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Capítulo 13 de 15

Filosofia da — parte 13 de 15

Filosofia da Mediunidade III · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez

Kardec foi logo avisado pelos Espíritos superiores de que estava no início de uma nova era, que aquelas manifestações eram sinais do nascimento do Consolador prometido por Jesus, e que a ele, Kardec, era dada a missão de codificar uma filosofia ampliada nas experiências religiosas e científicas e, indo mais além, capaz de responder a todas as indagações dos chamados sábios do mundo. Mas, para tal, era preciso educar o que já existia desde o princípio da vida no mundo: a mediunidade, colocando-a a serviço do amor, pelas vias da fraternidade. A fonte desta educação, da disciplina, era encontrada no Evangelho de Jesus, com a assistência dos luminares da eternidade. Os primeiros trabalhos para formação dos livros básicos da nova doutrina foram como que um desabrochar da luz espiritual para o centro mais intelectualizado do mundo, a França, de onde já se Irradiava para todo o mundo a liberdade de pensar.

Não ficando somente no despertar dos dons daquela época, pois a mediunidade, que é crescente, foi se aprimorando com o tempo, e os medianeiros oferecendo melhores condições para as comunicações dos Espíritos encarregados de fazer reviver o Cristianismo na sua pureza espiritual, apesar da resistência e das perseguições dos detratores de toda parte. 0 Espiritismo, sendo plano de Deus, é força capaz de vencer todas as investidas das trevas, e quanto mais sofre perseguições, mais cresce nos corações dos homens. 0 seu ideal é a caridade em todos os seus aspectos de amor, por isso ele vence, e quanto mais recebe agressões, mais a sua luz aparece.

Ele não ve» perseguir nenhuma das religiões, nem filosofias já radicadas no mundo e, sim, ajudá-las a romper as muralhas da ignorância e fazer recuar o materialismo, dando lugar à grande esperança no futuro. E agora estou sendo julgado por causa da esperança da promessa que por Deus foi feita aos nossos pais. (Atos, 26:6) A Doutrina Espírita está sempre sendo julgada pelos perseguidores por causa da esperança, da promessa feita por Deus pela boca de Jesus de que enviaria outro consolador, para ficar com a humanidade eternamente. A concretização dessa promessa iniciou- -se com simples pancadas, para dar sinais da volta do Senhor em forma de uma doutrina que consola e instrui, abrindo as portas do mundo espiritual, a dizer à humanidade que ninguém morre, que para onde vai a morada é eterna, porque eterno é o Espírito. Capítulo 52 PROGRESSO DA MEDIUNIDADE i LM - 2 parte Cap. XI-140 Torna-se desnecessário comentar nos nossos escritos todos os tipos de comunicações, cuja prática já não existe mais.

A mediunidade também obedece ao progresso e caminha com ele, rompendo obstáculos e ganhando maior expressão no cenário da vida imortal. 0 Espiritismo com Jesus, aquele que anda sob a orientação do Mestre dos mestres, atualiza-se sempre, obedecendo à lei que ordena que nada pare no espaço e no tempo. A vida é, pois, movimento constante e pede mudanças urgentes. As religiões primitivas gastavam mais tempo com cerimônias do que com revelações e a educação das criaturas; mais tempo, com festas exteriores do que com o despertamento dos homens; mais tempo correndo atrás do ouro do que com o desprendimento dos bens terrenos; mais com o orgulho e egoísmo, do que com o amor. A ideia de caridade era bem condicionada a interesses, acreditando-se em um Deus que somente atendia ao interesse dos dirigentes das mesmas. Entretanto, o próprio tempo vem mudando esse conceito pelo crescimento espiritual das pessoas.

Não é isso o progresso? 0 desnecessário vai cedendo lugar ao mais útil, e é esse o objetivo da Doutrina dos Espíritos, limpar da mente daqueles que estão preparados, esse condicionamento já imprestável, despertando-os para uma verdade mais acentuada, de modo que as correntes da ignorância passem a ceder lugar à liberdade, por conhecimento da verdade. A mediunidade não é patrimônio do Espiritismo; é lei universal que opera em todos os mundos habitados, compreendendo-se que por ela serão revelados muitos segredos da natureza, capazes de ativar a esperança em todas as almas. Notam-se rudimentos dela na taba indígena, alcançando a perfeição deste intercâmbio no reino dos anjos. Espíritos de todas as faixas intercambiam valores servindo-se das comunicações, e dão notícias de Deus pela sua expressão divina, porque todos os seres estão ligados pela força do entendimento. Jesus, para divulgar o Evangelho, usou a mediunidade dos Seus discípulos, marca essa que permanece para a eternidade, multiplicando esses valores.

Resta-nos esquecer as coisas imprestáveis para a geração presente e comungar com a atualidade com visão ao futuro cheio de glória. Aqueles que têm o dom da mediunidade aflorada devem ter a capacidade e a coragem de iniciar a auto-educação em todos os rumos que a natureza lhes mostrar, a disciplina que o despertamento pedir e a instrução que os novos tempos requerem. O médium da atualidade não tem a desculpa de que não encontrou escolas de aprendizado. Os livros espritas se multiplicaram como bênçãos de Deus, os templos sérios estão espalhados em toda a nação, e pessoas dignas que orientam são muitas. Não obstante, é preciso que se queira educar a faculdade para servir melhor à consciência.

O aprendizado é longo, mas, para tanto, deves começar colocando sempre o Cristo na dianteira, seguindo-Lhe os passos. Os medianeiros que se sentirem obsidiados, que façam um exame de consciência, analisando se não há algo de errado na sua vida, que precisa ser mudado, e façam logo mudanças morais. A vida só se torna feliz quando a consciência se encontra tranquila e o coração sorrindo na inspiração da caridade. Quando escrevemos, as lembranças do Evangelho nos clareiam a consciência em algum capitulo, parando em um versículo e nos garantindo o que escrevemos. Assim, leiamos a carta de Paulo a Tito, no capítulo dois, versículo quatorze: O qual a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda a iniquidade, e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.

Sejamos zelosos pela nossa moral cristã, pois ela é nossa força sustentadora de todas as faculdades, que nos põe a salvo das investidas das trevas. E agradeçamos a Deus pelas faculdades que nos conferiu, diante das nossas necessidades de ascensão. Capítulo 53 MÉDIUNS DE EFEITOS FÍSICOS LM - 2- parte Cap. XIV-160 Já falamos muito dessa espécie de mediunidade, em vista do valor da mesma, dentre as mediunidades em exercício. O ecto- plasma fornecido pelo médium, combinando-se com os fluidos for- • necidos pelo Espírito, toma a forma que este dita pela mente ou, em muitos casos, pela mente do médium.

O caráter de honestidade depende muito do ambiente e das condições morais do sensitivo que se entregou ao trabalho de materialização. 0 bom é que tanto o Espírito como o médium se entreguem aos benfeitores espirituais, dé maneira que eles dirijam os trabalhos sem intervenção mental dos dois. As reuniões sérias sempre correm sob a direção dos Espíritos elevados. Quando a vaidade e o orgulho dominam a mente, tanto de um como de outro, os resulfa- dos são negativos e a esperança passa a decrescer. Houve uma época em que floresceram as reuniões de materializações, bem como médiuns de porte, mas o abuso e a falta de educação de medianeiros fê-los desaparecer por uns tempos. É um ambiente que precisa muito de honestidade, de desprendimento, de amor e caridade.

O embuste estava proliferando, quase a comprometer a doutrina, pois os detratores já estavam com os olhos em cima dos mentirosos, mas para espezinhar o Espiritismo. 0 médium de efeitos físicos não pode usar a sua faculdade para receber favores, em troca de posição social, à procura de fama, e muito menos para vendê-la como mercadoria. Ela deve ser exercitada por amor, com objetivos sérios, na inspiração da caridade. Poucos médiuns de efeitos físicos se livraram da influência das trevas, passando muitos a comerciar com as forças divinas o que receberam de graça. O melhor é que esse tipo de médium tenha alguém que o dirija, um companheiro que conheça bem a Doutrina Espirita e a quem o sensitivo obedeça, para não cair em tentações. Todos devem saber que a missão do Espiritismo é educar os homens nas linhas do Evangelho de Jesus e instruí-los na sabedoria divina, campo grandioso de trabalho.

O esforço próprio não deve faltar no candidato. Aquele que queira se exaltar com os seus dons, é preferível que não os exercite. A existência do Espiritismo se fundamenta na mediunidade, entretanto, ele tem a primazia de educá-la, para que mostre ao mundo o Cristo na sua feição divina, sem os atropelos das paixões humanas, revivendo os ensinamentos do Evangelho na sua mais pura clareza. O médium já nasce com o corpo físico predisposto para a comunicação com os Espíritos e não existem dois médiuns iguais. Há uma escala enorme, uns com mais, outros com menos facilidade na recepção de mensagens do além.

O exercício da mediunidade pode fazê-la crescer ou entorpecer. É neste sentido que o Espiritismo se faz presente na indicação dos caminhos mais acertados, em proveito de todas as mediunidades, levantando o homem na condição de filhos do Amor, para não aceitarem a influência das trevas. Cumpre-nos trabalhar em todas as direções da vida humana, fazendo oom que o Evangelho seja lembrado e vivido. Estribando- -nos na filosofia, podemos dizer que o mundo se encontra repleto de efeitos físicos, nos mostrando a existência de Deus, que nos fala por intermédio de Jesus, ressoando nas nossas consciências, dizendo basta às paixões, às guerras, às injúrias, ao orgulho e ao egoísmo. Que nos iluminemos pelo Amor, viajando no carro da fraternidade.

E tens perseverança, e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste esmorecer. (Apocalipse, 2:3) Os médiuns sérios deverão suportar todas as injúrias que por. acaso aparecerem no seu caminho, e avançar perseverantes no bem que nunca morre, tendo Jesus como bandeira de luz, de modo a não ficarem nas trevas. Capítulo 54 MÉDIUNS FACULTATIVOS

LM - 2 parte Cap. XIV-160 São os que produzem fenômenos pela ação da vontade e em plena consciência. O encontro dos fluidos do médium e do Espírito com quem sintoniza dá aos dois, na sutileza de tal conexão, o poder de produzirem o fenômeno, levantando corpos pesados e transportando objetos com a maior facilidade, operando pela vontade do médium que, em certos casos, é inspirado pelos Espíritos sem ter ciência disto. Essa mediunidade não é comum nas pessoas. A história universal registra casos destes em vários homens de bem, por vezes considerados santos. Jesus foi o maior médium facultativo de todos os tempos. Ele se transportava sem que ninguém o percebesse para lugares distantes, bem como a outros corpos, quando precisava.

A combinação médium-Espírito faz com que a conjunção de forças anule a ação da lei da gravidade, e a mente comanda para onde quer que seja o corpo que se destina para tal ou qual lugar. 0 médium facultativo, quando encontra Espirito em plena sintonia com o seu modo de ser, também libera ectoplasma com abundância, de modo que pode se dar o fenômeno de materialização, movimento de objetos, escrita direta e outros tantos fenômenos visíveis e tangíveis. Já dissemos que a mediunidade em si nada tem a ver com a moral da criatura. A moral cristã indica os melhores caminhos, direcionando as faculdades para junto do amor e da caridade, portanto, direcionada por Jesus e amparada pelos Seus iluminados preceitos. O médium que esquece a moral, que desconhece a educação cristã e a disciplina dos seus impulsos, é um barco sem remador, que se encontra à deriva no oceano da vida, por lhe faltar harmonia no centro da vida. Os seus poderes mediúnicos entram em “curto-circuito”, provocando graves problemas e infortúnios.

Quantos médiuns deste tipo não voltaram a reencarnar em situações penosas, para repararem o que fizeram no clima da irresponsabilidade! Mas, mesmo assim, não estão esquecidos pela Luz que, no silêncio da vida, os ajuda na recuperação para outras vidas onde poderão recomeçar nos caminhos que abandonaram. A orientação do Mestre para dar de graça o que de graça se recebe é advertência urgente para todos os medianeiros. Os que não ouvirem esse chamado ficarão sujeitos à surdez e ao entorpecimento da compreensão. O mundo êstá assistindo ao início dos tempos anunciados pelos profetas de todas as épocas, e os últimos anúncios estão sendo feitos pelas mensagens que vertem do Céu à Terra. Estão sendo usados todos os meios para a disseminação do Evangelho e, deste modo, todos recebem a palavra de Deus e podem acordar do sono das ilusões, para alegria de novas esperanças.

Aos médiuns facultativos, nós alertamos para cuidarem e disciplinarem seus dons, pois, para tanto, já se fez presente para a humanidade a Doutrina dos Espritos, facilitando o entendimento acerca das coisas espirituais, aumentandolhes a fé, de modo a terem mais segurança nos caminhos dos testemunhos. Mesmo que recebas pedradas dos que não são beneficiados pelo teu amor, continua amando; mesmo que sejas injuriado pelos detratores, continua amando a todos sem distinção; mesmo que o teu corpo físico se apresente danificado pela dor, continua tratando dele, sem esquecer do amor para com tudo e todos, pois a vida segue dirigida pela Justiça Divina, que tudo vê, dando a cada um segundo as suas obras. Pelo contrário, conforme é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento. (I Pedro, 1:15) Comungando com a santidade da vida, com a harmonia do universo, com os postulados da Doutrina dos Espíritos, acender-se-á uma claridade nova na tua consciência, iluminando primeiro o teu coração. Médiuns facultativos! Examinai o vosso procedimento, e se tendes alguma coisa a consertar, fazei-o enquanto é tempo, mas, lembrai-vos do melhor caminho que podeis trilhar e que é Jesus!. Capítulo 55 MÉDIUNS INVOLUNTÁRIOS

LM - 2- parte Cap. XIV-161 Os chamados médiuns naturais ou involuntários são aqueles que trazem a mediunidade naturaimente. Desde tenra idade têm-na aflorada, tanto que os fenômenos para esses medianeiros quase que não são notados; muito menos não os temem, por acharem coisa comum no seu dia-a-dia. No entanto, se procurararem a educação dos seus valores mediúnicos, são capazes de fazer grandes coisas em favor das criaturas, mesmo dentro da sua naturalidade. Essa espécie de mediunidade provoca a perda de fluidos, enfraquecendo em demasia o corpo físico.

Compreendendo isto, o médium pode evitar esse desperdício, sabendo pela consciência até onde deve ir, controlando assim a possível perda de força vital. As chamadas manifestações espontâneas ocorreram e ocorrem em toda parte, em todas as religiões, que as classificam com outros nomes, sinônimos de mediunidade, para não concordarem oficialmente com o Espiritismo. Mas, a faculdade é a mesma e, conforme o portador, pode dar frutos bons. Não se educando e disciplinando o médium, as consequências serão as piores para seu portador. Tal faculdade não implica em doença, como alguns acham, por não terem compreensão dos fatos.

Somente o que não se aconselha é o desregramento das faculdades, fazendo-se comércio, mesmo que seja pelas vias de trocas disfarçadas, de dar para receber, como, por exemplo, indicando casas de caridade em estado precário, que estão “precisando” das mãos dos que foram beneficiados. Isto não deve existir nem nos pensamentos. A prática da caridade deve ser por amor e a quem quer que seja, tanto ao pobre como ao rico, e até a todo o reino da natureza. Os dirigentes das instituições religiosas devem orientar dentro da moral Cristã, ou de outras raízes espirituais, o portador da mediunidade involuntária, para fazer ele bom uso dos seus poderes, visando somente à caridade sem exigências. Lembrem-se todos os portadores destas faculdades que não é bom que se entreguem aos experimentadores inconscientes, em se alimentando a vaidade da ciência no âmbito de testes sem objetivo algum.

Onde faltam o amor e a caridade, pode surgir desarmonia, e o sensitivo sentirá disfunções orgânicas, assomando na sua mente a depressão, e mesmo enfermidades sem conta. A culpa, pois, não é das faculdades que possui, e, sim, do abuso a que é impulsionado, pela ignorância das coisas espirituais. Médium nenhum tem obrigação de submeter-se a torturas físicas e morais por agentes da maldade, com o fito de subestimar principaimente a Doutrina dos Espíritos. Eis aí a comunhão das trevas para apagar a luz. Se tens a mediunidade natural, se já nasceste com ela, pede a Deus nas tuas orações para te guiar nos caminhos do exercício da luz.

Não é somente no Espiritismo que se exercita os dons mediúni- cos; a mediunidade está presente em todas as religiões e filosofias espiritualistas em evidência, para mostrar a presença de Deus e provar que ninguém morre. Não deves brincar com a vida e, sim, nutri-la com a caridade, esse gênio de muitas mãos, que nasceu com a criação do Espírito, para servir. O observador de boa fé não precisa de lançar mão de violência em relação aos sensitivos para provar o que deseja. A verdade é luz que espanca as trevas. O sol é sol em qualquer parte!

Médiuns! Vós que estais a serviço do Cristo, pela inspiração de Deus, não forceis vossos dons, para mostrar que sois médiuns bons. Deixai fluir na sua naturalidade o que o Espirito derrama de luz pelos vossos canais, pois o bem são sementes de amor, e quem planta é quem colhe. Os seus feitos não erram o endereço, na sua volta ao Criador. Lembremos de Paulo, falando aos hebreus, deste modo, no capitulo treze, versículo um: Seja constante o amor fraternal.

Ele nos mostra os deveres sociais, o dever da vida e, principalmente, o dever do medianeiro. Diz ele para sermos constantes no amor fraternal, sem peias ou imposições, sem exigências e sem apego. Se és médium involuntário, deixa correr a tua vida, dentro da vida do Mestre dos mestres, para que Deus fique visível no teu coração e comande a tua vida para os caminhos da felicidade. Capitulo 56 DOUTRINAÇÃO DE ESPÍRITOS LM - 2® parte Cap. XIV-162-163 Oeves entender que não se convence um Espírito do mal em fazer o bem de uma hora para outra.

Conversar com ele através de um médium, pode ser um sinal que fica em sua mente para meditação, no entanto, a aquisição da moral evangélica é fruto de prolongado esforço, todos os dias. Transformação, tomamos a dizer, é fruto de longos evos, de dor, infortúnios, problemas incontáveis. É de degrau em degrau que se sobe uma escada, e a ascensão da alma é como que uma escada, como diz Jacó no Velho Testamento. Um simples arrependimento não tem condições de iluminar um Espírito. As reuniões espiritas, não resta dúvida, ajudam e muito no esclarecimento dos Espritos que ignoram a verdade, mas, além de precisar de tempo para esse entendimento, é preciso, e muito mais, que o doutrinador tenha moral para conversar com tais Entidades.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.