço de João Batista e Crucificou Jesus. Sabendo ele que éramos galileus da Pretoria da Galileia (e lá quem era tetrarca era o Herodes, estrangeiro também da Idumeia) Jesus foi levado a ele. Ali estava Jesus preso, na presença do Sumo Sacerdote, rodeado de Sacerdotes escribas, fariseus e anciãos do povo. A tudo que Herodes perguntou, Jesus não respondeu uma palavra, Herodes devolveu-O a Pilatos. Aí entra Pilatos que conversou de novo com Jesus, e Jesus repetiu o que tinha que repetir. Dado isso, aquele povaréu todo lá na rua gritava: – “Crucifiquem Jesus, soltem Barrabás! Crucifiquem Jesus, soltem Barrabás! Crucifiquem Jesus, soltem Barrabás! Na adulteração dos textos, fizeram Barrabás passar por um simples ladrão; o certo, entretanto, é que fôra um dos chefes da revolta que fracassara. Como os sacerdotes, escribas, fariseus e anciãos do povo sabiam disso, e estavam terrivelmente desejosos de liquidar Jesus, valeram-se da oportunidade que tiveram do ato leviano, mais leviano que o do traidor de Judas, para soltar o comparsa de revolta e liquidar com Jesus. E assim fizeram diante do mundo, assumindo tremendo compromisso diante de Deus. E num dado momento, gritavam os padres a mando de Caifás: - “Ele diz que é o rei dos Judeus, Pilatos”! Pilatos, entretanto, sabendo o que nisso havia de falso, fez questão de soltar Jesus. E os Sinedristas o acusavam de inimigo do César. Gritavam: - “Se você o proteger, estará contra o Imperador, este vai pô-lo no olho da rua”! Com isso fizeram-no recuar. E o recuo de Pilatos consistiu no espancamento e na crucificação de Jesus. Ao recuar, Pilatos foi buscar a Célebre baciazinha e a toalha. Pegar uma baciazinha, lavar as mãos e enxugar quer dizer: Roma não intervinha em questão religiosa dos povos dominados, Roma não tem nada a ver com a questão religiosa. Mas precisava ele mandar chicotear Jesus? Precisava entregar aos seus algozes? (depoimento gravado de O.Polidoro)

O Calvário – Começaram as cuspidas, bofetadas, coroas de espinhos, chicoteadas e lamentos, gritos a noite inteira. Nove horas da manhã saíram três da Pretoria, os dois ladrões e Jesus. Os dois ladrões vociferavam e maldiziam, sendo errônea a lenda do bom ladrão. A multidão se acotovela... Jesus caminha, todo roto, todo sujo, todo maltratado carregando a cruz nas costas! Não foi só o Cireneu que ajudou Jesus, outros O ajudaram. Alguns choram, enquanto que outros se alegram loucamente. Soldados chicoteiam! Alguns homens cospem no rosto de Jesus! Jesus não foi assassinado foi barbarizado!

E as chamadas Santas mulheres de Jerusalém iam ajudando os condenados, limpando-lhes o suor, enxugando as lágrimas, dando a poção sedativa que as autoridades haviam concedido dar aos condenados à morte, porém Jesus não tomou o que quer que fosse, para estar consciente até o último respiro. Quase de três horas foi a caminhada entre a Pretoria e o Calvário. Chegaram ao meio dia. Levantaram os dois ladrões primeiro. Jesus foi levantado às três da tarde. Só eram pendurados num lenho por erros ignominiosos, fizeram isso para que todos O vissem como feiticeiro. Jesus foi crucificado às vésperas da Páscoa dos Judeus, comemoração da saída do Egito, através de Moisés. E como tal, para festejar a Páscoa de consciência limpa, nesta data não ficava ninguém no madeiro, achavam de quebrar as pernas dos crucificados, para que morressem depressa e pudessem ser retirado das cruzes, ficando eles, os assassinos, os transgressores da Lei de Deus, perfeitamente limpos. Com Jesus não aconteceu; o soldado deu aquela lançada no baço, assim começou a correr sangue e Jesus desencarnou de colapso cardíaco. Havia a profecia que dele não se quebraria nem um só osso. Mas foi tudo aquilo de martírio, sem comer desde a véspera, manietado, cuspido, esbofeteado, surrado com azorrague de pontas de chumbo, crucificado; sentiu-se abandonado. Ele sabia que Deus não sai do íntimo de ninguém, Jesus não disse, “Deus, Deus Pai, por que me abandonaste”. Disse: Eli, Eli, lama Shabachitama, Chamou por Elias. Elias, Elias, porque me abandonastes? Quando Ele disse aquilo, moveu tudo, tremeu a terra, ficou escuro, houve ventos e poeiras, mas Deus disse: - “Elias vai ser o Anjo de guarda do Teu primo”. Fui, pus as mãos sobre sua cabeça, tirei-O do corpo. Quando Ele viu tudo aquilo, disse para a mãe: – “Fica com o João Evangelista como filho”, (Eis teu filho), e disse para João Evangelista: - “Fica com ela como mãe”. (Eis Tua Mãe), e o discípulo amado, vivendo até aos 94 anos, cuidou do Vaso Carnal por onde o Cristo se fizera presente, e esse Vaso cheio de graça, Maria, também atingiu a idade de 74 anos. Tudo foi preparado no mundo Espiritual, pois enquanto os demais discípulos, que eram dezenas, foram massacrados, João Evangelista, que tinha de zelar pela Senhora Eleita, viveu até aquela idade. Depois Jesus disse o que todos deveriam dizer: - “Pai em tuas mãos entrego o meu Espírito”. Saiu do corpo, foi levado a visitar os infernos, os baixios, ver tudo o que havia para baixo, e foi trazido de Volta. No terceiro dia, deu-se aquilo que ninguém devia deixar de ler e respeitar. Maria Madalena no terceiro dia foi visitar o túmulo, lá na rocha que José de Arimateia tinha cavado como túmulo para Ele. Ela viu aqueles lençóis ensanguentados, cheio de suor e pensou: “Aonde é que levaram o Senhor? Mas ela ouviu uma Voz que disse: – “Maria”! Ela olhou, era Ele! Correu em sua direção, mas Ele advertiu: - “Vede bem, não me toque! Ainda não fui a meu Deus e Vosso Deus, a meu Pai e Vosso Pai”! Ele estava materializado apenas o suficiente. Disse então:- “Vá e avise que eu ressurgi” e ela foi e avisou. Jesus se comunicou por onze anos após a saída da carne, através de médiuns, profetas e incorporações, acompanhou todo serviço dos apóstolos. Jesus pagou com a crucificação o direito de ser o Derramador do Espírito sobre a Carne.

COM JESUS TRÊS FASES:

1ª Fase – Foi a das profecias, Sobre a Vinda de Jesus e do seu Batismo de Revelação generalizada. A promessa do derrame do Espírito Santo ou Revelação que seria sobre toda a carne foi feita umas vinte vezes no Velho Testamento. “Derramarei o meu Espírito sobre a Tua semente e a minha bênção sobre a Tua descendência”. (Isaias 44, 3). “Eu porei o meu Espírito no meio de Vós e farei que Vós andeis nos meus preceitos e que guardeis as minhas ordenanças e que as pratiqueis”. (Ezequiel 36, 27). “Eu derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne e Vossos filhos e filhas profetizarão, Vossos Velhos serão instruídos por sonhos, e Vossos jovens terão Visões”. (Joel 2, 28).

2ª Fase – Foi a da Vida carnal de Jesus, João Batista e Jesus, durante a encarnação, preparam o ambiente humano, para que pudesse haver o cumprimento da Promessa do Pai, a 3ª fase, que era realizar o Batismo de Revelação generalizada, para deixá-lo como fundamento da Excelsa Doutrina. Observe-se bem que promessas fizeram, que fenômenos mediúnicos profetizaram, tudo conforme as promessas do Velho Testamento.

“Ele Vos batizará no Espírito Santo e em fogo”. (Mateus 3, 11).

“Mas o Consolador que é o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, Ele vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”.(João 14, 26). “Sobre aquele que vires descer o Espírito, esse é que em Espírito batizará”. (João 1, 33). “Porém quando vier o Espírito da Verdade, Ele vos guiará em toda a Verdade”. (João 16, 13). “Daqui em diante vereis o Céu aberto e os Anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem”. (João 1, 51). “Deus não é de mortos, mas de vivos, porque aqueles que forem dignos da Ressurreição serão como os Anjos do Céu”. (Mateus, 22). “Porque, se Eu não for, não virá a vós o Consolador, mas se for, enviar-vo-lo-ei”. (João 16,7).

3ª Fase – O Cumprimento da Promessa . o Pentecostes, O Pentecostes era a segunda solenidade Judaica. Significa quinquagésimo, porque era celebrada cinquenta dias após a Páscoa, para agradecer a Deus pela colheita, a festa da Messe e da promulgação do Sinai, a entrega da Lei, o Supremo Documento, os Dez Mandamentos. No dia do Pentecostes se cumpria a promessa do Batismo de Espírito Santo que deveria se estender a toda a carne, ou seja, a generalização do mediunismo na Humanidade. Pentecostes, ponto culminante da função missionária de Jesus Cristo. A terceira fase foi cumprida aos cinquenta dias depois da crucificação com o ressurgimento em Espírito e a grande eclosão mediúnica ou profética tal, como testemunham os dois primeiros capítulos dos Atos dos Apóstolos. Jesus completou a sua função ao retornar em Espírito e derramar do Espírito sobre a carne como está escrito nos Atos, capítulos 1, 2, 7, 10 e 19. Jesus foi o único que voltou em Espírito para epilogar a Missão e continuou por onze anos e meio Seus contatos com os Apóstolos, que aumentaram para milhares e se espalharam pela Terra. Observe-se o que aconteceu para a generalização do Consolador, a comunicabilidade dos Anjos, Espíritos ou Almas, para a realidade Viva da Doutrina do Caminho ficar no mundo. As primeiras palavras de Jesus ao ressurgir em Espírito foram para lembrar aos discípulos o Cumprimento de Promessa. “E estando com eles ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem ali a promessa do Pai que ouvistes, (disse Ele), de minha boca. Porque na verdade João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo daqui a poucos dias”.(Atos 1, 4 e 5). “Mas descerá sobre Vós o Espírito Santo e vos dará força e ser-me-eis testemunhas em Jerusalém, em toda Judéia e Samaria e até os confins do mundo”. (Atos 1, 8).

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