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Capítulo 14 de 15
Filosofia da — parte 14 de 15
Filosofia da Mediunidade III · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
A palavra vazia não convence, nem especulações científicas tocam o coração dessas Entidades. Terá que ser com o exemplo daquilo que se fala. É o amor, que irradia como caridade, a serenidade que alicerça o bem. O mais necessário, e muito necessário, é o tempo em conjugação com as bênçãos de Deus, porque ninguém pode brincar com a verdade. 0 Espirito é obra de Deus, que Ele começou no silêncio do tempo, mas que, para acabar, leva um tempo longo na contagem humana. A obra somente fica perfeita quando ele se toma anjo, gozando uma consciência tranquila em todos os aspectos da vida.
Pode-se ver que a faculdade mediúnica vem crescendo na passagem do tempo, aperfeiçoando-se com os seus recursos espirituais para se apresentar como divina na plenitude do Espírito imortal. A obra de Deus é lenta, mas nunca pára. É um cinetismo consciente na dignidade do Seu amor. Se pretendes, meu irmão, trabalhar na doutrinação dos Espíritos, eis o primeiro passo na tua vida de doutrinador: moralizar-te, de forma que não firas, não julgues, não atormentes, não violentes os companheiros, que não esqueças o perdão. Exercita a caridade e ama sempre.
A gritaria, a arrogância que muitos usam, não serve para nada, irritando mais ainda aos que ouvem. Tem força moral quem vive os preceitos de Jesus. As pessoas que não gostam de Evangelho repudiam a moral. Essas são vazias no que toca ao respeito para com as Entidades que queiram doutrinar. Só podemos convencer os ignorantes da verdade pelos frutos da vivência, somente pela vivência dos ideais cristãos, que o Espiritismo formula nas suas mensagens.
Muitas vezes basta pouco para melhorar os Espíritos doentes e mudar de rota os perseguidores. A experiência confirma, como já tem confirmado em muitas épocas, que a ignorância não educa o ignorante, que guerra não faz desaparecer as guerras, que o mal não apaga o mal. Esperamos, pois, que a humanidade se cientifique destas verdades e passe a amar a Deus em todas as coisas, que tudo melhorará dentro da consciência. Sabemos que os livros bons, que uma conversa elevada, servem muito, que um ambiente de luz consola, no entanto, somente a própria pessoa querendo, é que dá o primeiro passo na senda de ascensão. Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece, acendendo luzes em sua vida.
Se o faço de livre vontade, tenho galardão; mas, se constrangido, é, então, a responsabilidade de despenseiro que me está confiada. (I Coríntios, 9:17) Eis o valor da liberdade diante da vida, da nossa própria vida. A salvação nossa, no que toca a Deus, Ele já fez tudo, faltando a nossa parte, que somente nós podemos fazer. Do exterior pode sair o toque para o despertar da nossa consciência. Quanto à doutrinação de Espíritos, querendo eles melhorarem, o toque é válido. A maturidade é lavoura preparada para o nascimento da luz no coração.
Capitulo 57 MÉDIUNS SENSITIVOS LM - 2- parte Cap. XIV-164 0 Espírito é um ser individual, na qualidade de filho de Deus, que herda atributos, qualificados como menores, mas irradiando a substância divina na vivência do amor. Os dons espirituais têm uma só fonte, que é o Criador, porém, despertando no homem, eles se dividem em várias modalidades, operando cada um em uma direção. Entretanto, chegando o Espírito à perfeição, eles voltam a se fundir em um só valor, que corresponde a todas as divisões anteriormente formadas, só que acrescidas de mais riqueza: o aprimoramento. 0 médium sensitivo é parte desse todo, porém, não dá notícias de todas as coisas por lhe faltarem qualidades para tal, de que somente o conjunto é capaz. Assim os outros dons, no mesmo caminho da perfeição; toda perfeição evidencia a unidade.
Todo médium é sensitivo, mas nem todo sensitivo é médium de comunicações mais diretas com os Espritos. A sensibilidade reconhece que existe algo espiritual em tomo de si, sentindo até o seu contato até ao ponto de um fluido percorrer todo o seu corpo. Sensibilidade aflorada é mediunidade a caminho. O sensitivo é como um aparelho que mede a radiação e registra a presença de Espíritos na faixa em que eles vivem. A Doutrina dos Espíritos, sendo o consolador prometido, vem trazer novas diretrizes da vida espiritual, e é capaz de prová- -ias, alegrando o coração com novas esperanças para todas as criaturas.
Estamos vendo e sentindo que os tempos são chegados, em se analisando os acontecimentos em toda a Terra. Nunca se falou tanto da vida espiritual quanto agora; nunca se falou de Jesus, como agora. É a força do Seu amor atingindo a todos. Por que agora? Porque todos os povos entraram na aquisição da maturidade como sensitivos, percebendo que a luz desce de novo à Terra, trazendo uma mensagem de esperança.
É o fim dos tempos, mas dos tempos maus, cedendo lugar para os tempos bons, onde o arrependimento sinaliza e cria ambiente para o Amor, onde a mentira começa a desaparecer e a verdade a dominar, assim como a caridade, o perdão, a fraternidade. O sensitivo deve preparar lugar para presenciar o Mestre dentro do próprio coração e escutar a Sua voz, que ressoa na consciência e que se chama Evangelho da vida. Os tempos estão chegados, dando a entender que é o fim das cerimônias, das adorações de imagens, de esculturas, da fé cega, da letra morta, do interesse em bens terrenos, das Ilusões de posses transitórias, do apego às coisas e criaturas, das paixões inferiores, dos lugares certos para adoração de Deus, de se afirmar que Jesus somente está ali ou aqui, de que o satanás existe, tentando aqueles que não participam desta ou daquela religião.
Eis que está às portas o Cristo vivo, abençoando toda a humanidade, em todas as religiões e filosofias, ou sem elas, abençoando a Terra e todos os reinos da natureza, tornando o planeta em uma estância de luz, onde todos encontrarão tudo, como irmãos em caminho para o Criador e a humanidade como uma corrente, com o amor unindo os elos pela luz do Nosso Senhor Jesus Cristo. Queiramos ou não, todos somos sensitivos, percebendo esse grande dia, dia de alegria, que é o céu encontrando-se com a Terra, e a luz desfazendo as trevas.
Os homens outrora frios e se dizendo corajosos, que a História registrou, pelos duelos e guerras fratricidas em que a ignorância os atirou, estão reencarnados na pátria onde se vê o cruzeiro de estrelas mostrando a sua redenção, como sensitivos e impressionáveis, para aquisição da coragem cristã e da persistência no Bem, onde os valores se reúnem como um todo de luz, capaz de dar exemplo de vida às outras nações, mostrando que somente o amor salva e tranquiliza os corações. Pois acredito que ele veio a ser afastado de ti temporariamente, a fim de que o possuísses para sempre. (Filemon, 1:15) A luz da vida, pela agressividade dos povos, afastou-se temporariamente, para depois, com a maturidade pelo amor, ficasse mais presente. Eis o momento. Jesus se aproxima da humanidade pelos recursos que ela possui, e a felicidade se instala, partindo dos corações e consciências, na glória dá vida, para a glória de Deus. E iluminados pela luz da vida, os sensitivos e impressionáveis se completam, num todo de Amor.
Capítulo 58 MÉDIUNS AUDIENTES a LM - 2 parte Cap. XIV — 165 0 médium audiente é aquele que ouve claramente a voz dos Espíritos. Aos seus ouvidos podem falar Espíritos bons e maus, dependendo da sintonia e do ambiente em que o médium se encontra. Em alguns casos, é como se o médium se tornasse de efeitos físicos, e, nestes casos, para falar aos ouvidos do medianeiro, precisasse o Espírito do ectoplasma em conjunto com os fluidos manipulados por Entidades benfeitoras, que sempre estão por perto nestas operações. Convém anotar que essa mediunidade não é tão comum do modo que se pensa e pode ocorrer por dois modos a comunicação: um, em que o médium ouve através dos seus ouvidos físicos, e outro em que o Espírito lhe fala dentro do cérebro, quando entram em completa função as glândulas hipófise ou pituitária, e epífise ou pi- neal, ressoando a voz do Espirito desencarnado, na acústica da alma encarnada.
Esse tipo de mediunidade é também de muita utilidade para o médium psicógrafo, por ser mais segura para as mensagens saírem mais corretas, podendo o medianeiro entrar em conversação com a Entidade comunicante, no sentido de conferir, e mesmo consertar, o que por vezes filtrou de forma equivocada, pelos canais mediúnicos. 0 médium escrevente tem grande influência naquilo que recebe dos Espíritos, mas pode retificar algum engano pelos processos citados. A mediunidade audiente é muito proveitosa, quando o sensitivo está conversando com alguém, que vem lhe pedir ajuda. Através da audição, o guia espiritual pode dar orientação mais segura, assim como, igualmente, consolação aos tristes. Existem muitos médiuns receitistas que se valem da audição para o receituário. Os médicos espirituais usam deste dom valioso para beneficiar a muitos.
É, pois, um processo de caridade que traz alegria para os sofredores. No entanto, temos de dizer que o mediunismo exige preparo moral, no sentido de que a moral cristã possa fazer jima seleção naqueles que falam aos ouvidos dos médiuns encarnados e que estes conheçam quem está falando aos seus ouvidos. É muito agradável conversar com os Espíritos iluminados, pelo processo de audição, porém, constitui um verdadeiro inferno quando por esses processos falam os das trevas. Nós observamos alguns destes médiuns nos hospitais de alienados mentais, presos às ondas destas Entidades que nele encontraram morada por sintonia. Os remédios apenas entorpecem seus filamentos nervosos, mas não afastam as Entidades perversas e vingadoras.
Não convém brincar com a mediunidade, nem com a vida, que devem ser aproveitadas em função do amor e da caridade. O Espiritismo é um socorro, assim como várias religiões sérias e filosofias honestas, mostrando o perigo de se conhecerem os valores espirituais, sem dar a eles os devidos rumos que pede a consciência em Cristo. A obrigação de todos é partir para a educação evangélica e a instrução divina. A comunhão com Deus é a tranquilidade de consciência e um coração em ritmo na virtude maior, que é o amor. O dever dos sensitivos de todas as escalas é sensibilizar as criaturas para os deveres, a confraternização com todos os povos, e o amor sem restrições, porque, sem isso, o médium está sujeito a todo tipo de agressões, perturbando suas faculdades, passando a ouvir o que não quer.
Os sentimentos, conforme o seu tipo, atraem Entidades indesejáveis, que povoam a casa mental do médium que lhes dá guarida. Deves compreender o que estás fazendo dos teus dons, e se não sabes bem o que fazer, consulta o Cristo e anda com Ele no coração, como vigilante da tua vida. É nesse ponto que convidamos todos os médiuns e espíritas iniciantes a estudarem a codificação, de Allan Kardec, pois ela lhes dá segurança no exercício da mediunidade, seja ela qual for, bem como os instrui no direcionamento dos seus sentimentos. Quem entre vós é sábio e entendido? Mostre em mansidão da sabedoria, mediante condigno proceder, as suas obras. (Tiago, 3:13) Eis o caminho que os médiuns devem tomar, inspirados no Evangelho, para que possam ouvir Espritos de alta sabedoria espiritual.
Se por acaso o medianeiro não ouvir a palavra da verdade, é bom meditar na fala de Tiago, também capítulo três, no versículo quinze: Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca. Os meios de livrar-se das trevas é cultivar a luz; o melhor meio de Ifcertarse do mal, é fazer o bem, que garante a audição somente das palavras de Deus. Capítulo 59 MÉDIUNS FALANTES LM - 2- parte Cap. XIV-166 Pode parecer que o médium falante é também o audiente, que fala o que ouve, contudo, nem sempre o é. O médium falante ou, como é conhecido atualmente, psicofônico, é que empresta seu aparelho fonador ao Espírito, para que ele fale por sua boca.
Quanto mais afinado é o médium com o Espírito, com mais perfeição se apresenta a mensagem. Todas as mediunidades estão em uma escala muito extensa, cada uma em porte diferente, apresentando condições desiguais. Não existe mediunidade entre os homens que repasse com perfeição as palavras enviadas pelo Esputo. Umas são mais fieis, outras menos, mas nunca o são totaimente. No entanto, o exercício mediúnico caminha para a perfeição, à medida que a humanidade se aperfeiçoa na moralidade e na pureza do amor. 0 médium falante é, pois, aquele que empresta seu dom da fala para o Espírito que queira se comunicar e que nunca tira seus sentidos totalmente.
Isto também é variável; existe diferença de médium para médium. Quanto mais busca o melhoramento moral, mais ele se afina com os Espíritos elevados. Quanto mais se liga às paixões terrenas, mais entra em conexão com as trevas, atendendo à vontade dos EspHtos de todas as classes inferiores. A passividade do médium falante não é total, e nem podería ser. Os Espíritos iluminados respeitam a consciência humana. 0 que acontece é que o médium consciente da sua tarefa entrega seus recursos medianímicos, de modo que aumenta mais as possibilidades do Esprito comunicante, visto ser a ação da vontade do médium menor do que a daquele que fala e em quem ele, o medianeiro, confia, deixando fluir suas palavras de amor.
Já o médium educado, quando serve, ou cede seu corpo para uma Entidade inferior, seleciona as palavras pela compreensão que já alcançou. Ele deixa os assistentes entenderem o que o Espírito quer dizer, mas nunca com as próprias palavras daquele, que muitas vezes são indecorosas, ofensivas e pornográficas. É para tanto que no Espiritismo há escolas para disciplinar as mediunidades, no sentido de que elas sirvam para a educação dos comunicantes do além. Há uma disposição na mente do sensitivo falante que se abre quando necessário e se fecha quando é preciso. No caso da "incorporação”, nem sempre o médium falante, ao terminar a fala da Entidade, recorda o que o Espírito disse.
O dever do instrumento mediúnico é deixar fluir a mensagem sem sua intervenção consciente, e quando assim acontece, apresenta conceitos e instruções valiosas em todos os campos do saber. A mediunidade mais bonita é aquela da qual participam ativamente os dois, médium e Espírito, mas que seja com educação e disciplina, que eles possam ter, sob a regência do amor e da caridade, nunca esquecendo a sabedoria. Os tais médiuns desleixados, que não cuidam dos seus deveres, permitem que Espíritos do mesmo nível os acompanhem, instilando paixões, orgulho e vaidade que comprometem a própria vida dos chamados intérpretes dos Espíritos. Mas, pela análise, usando o bom senso, notar-se-ão os Espíritos que desejam iludir aos que ouvem suas palavras. O objetivo da Doutrina dos Espiritos é esclarecer a todos que participam dela, para o devido conhecimento da verdade.
A mediunidade não é somente para os Espíritos iluminados; são canais que servem para comunicações de quem estiver na sintonia, ou por necessidade. Médium! Se a tua boca serve mais para falar palavras inde- sejadas, se ela distribui sons à revelia, no verbo que fere a moral, se ela não respeita a dignidade em Cristo; se elas servem para ferir, para injuriar, para maltratar, para a desonestidade, para o engodo; se ela mente e ilude, se ela estimula palavras de ódio, de inveja e de ciúme; se ela dá asa ao orgulho e ao egoísmo, certamente que ela atrai por sintonia os Espíritos da mesma faixa de pensamentos. Onde se reúnem os corvos, já sabemos o que eles têm para comer. No entanto, para conservar a pureza de pensamentos e corações elevados, haverás de passar por duras provas, testificando tuas qualidades.
Falando aos hebreus que pretendiam seguir o Mestre, Paulo lembrava-lhes os sofrimentos dos seus antepassados: Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio da espada; andaram peregrinos, vestidos de pele de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados. (Hebreus, 11:37) Essa é, pois, a sorte, ainda que seja mais aliviada por causa dos tempos, pela qual têm de passar todos os médiuns que intentarem seguir Jesus; eles devem carregar a cruz de muitos sofrimentos, e o maior deles é a guerra interna, onde o campo já estava condicionado às paixões humanas. Mas, vencerão, se persistirem até o fim. Depois de toda essa luta, entregarão a sua boca, para que Cristo, por Seus emissários, fale por ela das belezas dos Céus. Capítulo 60 MÉDIUNS VIDENTES S LM — 2 parte Cap. XIV-167 Os médiuns videntes são dotados da taculdade de ver os Espwitos, e essa qualidade mediúnica se divide em muitas modalidades.
Existe uma escala grandiosa e cada médium se encontra em uma faixa de percepção, dando noticias daquilo que a sua faculdade alcança. Convém ao médium cristão, em todo o transe de sua vida, desligar-se das paixões inferiores, de modo a desprender-se das trevas, aliando-se à luz, pois a vidência, quando não tem alicerce na moral evangélica, é qual uma casa construída na areia, estando sujeita a desmoronar-se a qualquer hora. 0 vidente vê os Espíritos com os olhos da alma, no entanto, em alguns casos, consegue vê-los também com os olhos do corpo físico. As faculdades são elásticas, e crescem para mostrar as belezas da vida espiritual. A Doutrina dos Espíritos, codificada por Allan Kardec, veio para mostrar a verdade. Antes dela, quando se via um Espírito, este era chamado de fantasma, desmerecendo aquele ser que fazia tanto esforço para ficar visível e dar notícias de que ninguém morre, mostrando a continuação da vida depois do túmulo. 0 Espiritismo, disciplinando esses fenômenos, esclarece que a comunicação dos Espíritos com os homens é lei natural, e que existe desde quando o Espírito recebeu a razão.
Isso acontece com todos os povos, até no seio das tribos indígenas. Até mesmo as crianças, algumas delas são dotadas de vidência na sua simplicidade e, por vezes, confundem os desencarnados com os encarnados, vendo-os claramente e chegando a gritar, assustando-se com essas aparições. 0 melhor comportamento das pessoas é deixar que a visão ocorra espontaneamente. Nós não aconselhamos que se faça nenhum exercício para tais visões. A violência gera perturbações. Cumpre distinguir o bem do mal e viver no ambiente da ponderação.
Mediunidade é um dom inerente ao ser humano, contudo, nem todos a têm aflorada, porque nem todos vêm com a missão de praticá-la. Se ela é forçada, aparecem distúrbios que podem comprometer o sistema nervoso, sem que o comandante do corpo os possa controlar, porque ele mesmo aceitou tais desequilíbrios. É bom que possamos, antes da vidência dos Espúitos, pedir a Deus que nos dê a visão mais profunda dos nossos desequilíbrios, e reunirmos força para corrigilos, que tenhamos a clarividência do nosso futuro, sabendo que o porvir é o resultado da vida presente, cuidando do plantio de agora. Para que alimentarmos a vaidade de ver os Espíritos se essa visão não nos melhora moralmente? Devemos intercalar uma coisa com outra, de modo a nos erguer para o alto e para frente.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.