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Capítulo 162 de 235
O Que Ninguém Deveria Ignorar
Textos Divinos V · Osvaldo Polidoro
Em todo espírito já inteligentizado, três realidades existem, que deveriam ser totalmente consideradas, para efeito de reflexos na vida social, com vistas às responsabilidades perante a JUSTIÇA DIVINA, por cima da qual ninguém passará: A – A idade do espírito, ou tempo de emanação do Princípio ou Deus. Porque há espíritos de todas as idades, relativas, constituindo a Humanidade planetária, os lotados no Planeta, encarnados e desencarnados. Como a Terra é um mundo novo, que entra agora para a segunda metade evolutiva, ou NOVO CÉU E NOVA TERRA, importa é considerar a idade dos espíritos, no seu nível hierárquico, na sua faixa etária, considerando esta como global, porém sem deixar de considerar as relativas diferenças individuais. É a idade-escalão, que marca a idade de cada Humanidade planetária. Existem vanguardeiros, existem os do escalão central e existem os menos evoluídos, e, nisso tudo, a Direção Providencial age, comanda movimentos, visando o progresso de todos, através do progresso de cada um. Cada um reflete sobre o todo humano planetário, porém a cada um cabe antes de tudo, através de suas obras, refletir sobre si mesmo. Como o todo é feito de partes, é assim que a Lei Moral e o Cristo Exemplar constituem RECADOS DIVINOS DE CARÁTER INDIVIDUAL, isto é, COMPORTAMENTO A PARTIR DE CADA FILHO DE DEUS. Somente Pitágoras tratou de investigar sobre a idade dos espíritos, e o informe que teve dos Mentores com quem teve contatos, é que, em média, o espírito gasta trezentos milhões de anos da Terra, desde a emanação do Princípio ou Deus, até atingir a verticalização ou entrar na fase humana. Depois da verticalização, ou inteligentização, tudo pode ser muito mais fácil, para conquistar conhecimentos e realizar feitos moralizantes e amorosos. B – No seio da idade individual, para o encarnado, paira o carma, o seu histórico, o registro global de seus feitos, positivos e negativos. No desencarnado, o carma o remete para o seu céu vibracional, o seu nível vibracional, que pode ser do máximo em Luz, ou em Treva, ou reinos intermediários etc. E para o encarnado, o carma interfere no preparo do programa pré-encarnacionista, nas linhas-mestras dos fatos a enfrentar durante a peregrinação carnal. Por mais que possam variar os matizes, no âmbito dos graus, o certo é que disso ninguém fugirá, porque nisso tudo existe a INDERROGÁVEL JUSTIÇA DIVINA. Se alguém pudesse controlar totalmente o seu carma, ou a sua construção, com toda a consciência, seria muito mais fácil desabrochar o DEUS INTERNO, muito pouco sofrimento haveria, na escalada hierárquica do espírito. A Lei diz como agir e o Cristo Modelo recomendou: TOMAI EXEMPLO DE MIM, QUE SOU MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO. Fartamente idiotas são aqueles que se julgam acima da Lei Moral e do Cristo Modelar e Modelador. C – Programa pré-encarnacionista, sem isso ninguém encarna, saiba ou não, isto é, mereça ou não saber, possa ou não escolher opções etc. O espírito só encarna por três motivos fundamentais: Provas, Expiações, Missões. Provas de trabalho, para evoluir ou ir desabrochando suas VIRTUDES DIVINAS que contém em potencial, pois o problema do espírito é de desabrochamento do DEUS INTERNO, não de salvação. Expiação, quando criou carma negativo, culpas ou pecados, ou desarmonias, e terá que reajustar ou reequilibrar. Missão, ou tarefas que se caracterizam pela influência sobre coletividades etc. Muitas vezes, nos profundos meandros observados e designados pela JUSTIÇA DIVINA, os três fatores intervêm, em porcentagens que fogem à análise humana, ou dos espíritos menos hierarquizados. É muito errado o que muitos fazem, confundir entre Provas e Expiações. Provas são provas, tentativas de realizações, trabalhos, conquistas experimentais, não são expiações de dívidas, com sofrimentos obrigatórios etc.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.