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Capítulo 9 de 15

Iii — parte 2 de 8

Nuctemeron de Apolonio De Tiana

Cérbero, a força central do passado, que, devido à vossa condição de nascidos desta natureza, vos governa e vos controla completamente é, com razão, "o guarda do umbral" sobre a outra margem do Styx.. Todo peregrino que está a caminho da Terra dos Vivos deve passar por esse vigia. Passar por ele significa aniquilá-lo, significa a completa extinção do passado em sua totalidade e o estabelecimento de um começo absolutamente novo em todo o microcosmo. Este é o inicio do "hoje vibrante"

É bom que expurgueis as realidades relacionadas com esses fatos de todo romantismo e de toda história de horror que, acerca do guarda do umbral, correm mundo, porquanto já anteriormente fizemos constar que toda radiação magnética possui uma estrutura e que aparece no campo de respiração como uma imagem, uma figura, figura esta que se apresenta freqüentemente sob aspectos mais ou menos assustador.

Quando no campo de respiração de um aluno surge semelhante imagem, e o aluno está de posse do verdadeiramente novo caduceu, então, em razão da sua irradiação, a mencionada influencia magnética é diretamente transformada numa outra vibração, enquanto que - assim diz o Nuctemeron todos os demônios (isto é, todas a formas grotescas no campo de respiração) desaparecem e entoam louvores a Deus.

Resta ainda a força nuclear presente no ser áurico, da qual todas essas influências magnéticas dimanaram e dimanam.

Por fim, essa força nuclear, esse Cérbero precisa ser expulso, visto que Cérbero é a chave para o "não mais além" da sétima região cósmica.

Por conseguinte, se algum candidato quer passar do sétimo para o sexto campo cósmico, então ele é confrontado com Cérbero. Este escancara sua tríplice goela para tragar o peregrino que se aproxima e, desta maneira, remetê-lo à região a que pertence pelo seu nascimento natural.

Quando assim falamos sobre o vosso e o nosso Cérbero e acerca de sua atuação como nosso opositor, então tendes que pensa num caminho que todos devemos seguir, numa resistência que todos devemos anular. E quando para isso nos armamos com a espada do Caduceu Renovado, precisamos, além disso, averiguar como se mostra o campo de batalha, o lugar do encontro, e com que meio Cérbero se apresenta para se opor a todos aqueles que anelam passar por ele. Estamos convencidos de que, quando considerarmos os meios de luta do guarda do microcosmo, então ele se nos aparecerá numa luz totalmente diferente!

Talvez pensemos que, para podermos passar por esse guarda do umbral, haja, por um lado, necessidade de se dispor de grande valor em sentido dialético e, por outro lado, possuir grande pureza. Porém haveis de compreender que, para se ter êxito, há necessidade de algo mais, assim como também ponderar sobre as urgentes correções a fazer em relação a nós mesmos.

Por isso, em primeiro lugar, desejamos remeter-vos outra vez ao fantasma do medo, o qual a todos nós nos mantém aprisionados em razão do nosso nascimento natural.

O medo é próprio da natureza dialética. Tendes medo quanto à vossa saúde, quanto à vossa posição econômica e social, vossas posses, quanto ao marido, mulher, filhos. Tendes medo de todos os acontecimentos que possivelmente venham a interferir em vossa vida. Por medo fazeis coisas que não devíeis fazer e deixais de fazer muitas outras que devíeis fazer.

Medo, preocupação e receio realizam, de modo absoluto, uma fragmentação, uma divisão em vós, isto é, provocais essa divisão ao quererdes trilhar a senda, ao quererdes tecer a Veste Gnóstica.

Cérbero é, para o candidato, o grande obstáculo no Caminho, é a causa pela qual, e sempre de novo, buscais um compromisso com o mundo...

E quando não há medo dos obstáculos, desenvolve-se o medo de que a Veste Áurea de Bodas não seja alcançada. Cérbero sempre despertará, seja como for, o medo no candidato.

E por medo de perder a Gnosis o candidato pode tornar-se um fanático, que é o exemplo típico de um homem que força por efeito do medo bipolar: medo de participar e medo de não participar.

Um tal homem traz a ilusão do fanatismo em seu fogo serpentino. E há então incrível necessidade de persistência e firmeza para exterminar esse medo.

Por isso, deve-se ter passado de modo correto pela Segunda Hora do Nuctemeron. Esta Segunda Hora é o carregar da Cruz do Amor, de tal maneira que esse Amor vos torne fortes para que toda ação ou não-ação seja corretamente realizada em Sua força, e da calma interna que esse mesmo Amor concede, a tudo fazer frente.

Enquanto esse Amor ainda não estiver perfeito em vós, Cérbero manterá fechada a passagem, e isto tão somente pelo medo, que ainda está presente.

A libertação do medo, da preocupação e do receio é também a tarefa que o Sermão do Monte propõe ao candidato. Isto não quer dizer neutralizar, vencer neste mundo dialético todos os medos, preocupações e receios, não, porque eles são unos com a dialética! Eles se mostram naturalmente em vossa vida! Deveis alçar-vos para fora deles na força e na luz do Outro Reino.

A banalidade de muitos contos, lendas e mitos está em que o cavaleiro vence o dragão mediante coragem cultivada. Não se trata de nenhuma coragem! Quem estabelece em si mesmo a Luz do Outro Reino, ergue-se acima de todos os temores.

O temor desapareceu de sua vida, e isto de passar pelo guarda do umbral, mediante forte luta e demonstração de grande valentia e muita coragem, está fora de questão.

Um aspecto seguinte de Cérbero em vós é o dogma.

Um dogma é uma proposição. Há inúmeros dogmas, portanto inúmeras proposições. A Gnosis pode ser dada a entender, delimitada e definida mediante proposição. Tais proposições são necessárias para se ter um ponto de partida e poder-se seguir um certo caminho. Todos os Grandes no Espirito, assim como também todos os outros igualmente presentearam o mundo com proposições. Todas elas tem aspecto dogmático. Elas nos proporcionam um programa fundamentado e sólido. Na Rosa Cruz, como não podia deixar de ser, semelhante doutrina foi transmitida e, com o auxílio da literatura, foi extensamente esclarecida.

O candidato, que é portador dessa Doutrina, tendo-a na cabeça e no coração, também a fixou em seu sangue e cobriu-se completamente com a roupagem da dogmática. Essa dogmática preenche toda a sua vida. Mas pode acontecer que nesta situação, sobre essa base, Cérbero tenha o candidato em seu poder e o possua de modo extraordinariamente firme. O candidato se considera "gnóstico" por excelência, pois que não é verdade que os homens tem os gnósticos em alta conta? E com que elegância e clareza esse candidato sabe difundir a Doutrina, como ela é corretamente formulada, bem pensada, esclarecida segundo pureza filosófica. Contudo aqui espreita o grande perigo!

Uma proposição é um programa, e um programa existe para ser executado! E o executor é muitíssimo mais que o conhecedor! Alguém pode ser um mau conhecedor do programa, mas um excelente executor! Por isso o candidato corre o perigo de apegar-se a um dogma, a uma proposição. Deixar o mundo sufocar-se em proposições é uma tática, um método de Cérbero.

Esta foi sempre a grande decadência da teologia da igreja, que em sua maior parte nada mais é que um instituto dogmático.

A Gnosis Original veio aos homens num dos aspectos de sua Doutrina, Doutrina perfeitamente pura. Houve pessoas que se deleitaram com ela, sorveram-na como nardo. Em seguida, saíram para predicá-la. Alguns escreveram livros para divulgar a mensagem e levá-la àqueles que não estavam em condições de alcançá-la pessoalmente.

A geração seguinte baseou-se nesses livros.

Surgiram universidades, grandes escolas, para ensinarem essas proposições.

E os dogmáticos se reuniram para revisá-las, corrigi-las a fim de adaptá-las ao mundo, à cultura e aos aspectos e necessidades dialéticas prevalecentes.

O medo torceu o ensinamento. As proposições se confundiram, se emaranharam e se contradisseram. Ficaram em pedaços. E um grupo disse: Esta é a parte aceitável! Um outro grupo buscou a sua salvação na segunda parte. E assim surgiram as universidades das divergências.

E toda essa dogmática do século está ausente em nosso sangue e em nosso fogo serpentino. Cérbero nos têm a todos firmemente em seu poder, devido ao instinto dogmático do passado.

Não existem, dentre os candidatos da Senda da Salvação, muitos que precisaram lutar desesperadamente consigo mesmos porque o instinto dogmático transmitido não se harmonizava com o programa e a filosofia da Gnosis?

Como é possível libertar-se da garra dos dogmas?

Assim: O dogma que escolhestes, transformai-o num programa em vossa vida e executai-o com todo o vosso ser.

E assim logo ficareis sabendo se ele é um dogma morto ou um dogma vivo, ou se ele vos conduz para o objetivo que nele se contém. Se ficais dependurados ao dogma, sem nada mais fazer, e de tempos em tempos trocais um dogma por outro, então a vossa vida fica povoada de ídolos. Permanecereis com os outros, agrilhoados no cárcere. Todas as vossas esperanças dogmáticas se mostrarão inúteis e afundareis no lodaçal das decepções.

Cérbero, vossa natureza pecaminosa, então triunfou pela milésima vez.

Aprendei esta lição, candidato.

O ensinamento o recebeis para realizá-lo.

Realizai-o e estareis livres do dogma.

E vos tereis tornado o próprio ensinamento e vos tereis libertado do vosso Cérbero!

Na Quarta Hora a alma regressa da visita aos túmulos. É o momento em que as quatro lanternas mágicas dos quatro cantos do círculo são acesas. É a hora dos encantamentos e das ilusões.

O candidato salvou-se da tríplice goela de Cérbero. Os perigos do medo, do dogmatismo e da idolatria foram neutralizados pelo candidato mediante as três línguas do relâmpago, mediante a tríplice força do caduceu renovado.

E então ele, o candidato, é posto diante da Quarta Hora: "Na Quarta Hora a alma regressa da visita aos túmulos. É o momento em que as quatro lanternas mágicas dos quatro cantos do círculo são acesas. É a hora dos encantamentos e das ilusões."

Se vós acompanhastes com atenção nossa viagem de estudos, então compreendereis que, quando o candidato nos Mistérios Universais ingressa na Quarta Hora mágica, ele deve provar se de fato pode seguir livremente e por iniciativa própria, o Caminho da grande e mágica auto-libertação.

Foi para isto que ele se preparou.

Todas as exigências elementares ele as satisfará.

Para a grande viagem ele desimpediu toda a Senda.

Cérbero, o guarda do umbral, foi posto de lado.

O candidato passa pelos portais, estando agora em condições de fazê-lo. Todas as forças libertadoras estão concentradas nele.

Agora ele precisa mostrar qual o uso que vai fazer delas. Suponde que seja essa a vossa situação. Estais equipados para a viagem. Vossas roupas estão em ordem. Os meios estão à vossa disposição. O alvo da viagem é do vosso conhecimento.

Em princípio nada mais poderá interpor-se no caminho ou contrariar-vos. No entanto, agora, em vossa viagem pelos Mistérios Universais, não acontece o fato de serdes como que apanhados, acondicionados, levados e despachados para o alvo, ou, exprimido romanticamente, que sois levados para o objetivo como que em asas de anjos com música e salmos.

Não, equipados com todas as possibilidades e forças, vós mesmos precisais estabelecer a direção passo a passo. Quanto ao plano de viagem, vós mesmos precisais tomar a decisão no tocante a todos os detalhes desse plano. As novas capacidades devem, por conseguinte, ser utilizadas, provadas, e é preciso aprender a manejá-las praticamente. Assim, toda a viagem dependerá do vosso próprio discernimento.

Se possuís compreensão, então precisais utilizá-la; se possuís coração, então precisais deixá-lo resplandecer.

Assim, todas as capacidades do estado liberto da Alma devem ser manejadas praticamente. Esta é a razão pela qual muitas dificuldades no desenvolvimento do candidato começam a aparecer, quando ele já passou por Cérbero. São dificuldades que aparecem pela falta de treino na fase inicial, da fragilidade de um novo estado de nascimento. Pois que, repetimo-lo, toda a viagem, agora iniciada, deve basear-se na nova e própria capacidade de discernimento.

Ninguém deverá decidir pelo que deveis fazer ou deixar de fazer nesta Quarta Hora, mas vós próprios deveis julgar, deveis tomar a decisão e executá-la. As vozes de todos os vossos irmãos e irmãs se silenciam nesta Quarta Hora! Chegou o momento em que as lanternas mágicas são acesas por uma força-julgamento perfeitamente autônoma, nos quatro cantos do círculo, e precisamos prestar atenção se de fato a alma regressa da visita aos túmulos. Por túmulo entende-se aqui a natureza da morte. A natureza da morte com todas as chamadas manifestações de vida é, verdadeiramente, um gigantesco cemitério.

Nada existe que na verdade se aproxime da imperecibilidade ou além dela.

A vida da dialética, com todos os seus aspectos, é uma sepultura estarrecedora!

A Quarta Hora deve agora provar se o candidato, que em princípio e fundamentalmente está equipado para a grande viagem, tudo preparou para ela, se também, e em sentido amplo, se despediu efetivamente da imensa sepultura da dialética.

Essa sepultura é mais complicada do que pode parecer à primeira vista. Ela não só possui o aspecto material denso, mas abrange também muitos estados de ser extremamente sutis e cultivados. Se vencemos aquilo que é grosseiro, aquilo que é vulgar, então vem sobre nós aquilo que é refinado, disfarçado, escolhido.

Por isso, quem ingressa na Quarta Hora, experimenta "a hora dos encantamentos e das ilusões."

Justamente então tendes a extrema necessidade das lanternas mágicas nos quatro cantos do círculo. Que são os círculos de que aqui se fala? Também se poderia falar de esferas.

Nosso estado de ser dialético, em seu conjunto, abrange várias esferas ou círculos de vida, nos quais se revelam os vários estados de ser. Sob a noção coletiva "esfera refletora" compreendemos todas essas diferentes esferas ou círculos de vida, e os processos que neles se manifestam.

Agora está claro que o candidato, quando começa a sua viagem, e, por conseguinte, elevou-se acima das esferas mais grosseiras do reino dos mortos, precisa em seguida viajar por todos os outros círculos da natureza da morte e, na verdade, em experiência discriminadora e triunfante.

Para efetuá-la, ele precisa colocar em cada círculo pelo qual almeja passar, as quatro lanternas mágicas, para que na luz quádrupla do discernimento mágico, ele possa remover o encantamento e a ilusão de cada círculo de vida.

Apolônio de Tiana fala aqui de um processo que é indicado em todas as Escrituras Santas e em todas as Doutrinas Universais, Pensai, por exemplo, na viagem de Pistis Sophia; ela, em sua volta para o Décimo Terceiro Eao, não pode saltar por nenhum círculo de vida, e em cada um deles, pelo qual ela passa, procuram os eões e as forças detê-la ou capturá-la.

Pensai na viagem de Dante na Divina Comédia.

Ao iniciá-la, ao iniciar a viagem pelo inferno, Dante se vê numa floresta tenebrosa. Imediatamente precisa apelar para a força e a capacidade de seu próprio estado de ser, e assim se restabelece do ataque de medo. Chegando ao pé da colina, diz: "Olhei para o alto e vi os meus ombros já cobertos com as radiações daquele planeta que é guia fiel de todos os caminhos. Assim o meu espírito, ainda inquieto, contemplou a paragem que acabava de franquear e da qual jamais saíra um ser com vida."

Diz-se de Jesus que ele morreu e foi sepultado, desceu ao reino dos mortos e ressuscitou ou passou elevando-se ao Seu Reino.

Esse é o Caminho Universal para todo candidato. Por isso que na Quarta Hora do Nuctemeron é-nos esboçada, de modo coerente, essa viagem ao inferno, essa viagem através de todos os círculos da dialética.

Em seguida, ainda precisamos dar um lance de olhos nas quatro lanternas mágicas, lanternas estas que são colocadas nos quatro cantos de cada círculo que deve ser ultrapassado.

As quatro luzes formam naturalmente um quadrado mágico tapete, uma base de construção, uma chave absoluta. Conheceis o quadrado do Tapete da Rosacruz: "Unidade de Grupo" - diretriz inequívoca - ausência de luta, harmonia em todas as nossas atividades.

O quadrado mágico do auto-julgamento enobrecido, no qual se acha a força para passar por todos os encantamentos e ilusões dos círculos, pode-se denominá-lo razão pura, vontade pura, sentimento puro e ação pura.

O julgamento absoluto encontra-se aqui incluído se a nossa razão estiver perfeitamente firme na Gnosis e a ela dirigida sem vacilações.

A nossa vontade não deve querer outra coisa senão o que a Gnosis quer! Nosso coração só deve amar o que a Gnosis deseja que o coração ame.

Nossa vida de ações não deve realizar outra coisa senão o que está em harmonia com a razão, com a vontade e com o coração.

Essas são as quatro luzes da Magia que, em cada círculo de vida, em cada passagem devem abranger o candidato.

É sabido que poderosas forças encontram-se ocultas em nossa razão, em nossa vontade e em nosso coração. Quando, impelidos pela razão, pela vontade e pelo coração, passamos à ação, à realização, então ficamos ligados ao resultado da ação, então ficamos detidos até sermos capazes de novamente neutralizar a ação e suas conseqüências.

Por isso, compreendeis como é urgentemente necessário provar na prática as quatro luzes da Magia Gnóstica. A compreensão e a experiência correspondentes não caem do céu, elas devem ser conquistadas.

É preciso que fique provado se a alma, de fato, em todos os aspectos, regressou da visita aos túmulos.

Permiti-nos, por fim, ainda considerar os encantamentos e as ilusões. São também quatro em número, ordenados em quatro rubricas, como sombras projetadas ou imitações das quatro luzes mágicas.

A primeira imitação é a que aparece freqüentemente nos círculos superiores da dialética, é a mistura da verdade com a mentira, da realidade com a ilusão e através da qual uma segunda intenção, uma orientação autocentralizada, um desejo proveniente da natureza da morte se envolve em belas palavras e em roupagem de verdade, a fim de conseguir ser ouvida e realizada.

A segunda imitação é o veneno das falsas doutrinas, o mortal veneno de cobra pelo qual o homem que o bebe ou que nele é injetado, fica agrilhoado à natureza da morte.

A terceira imitação é a do amor. O amor da dialética é, em todos os seus aspectos, mesmo no mais sutil, mesmo naquele classificado como desapaixonado, finito.

Com isto pensamos que também o chamado comportamento sentimental na dialética é praticado na base do eu, da auto-satisfação e da auto-conservação, da exploração, da situação de senhor e escravo, da presunção de si mesmo.

É um amor que nada tem que ver com a esfera do Amor, com a natureza de Amor da Alma.

A quarta imitação é a especulação, a carência de pensamento, sem compreensão, ação impulsionada por tendências ou influências.

Pois bem, essas quatro limitações ameaçam todo candidato em sua viagem da alma pelos círculos da natureza da morte.

Porém, se ele souber conservar ardendo as suas quatro lanternas mágicas, e se ele regressou perfeitamente de sua visita aos túmulos, então nada lhe poderá causar dano!

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.