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Capítulo 1 de 15

Filosofia da — parte 1 de 15

Filosofia da Mediunidade III · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez

MEDIUNIDADE III João Nunes Maia pelo Espírito MIRAMEZ ÍNDICE Prefácio................................................... 9 Prelúdio................................................... 12 1. Aparições à Noite.......................... 19 2. Visão dos Espiitos.......................... 22 3. Os que Vêem os Espiitos................. 25 4. Fazer-se Visível............................... 28 5. invólucros da Alma.......................... 31 6.

Combinação dos Fluidos................ 34 7. Os Esputos são Inapreensfceis.. 37 8. Os Espíritos Aparecem a Todos? 40 9. Visão em Estado de Vigília............43 10.........................Provocando a Aparição 46 11. Forma Humana............................. 49 12.

Fogos Fátuos.................................. 52 13. Forma de Animais......................... 55 14. Princípios da Aparição................. 58 151 Estado de Vigília........................... 61 16. Corpo Fluídico................................ 64 17. Propriedades do Perisputo ......... 67 18.

Princípio de Todas as Manifestações 70 19. Alucinação..................................... 73 20. Aparições de Vivos....................... 76 21. Desdobramento............................ 79 22. Tangibilidade ................................ 82 23.

Dividindo ....................................... 85 24. Súbito Despertar ........................ 88 25. A Mediunidade em Ação.............. 91 26. Falando da Mediunidade.............. 94 27. 0 Poder da Mente............................ 9728. As Vestes da Alma 100 29.

Poder da Alma.......................... .103 30. Esptítos Superiores...................106 31. Observância da Lei....................109 32. Vontade da Alma.........................112 33. Mecânica da Vida.......................115 34.

Conjunção das Formas...............118 35. Apego dos Espíritos...................121 36. Predileção da Alma................... 124 37. Ainda sobre o Apego..................127 38. Espíritos nas Ruínas...................130 39.

Crenças Populares......................133 40. Dias e Horas............. ..................136 41. Durante a Noite........................ ... 139 42. Os Túmulos................................ 142 43. Lugares Assombrados...............145 44.

Residências Assombradas...... 148 45. Na Boca Popular..........................151 46. Exorcismos .............................. 154 47. Espfritos Apegados...................157 48. Comunicações Grosseiras.........160 49.

Comunicações Frívolas...............163 50. Comunicações Sérias............... 166 51. Primeiras Manifestações .........169 52. Progresso da Mediunidade.......172 53. Médiuns de Efeitos Físicos......175 54.

Médiuns Facultativos.................178 55. Médiuns Involuntários.......... .181 56. Doutrinação de Espíritos..... .184 57. Médiuns Sensitivos........................ 58. Médiuns Audientes.....................190 59.

Médiuns Falantes........................193 60. Médiuns Videntes.......................196 PREFÁCIO Temos a satisfação de poder dizer algo sobre esta obra. Importa falar muito, repetir sempre, o que diz respeito à mediunidade, dom natural de todas as criaturas, correspondendo aos anseios do Amor, que deseja ardentemente comunicar, irradiando a sua luz pela caridade, pela fraternidade, pelo perdão e pelo entendimento das leis que garantem harmonia em todas as vidas. Parece-nos, à primeira vista, que mediunismo é coisa simples, por ser dom de todos, no entanto, com o estudo profundo, passa a ser uma ciência profunda dentre todas as demais. Quem percebe a sua ação mais intensa na vida do ser, descobre sua intensa constância nos centros de todos os movimentos da criação de Deus.

O que existe no mundo, em que não haja intercâmbio? E é deste intercâmbio que nasce o entendimento, é que se expande a alegria de viver. Jesus foi o médium de Deus, para falar diretamente aos homens; mais tarde, passou essa incumbência divina para os apóstolos, e estes a foram repassando, para a difusão da Boa Nova do Reino de Deus. Esse repasse chegou até os dias atuais, de modo que encontrou na Doutrina Esprita um alto-falante, onde a voz dos céus ressoa, fazendo escutá-la multidões, em se preparando os homens para os novos céus e novas terras, onde na vida sentirão a abundância das coisas divinas. Este livro, da coleção “Filosofia da Mediunidade”, é uma gota de amor que o nosso irmão deseja para a tua felicidade.

O mediunista é um instrumento que, bem usado, te leva à libertação e te conduz à tranquilidade imperturbável. Nesta obra se comenta principalmente "0 Livro dos Médiuns", que o nosso Allan Kardec codificou sob a influência dos benfeitores espirituais, para fazer conhecidos todos os dons que se pode usar pela direção da caridade, no sentido de inspirar nas criaturas a alegria e o amor. Mediunidade é instrumento de melhoria da alma. Esse dom é usado largamente no nosso plano de vida, e ainda estamos estudando seu exercício, para nos aprofundarmos nos seus segredos, para que possamos ajudar mais. Aqui, no mundo espiritual em que nos encontramos, temos estudos intensos, sobre como melhor fazer a caridade, porque o amor é que nos leva a entender com mais acerto a missão e o valor dos ensinamentos do Cristo.

Na criação de Deus, tudo se encontra em intercâmbio constante. Não há interrupção na circulação da mensagem do Criador, ativando a vida e a harmonia em tudo que expressa. Parece que são muitos os livros repetindo os fenômenos sobre a mediunidade, mas, não são; falar da verdade, lembrar a luz e o amor, não cansa a quem deseja aprender. - “Ide e pregai”, ordenou o Mestre, e o Espiritismo tem na mediunidade seu canal de informações capaz de abrir caminhos para a luz. Porém, é preciso que ela seja educada no ambiente do Evangelho de Jesus, que tem um dos mais categorizados representantes na Terra, que é a codificação, espargindo conceitos para quem deseja cientificar-se da verdade. A simplicidade dos livros do nosso Miramez é a tônica da esperança, como convites para a melhoria de vida, usando todas as forças para a tonificação das energias espirituais, na conjunção do amor e da sabedoria.

Meu irmão, não gastes teu precioso tempo em discussões vãs; não percas tuas horas em relacionar defeitos alheios; não demores muito somente pensando o que fazer da tua vida. Os caminhos estão traçados e teu destino é o mesmo dos anjos. Eles são anjos, porque agiram certo nas suas atividades, nas pegadas do Mestre. Não percas tempo, pelo que falam de ti; às vezes, falando mal é bem melhor do que a bajulação, que nos leva à vaidade e ao orgulho. 0 homem precisa de oposição ainda, para acordar suas próprias forças. Pode ser que quem fala mal de ti, esteja servindo de médium para o teu bem.

Aproveita o que existe de melhor nestas falas, agradece e passa adiante, que novas vidas te esperam com novas esperanças. Sê bom no pensar, bom no falar e bom no agir, sem esquecer a energia consubstanciada no amor, que abriu caminhos à justiça. O mundo está cheio de teorias plenas de valores. Esse é o primeiro preparo; porém, haverá de vir o coroamento pela vivência, força essa que dá tranquilidade à consciência e ritmo de luz ao coração. Os Espíritos do Senhor estão se agrupando em falanges inúmeras, para sustentar as promessas do Divino Amigo, de que enviaria outro consolador a fim de ficar com a humanidade eternamente.

Eis aí o Cristo em forma de uma Doutrina, mostrando o Evangelho em todas as dimensões que se possa enxergar. E a própria mediunidade se dividiu, atuando em tudo e em todos os movimentos espiritualistas, despertando os povos para o grande dia, quando reconhecerão a maior força da vida no amor, que circula no leito do grande rio que se chama sabedoria. Estas duas forças vertem do coração de Deus, passando pelo coração do Cristo, como lábios em flores osculando todos os filhos da Divindade. Que o Senhor abençoe a todos os leitores na compreensão dos objetivos desta obra, que visam a contribuir para melhorar o homem. BEZERRA.

Belo Horizonte, 25 de março de 1989. PRELÚDIO Existe um predomínio nas forças mentais, que em grande parte ascendem como vestes dos pensamentos, oriundas do encontro de energias sublimadas e diferentes na sua composição, e essa ascendência parte do Espírito imortal que usa muitos corpos para a sua movimentação na carne. Se as bases do mediunismo se encontram nos arcanos do corpo físico, elas não passam de base para o movimento de intercâmbio entre os dois mundos. A inteligência não está na carne, nem os centros de forças encravados no corpo espiritual, mas na alma. A transmissão radiofônica se completa no aparelho receptor, no entanto, não é ele que fala, mas apenas recebe as ondas e as transforma em sons.

Com o médium, é a mesma coisa; ele serve de instrumento para que o Espírito possa escrever ou conversar, curar ou se fazer visível. Se observares apuradamente, notarás o condão de todas as coisas. Tudo que existe serve de instrumento para o todo e de intercâmbio para seus iguais. Qualquer que seja o nome, os canais são diversificados, partindo a ordem de Deus a se intercruzar por toda a criação, com a mensagem de vida, estando a mediunidade em ação permanente. As religiões que existem no mundo, em face do progresso, têm o dever de aprimorar as condições de intercâmbio dos seus profitentes e dirigentes com o mundo espiritual, que sabe filtrar o que se pode falar, mostrando a esperança para todos os que se movimentam na Terra, carregando o fardo físico.

E a Doutrina Espfrita deve dar exemplo desta verdade, sempre renovando seus conceitos na alta moral de Jesus Cristo. O que não podia ser dito ontem, fala- - se hoje, e os Espíritos, voltando para dizer e escrever, estão dotados de tais renovações. São os chamados e escolhidos, para induzirem a verdade, sem os estragos do orgulho e do egoísmo. Estamos escrevendo, inspirado em “O Livro dos Médiuns”, com base na própria mediunidade, mas, como o Espiritismo avança com o tempo, dotar-nos-á o coração de novos valores espirituais, pelo crescimento da humanidade. Assim deve continuar por todos os séculos.

Nada no mundo, nem na vida, pára. Todas as coisas crescem por ordem da lei criada por Deus. A humanidade passa por um período de avanço individual, como ajuda à elevação natural; e as duas forças de progresso, individual e coletivo, ao se unirem, provocam um florescer mais rápido da alma, para as verdades celestiais. As prerrogativas do Esprito se mostram pela maturidade. Chegou o momento de dar início à libertação, para a glória da própria alma.

A felicidade existe; busquemo-la. As portas são reais; batamos nelas, que elas se abrirão. Se o Senhor é amor, peçamos-Lhe que nos abençoe; não obstante, não deves acomodar-te somente com o adjurar ao Senhor. A tua parte é indispensável para que se complete a tua procura. A alma é a luz do corpo, em perfeita comunhão com o universo.

Se no percorrer da tua vida te desinteressares pela harmonia, o teu todo sofrerá as consequências. 0 Espírito foi feito para ter harmonia em todo o seu conjunto de vida; todavia, há a parte que Deus pôs em suas mãos para ser conquistada. Se se desviar da lei natural, o retorno o fará padecer. A mediunidade é força transmissora em toda parte, levando aqui e ali avisos para o complemento das tuas realizações. Deves procurar nela diretrizes, para que não percas tempo, à procura de ilusões. A Terra é uma escola, assim como tantos outros mundos habitados, e em todos eles existe a gradação de escolaridade, tanto de mestres quanto de alunos.

Há aqueles que se acham no começo, e os que já se encontram no término dos cursos. A dependência de uns para com os outros é sem fim, e todos dependem de Deus. Quem pretende esquecer essa verdade, vai perdendo o caminho de segurança da própria vida. 0 conhecimento da verdade é para todos, e esse intercâmbio de conhecimento de uns para com os outros é o que chamamos mediunidade, que a Doutrina dos Espíritos veio fazer mais clara no seio da humanidade, mostrando que ela é lei natural em todos os campos da vida. Mas, ela atinge outras faixas, alcançando e mostrando a comunicação dos Espíritos desencarnados com os Espíritos revestidos de corpos físicos. Se essa verdade estava na letra, o Espiritismo apareceu no mundo para mostrá-la em espírito e verdade.

Tudo se faz visível a seu tempo; às vezes demora, esperando a maturidade das almas. Agora que já podes compreender, estamos falando abertamente o que nos é permitido dizer. Mesmo assim, essas notícias ainda encontram rejeições pelos corações endurecidos nas velhas ilusões. Mas, continuamos a falar das promessas do Evangelho, daquelas que Jesus afirmou em toda a Sua faia. Os que se assombram com a mediunidade, á por falta de conhecimento desta verdade, ou porque ouviram os contraditores espezinhar a Boa Nova, que veio para o bem-estar da humanidade.

Se nós estamos nos servindo aqui de um médium para transmitir a mensagem, a máquina é a médium das letras e o próprio papel, canal que leva os assuntos às pessoas. Enfim, tudo serve para expressão do Todo, mostrando a Sua grandeza. Os detratores da Doutrina Espirita se cansaram de falar contra a verdade, porque descobriram que, falando dela, estavam colocando em jogo a súa própria filosofia ou religião, na qual estribam a sua vida. Nenhum movimento espiritualista pode fugir das bases mediúnicas. Como pode ele ter existência, sem a crença na vida que continua, na comunicação dos Espíritos ou na inspiração destes com os homens?

Se, porventura, os livros espíritas anunciam alguma coisa errada, o próprio tempo se encarregará de fazer a retificação; o progresso virá consertando o que não deve ser e inspirar a todos para prosseguirem no caminho, pois avançar é lei natural. Assim como a água que, passando pelo esgoto, lava-o, e leva em seu trajeto os resíduos acumulados com o tempo, na mediunidade acontece o mesmo. O Espírito, transmitindo sua mensagem, passa algo do médium, por imposição da lei de sintonia, assim como oferece boa parte de si mesmo àquele por cujo intermédio se comunica. Não se influencia, sem se ser influenciado. As trocas são lei permanente em todo o universo; quem dá, recebe; quem tira, terá tirado algo de si.

A humanidade precisa saber com urgência que todos nós estamos em regime de crescimento. As crianças ainda precisam de ilusões. Chegando o crescimento, vão tendo mais conhecimento da verdade. Existe uma escala para todas as mediunidades, como que uma escada em ascensão. Uma filtragem com pureza, somente acontece, em se falando de Espírito puro.

A mensagem de Deus somente chega às criaturas de acordo com o seu despertamento espiritual. Há no mundo milhões de médiuns em exercício com seus dons, no entanto, eles só dão o que podem dar. Estão em campo de experiência para seu devido crescimento, como na escola se encontram os alunos, cada um em sua faixa de graduação. Não existe pureza total na transmissão de notícias do mundo espiritual para a Terra. As mensagens sempre têm, com o tempo e por força do progresso, que sofrer reparos, buscando auxiiliar melhor.

Os grandes livros da humanidade, para subsistirem, é necessário que surjam outros como complemento, com explicações mais lógicas. Onde uns terminam, outros começam; assim acontece sucessivamente. Parece que estas palavras são desestimulo para os médiuns; pelo contrário, constituem uma forma de segurança para diminuir as ilusões, diminuindo, outrossim, o fanatismo no seio da Doutrina e para o animismo não passar dos limites que a lei permite. Os Espíritos, de agora em diante, não devem falar mais como para crianças espirituais. Em se entrando no terceiro milênio, as verdades serão mais acentuadas, da maneira que as almas já suportam.

Quem cresce, precisa de coisas novas. Não fiques pensando que a salvação está em ser médium, dirigente de organizações, portador do dom da palavra ou outra qualquer posição no mundo. Somente encontraremos e passaremos a viver a felicidade, quando surgir a harmonia na nossa mente. 0 que fazes por fora, ou o que fazemos de bom, é para acordarmos internamente. Obras grandes ou pequenas não chamam a atenção do mundo maior, mas somente o modo pelo qual são feitas. Precisamos acima de tudo amar a Deus em nós.

E como pode acontecer isto? É trabalhando no aprimoramento interno que encontramos os caminhos de iluminação, e quanto mais no silêncio, melhor. É preciso também amar ao próximo, pois tudo que nos cerca foi criado por Ele, e é abençoado pela luz do progresso. Muitos espíritas ficam esperando nossa palavra de condenação para outras religiões, filosofias, bem como para certas ciências. £ o que nunca faremos. Cada movimento tem seu lugar, para o crescimento da humanidade.

Na verdade, no mundo em que habitamos, também existem essas divisões. Cada um se reúne de acordo com sua faixa de elevação e todos se congregam por sintonia. Compete a cada um de nós o respeito às leis do Criador, que vigoram em toda a criação. A verdade não tem dono; ela atende a todos, em todas as faixas de vida. Todas as religiões têm vida breve.

A missão delas é educar a humanidade. Terminando suas tarefas, elas se fundem no amor, ou em outra virtude que alcance melhor expressão de Deus. Não estamos dizendo com isso que as doutrinas estão superadas, nem querendo desmerecer nenhuma delas; mas, afirmamos que a força do progresso ordena que sejam complementadas naquilo que deve ser, para o bem da humanidade. Quem está no leme, dirigindo o progresso em nome de Deus, é Nosso Senhor Jesus Cristo. Os dons dos homens e dos Espíritos não acabam; eles se transformam, atendendo ao progresso, porque nada pára, crescendo e expressando mais luz.

A princípio, escrevemos coisas mais simples, em se atendendo às condições das criaturas, mas, agora, o alimento espiritual já vai ficando mais escasso. As almas anseiam por mais entendimento e buscam mais além. Também as escolas, no plano espiritual, para os encarnados em estado de sono, têm modificado os seus ensinamentos, e os Espíritos que estão voltando do mundo pela reencarnação têm mostrado nova feição de entendimento, que levam daqui. 0 progresso, em todas as instâncias da vida, somente atende o pensamento de Deus. Os escolhidos que. não o aceitarem, serão trocados por outros, e a vida continuará do jeito que o Senhor programou. Pedimos a todos os espíritas que amem a Doutrina Esprita, mas que não se esqueçam de amar a todas às outras.

E, acima de tudo, que amem a Deus em tudo. Falamos muito de mediunidade, mas não nos apegamos a ela. Buscamos a comunicação dos Espíritos com os homens, mas não ficamos presos a isso. Conversamos sobre a reencarnação, contudo, isto não é objetivo primordial da vida. Divulgamos a Doutrina dos Espíritos, não obstante, não podemos ficar somente nisso.

A vida é um todo, cujo conhecimento é necessário para a felicidade completa da alma. Devemos ser médiuns, mas não somente de uns para com os outros, na transmissão de opiniões ou de mensagens que já aprendemos na nossa faixa evolutiva. Deixemos essa faculdade crescer, atingindo o amor e o saber, para que a educação se torne uma constante nos nossos passos. Façamos com que o exemplo tome o lugar da palavra; o trabalho, o lugar da inércia; o perdão, o FILOSOFIA DA MEDIUNIDADE 111-17 lugar da vingança; o desprendimento, o lugar do egoísmo; a fraternidade, o lugar do orgulho; a confiança, o lugar do crime, e o amor, o lugar do ódio. Essa é a mediunidade do futuro, porque o homem em Cristo estará sempre desperto em Deus, pela verdade.

MIRAMEZ Capítulo 01 APARIÇÕES A NOITE LM - 2- parte Cap. VI -100-183 A obstinação dos cépticos em negarem tudo que desconhecem, tornou-se uma mania, senão um condicionamento, que dificilmente libera a alma para que ela possa examinar tudo com imparcialidade. Ela foge do seu estado de poder usar o bom-senso. As aparições a que nos referimos, tanto podem ocorrer durante o dia, como à noite. Não há razão para escolha de horário para que um Espírito possa se fazer visível, como nos diz “0 Livro dos Médiuns”.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.