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Capítulo 10 de 15
Filosofia da — parte 10 de 15
Filosofia da Mediunidade III · João Nunes Maia, pelo espírito Miramez
Jesus deixou para toda a humanidade normas qualificadas para que atinjamos o topo da ascensão espiritual. É como um calvário, requerendo de nós outros o esforço para subir e ter uma visão mais ampla da esperança. A Doutrina dos Espúitos é capaz de fazer reviver os ensinamentos do Cristo com mais amplitude, despertando valores que a alma tem com abundância, normalizando as condições da própria Terra e consertando o homem. Estamos falando aos médiuns, e convém que eles ouçam com mais atenção: a mediunidade é grande ensejo ofertado às criaturas para conhecimento de si mesmo, aproveitando o tempo na observação do livro da natureza, sentindo e respeitando as leis que cruzam e se intercruzam na sua vida intema e externa. O médium deve seguir o ensinamento de Jesus: falar, e não calar, porém, falar mais pelo exemplo, pois este tem o poder de irradiar a mensagem do Mestre, vivendo o amor e a caridade.
Deve ainda desconhecer o apego às coisas materiais e usar, se porventura possuir, os bens terrenos para grandeza da sua vida, de maneira que a caridade se mostre mais visível em seus passos. Os Espíritos que se apegam a localidades e, certamente, a pessoas, podem não ser maus nem completamente ignorantes. Às vezes, são provas, no sentido de se libertarem da ignorância. Eles .são classificados como Espíritos errantes, mas que isso não seja entendido ao pé da letra. Os Espíritos que fogem a essa qualificação são os puros, que têm completa tranquilidade de consciência, que têm uma consciência imperturbável.
Ao médium que tem observado os ensinamentos do Cristo e vivido segundo suas forças, nós lembramos as palavras de Paulo a Timóteo: Tu, porém, tens seguido de perto o meu ensino, procedimento, propósito, fé, longanimidade, amor, perseverança. (II Timóteo, 3:10) Paulo fala ao discípulo da sua firmeza na fé perseverante e na esperança, e nós falamos aos medianeiros, inspirados nele, para perseverarem no amor e na caridade, porque com essas duas forças serão libertados do apego que os prende às paixões, escravizando- -os e entorpecendo seus sentimentos. Capítulo 38 ESPÍRITOS NAS RUÍNAS i LM - 2 parte Cap. IX-132-43 Os Espíritos, mesmo os mais ignorantes, não têm preferência pelas ruíias, os lugares desertos. Isso é invenção popular. Eles preferem mais os lugares habitados.
Os maus e os viciados, porque estão sempre procurando absorver os fluidos dos encarnados, com os quais saciam seus desejos inferiores; os bons, porque sentem alegria e encontram ocupação na convivência com os homens. Certamente que eles vão a muitos lugares, mas preferem companhias humanas. Aí começa a funcionar a mediunidade; a alma encarnada atrai com maior facilidade os Espíritos que estejam na sua escala de evolução. Aquele que freqiienta os botequins, servirá de médium dos Esptítos que ainda sugam os vapores do álcool e o efeito neles é o mesmo que se dá com o encarnado. Se prefere os clubes, o futebol, o jogo, a política, ou os templos, terá companhias espirituais compatíveis com o lugar que procura.
Essa é a justiça: a lei entrega a cada um aquilo que cada um deseja. Podes saber quais são as suas companhias espirituais, pelo que és. Basta uma simples análise, para que possas certificar-te desta verdade. No entanto, os luminares da eternidade, como benfeitores da humanidade, aproximam-se de todo ambiente terreno, por misericórdia, inspirando a todos para o amor e a caridade, para as mudanças de vida, colocando sempre em suas mentes que fora da caridade não há salvação, que o Cristo é o nosso Guia em todas as posições que ocupamos no mundo. Com o tempo, verás as mudanças na tua vida.
É o tempo que se encarrega desta difícil operação, onde vai se instalando a luz da verdade. Há Espíritos, como acontece com os homens, que preferem a solidão, porém são poucos, e não permanecem isolados por muito tempo, procurando ingressar nos grupos de onde retiram lições de maior proveito, trocando experiências e facultando ambiente de alegria. Mesmo os mais ignorantes desejam o melhor e sentem- -se intimamente bem, reconhecendo os valores espirituais que já conquistaram. Não precisas sentir medo de “fantasmas”; eles são Espri- tos errantes, que no amanhã serão melhores, e passarão a ajudar os que ficaram na retaguarda. Oremos por eles, pois são filhos de Deus.
A mediunidade com Jesus, na limpidez da ideia cristã, vem revelar muita coisa que passava despercebida. O Espiritismo vai abrindo o Evangelho da vida para todos lerem, e pedimos a Deus que a humanidade compreenda. Somente o ignorante tem medo do que é chamado sobrenatural. Tudo que existe tem uma razão de ser. São lições disseminadas em toda a criação, para que se conheça a verdade.
São múltiplos os ensinos e os meios de aprender. A criatura médium em exercício deve compreender e estudar as leis da vida, pois todas elas trazem o selo da justiça e do amor, que se transmuta em numerosas virtudes que devem ser vividas, já que elas libertam os cativos da ignorância. Os Espíritos gostam mais da presença dos homens, devido às trocas de fluidos, e neste manejo de amizade, começam a desenvolver a fraternidade, que os leva para o amor no porvir. 0 bem nasce, quando o Espírito aprende o que é o mal. 0 mesmo se dá com o amor, que vem após o ódio. Não poderemos permanecer no mal e no ódio, porque o bem e o amor são eternos. Os médiuns em Cristo escolhem os caminhos do Evangelho, por saberem que Jesus é o Sol que aquece a todos, inspirando Seu rebanho para a luz da vida, conscientizando-se de que todos precisam do amor e de amar.
Assim também a língua, pequeno órgão, gaba-se de grandes cousas. Vêde como uma fagulha põe em brasas tão grande selva. (Tiago, 3:5) Assim á a mediunidade: ela tem forças que, não sendo educadas, são um desastre para a alma, e em Cristo é portadora de grandes benefícios. 0 médium que se educa e instrui na codificação do Espiritismo, é um instrumento do amor alegrando a muitos, e passa a ser canal da caridade, ajudando a salvar muitas criaturas. Capítulo 39 CRENÇAS POPULARES
LM -2- parte Cap. IX -132-5 Certamente as crenças populares guardam sempre um fun- do de verdade, assim como a mentira leva a crer que existe a verdade. Uma é confirmação da outra; as trevas falam da luz, no seu existir. O ódio faz quem o porta procurar o amor, e a violência induz à paz. A superstição dos povos é força que assinala a existência do mundo invisível.
Nesta teoria, arregimentamos estudos para muitas situações, e solução para todas elas. Quando ouves falar em lugares lúgubres, em lugares mal- -assombrados, a tua mente cria imagens, favorecendo para os Espíritos que queiram brincar com a credulidade da humanidade,ambiente fácil para a sua presença mais acentuada, e mesmo para motivar fenômenos. Não é que eies preferem esses lugares; eles são atraídos pela disposição humana, ao ouvir descrições errôneas de que em determinados lugares há Espritos ou, como queira dizer, fantasmas. Õ cemitério se apresenta como lugar favorável para todos os tipos de fenômenos, fatos esse que se alicerçam no pensamento dos encarnados, usando a mediunidade de alguns que ali entram, em combinação com os fluidos dos Espíritos. Os Espíritos podem mesmo apresentar-se em corpo tangível às vistas humanas, prindpalmente dos medrosos.
É, pois, a mente dos encarnados que os atrai, fornecendo ectoplasma para a sua visibilidade. A mediunidade sempre existiu em todo o mundo e em todas as épocas, só que mal compreendida. Foi Jesus quem mostrou a sua utilidade, servindo de instrumento de Deus para a paz do mundo e das criaturas. 0 futuro irá mostrar a necessidade da função me- diúnica entre os dois mundos, objetivando o crescimento dos Espíritos, e eles, os Espíritos, alimentam a preferência dos grupos humanos, onde se sentem felizes, em profundas trocas de energias sublimadas. Quanto mais elevados, mais o amor ativa seus sentimentos e mais necessidade têm um do outro. O que chamamos de progresso é o acordar dos valores internos no centro da vida, é colocar em evidência o tesouro que, por vezes, ainda dorme na consciência, e que com o resplandecer ilumina o coração.
O dever é estudar mais, para encontrar a verdade em tudo; a mediunidade é o instrumento dessa pesquisa. Podes observar que ela sempre cresce em meio de todos os povos, dirigindo as crenças que alimentam todas as religiões no mundo e fortificando as filosofias. Quem foge do assunto espirito é porque teme o desconhecido, ou por interesse pessoal. O verdadeiro sábio aprofunda-se em tudo, porque sabe que a verdade está em tudo, mesmo que seja revestida de muitos corpos. Por que temer, se tudo que está feito é por permissão de Oeus?
Vive bem e feliz o que respeita as leis naturais, sabendo que elas são mensagem viva do Criador. A negação não nasce da inteligência em Cristo; a observação sem alarde, sim, é fator de aprendizado universal que sempre conduz à alegria e à paz. Todos os povos têm suas crenças populares. Estudemo-las, que elas nos indicam de onde se irradia a verdade que liberta. 0 Espirito envolvido na ignorância respira no primitivismo, não podendo sentir a verdade mais acentuada. Ele nega por desconhecer, no entanto, o tempo fa-lo-á compreender mais tarde, ao surgir a maturidade.
Uma árvore com semanas ou meses não oferece frutos, nem uma criança tem a mesma capacidade mental de um adulto. Tudo depende da maturidade. 0 próprio progresso respeita a idade sideral do indivíduo, para plasmar nele o que deve avançar, acordando suas qualidades superiores. Para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra. (Efésios, 5:26) Eis que nos haveremos de lavar pela água da palavra, sabendo nos conduzir, disciplinando o nosso verbo, de modo que ele seja a semente divina, que constrói e alimenta a vida, na vida do Criador. Essa a crença verdadeira que os médiuns devem alimentar e exercitar o mediunismo como sendo instrumento de Deus, a falar e viver o Cristo. Capítulo 40 DIAS E HORAS i LM - 2 parte Cap.
IX-132-68 Os dias e horas são medidas do tempo, estabelecidas pelos homens. Os Espíritos não estão sujeitos a eles, a não ser quando se fazem homens. Aí, submetem-se a essas diretrizes para auxiliarem aqueles seus irmãos que estão envolvidos na carne. Quando um civilizado vai a uma tribo dos índios, respeita as regras dessa comunidade. Em se comparando a humanidade em relação ao mundo espiritual superior, a sociedade humana é como uma tribo indígena, que os EspHtos respeitam, ensinando-lhe algo mais para melhorar seu comportamento.
Os horários da Terra não têm! nenhuma influência como momentos mais fáceis ou mais difíceis para as comunicações dos Espíritos; dia e noite são divisões para a ordem humana, o trabalho e o descanso. É qual as cerimônias de certas religiões; são ilusões necessárias para a alma que ainda ignora a verdade. Quando o Espírito vai conhecendo melhor as leis, passa a achar inúteis as cerimônias e ritos, vai limpando a mente dessas fórmulas incômodas. Comparamos as cerimônias com os vícios e hábitos incômodos dos quais o espirita deve livrarse. Eles prejudicam a saúde do corpo e comprometem o equilíbrio da alma.
A Doutrina dos Esputos, ditada a Allan Kardec por Espíritos iluminados, é uma medida divina para limpar as almas dos dogmas, das orações inconscientes, de palavreado decorado e de homens que se arrogam o direito de guiar as ovelhas humanas. 0 Cristo, para o espírita, na verdade volta para os homens, mas a volta é individual, descendo das nuvens do coração e faiando-lhes na linguagem do seu entendimento, sem precisar de vestes talares, exaustivos cursos teológicos, sem precisar demonstrar santidade exterior que, muitas vezes, o comportamento contraria. Jesus aparece na educação e na instrução espiritual, de modo que a alma sinta Deus na consciência, abrindo caminhos para a fraternidade universal. Estes livros que estamos escrevendo, fundamentados em "0 Livro dos Médiuns”, vêm para despertar os medianeiros no que concerne aos seus dons, de modo a não serem usados como bens terrenos, na venda e na troca de favores. A mediunidade com Jesus é livre, na liberdade do amor. É para ensinar aos homens, ajudando o trânsito da caridade pelas faculdades que possuem.
Se a criatura tem os dons aflorados, que faça deles o instrumento que educa as ideias e disciplina a fala. 0 médium do amor é aquele que vê em tudo Deus falando-lhe da paz e da caridade, da benevolência e do perdão, da alegria e da persistência no bem. É aquele que transmite, pela sua presença, o ânimo de viver, trabalhando com honestidade, honrando seu lar, como se fosse a casa do Senhor. A retidão é a melhor diretriz para o médium. Esquecer o julgamento dos outros é respeitar a posição em que eles se encontram na escala de despertamento espiritual. 0 momento é de conhecer a nós mesmos e cuidar das nossas deficiências. O tempo ainda nos parece curto para a educação de nós mesmos; assim, como anunciar os defeitos alheios?
Esse trabalho não é de nossa competência. Não deves também anunciar se já conquistaste alguma virtude; basta Deus saber dos teus valores. 0 médium que se entrega à vaidade, ao orgulho e ao egoísmo não entendeu a mensagem do Cristo e se a ouviu, esqueceu-se do amor e da caridade. Paulo, falando aos Hebreus, disse com veemência, no capítulo seis, versículo oito: Mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada, e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada. A mediunidade que produz espinhos e abrolhos é desertada do Evangelho, pois foge da sua função o amor; e a disciplina e a educação não estão presentes. Ela é amaldiçoada pelo próprio tempo, e será queimada pela inversão dos valores que a vida, por misericórdia, lhe confiou.
Limpa da tua vida as paixões inferiores e segue a luz do Cristo, para a tua libertação, de modo que o amor te mostre o caminho da verdade. Capítulo 41 DURANTE A NOITE i LM - 2 parte Cap. IX-132-72 Os Espíritos não têm preferência pela noite para se comunicarem com os homens. Isto é pura superstição das criaturas em quase todo o mundo, porque a noite nos dá uma impressão de silêncio profundo, junto a uma serenidade onde qualquer ruído nos parece aquilo que queremos ouvir. A luz é movimento intenso, e a escuridão é vibração lenta.
Quando algum Espirito escolhe a noite para comunicar-se com 0' médium, certamente é porque, durante o dia, este se ocupa com seu trabalho indispensável à sua manutenção, ou então porque o Espirito se encontra envolvido na ignorância. Outro caso, seria quando se trata de sessão de materialização das Entidades espirituais, pois a luz forte desintegra o ectoplasma, pelo qual o Espírito se mostra visivelmente; com a ausência da luz ele fica mais visível às pessoas presentes. No entanto, quando desejam ou é necessário, sabem eles isolar esse efeito da luz ante o ectoplasma, aparecendo em plena claridade. 0 Espírito benfeitor conhece a ciência espiritual e sabe dominar os segredos da natureza. Jesus não apareceu a Paulo de Tarso em plena luz do dia no deserto, onde a claridade do sol ofuscava até os encarnados? 0 Espiritismo vem dissipando todos os véus imaginários que a ignorância tece na mente dada à ignorância, deixando que somente a verdade fique de pé e que aquele dotado de uma razão mais pura, observando as revelações da Doutrina Espírita, notará que ela fala a verdade. A codificação colheu, informações entre os luminares da eternidade, fomecendo-as aos homens por amor, sem intenções de vendas nem de permutas.
É a caridade em plena luz, também instruindo os que se encontram nas trevas. Os Espíritos superiores transmitem suas mensagens de educação e instrução servindo-se dos médiuns, não importando que esses medianeiros estejam no escuro ou nos templos religiosos. Para os mensageiros de Jesus, Deus está em toda parte, e a beleza da vida floresce onde quer que seja. Com o perpassar do tempo, os templos serão a natureza, bem como o melhor lugar estará no ambiente interno, na casa do coração. Atualmente, para a situação em que se encontra a maior parte da humanidade, são necessárias as casas religiosas chamadas de Igrejas, que garantem uma sensação de segurança para os profrtentes, ao fazerem os cultos em conjunto.
Também na erraticidade existem essas casas; assim na Terra, assim no céu. O Cristo aparece na individualidade, em separado, quando o poço de luz estiver pronto na "terra” dos sentimentos. Eis porque a verdade liberta. Os movimentos exteriores são os primeiros passos do estudante que depende de ver e tocar para crer. Os fenômenos lhes toca mais fundo, ao passo que com o Mestre ele é guiado pela voz interior, como que por um alto-falante introduzido na consciência, onde vibra com nitidez a vontade de Deus.
Eis porque falamos aos médiuns, no sentido de se educarem e, igualmente, se instruírem, com a finalidade de conhecerem a verdade, limpando-se de todas as superstições, heranças de muitos povos da retaguarda, faltando-lhes a capacidade de entender mais além. No que tange a Satanás, é a mesma coisa. Há uma multidão de “diabos” como chuva em todo o globo, atazanando os homens. E quem os criou foram as próprias religiões que ignoram a verdade. Eles são Espíritos, como todos nós, sem a devida educação no campo dos sentimentos, mas que no amanhã se tomarão Espíritos de luz no trabalho pela paz.
Esses Espíritos perturbam os homens porque encontram sintonia nos seus sentimentos. Os iguais se reúnem por lei. 0 Evangelho de Jesus é uma fonte educadora que o Espiritismo sabe interpretar com maior clareza. É como um sol iluminando a todos. Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as cousas nela escritas, pois o tempo está próximo. (Apocalipse, 1:3) 0 tempo está próximo para a humanidade. Os acontecimentos que estão surgindo em todo o mundo nos advertem como chamados de Deus para melhorarmos os sentimentos.
Chegou a hora de amarmos a Deus em todas as coisas, não somente nos momentos de orações, nem somente dentro dos templos, o que vale a dizer: não somente à noite, mas durante o dia e em tudo que fizermos. Devemos mudar de comportamento, para que não sejamos apanhados de surpresa, em violenta mudança para mundos primitivos. Capítulo 42 OS TÚMULOS i LM - 2 parte Cap. IX-13233-a Os Espíritos não têm preferência pelos túmulos onde se encontram guardados seus restos mortais. Quando lá se encontram alguns apegados aos últimos liames da matéria é, pois, por ignorância ou por provação, de modo a respeitar, em outra volta à came, as vestimentas que lhes sirvam de esponja, a descarregar as suas vibrações deletérias.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.