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Capítulo 6 de 15
Filosofia da — parte 6 de 15
Filosofia da Mediunidade III · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Como dar ouvidos a um punhado de contraditores que estão procurando satisfação própria, permanecendo em estado de inércia espiritual? Já falamos alhures, muitas vezes, que as leis se asseguram no binário: sempre, onde está um, está o outro. Uma forma negativa confirma a positiva. Se os sábios procuram real mente a verdade, não devem negar sem estudar, ou então sem parar de estudar, batendo na tecla até a nota sair. Talvez seja bem mais difícil provar como se processa a alucinação, do que mesmo constatar a existência dos Espíritos que estão em toda parte junto com os homens, em trabalho incessante, mesmo que, por vezes, alguns homens não saibam da existência deste comando.
Quando a mediunidade se opera pelos sonhos, os contraditores dizem que é sonho, como se fosse sinônimo de ilusão, mas não explicam o que é o sonho. A verdade vem chegando para a sociedade humana lenta- mente, dando a ela condição de entender que tudo muda, que o progresso aciona toda a vida, em todos os mundos. Quantos negadores do passado hoje se encontram vestidos de novo na carne, afirmando o que negaram, dando a vida inteira para sustentar as verdades naturais onde a lei vibra como pensamento de Deus? Negar não é ato do homem inteligente. 0 sábio verdadeiro nada nega; ele pesquisa e vive aquilo que já pode conceber. Ele não alardeia o que já conquistou, nem força consciências.
É o que pedimos aos médiuns conscientes do intercâmbio com os Esputos. Não devem querer convencer aos ignorantes, nem tampouco aos doutos. O tempo se encarregará deles, e a verdade aparecerá para todas as criaturas que começaram a furar o poço. Ela é a água divina, nascida do seio da Divindade. Ela vem em forma de amor que a tudo transforma e ascende para Deus.
Afirmamos que a mediunidade está no começo. Somente a sua maturidade deverá colocar os fenômenos nos lugares de destaque. Convém aos médiuns atuais esperar com paciência, trabalhar com honestidade e amar sem interesse, porque os homens, sejam sábios ou místicos, e que tenham qualquer posição de relevo no mundo, não podem mudar um til que seja das leis de Deus. Só Deus fica como um sol, para clarear a todos. É certo que tudo tem de se pôr à vista, sem que se esqueça da ponderação de não maltratar quem trilha em outro caminho.
Todos temos algo para expressar como verdadeiro. Troquemos experiências, porque a vitória é de Deus. A beleza do Espiritismo é a sua maleabilidade diante de todos os fenômenos, assegurando, como disse o codificador, que somente interessa a verdade. 0 pensamento é força poderosa. Ele pode alcançar distâncias imensuráveis, e ainda leva consigo a imagem do pensante, o que faz o vidente ver em certas circunstâncias, uma forma vaporosa, lembrando-lhe imediatamente o seu transmissor. Existe tudo isso e muito mais, no entanto, o próprio Espirito pode transportar-se e ir junto àquele que ele deseja, falando-lhe pelos processos telepáticos.
A própria história registra estes fatos. Eis que o semeador saiu a semear. E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada e as aves do céu a comeram. (Lucas, 8:5) Centenas de aparições foram como sementes da verdade, mas, muitas delas foram esquecidas, algumas vezes por conveniência, e outras por imaturidade. Não obstante, a certeza de que nada se perde encoraja os trabalhadores. Avante médiuns de todas as escalas!
Levai as vossas sementes da verdade, sem ostentação, que a vida vos retribuirá com a paz de consciência e a harmonia no coração. Capítulo 20 APARIÇÕES DE VIVOS LM - 2- parte Cap. VII — 119 0 Espírito, quando está livre do corpo em estado de sono, continua ligado ao corpo por um cordão fluídico, cuja elasticidade foge da compreensão humana; pode esta alma aparecer aos videntes, desde quando os fluidos se combinem, quando, então, pode dar consistência ao corpo espiritual, de maneira a ficar visível ao vidente ou a outras pessoas que estejam presentes. Disso, a história dá notícias com bastante frequência. Deves compreender a extensão da mediunidade e o alcance dos fenômenos, que dizem sem palavras que ninguém ou nada morre.
Às vezes registramos em sessões de materialização que o médium dorme e a alma dele aparece, "materializando-se” e tomando forma diferente, pelo poder da sua mente. 0 perispíríto é completamente obediente ao poder mental. Neste sentido, alertamos a todos os espritas para o estudo sério da Doutrina, a fim de que não sejam iludidos por falsas aparências. Na situação citada adma, não deixa de ocorrer um fenômeno; apenas ele não representa a realidade da aparição do Espírito desencarnado, donde poder-se-iam ouvir mensagens de maior entendimento. Alguns sábios do passado deram a este fenômeno o nome de ideoplastia. Alertamos que ainda existem muitos fenômenos enganosos e que a falta de conhecimento profundo deixa a ilusão tomar o próprio raciocínio.
O médium, principalmente o de efeitos físicos, deve cuidar da sua vida moral em todos os sentidos, porque somente desta forma será acompanhado de Espíritos de alta hierarquia, quando ocorrerão sublimados fenômenos, mostrando a verdade como sendo o sol da esperança. Os chamados vivos, os ainda encarnados, dependendo da sua vida moral, podem aparecer com o seu corpo perispiritual e transmitir mensagem, tanto quanto podem fazê-lo pela psicografia ou pela incorporação, pois eles também são Espíritos. O mais prejudicado, neste caso, é o Espírito, se o ambiente não estiver harmonioso, porque o corpo fluídico poderá ficar imantado de fluidos inferiores. No entanto, em caso contrário, ele será igualmente beneficiado. A corrente poderosa de energia que circula no “cordão de prata” é como que um ímã poderoso, absorvendo o clima ambiente e perturbando, assim, a alma que pretende falar.
A responsabilidade do dirigente das sessões sempre é grande; descobrindo que quem fala é encarnado, deve redobrar seus esforços na vigilância, em leituras sadias, orações sinceras e diálogos equilibrados, cheios de harmonia. Devemos afirmar a todos os companheiros, nossos leitores, que tanto Espíritos encarnados como desencarnados estão sendo as suas testemunhas por toda parte. Que prestem bem atenção aos seus pensamentos, alguns dos quais chegam no silêncio até suas mentes como lembrança de fatos passados, o que sempre ocorre quando fora do corpo. Porém, eles trazem o cunho da verdade, e com o passar do tempo essa faculdade irá crescer, no sentido de que, no amanhã, a mediunidade se apresente como um sol que clareia em todos os sentidos. Encarnados e desencarnados!
Escutai a sinfonia da vida, que se transforma em vozes do Céu para a Terra, chamando aos filhos da criação para amarem a Deus em todas as coisas, descobrindo assim o céu no centro da vida. Depois desta vibração penetrante da mediunidade com Jesus, passai a escutar João Evangelista, em o Apocalipse, capítulo seis, versículo sete: Quando o cordeiro abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente, dizendo: Vem e vê. A mediunidade é, pois, uma força universal. Capítulo 21 DESDOBRAMENTO
LM - 2- parte Cap. VII-119-1 Para ocorrer o desdobramento não basta somente a vontade de quem se propôs a esse fato; a operação deste fenômeno requer primeiramente a vontade de Deus, entendimento das leis que regulam esses acontecimentos e esforço permanente nas virtudes, criando assim proteção em torno da alma. Sabes que existe um cordão magnético ligando o perispírito ao corpo físico, cujo poder de absorção é muito grande, e neste caso é imprescindível que se tomem precauções, bem como, e certamente, se façam ligações muito mais engenhosas entre o perispírito e o Espírito. Para sair de uma dimensão e penetrar em outras, corres riscos que desconheces, e é bom não permaneceres na ignorância. Podemos dar um exemplo pálido da situação mostrando os perigos mais evidentes: quando um homem adentra uma floresta virgem onde vivem animais ferozes e índios, cada um com seus direitos específicos, peculiares aos seus estados de ascensão, a primeira ideia do civilizado é levar os seus apetrechos de defesa, provisões para seu sustento e, talvez, meios de comunicação.
Pois é o que deve fazer aquele que deseja um desdobramento consciente: usar os meios que lhe garantam segurança. Depois da segurança física, não se esquecer da oração, forma de defesa espiritual que nos ajuda a compreender melhor como fazer bom uso das nossas faculdades. O maior cuidado que devemos ter é com o ambiente onde fica o corpo físico, estabelecendo, assim, uma certa harmonia, sustentando o cordão fluídico na sua estabilidade normal, com a permanente irradiação mental na elevação que nos proporciona a prática das virtudes evangélicas, pensamentos retos, ideias elevadas e vida compatível com a presença do Cristo. O médium tem o dever de trabalhar no auto-aperfeiçoamento, condição indispensável para as viagens astrais conscientes, e que não deixa de ser treinamento para a desencarnação com tran- quilidade consdencial. Quando somos ignorantes destes fenômenos, daí é que aparecem todos os tipos de dúvidas nos nossos raciocínios, nos fazendo sofrer.
A Doutrina Espírita tem instruções elevadas acerca da ciência espiritual, mas, por enquanto, os seres humanos, ou a maior parte destes, somente se preocupam com os fenômenos, os quais admiram e quase que não desejam estudar para compreendê-los melhor. Esperamos que a vivência venha logo, pois há muito a humanidade vive de teorias. Elas abrem os caminhos, porém, são consolidadas peia vivência daquilo que pregamos. Pedimos a Jesus que nos ajude a iniciar a viver o Evangelho pelo menos no terceiro milênio, mudando assim o ambiente da Terra. Que as mudanças não sejam tão violentas como se espera! 0 homem ainda se encontra muito materializado, tomando o rumo das ciências que lhe alargam o conforto dos sentidos físicos e, por vezes, das paixões inferiores, faltando-lhe usar a mesma ciência na descoberta de si mesmo, faltando-lhe amar a Deus em todas as coisas e deixar o coração ser médium de Deus e por ele circular os raios de sol da Divindade Maior.
É o desdobramento da essência de Deus, visitando por amor aos que sofrem, aos estropiados, aos nus, aos famintos, às crianças, aos idosos, dando-lhes esperança na vida que sempre continua. Devemos dispensar à mediunidade o respeito que ela merece, porque ela com Jesus é fonte de paz, espargindo luz. Vejamos o que Paulo aconselharia aos Romanos, em se referindo ao procedimento deles: Não reine, portanto, o pecado no vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões. (Rom., 6:12) Este é, pois, o caminho dos médiuns de ideal cristão: começar vida reta ainda na carne, para dar continuação com mais facilidade no mundo dos Espíritos. A carne é uma escola valiosa e deves aprender nela. Pensando na filosofia espiritual, devemos nos lembrar de desdobrar todas as nossas faculdades espirituais em favor do bem comum, e neste ambiente de fraternidade seremos compensados pelo que fizermos com amor. Capítulo 22 TANGIBILIDADE
LM - 2 parte Cap. VII-119-22
A tangibilidade do Espírito depende de variadas disposições da alma no que tange à sua presença física, à qual nos referimos como materialização. No caso, o fator elevação do Espírito pesa bem; depois, as necessidades de se tomar visível para alguma confirmação do que se refere à continuação da vida, das vidas sucessivas. Hoje, a ciência passa a confirmar que as coisas invisíveis são mais reais do que as tangíveis. O objetivo maior desta obra é o intercâmbio dos dois mundos com maior segurança para os encarnados, aumentando sempre a esperança no futuro, e a certeza de que podemos começar na Terra a perceber o Céu, que mostra a sua sede na nossa intimidade. Em se falando em tangibilidade do Espírito desencarnado, podemos acrescentar que o elemento principal é o médium de efeitos físicos, e é na combinação dos fluidos dos dois Espíritos em estados diferentes que se dá o aparecimento do ectoplasma capaz de fornecer ambiente para a visibilidade concreta do Esprito, onde muitos ou todos os presentes podem constatar, ouvir sua voz e perguntar o que ele deseja.
Nestas sessões, quando são bem orientadas, notar-se-á transitando no local Esprito de alta estirpe, traba Ihando para que a luz da verdade seja colocada em cima da mesa, de modo que os EspHtos possam, em nome dessa luz, anunciar os caminhos mais acertados que conduzem as criaturas a maiores certezas das diretrizes do amor, tendo como exemplo o terceiro dia subsequente ao sacrifício na cruz, quando o Mestre se fez visível aos Seus discípulos, antes do Seu magistral retomo ao Pai. Certa feita, Jesus apareceu a mais de quinhentas pessoas reunidas. Foi a maior materialização de um Espirito, visível e tangível para tantas pessoas reunidas, pois ele tinha os recursos indispensáveis para tal fenômeno, sendo a maior prova da continuação da vida depois do túmulo. Ele conhecia a ciência da vida em todos os seus contornos, pois era dotado da gnose pura, em se referindo aos mais elevados conhecimentos do sistema solar. Toda a natureza obedecia a Sua portentosa mente espiritual.
Eis porque a mediunidade disciplinada com Jesus é valiosa, realizando fenômenos de grande alcance espiritual, cabendo a todos nós colher experiências na concêntrica força da consciência, para a devida redução das ilusões, que fazem os condicionamentos das teorias que buscam a verdade, registrando o mínimo da própria verdade. Se, na verdade, as materializações nesta época estão desaparecendo, isso mostra aos homens que devem procurar a espiritua- lização de tudo que os cerca. Precisamos notar que Deus já fez tudo em nosso favor. Cabe-nos buscar fazer a nossa parte, que ninguém pode fazer por nós. O esforço de subir é individual. Os livros que se escrevem para a educação de nós todos são uma ajuda nas lembranças dos nossos deveres. A Terra é um educandário com meios diversos de nos disciplinar, no que se refere a educar e instruir. Médium!
Deixa que seja tangível e visível o teu amor, a tua caridade, o teu perdão e a tua educação, sem que a tua boca anuncie o que és, porque Deus e Jesus estão vendo e ouvindo tuas disposições para o bem. A vaidade em mostrar o que por vezes não conquistaste deprecia os valores e retarda a harmonia da tua consciência em expansão. Tem cuidado no exercício da tua faculdade mediúnica; vender o que não é teu é compromisso assinado com as trevas. Nesse caso, qual é o meu galardão? É que, evangelizando, proponha de graça o evangelho, para não me valer de todo o direito que ele me dá. (I Cor., 9:18) Todos têm, realmente, o direito de fazer de sua vida o que quiserem. Este é o plantio, no entanto, a colheita do que semeaste, colherás por imposição da lei.
Os Espritos benfeitores trabalham sempre para ficarem cada vez mais visíveis e tangíveis para a humanidade, no sentido de que todos os povos passem a se amar mutuamente e que a fraternidade crie um laço de esperança entre todas as criaturas, fazendo- -as se sentirem como irmãs e filhas do mesmo Pai amoroso e Santo. E que em nome deste Deus apareça Jesus nos céus da nossa consciência, como um sol a iluminar os nossos corações e a nos tornar livres. Capítulo 23 DIVIDINDO
LM - 2 parte Cap. VII-119-3 Quando “O Livro dos Médiuns” fala em divisão da alma, podendo estar em vários lugares ao mesmo tempo, isto não pode ser entendido no sentido literal do termo, pois é uma divisão aparente. Eis aí os recursos do Espírito, que dão meios à alma de se apresentar em vários lugares ao mesmo tempo. A alma pode realizar esse fenômeno pelo processo de irradiação, a irradiação pela ciência espiritual e de quem a comanda. 0 poder das ideias, a energia que parte da alma, tem o poder de levar a sua imagem, e quando se trata de Espírito elevado, pode até transmitir mensagens diferentes em vários lugares. Uma pálida imagem deste assunto é a televisão, que transmite imagens incontáveis em todas as direções. Só que ela fala a mesma mensagem, por lhe faltarem recursos que o Espírito já conquistou. Daí, a razão falará o quanto pode a evolução da alma, e quantas coisas poderá fazer no futuro. 0 Espírito não se divide como se pode pensar, tornando-se dois ou mais.
A divisão é por vibrações; são imagens que o poder mental do Espírito cria, capazes de transmitir mensagens diversas, com a mesma vivacidade. Temos a dizer que, em frações de segundos, na contagem humana, se for o caso, o Espírito elevado pode se deslocar para muitos lugares, como se fosse simultaneamente, no raciocínio humano. A mente dos homens se faz lerda em comparação à mente espiritual, que já alcançou um estágio elevado. O próprio Espiritismo não explica todos os fenômenos existentes, que ainda conserva como segredos da natureza, e que o tempo irá revelando. Mas, os que já podem ser revelados abrem grande clareira, possibilitando atingir vôos mais altos. A vida nos impulsiona para estudos, meditando naquilo que devemos entender. Confiemos em que, pedindo, obteremos e, batendo, abrir-se-nos-á. Todo esforço para o bem constitui uma oração ao Criador. A experiência na prática do Espiritismo nos mostra como um Espírito, ao mesmo momento, se comunica com outros médiuns, sem se fracionar. Dividir não é o termo, mas irradiar-se com assuntos múltiplos para educar, instruindo as criaturas.
Se podemos comparar, é assim que faz o Criador, emitindo Seu pensamento. Sua força criadora, para todas as coisas e todos os seres. A história nos fala de pessoas em vários países, tendo ao mesmo tempo as mesmas ideias. Tudo vem de Deus. A mente humana ainda está limitada, por se encontrar ligada à carne, e quando domina alguma coisa a mais, nasce-lhe o orgulho, em se colocando acima dos outros. Daí aparece o egoísmo que separa. Cabe aqui uma frase que repetia Sócrates, sábio do passado, para a nossa meditação: “Quanto mais sei, mais sei que nada sei." Nós todos, realmente, somos copistas d‘Aquele que tudo criou. Os papagaios somente repetem o que ouvem. Os conscientes desta verdade passam a ser mais humildes, colocando Deus acima de todas as coisas. Foi esse pensamento que levou Jesus a nos falar em amar a Deus sobre todas as coisas. Não há divisão em nada, se bem entendemos, no sentido de que seus valores não se dividem, não deixando as paixões impedirem a verdadeira caridade.
Na vida, somos um todo, como partículas de uma explosão da luz Deus, nos mostrando a eternidade em tudo. Onde quer que estejas, meu irmão, fica consciente desta verdade: estão recebendo o amor de Deus não somente as criaturas humanas, porém, toda a criação. As qualidades do Benfeitor Maior vibram e existem no centro de todas as coisas, esperando que as mãos do tempo as façam despertar, crescendo na consciência e compreendendo que Ele existe. Busquemos na carta de Paulo aos Filipenses, no capitulo dois, versículo três, o ensinamento: Nada façais por partidarismo, ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Paulo, exortando ao amor e à humildade, nos ensina a todos, principalmente aos médiuns que estão exercitando suas faculdades, que objetivem esse amor e humildade, lembrando, acima dos seus interesses pessoais, que devem dar de graça o que de graça receberam. A oração sincera orientará seus passos para a luz do entendimento maior. Capítulo 24 SÚBITO DESPERTAR
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.