Voltar ao livro O Além e a Sobrevivência do Ser

Capítulo 6 de 7

Parte 6 de 7

O Além e a Sobrevivência do Ser · Léon Denis

(O livro, aberto na pág. 145, mostrou que a citação fora absolutamente verdadeira. Eu nunca passara antes os olhos pelo volume; é fora de dúvida, pois, que nenhuma idéia tinha acerca do que nele estava escrito. (S. M.) “Estes volumes pertenciam à biblioteca do Dr. Speer. (O. L.)” Nas últimas páginas do mesmo livro, concluindo, escreveu Oliver Lodge, depois de haver narrado inúmeros fatos: “Verificamos que amigos defuntos, alguns dos quais nos eram muito conhecidos e tiveram parte ativa nos trabalhos da Sociedade quando vivos, especialmente Gurney, Myers e Hodgson, constantemente procuram comunicar-se conosco na intenção bem clara de pacientemente provarem suas identidades e de nos darem correspondências cruzadas por diferentes médiuns. Verificamos também que eles respondem a perguntas especiosas, de um modo que é característico de suas conhecidas personalidades, dando testemunho de conhecimentos que lhes eram peculiares.” Os teoristas do subconsciente fazem deste um ser dotado de transcendentes faculdades intelectuais. Que há então de extraordinário que certas manifestações do espírito pareçam ser assim por eles explicadas?

Mas, ao passo que a teoria espírita é clara, precisa e se adapta perfeitamente à natureza dos fenômenos, a hipótese da subconsciência se mostra vaga e confusa. Diante dos fatos que acabamos de assinalar, é lícito perguntar-se em virtude de que acordo universal os inconscientes sepultados no homem, ignorando-se uns aos outros e ignorando-se a si mesmos, são unânimes, no curso das manifestações ocultas, em se dizerem Espíritos dos mortos? Co- Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 64

mo poderiam conhecer e comunicar minúcias sobre a identidade dos mesmos mortos? É o que temos logrado comprovar nas inúmeras experiências em que temos tomado parte, durante mais de trinta anos, em diversos pontos do globo, na França e no estrangeiro. Jamais os seres invisíveis se nos apresentaram como sendo os inconscientes ou os eu superiores dos médiuns e das outras pessoas presentes. Sempre se anunciaram como personalidades diferentes, no gozo pleno de suas consciências, com individualidades livres, que viveram na Terra, conhecidos dos assistentes, na maioria dos casos com todos os caracteres do ser humano, suas qualidades e seus defeitos, e, freqüentemente, forneciam provas de sua própria identida-

de. O que há de mais notável em tudo isto, parece-nos, é a engenhosidade, a fecundidade de certos pensadores, a habilidade que denotam em arquitetar teorias fantasistas, com o fim de fugirem a realidades que lhes desagradam e os embaraçam. Sem dúvida, não previram todas as conseqüências de seus sistemas, fecharam os olhos aos resultados que deles se pode esperar. Sem atenderem a que estas doutrinas funestas aniquilam a consciência e a personalidade, separando-as, chegando logicamente, fatalmente, à negação da liberdade, da responsabilidade e, por conseguinte, à destruição de toda a lei moral. Efetivamente, tivessem realidade tais hipóteses, o homem seria uma dualidade ou uma pluralidade mal equilibra-

Ver No Invisível, cap. XX. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 65

da, em que cada consciência agiria a seu talante, sem se incomodar com as outras. São essas noções que, penetrando nas almas e tornando-se para elas uma convicção, um argumento, as levam a todos os excessos. Ao contrário, tudo na Natureza e no homem é simples, claro, harmônico e só parece obscuro e complicado por efeito do espírito de sistema. Do exame atento, do estudo constante e aprofundado do ser humano, uma coisa resulta: a existência, em nós, de três elementos, que são o corpo físico, o corpo fluídico ou perispírito e, enfim, a alma ou espírito. Aquilo a que chamam o inconsciente, a segunda pessoa, o eu superior, a policonsciência, etc., é apenas o espírito que, dadas certas condições de desprendimento e de clarividência, vê surgir em si, como manifestação de poderes ocultos, um conjunto de recursos que as anteriores existências lhe armazenaram e que se achavam momentaneamente escondidos sob o véu da carne. Não, certamente, o homem não tem diversas consciências.

A unidade psíquica do ser é condição essencial de sua liberdade e de sua responsabilidade. Há nele, sim, diversos estados de consciência. À medida que o Espírito se desprende da matéria e se liberta do envoltório carnal, suas faculdades, suas percepções se dilatam, suas lembranças despertam, a irradiação da sua personalidade se amplia. É isso o que algumas vezes se produz no estado de sono magnético. Em tal estado o véu da matéria cai, a alma se liberta e suas potências latentes ressurgem. Daí, algumas manifestações de uma mesma inteligência, que deram azo à crença numa dupla personalidade, numa pluralidade de consciências. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 66

Entretanto, semelhante idéia não basta para explicar os fenômenos espíritas; na maior parte dos casos, a intervenção de entidades estranhas, de vontades livres e autônomas se impõe, como sendo a única explicação racional. Inutilmente, pois, os críticos se encarniçam contra o Espiritismo. Desde que os examinemos com atenção, seus argumentos se desfazem como o fumo: alucinação, sugestão, inconsciente subliminal, nada mais são do que palavras. Aqueles que as põem em uso pensam ter dito tudo. Na realidade, porém, nada explicam e os problemas subsistem em toda a sua extensão. A prática do Espiritismo apresenta, é certo, sombras, dificuldades, perigos. Mas, não esqueçamos que não há no mundo coisa alguma, por mais bela e proveitosa que seja, que não se torne perigosa logo que dela se abuse. O mesmo acontece com o Espiritismo. Estudai-lhe as leis, obedecei-lhe às regras, não abordeis a experimentação senão possuídos de sentimento puro e elevado e lhe reconhecereis bem depressa a grandiosidade e a beleza.

Compreendereis que se tornará a força moral do futuro, a prova mais certa da sobrevivência, a consolação dos desgraçados, o supremo refúgio dos náufragos da vida. Já por toda parte ele penetra. A literatura se mostra dele impregnada. A imprensa periódica lhe consagra freqüentes artigos. A Ciência, que por tanto tempo o repeliu, muda pouco a pouco de atitude no que lhe diz respeito. As Igrejas, que supunham destroçá-lo facilmente, se vêem na contingência de recorrer a todas as armas para combatê-lo. Em muitos púlpitos seu poder é mesmo proclamado; todos os dias vemos sacerdotes veneráveis, pastores e crentes lhe darem testemunho de fé. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 67

Ele triunfará, pois que é a verdade e à verdade nada pode resistir. Seria tão difícil deter a marcha dos astros, paralisar o movimento da Terra, quanto obstar aos progressos desta verdade que se revelou ao mundo e fazer que os homens regredissem às suas dúvidas, às suas incertezas, às suas negações anteriores. – 0 – Resumamos e concluamos. Através da espessa bruma em que flutua há tantos séculos o pensamento humano, tateando em busca do desconhecido, o fenômeno espírita faz passar um grande facho de luz. As quimeras que o passado engendrou se dissipam: não mais separação definitiva, não mais inferno eterno! O Além se revela nas suas misteriosas profundezas, onde se desdobra a vida infinita, onde atuam as forças divinas. A angústia das partidas, o desespero das separações cedem lugar à alegria do regresso e à inebriante promessa das reuniões entrevistas. Todas as almas que se amam tornam a encontrar-se, a fim de prosseguirem juntas na sua evolução ascendente, de vida em vida, de mundo em mundo, e subirem para a perfeição, para Deus, banhadas de uma luz cada vez mais viva, ao seio de harmonias sempre e sempre mais grandiosas. A revelação dos Espíritos, feita em inúmeras mensagens faladas e escritas, recebidas em todos os pontos do globo, vem mostrar-nos o supremo alvo da vida, de todas as nossas

vidas.

Ver Depois da Morte, O Problema do Ser, do Destino e da Dor, Cristianismo e Espiritismo. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 68

Essa meta é a liberação pelo trabalho, pelo esforço, pelo estudo, pelo sofrimento, pela lenta educação da alma através de todas as condições da vida social, que lhe cumpre suportar alternativamente; a liberação do mal, do erro, da paixão, da ignorância; é a arte de aprender a pensar por si mesmo, de julgar, de compreender todas as harmonias, todas as leis do sublime Universo. É a conquista da beleza, da liberdade, da bondade: a beleza da forma fluídica, do corpo etéreo que se transforma, ilumina e expande, à medida que o espírito se aclara, purifica e eleva; a beleza da alma que se enriquece de qualidades morais, de forças e de faculdades novas. Assim, de ascensão em ascensão, de mundo em mundo a princípio, depois de sol em sol, no ciclo imenso de sua evolução, a alma vê aumentar seu poder de irradiação, sua luminosidade.

Pela elevação gradual de seus pensamentos e pela pureza de seus atos chega a pôr em harmonia suas próprias vibrações com as vibrações do pensamento divino e daí lhe decorre uma fonte abundante de sensações, de percepções, de gozos, que a palavra humana é impotente para descrever. Tal a missão a desempenhar! Mas isto ainda não basta. Trabalhando para si mesma, corre-lhe o dever de trabalhar para os outros, para a elevação de todos, para a marcha progressiva das Humanidades, para a unificação dos pensamentos, das crenças, das aspirações. Orientando para um ideal grandioso de porvir, de progresso moral, de luz, na vida sempre renovada, pela qual todos os seres se encontram unidos numa íntima solidariedade, numa comunhão de verdade e de amor, o homem chegará a melhor conhecer, a melhor compreender, a melhor servir a Deus. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 69

Aos que percorrerem estas páginas direi, terminando: nos momentos difíceis da vida, na hora das provações, quando perderdes um ente amado, ou quando esperanças de há muito acariciadas vierem a desfazer-se, quando ficardes sem saúde e sentirdes que a vida se vai enfraquecendo aos poucos e aproximando-se o derradeiro minuto, aquele em que tereis de deixar a Terra; se, nesses instantes, a incerteza ou a angústia vos constrangerem o coração, lembrai-vos da voz que hoje vos clama: Sim, há um Além! sim, há outras vidas! Dos nossos sofrimentos, trabalhos e lágrimas nada se perde. Nenhuma provação é inútil, nenhum labor sem proveito, nenhuma dor sem compensação... Tende confiança em vós mesmos, confiança nas forças interiores que possuís, confiança no futuro sem-fim que vos está reservado. Tende a certeza de que há no Universo uma Potência soberana e paternal, que tudo dispôs com ordem, justiça, sabedoria e amor. Essas idéias vos inspirarão mais segurança na vida, mais coragem na prova, mais fé em vossos destinos. E avançareis como passo firme pela estrada infinita que se abre diante de vós. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 70

Estudo sobre a Reencarnação ou as Vidas Sucessivas Resposta ao inquérito aberto pela revista Internacional "La Philosophie de la Science”, setembro de 1912 I A doutrina da reencarnação ou das vidas sucessivas é a única que aclara com uma luz viva o problema do destino humano. Sem ela a vida se nos apresenta como um tecido de contradições, de incertezas, de travas. Só ela explica a variedade infinita dos caracteres, das aptidões, das condições. Assim como a glande encerra, no estado de gérmen, o carvalho soberbo em seu majestoso desenvolvimento; assim como a semente minúscula representa a flor na expansão da sua beleza e de seus perfumes, assim a alma humana, por muito inferior que seja, possui, em estado latente, os elementos de sua grandeza, de seu poder, de sua felicidade futura, todas as forças do pensamento, todos os recursos do gênio. Cumpre-lhe desenvolvê-los na série das vidas inumeráveis, nas suas encarnações tempo em fora, através dos mundos, pelo trabalho, pelo estudo, pela alegria, pela dor. A própria alma constrói seu destino. A cada renascimento traz, dos seus trabalhos anteriores, o fruto, que se revela pelas aptidões, pelas faculdades de assimilação, pelas tendências, pelos gostos. Traz também o capital moral que suas vidas passadas acumularam. Conforme seus méritos ou Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 71

deméritos, conforme o bem ou o mal praticado, a nova vida lhe será feliz ou desgraçada, dominada pela fortuna ou pelo revés. Tudo o que fazemos recai sobre nós pelo tempo adiante em felicidade ou em dores. O purgatório e o inferno se encontram nas amarguradas existências terrenas, por meio das quais resgatamos um passado de culpas, purificamos nossas consciências, aliviamos nossas almas e nos preparamos para novas ascensões. Só a dor, efetivamente, pode consumir e destruir os germens impuros, os fluidos grosseiros que tornam pesado o ser psíquico e lhe retardam a elevação. Considerada deste ponto de vista, a doutrina das reencarnações restabelece a justiça e a harmonia no mundo moral. Sendo, como é, o mundo físico regido por leis ordenadoras, pode dar-se que no mundo psíquico só haja desordem e confusão, conforme ressalta da crença numa vida única para cada um de nós? A filosofia das vidas sucessivas vem restabelecer o equilíbrio e mostrar-nos que a mesma ordem admirável se verifica nas duas faces do universo e da vida, que se reúnem e fundem numa unidade perfeita.

Fácil é reconhecer-se que, tanto sob o ponto de vista moral como sob o aspecto social, imensos são os resultados dessa doutrina. Graças a ela, o homem adquire uma noção mais exata do seu valor, das forças adormecidas dentro de si, uma idéia mais elevada de suas responsabilidades e do seu dever. A lei segundo a qual a conseqüência dos atos recai sobre aquele que os pratica é a mais sólida sanção que se possa oferecer à moral e a sua demonstração está no espetáculo dos males e das provações que assaltam a Humanidade. A liberdade e a responsabilidade do ser, muito restritas no Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 72

início da sua carreira, aumentam e crescem à medida que ele sobe na escala da evolução, até que, chegado ás supremas alturas, lhe é dado colaborar e participar cada vez mais da obra e da vida divinas. Ao mesmo tempo, o homem se sente intimamente ligado aos seus semelhantes, peregrinos, com ele, da grande viagem eterna e aos quais irá encontrando nos diferentes planos do caminho. Sabendo que lhe é preciso passar por todas as condições para perfazer a educação da alma, sabendo também que o devotamento, o espírito de sacrifício, de abnegação e de solidariedade são os meios mais eficazes para progredir, ele se sentirá com melhores disposições para aceitar as disciplinas sociais e para trabalhar pela coletividade. Por esse modo, a maior parte dos abusos, dos excessos, dos crimes que afligem a sociedade atual, se atenuarão e dissiparão pouco a pouco. A educação se transformará com o ideal e o objetivo essencial da vida, e o homem aprenderá a adaptar melhor suas forças interiores aos verdadeiros fins a que é chamado a atingir. Fios misteriosos ligam todos os seres e todas as coisas.

O amor e o ódio são forças atrativas. Todos os que se hão amado, todos os que se hão odiado se reencontrarão cedo ou tarde, a fim de que a afeição que une os primeiros aumente ainda e se apure e que a aversão que separa os outros seja vencida por melhores relações e mútuos serviços. Finalmente, liberto de suas paixões materiais, todos se acharão reunidos na existência superior e bem-aventurada. Assim, a doutrina das vidas sucessivas constitui um estimulante poderoso para o bem, uma consolação e um reconforto na desgraça. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 73

II O valor científico desta doutrina não é menos considerável do que o seu valor moral e social. Com efeito, incitandonos a procurar as provas experimentais que lhe servem de apoio, ela nos coloca em presença dos aspectos mais profundos e mais ignorados da natureza humana. Pelo que me concerne pessoalmente, já pude colher algumas provas de minhas vidas anteriores. Consistem essas provas diferentes, por meio de médiuns que se não conheciam e que jamais tiveram relação entre si. Tais revelações são concordes e idênticas. Além disso, logrei verificar-lhes a exatidão pela introspecção, isto é, por um estudo analítico e atento do meu caráter e da minha natureza psíquica. Este exame me fez descobrir, muito acentuados em mim, os dois principais tipos de homem que realizei no curso das idades e que dominam todo o meu passado: o monge estudioso e o guerreiro. Ser-me-ia possível ajuntar numerosas impressões e sensações que me permitiram reconhecer, nesta vida, seres já encontrados anteriormente.

Creio que muitos homens, observando-se com atenção, conseguiriam constituir seu passado pré-natalício, senão nas minúcias, pelo menos nas grandes linhas. Mas é sobretudo pela hipnose, pelo transe, pelo desprendimento da alma que o passado pode ressurgir e reviver. Fiz com muitos pacientes experiências nesse sentido. Adormecidos, quer por mim, quer por Entidades invisíveis, eles reproduziam cenas de suas existências precedentes, cenas pungentes ou trágicas, que nenhum teria podido ou sabido inventar, por muitas razões. Algumas particularidades dessas Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 74

vidas se puderam examinar e foram reconhecidas como verdadeiras. Infelizmente, a natureza toda íntima dos fatos não me consente entregá-los à publicidade. O coronel de Rochas fez, seguindo a mesma ordem de estudos, experiências que relatei e resumi em meu livro O Problema do Ser, do Destino e da Dor, cap. XIV. Acrescentei-lhes outros testemunhos provindos dos príncipes Galitzin e Wiszniewsky, além de muitos experimentadores espanhóis. Em resumo, todos esses fatos demonstram que a nossa personalidade é muito mais ampla do que até hoje se acreditou. Nossa consciência e nossa memória têm profundezas que se conservam mudas enquanto nos achamos despertos, mas que, no sono hipnótico e no estado de desprendimento, se revelam e entram em ação. Aí repousa um mundo de conhecimentos, de lembranças, de impressões acumuladas por nossas vidas antecedentes e que o véu da carne ocultou ao renascermos. É a isso que alguns experimentadores e críticos chamam consciência subliminal, subconsciência superior ou o Ser subconsciente. Na realidade, não há aí mais do que um estado do ser que constitui a consciência integral, a plenitude do eu.

Quanto mais profundo é o sono, mais o desprendimento da alma se acentua e as camadas veladas da memória começam a vibrar: o passado ressuscita e revive. O ser pode então recompor as cenas longínquas, os quadros da sua própria história. Essa ordem de pesquisas constitui uma psicologia nova e amplificada, cujo estudo atento, junto a uma observação rigorosa, revolucionará a ciência da alma e ocasionará uma renovação completa da filosofia e da religião. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 75

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.