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Capítulo 8 de 10

Referências Bíblicas — parte 3 de 5

As Vidas de Jesus

forme visible où il apparaît aux hommes, et non pas un ange créé distinct de Dieu (Ex 23,20)", "Milk|+-s[edeq et Milk|+-res\a(", 125. Así Manzi, que distingue tres clases de figuras designadas como Melquisedec em los textos qumránicos: uma figura humana (en 1QapGen), uma angélica de carácter real (en 4Q‘Amram) e sacerdotal (en 4QShirShab) e Deus mismo, designado con o título de ‘Rey de Justicia’ em 11QMelch: "È indubbio, ad esempio, che 1QapGen xxii 13-17 ripresenti in maniera storica il b personaggio veterotestamentario. Ma non se può escludere che da 4Q‘Amram e dai Cantici emerga a fede in un mediatore angelico ‘storicamente’esistente ed attivo nelle vicende degli uomini. [...] È chiaro, però, che il Malk|+ s[edeq angelico così delineato assurge a figura simbolica di mediatore salvifico, in grado di esprimere l’intervento sensibile di JHWH ad extra, salvaguardando l’assoluta trascendenza. Un intento simile soggiace probabilmente anche a 11QMelch, in cui se parla di JHWH senza nominare 20 21 22 il tetragramma sacro, ma ricorrendo al titolo di ‘Re de Giustizia’", Melchisedek e l’angelologia, 101-102. 1QS iii 20; CD v 18. 1QM xvii 6-7. Para uma edição 23 24 preliminar de los distintos manuscritos de esta composição ver GARCÍA MARTÍNEZ – TIGCHELAAR, The Dead Sea Scrolls, II, 1084-1095. 4Q544 3,2. 4Q544 2,3- 25 26 5. Sobre los posibles motivos de a elecção de uno u otro de los distintos nombres, ver PUECH, a croyance des Esséniens, 548-50. A pesar de a tentação del fácil juego de

27 28 palabras entre Malak e Melek. Aunque los substantivos abstractos twklm (realeza) o twnhk (sacerdocio) no aparecen em o texto conservado. KOBELSKI, Melchizedek 29 c-d and Melchires\a(, 64-71; PUECH, a croyance des Esséniens, 551-553. É. PUECH, "Fragments d’un apocryphe de Lévi et le personnage eschatologique: 4QTestLévi (?) et 4QAJa", The Madrid Qumran Congress. Proceedings of the International Congress on the Dead Sea Scrolls. Madrid 18-21 March, 1991 (ed. J. TREBOLLE BARRERA – L.

VEGAS MONTANER) (STDJ 11; Leiden – Madrid 1992), II, 449-501. J.M. BAUMGARTEN, Qumran Cave 4. XIII. The Damascus Document (4Q266-273) (DJD 18;

Oxford 1996) 72, pl. XII. Ver J.M. BAUMGARTEN, "Messianic Forgiveness of Sin in CD 14:19 (4Q266 10 I 12-13", The Provo International Conference on the Dead 32 33 Sea Scrolls (ed. D.W. PARRY – E. ULRICH) (STDJ 30; Leiden 1999) 537-544. KOBELSKI, Melchizedek and Melchires\a(, 128. D. FLUSSER, "Melchizedek and the são of Man", reeditado em Judaism and the Origins of Christianity (Jerusalem 1988) 186, expresa uma idea semejante cuando afirma: "According to the fragment, it would appear that at least some members of the Sect believed that the priestly Messiah of the Latter Days would be Mechizedek". P. SACCHI, "Esquisse du développement du Messianisme Juif à a lumière du Texte Qumranien 11 Q Melch", ZAW 100 Suppl. (1998) 209, reconoce o carácter mesiánico de las funciones atribuídas a Melquisedec em 11QMelch: "Toutes ses fonctions sont typiquement messianiques, parce qu’il s’agit de fonctions liées au salut". e PUECH, al evaluar a função judicial de Melquisedec, concluye: "Par les attributions de roi et de juge eschatologique, a figure historique divinisé ou exalté de Melkîsédeq se raproche le plus au plan de représentations

symboliques de a notion "comme un fils d’homme" de Dn et "du Fils de l’homme" des Evangiles, em dépendance de leur source, le Ps 110", a croyance des Esséniens, 558. Ver F. GARCÍA MARTÍNEZ, "Messianische Erwartungen in den Qumranschriften", Der Messias (JBTh 8; Neukirchen-Vluyn 1993) 171-208; J.J. COLLINS, The Scepter

and the Star. The Messiahs of the Dead Sea Scrolls and Other Ancient Literature (ABRL; New York 1995); ZIMMERMANN, Messianische Texte aus Qumran. M.A. KNIBB, The Ethiopic Book of Enoch. A New Edition in the Light of the Aramaic Dead Sea Fragments (Oxford 1978); S. CHIALÀ, Libro delle parabole di Enoc (StBi 117;

Brescia 1997). A.F. KLIJN, Der lateinische Text der Apokalypse des Esra (TU 131; Berlin 1983); Die Esra-Apokalypse (IV. Esra). Nach dem lateinischen Text unter Benutzung der anderen Versionen übersetzt und herausgegeben von A. Frederik J. KLIJN (GCS; Berlin 1992); M.E. STONE, Fourth Ezra. A Commentary on the Book of

Fourth Ezra (Mineapolis 1990). 1 Hen 48,10 e 52,4, ver J.C. VANDERKAM, "Righteous One, Messiah, Chosen One, and são of Man in 1 Enoch 37-71", The Messiah. Developments in Early Judaism and Christianity. The First Princeton Symposium on Judaism and Christian Origins (ed. J.H. CHARLESWORTH) (Minneapolis 1992) 169-

191; CHIALÀ, Libro delle Parabole, 219. IV Esdras 7,28 e 12,32, ver "The Question of the Messiah in 4 Ezra", M.E. STONE, Selected Studies in Pseudepigrapha and

Apocrypha (SVTP 9; Leiden 1991) 317-332; STONE, Fourth Ezra , 207-213. M.A. KNIBB, "The Date of the Parables of Enoch: A Critical Review", NTS 25 (1979) 345- 359; CHIALÀ, Libro delle Parabole, 77, después de discutir las distintas propuestas, se inclina por uma datação a finales del siglo I a.C. o a comienzos del siglo primero de a 40 41 era cristiana. STONE, Fourth Ezra, 10, opta por o reinado de Domiciano (81-96 d.C.), "probably in the latter part of his reing". Mi traducção sigue o texto establecido

em DJD 23, 225, con las reconstrucciones entre corchetes. Ver las sugestiones de reconstrucção de las líneas 23-25 em DJD 23: "‘Sión’ é a congregação de todos los filhos

de justicia, los que establecen su alianza, (los que) evitan o marchar por o camino del pueblo. e ‘tu Dios’ é ..." o término técnico r#$p se ha conservado em a línea 17 e é 44 45 reconstruido con toda probabilidad em a línea 20. Ver F. GARCÍA MARTÍNEZ, "Escatologização de los Escritos Proféticos em Qumrán", EstBib 44 (1986) 101-116.

CD vi 11, que se inspira aparentemente em Os 10,12. Sobre esta identificación, ver A.S. VAN DER WOUDE, Die messianischen Vorstellungen der Gemeinde von Qumrân 47 48 (SSN 3; Assen 1957) 67-74, e G. JEREMIAS, Der Lehrer der Gerechtigkeit (SUNT 2; Göttingen 1963) 268-307. 1QpHab ii 8-10. em los textos o primero de estos

sentidos é designado como hlgyn e o segundo como rtsyn. Sobre estos dos conceptos, ver L.H. SCHIFFMAN, The Halakhah at Qumran (Leiden 1975). MILIK, "Milk|+- 50 51 s[edeq et Milk|+-res\a(", 126. FITZMYER, "Further Light on Melchizedek", 254 e 266. VAN DER WOUDE, "Melchisedek", 367; ZIMMERMANN, Messianische Texte 52 53 54 aus Qumran, 410-411. Donde aparecen las tres palabras claves de nosso texto: xwr, xy#$m, e r#$bl. Los Profetas são designados como xwr e xy#$m em CD ii 12. o pasaje é considerado generalmente como uma interpolación, insertada em o Documento A para reemplazar o midrash sobre Zac 13,7 e Ez 9,4 que aparece em o Documento B, ver J.M. O’CONNOR, "The Original Text of CD 7:9–8:2 = 19:5-14", HTR 64 (1971) 379-386; G.J. BROOKE, "The Amos-Numbers Midrash (CD 713b–81a) and Messianic Expectation", ZAW 92 (1980) 397-404; M.A. KNIBB, "The Interpretation of Damascus Document VII, 9b-VIII, 2a and XIX, 5b-14", RevQ 15 (1991-1992) 243- 251. Algunos investigadores, como F.M. STRICKER, "Damascus Document VII,10-20 and Qumran Messianic Expectations", RevQ 12 (1985-1987) 327-349, consideran que o pasaje é original, e que ha sido posteriormente substituido por o misdrash sobre Zac-Ez, mientras que otros, como S.A. WHITE, "A Comparision of the ‘A’ and ‘B’ Manuscripts of the Damascus Document", RevQ 12 (1985-1987) 537-553 explican las diferencias entre ambos manuscritos como errores mecánicos de transmisión más que

como indicios de actividad recensional. uma cuestión ásperamente discutida desde a publicação preliminar del manuscrito por É. PUECH, "Une apocalypse messianique (4Q521)", RevQ 15 (1991-1992) 475-522. o personagem ha sido identificado con o mesías-rey (PUECH, ibid., 487), con Elías (J.J. COLLINS, "The Works of the Messiah", DSD 1 [1994] 98-112), con un "Elijah-like eschatological prophet" (COLLINS, The Scepter and the Star, 117), o con o profeta escatológico (R. BERGMEIER, "Beobachtungen zu 4Q 521 f 2, II, 1-13", ZDMG 145 [1995] 44 e ZIMMERMAN, Messianische Texte, 382). em a edição de DJD, Puech mantiene abierta a posibilidad de comprender wxy#$m como singular o como plural ["Son(/Ses) (?) messie(/s)"]; leído como plural se aplicaría al mesías-rey e al mesías-sacerdote, leído como singular, debería aplicarse al mesías sacerdotal: É. PUECH, Qumrán Grotte 4. XVIII. Textes Hébreux (4Q521-4Q528, 4Q576-4Q579) (DJD 25; Oxford 1998) 12, n. 16; e según K.- W. NIEBUHR, "3Q 521 2 II – Ein eschatologischer Psalm", Mogilany 1985. Papers on the Dead Sea Scrolls offered in memory of Aleksy Klawek (ed. Z.J. KAPERA) (Kraków 1998) 160, "[4Q521] verweist weder auf den davidischen noch auf den prophetischen oder pristerlichen Messias, sondern vielmehr auf die endzeitliche Autorität des Priestertums"

Numa

Pompílio

Nos primeiros tempos, Roma foi governada por reis. Segundo a tradição o primeiro rei foi Rômulo, que teria depois desaparecido misteriosamente durante uma tempestade e, mais tarde, seria adorado como o nome de Quirino. Os outros foram: Numa Pompílio, Tulio Hostílio, Anco Márcio, Tarquínio o Antigo, Sérvio Túlio e Tarquínio o Soberbo. Numa Pompílio – (717 aC – 673 aC), segundo rei de Roma, foi um Sabino escolhido pelo senado como rei. Segundo Tito Lívio, (I, XIX) “à cidade fundada pela força e pelas armas, ele se apressa a dar o direito, as leis e os bons costumes”. Quando Rômulo morreu, presumivelmente assassinado pelos senadores, foram os próprios membros do Senado que elegeram Numa Pompílio como rei devido a seu sentido de justiça e sua alta competência religiosa. Depois da morte de Rômulo veio um interregno (um ano sem rei, enquanto sabinos e romanos lutavam pela supremacia). Supõe-se que Numa seja originário da cidade sabina de Cures e é considerado o promotor da organização religiosa que introduziu o calendário de doze meses. Também unificou as comunidades do Palatino e de Quirinal. Casou-se com Tacia, filha de Tito Tacio. Sabe-se muito pouco deste rei e todas as notícias vêm através de uma biografia escrita por Plutarco (c. 46 aC-125), escritor grego. No começo, ele não queria aceitar o cargo, mas foi convencido quando lhe asseguraram de que, tornando-se rei, prestaria um serviço aos deuses. De fato, seu reinado sempre será lembrado pelo que fez em termos da religião; mais que rei, ele foi um Pontífice. Fez leis e aumentou os direitos e acordos de paz entre Roma e o resto das cidades. Seu trabalho contribuiu para ordenar a religião, naquele tempo particularmente confusa por causa da origem de várias etnias da cidade, cada uma trazendo para Roma a sua própria religião e seus cultos, e o único culto que ficou reconhecido sobre todos foi o culto à deusa Vesta, que guardava o fogo sagrado através de suas sacerdotisas, as vestais. As tribos foram formadas pelas “gentes” (que representavam grupos de “famílias”) que, vindas de um mesmo ancestral, identificavam-se pelo culto religioso particular. Nesta situação, Numa Pompílio fundou uma série de instituições religiosas e, desta forma, criou uma série de hierarquias entre os deuses. Criou pontos de referência que provavelmente foram decisivos para a evolução de Roma. Deve-se a ele a fundação do colégio de Pontífices, posição máxima religiosa, e a divisão da população segundo a profissão: Se a organização corporativa por classes de trabalhadores teve origem espontânea, o mesmo não se pode dizer do uso político desse artifício de mistura e segregação social, tão habilmente executado por Numa Pompílio na Roma antiga, conforme relata Plutarco:

"Para fazer desaparecer a grande divisão entre dois povos e fragmentá-la em partículas, Numa Pompílio distribuiu todo o povo em diversos corpos, separados cada um por interesses particulares. Ele os repartiu pelos diversos ofícios de músicos, ourives, carpinteiros, tintureiros, cardoeiros, curtidores, ferreiros e ceramistas. Reuniu, assim, em um só corpo todos os artífices de um mesmo ofício e instituiu festas e cerimônias religiosas convenientes a cada um dos corpos. Por isso, Numa foi o primeiro que baniu de Roma o espírito de partido, que fazia pensar e dizer a uns e a outros que eram Sabinos, Romanos, sujeitos de Tatius e súditos do rei Rômulo. Assim, esta nova divisão operou realmente a mistura e, por assim dizer, o amálgama de todos os cidadãos juntos" ( in Vieira 1933:28-29). Ocupou-se em organizar a religião romana, tanto no terreno público quanto no oficial. Cada família tinha seu culto chamado sacra, e o sacerdote e dirigente deste culto era o pater familia. Do mesmo modo, cada Cúria (os romanos estavam divididos em 3 tribus e 30 curias) teve seu culto dirigido em cada caso por um curião. As famílias romanas (a gens, no plural: gentes) tinham entre elas um vínculo de união que era o sacra gentilicia, que era administrado por um sacerdote chamado flamen. A sacra gentilicia se sustentava pelas stips, que era uma contribuição oferecida pelo conjunto das famílias. Entre as mais importantes instituições criadas pelo rei sabino, certamente está a ordem dos Salii, sacerdotes guardiões do escudo de bronze do deus Marte, considerado Pai de Rômulo, que o recebeu diretamente de Júpiter. O mesmo Júpiter, lançando dos céus o pesado escudo que os romanos chamavam de “ancile”, fez saber que, enquanto o guardassem bem, Roma não teria nada a temer. Então, Numa, para evitar que se roubasse o escudo, mandou Mamurio Venturio fazer 11 cópias. Os doze escudos foram dados em custódia aos Salii que, no mês de Março, devotado a Marte, promoviam longas procissões mostrando os “ancilia” (plural de ancile) aos romanos. Supõe-se que Numa Pompílio tenha sido o fundador da religião romana, embora boa parte dela deva ter vindo dos etruscos e dos sabinos. Quirino, por exemplo, (que logo foi convertido em Rômulo deificado) foi originalmente um deus da guerra sabino, que era o equivalente ao deus latino Marte. Nos anos posteriores, os romanos, por sua admiração pelos sofisticados gregos, identificaram seus deuses com os deuses dos mitos gregos. Assim, Júpiter romano foi considerado o equivalente ao Zeus grego; Juno, a Hera; Marte, a Ares; Minerva, a Atenéa; Vênus, a Afrodite; Vulcano, a Hefestos, etc Essa identificação chegou a ser tão firme que, hoje em dia, freqüentemente usamos os nomes romanos (mais familiares) ao nos referirmos aos mitos gregos, e quase nos esquecemos de que os romanos tinham seus próprios mitos sobre seus deuses. Estes mitos eram crenças religiosas que continuaram sendo estritamente romanas, pois não tinham equivalentes gregos. Um deles se refere ao deus Jano, cujo culto se supõe foi estabelecido por Numa. Ao analisar o calendário, Numa apercebe-se que aquele estava atrasado relativamente ao ano trópico. Novos cálculos demonstraram, então, que o ano conteria realmente cerca de 12 lunações – mais duas do que anteriormente admitido – correspondente a 354 dias. Mantendo a nomenclatura dos meses, por esta apresentar um aspecto muito prático, Numa Pompílio defendeu o acréscimo de mais dois meses ao calendário em vigor. Como era extremamente religioso, todas as regras decretadas por Numa Pompílio tinham uma forte subjetividade de índole religiosa, com relevância especial ao deus Jano (este étimo deriva de janua que significa porta, entrada ou passagem). O deus Jano era considerado o protetor de qualquer "abertura", fosse ela concreta ou abstrata. Ele é representado com duas caras opostas, uma à frente e outra atrás. Assim, decretou que o ano se iniciaria com o mês Januarius (Janeiro; colocado antes de Março), e finalizaria com Februarius (Fevereiro; colocado após Dezembro)! Januarius, como já devem ter percebido, deriva do deus Jano. Februarius deriva de Februo, deus dos mortos. Outros historiadores indicam, porém, a derivação de februare, purificar. Facilmente se entende a idéia que ambos os meses indiciam: o ano velho morre no último mês, tempo em que cada um terá de se purificar (Fevereiro), a fim de poder entrar pela passagem (Janeiro) do novo ano. Numa Pompílio alterou também a duração de cada mês. Aparentemente, os números pares eram fatídicos e apresentavam uma simbologia mortal. Em oposição, os números ímpares agradavam consideravelmente aos deuses. Assim, Janeiro passou a ter 29 dias, e os restantes passariam a ter 29 ou 31 dias - os de 30 dias passavam a ter menos um! Curiosamente, a Fevereiro foram atribuídos apenas 23 dias. Esta decisão toma sentido, ao analisarmos um pouco os valores em questão. Os cálculos poderão ter mesmo sido os seguintes: 354 dias em 12 meses = "6 meses" x "31 dias/mês" + "5 meses" x "29 dias/mês" + "1 mês com os restantes dias", o que dá 23 dias! Com esta mudança, o ano passou a ter 355 dias, em vez do ano de Rômulo, com 304.

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