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Capítulo 5 de 15

Xii

Nuctemeron de Apolonio De Tiana

Para vencê-lo precisamos ver absolutamente a causa, a causa dessa força diabólica da paralisia. Ver essa causa à Luz da Gnosis significa, ao mesmo tempo, a sua extirpação.

Após esse cair no desprezo de si mesmo, o candidato fica por muito tempo cercado de grande vácuo, no qual nada mais entra senão grande frieza.

É a solidão da terra de ninguém.

Por isso que, em quarto lugar, o vácuo do isolamento é rompido pelas radiações gnósticas, e a santificação gnóstica penetra finalmente em todos os caminhos da personalidade e campo de respiração.

Assim se formam, antes de tudo, em todo o campo de respiração, focos de uma nova força de vida.

Uma nova esfera magnética começa a se expandir.

Um novo estado do eu começa a se formar.

E o novo é a síntese, a unificação do consciente com o subconsciente.

Todas as desarmonias se convertem em harmonia, até que chega o momento, o momento glorioso e maravilhoso em que nessa unificação as antigas tensões desarmônicas se dissipam, e na unidade recém-surgida, todos os antigos demônios e diabos entoam louvores ao Pai.

Todas as oposições desaparecem e perdem sua antiga maldade e ira.

Desse modo, cada candidato deve e pode endireitar as veredas para o seu Deus e tornar-se perfeitamente digno de poder trilhar a Senda da Libertação, conscientemente.

Em primeiro lugar, o subconsciente deve abrir-se no consciente e ambos na purificação da Gnosis. Esta é a tarefa da Primeira Hora do Nuctemeron de Apolônio de Tiana.

Quem agarra essa tarefa nesta Primeira Hora do seu Dia de Deus, não extingue o seu passado, torna-se muito valioso. Faz dele um tesouro de permanente sabedoria, experiência e força.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.