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Capítulo 1 de 6
Parte 1 de 3
Espíritos e Médiuns · Léon Denis
Léon Denis
Espíritos e Médiuns
Edições CELD Centro Espírita Léon Denis Léon Denis – Espíritos e Médiuns 2
Espíritos e Médiuns Léon Denis Título do original francês Esprits et Médiums (1921)
3ª Edição: março de 2001 1ª tiragem, do 21º ao 25º milheiro.
Tradução: José Jorge Copydesk e Revisão de Originais: Albertina Escudeiro Sêco Capa e Diagramação: Rogério Mota Composição: Márcio P. de Almeida e Luiz P. de Almeida Jr. Revisão Tipográfica: Teresa Cunha
Produção Gráfica: Deptº Editorial do Centro Espírita Léon Denis Rua Abílio dos Santos, 137 - Bairro Ribeiro Telefax: (21) 452-1846 CEP 21331-290 - Rio de Janeiro - RJ E-mail: editora@celd.org.br Site: http://www.celd.org.br Léon Denis – Espíritos e Médiuns 3
Contracapa (orelha)
Léon Denis
Léon Denis nasceu em Foug, distrito de Toul, na França, no dia 1 de janeiro de 1846, e morreu em Tours, em 12 de abril de 1927. Foi orador e escritor reconhecido e sua atuação chegou a muitos países da Europa e do mundo, tornando-se um dos mais destacados líderes espíritas da França Colaborou ativamente com a Revue Spirite, fundada por Allan Kardec, onde, mensalmente, apresentava artigos dentre os inúmeros de sua autoria. Dos seus escritos acerca da mediunidade, destaca-se o monumental No Invisível, obra que possui muitos admiradores e seguidores em todo o Brasil. Espíritos e Médiuns é um excelente resumo dos estudos que Léon Denis fez sobre a mediunidade, sendo o seu uso indicado principalmente para os iniciantes da Doutrina que queiram dedicar-se ao momentoso assunto. A primeira edição deste livro deu-se na França, em 1921, e no Brasil o Centro Espírita Léon Denis editou-o pela primeira vez em agosto de 1987. Léon Denis – Espíritos e Médiuns 4
Índice
Prefácio ................................................................................5 I - O Espiritualismo Experimental........................................7 II - Os Fenômenos Espíritas................................................21 III - Natureza da Mediunidade............................................36 IV - Prática da Mediunidade...............................................42 V - Análise da Mediunidade...............................................53 VI - Prece de Jerônimo de Praga.........................................66 Índice de Nomes Próprios...................................................67
Léon Denis – Espíritos e Médiuns 5
Prefácio Este é mais um lançamento gráfico da Editora CELD; desta feita, um importante livro de Léon Denis, que, inexplicavelmente, ainda não fora traduzido para o vernáculo. Pelo Menos, todas as fontes consultadas foram unânimes em declarar desconhecer qualquer trabalho neste sentido. Nesta obra – uma valiosa contribuição de Léon Denis para aclarar o trato do Espiritismo experimental – temos muito que aproveitar, reconhecendo em seu autor um homem habituado a lidar com médiuns e espíritos. De uma leitura atenta, podemos extrair inúmeras lições, que nos ajudarão a compreender facetas das comunicações mediúnicas, e que só o tempo poderia nos dar. Todos os capítulos são importantes, mas quem desejar compreender melhor o que se passa nos momentos da prática mediúnica, muito terá a aprender com a leitura do Capítulo IV, Prática da Mediunidade. Nele encontram-se narrados, de maneira simples e objetiva, vários procederes que, se forem observados, muito ajudarão a médiuns e diretores de grupos e de centros espíritas no exercício da prática mediúnica.
A recomendação do uso da oração e do recolhimento, antes do início das reuniões; a impregnação fluídica, que deve acontecer antes de todas as sessões; as dificuldades que surgem pela existência de pensamentos divergentes, que formam correntes fluídicas desencontradas; a análise dos dois maiores obstáculos que o médium tem a vencer: o espírito de lucro e o orgulho; os resultados que uma segura atitude moral proporciona; a absorção dos fluidos dos mundos Léon Denis – Espíritos e Médiuns 6
superiores, e também os esforços que os médiuns devem empregar, continuadamente, para merecerem a assistência dos bons espíritos, ali estão descritos e analisados de maneira prática e objetiva. No Capítulo V, Léon Denis, com a clareza que lhe é peculiar, faz uma análise minuciosa da mediunidade, mostrando-nos que ela é a “reveladora das potências da alma”. O autor ainda nos fala, com detalhes, do fenômeno da incorporação, contando, inclusive, casos ocorridos com ele próprio. Dos escritores espíritas considerados “clássicos”, Léon Denis talvez seja o único que se detém sobre este tipo de mediunidade. Quanto ao Capítulo III, será interessante que o leitor faça uma leitura do capítulo 22 de No Invisível, também de autoria de Denis, para estabelecer uma comparação entre os dois. Finalizando, transcrevemos a opinião de Gaston Luce sobre a presente obra, expressa em seu livro Vida e Obra de Léon Denis, à página 180: “No mesmo ano, foi publicado o opúsculo de propaganda Espíritos e Médiuns, com 70 páginas; esse trabalho, assim como O Além e a Sobrevivência do Ser, é uma contribuição ao Espiritualismo Experimental, enriquecida de novas observações e de conselhos relativos à mediunidade”. Altivo Carissimi Pamphiro Léon Denis – Espíritos e Médiuns 7
I O Espiritualismo Experimental Em nossos dias, mais do que nunca, o Espiritismo chama a atenção do público. Fala-se com freqüência em casas mal-assombradas, em fenômenos de telepatia, em aparições e materializações de espíritos. A Ciência, a Literatura, o Teatro e a Imprensa deles se ocupam constantemente, porquanto as experiências do Instituto Metapsíquico, os testemunhos do grande escritor inglês Conan Doyle e as averiguações feitas por alguns jornais parisienses dão a esta questão um caráter de atualidade permanente. Examinemos, pois, este problema, e averigüemos por que o Espiritismo, tão freqüentemente sepultado, sempre reaparece, crescendo, dia a dia, o número de seus partidários. Não é, por acaso, uma coisa estranha? Talvez, na História, jamais se tenha produzido nada igual. Nunca se viu um conjunto de fatos, considerados impossíveis a princípio, cuja idéia provocava, em geral, antipatia, receio, desdém; fatos que excitavam a hostilidade de várias instituições seculares, acabarem por se impor à atenção e até à convicção de homens cultos, competentes, autorizados por suas funções e por seu caráter. Esses homens, inicialmente céticos, terminaram por reconhecer e afirmar a realidade dos aludidos fenômenos, depois de os estudar, investigar e experimentar. Léon Denis – Espíritos e Médiuns 8
O ilustre sábio inglês William Crookes, conhecido no mundo inteiro pelo descobrimento do estado radiante da matéria, e que durante três anos obteve, em sua casa, materializações do espírito Katie King, em condições de controle rigoroso, falava, a propósito dessas manifestações: “Eu não digo que isto seja possível, eu digo: isto é”. Oliver Lodge, reitor da Universidade de Birmingham, membro da Sociedade Real, escreveu: “Fui levado, pessoalmente, à certeza da existência futura, por provas que repousam sobre uma base estritamente científica”. Frederico Myers, professor de Cambridge – a quem o Congresso Oficial Internacional de Psicologia de Paris, em 1890, elegeu Presidente de Honra – em seu admirável livro A Personalidade Humana, chega à conclusão de que vozes e mensagens nos vêm do Além-Túmulo. Falando da médium Sra. Thompson, Myers escreve: “Creio que a maioria dessas mensagens vêm de espíritos que se servem, temporariamente, do organismo dos médiuns para transmiti-las a nós.”
O célebre professor Césare Lombroso, de Turim, diz na Leitura: “Os fatos observados nas casas freqüentadas por fantasmas, nas quais, durante anos, se reproduzem aparições e ruídos, de acordo com o relato de mortes trágicas, e sem a presença de nenhum médium, atestam em favor da ação dos mortos. Com freqüência, trata-se de casas desabitadas, onde esses fenômenos se produzem durante várias gerações e, muitas vezes, durante séculos.” O Sr. Boutroux, filósofo bem conhecido, dissertava, em suas brilhantes conferências, acerca dos espíritos e as comu- Léon Denis – Espíritos e Médiuns 9
nicações medianímicas, assegurando que: “A porta do subconsciente é a abertura por onde o divino pode entrar na alma humana.” “Às vezes, – dizia, – as revelações espíritas são tão estranhas que parece, efetivamente, estar, o médium, em comunicação com diferentes seres dos que lhe são acessíveis normalmente.” William James, reitor da Universidade de Harvard, New York, eminente psicólogo falecido há alguns anos, afirmava a verossimilhança das comunicações com os mortos, em seu estudo publicado no ano de 1909, no Proceedings, acerca de seu amigo Hodgson, já falecido, que vinha conversar com ele pela mediunidade da senhora Piper. James escrevia que: “Estes fenômenos dão a impressão irresistível de que é realmente a personalidade de Hodgson, com suas características próprias” e, mais adiante: “O sentimento dos assistentes era de que conversavam com o verdadeiro Hodgson”. A origem do Espiritismo, o Espiritualismo Moderno, está na América. Na realidade, os fenômenos do Além-Túmulo se encontram na base de todas as grandes doutrinas do passado. Em quase todos os tempos, o mundo dos vivos manteve relação com o Mundo Invisível.
Porém, na Índia, no Egito e na Grécia, esses estudos eram privilégio de um pequeno número de investigadores e de iniciados, e os seus resultados se ocultavam cuidadosamente. Para que esse estudo fosse acessível a todos, e se conhecessem as verdadeiras leis que regem o Mundo Invisível; para ensinar os homens a ver nesses fenômenos, não uma ordem de coisas sobrenatural, mas um domínio ignorado da Léon Denis – Espíritos e Médiuns 10
natureza e da vida, era necessário o trabalho enorme dos séculos, todos os descobrimentos da Ciência, todas as conquistas do espírito humano sobre a matéria. Era preciso que o homem conhecesse seu verdadeiro lugar no Universo, que aprendesse a medir a debilidade de seus sentidos e a sua impotência para explorar, por si mesmo e sem ajuda, todos os domínios da natureza viva. A Ciência, com seus inventos, atenuou essa imperfeição de nossos órgãos. O telescópio abriu aos nossos olhos os abismos do espaço, o microscópio nos revelou o infinitamente pequeno:
assim surgiu a vida, tanto no mundo dos infusórios como na superfície dos globos gigantes que giram na profundidade dos céus. A Física descobriu as leis que regulam a transformação das forças e a conservação da energia e, também, as leis que mantém o equilíbrio dos mundos. A radioatividade dos corpos revelou a existência de poderes desconhecidos e incalculáveis: raios X, ondas hertzianas, irradiações de todas as classes e de todos os graus. A Química nos fez conhecer as combinações da matéria. O vapor e a eletricidade vieram revolucionar a superfície do globo, facilitando as relações entre os povos e as manifestações do pensamento, para que as idéias resplandeçam e se propaguem a todos os pontos da esfera terrestre.
1 Infusório: animal unicelular, microscópico (protozoário) que vive nos líquidos. (Nota da Revisora conforme o Le Robert, Dictionnaire de la Langue Française.) Léon Denis – Espíritos e Médiuns 11
Hoje, o estudo do Mundo Invisível vem completar essa magnífica ascensão do Pensamento e da Ciência. O problema do Além-Túmulo se ergue frente ao espírito humano com poder e autoridade. Nos fins do século XIX, o homem, desenganado de todas as teorias contraditórias e de todos os sistemas incompletos que se lhe apresentavam, abandonava-se à dúvida; perdia, cada vez mais, a noção da vida futura. Foi então que o Mundo Invisível veio até ele e o perseguiu até sua própria morada. Por diversos meios, os mortos se manifestaram aos vivos. As vozes do Além-Túmulo falaram. Os mistérios dos santuários orientais, os fenômenos ocultos da Idade Média, após um largo silêncio, reapareceram. O Espiritismo nasceu. As primeiras manifestações do Espiritualismo Moderno se produziram além dos mares, num mundo jovem, rico de energia vital, de expansão ardente, menos exposto que a velha Europa ao espírito de rotina e aos prejuízos do passado. Dali as manifestações se espalharam por todo o globo.
Essa eleição foi profundamente sensata, pois a livre América era, com efeito, o ambiente mais propício para uma obra de difusão e de renovação. Por isso ali se contam, hoje, vinte milhões de “espiritualistas modernos”. Mas, tanto de um lado do Atlântico quando do outro, embora com intensidades diferentes, as fases de progresso da idéia espírita têm sido idênticas. Em ambos os continentes, o estudo do magnetismo e dos fluidos havia preparado certos espíritos para a observação do Mundo Invisível. Léon Denis – Espíritos e Médiuns 12
A princípio, se produziram fatos estranhos em todas as partes, fatos dos quais ninguém se atrevia a falar, senão em voz baixa, na intimidade. Depois, pouco a pouco, se foi elevando o tom. Sábios, homens de talento, cujos nomes são garantia de honorabilidade e de sinceridade, se atreveram a falar desses fatos em voz alta, afirmando-os. Falou-se de hipnotismo, de sugestão; depois, vieram a telepatia, os casos de levitação e todos os fenômenos do Espiritismo. Agitavam-se mesas em louca rotação; deslocavam-se objetos, sem nenhum contato, ressoavam golpes nas paredes e nos móveis. Todo um conjunto de fatos se produzia; manifestações, vulgares na aparência, mas perfeitamente adaptadas às exigências do meio terrestre, ao estado de espírito positivo e cético das sociedades modernas. O fenômeno falava aos sentidos, porque os sentidos são como aberturas por onde o fato penetra até o entendimento. As impressões produzidas no organismo despertam surpresas, incitam à busca, e conduzem à convicção. Daí o encadeamento dos fatos, a marcha ascendente dos fenômenos. Com efeito, depois de uma primeira fase material e grosseira, as manifestações tomaram um aspecto novo.
Os golpes se fizeram mais regulares e se converteram em um meio de comunicação inteligente e consciente; a escrita automática se divulgou. A possibilidade de estabelecer relação entre o mundo visível e o invisível apareceu como um fato imenso, derrubando as idéias herdadas, derrubando os ensinamentos habituais, mas abrindo sobre a vida futura uma saída que o homem não Léon Denis – Espíritos e Médiuns 13
se atrevia ainda a transpor, deslumbrado pelas perspectivas que se apresentavam a ele. Ao mesmo tempo que se propagava, o Espiritismo via numerosas oposições levantarem-se contra si. Como todas as idéias novas, teve que enfrentar o menosprezo, a calúnia, a perseguição moral. Tal qual o Cristianismo, em seu começo foi sobrecarregado de amargura e de injúrias. Sempre acontece assim. Quando novos aspectos da verdade aparecem aos homens, sempre provocam assombro, desconfiança, hostilidade. É fácil compreendê-lo. A humanidade esgotou as velhas formas de pensamento e de crença; e quando formas inesperadas da verdade se revelam, não parecem corresponder muito ao antigo ideal, que está debilitado, mas não morto. Por isso se necessita de um período bastante longo de estudo, de reflexão, de incubação, para que a nova idéia abra caminho na opinião. Daí as lutas, as incertezas, os sofrimentos da primeira hora. Riu-se muito das formas que tomava o Novo Espiritualismo.
Os poderes invisíveis, que velam sobre a humanidade, são melhores juízes que nós dos meios de ação e de adestramento que convém adotar, segundo os tempos e os ambientes, para fazer com que o homem tome consciência do seu papel e do seu destino, sem, por isso, travar seu livrearbítrio. Porque isto é o essencial: que a liberdade do homem fique intacta. A Vontade Superior sabe ajustar-se às necessidades de uma época, de uma raça, e às novas formas da eterna revelação. Léon Denis – Espíritos e Médiuns 14
Ela suscita, no seio das sociedades, os pensadores, os experimentadores, os sábios que indicarão o caminho a seguir e colocarão os primeiros marcos. Sua obra se desenrola lentamente. Os resultados são, a princípio, débeis, insensíveis, mas a idéia penetra pouco a pouco nas inteligências. O movimento, por ser imperceptível, não é, por si, menos seguro e profundo. Em nossa época, a Ciência se elegeu em dona soberana, em diretora do movimento intelectual. Cansada das especulações metafísicas e dos dogmas, a humanidade reclamava provas sensíveis, bases sólidas sobre as quais pudesse assentar suas convicções. Fazia-se o estudo experimental, a observação dos fatos, como uma tábua de salvação. Daí o grande critério dos homens da Ciência, na atualidade. Por isso a revelação adquiriu um caráter científico. Com fatos materiais, chamou-se a atenção dos homens que se haviam materializado. Os fenômenos misteriosos, que se achavam disseminados na História, se renovaram e se multiplicaram ao nosso redor, sucederam-se em ordem progressiva, que parece indicar um plano preconcebido, a execução de um pensamento, de uma vontade.
À medida que o Novo Espiritualismo ganhava terreno, os fenômenos se iam transformando. As manifestações, grosseiras no começo, se aperfeiçoavam, tomando um caráter mais elevado. Certos médiuns recebiam por meio da escrita, de uma forma mecânica ou intuitiva, mensagens, inspirações de fonte estranha. Instrumentos musicais tocavam sozinhos. Léon Denis – Espíritos e Médiuns 15
Ouviam-se vozes e cantos: penetrantes melodias pareciam baixar do céu e turvavam o ânimo dos mais incrédulos. A escrita direta aparecia no interior de lousas justapostas e lacradas. Os fenômenos de incorporação permitiam aos mortos possuírem o organismo de um médium adormecido, e conversar com quem haviam conhecido na Terra. Gradualmente, e como conseqüência de um desenvolvimento calculado, apareciam os médiuns videntes, falantes, curadores. Enfim, os habitantes do espaço, revestindo-se de envoltórios temporários, vinham reunir-se com os humanos, vivendo, por uns instantes, sua vida material e terrestre, deixando-se ver, tocar, fotografar; dando impressões de suas mãos e de seus rostos e desvanecendo-se logo para prosseguir sua vida etérea. Assim é que se tem produzido uma série de fatos, durante mais de meio século, desde os mais inferiores e vulgares até os mais sutis, segundo o grau de elevação das inteligências que intervêm; toda uma ordem de manifestações se desenrolou sob o olhar atento de observadores.
Por isso, e apesar das dificuldades de experimentação, apesar dos casos de fraudes e dos modos de exploração, em que esses fatos serviram muitas vezes de pretexto, a apreensão e a desconfiança se atenuaram paulatinamente, e o número de investigadores cresceu. Há quase cinqüenta anos, em todos os países, o fenômeno espírita tem sido objeto de freqüentes investigações empreendidas e dirigidas por comissões científicas. Sábios céticos, professores célebres de todas as grandes universida- Léon Denis – Espíritos e Médiuns 16
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.