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Capítulo 5 de 7
Parte 5 de 7
O Além e a Sobrevivência do Ser · Léon Denis
Consultaram a mulher do falecido, o médico que o tratara e o pastor. Todos foram acordes em declarar que a 31 de março de 1890, dia da sua morte, Stromberg, ditando suas últimas determinações, exprimira o desejo formal de que seus pais e amigos da Suécia fossem informados do seu falecimento. Por motivos que seria ocioso enumerar, suas últimas vontades não tiveram execução. A fotografia de Svens Stromberg também foi identificada. Enviada a Strom, aí a pregaram na parede da sacristia da igreja, com um convite às pessoas que a reconhecessem para que pusessem seus nomes por baixo. Voltou trazendo numerosas assinaturas e muitos comentários. Ficou assim demonstrado que, sessenta horas depois de morrer no Norte do Canadá, Svens Stromberg escreveu seu nome numa folha de papel, na cidade sueca de Gotemburgo, e que todas as indicações que deu por intermédio de Walter eram da mais perfeita exatidão. – 0 – Tendo passado em revista os principais fenômenos que servem de base ao moderno espiritualismo, deixaríamos incompleto o nosso resumo se não disséssemos alguma coisa acerca das objeções apresentadas e das teorias contrárias, com o auxílio das quais se há tentado explicar os mesmos fenômenos. O Espiritismo, dizem, não é mais do que um conjunto de fraudes e de embustes. Todos os fatos extraordinários que lhe servem de apoio são simulados. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 52
É exato que alguns impostores têm procurado imitar os fenômenos; porém, suas artimanhas hão sido facilmente descobertas e os espíritas os primeiros a assinalá-las. Em quase todos os casos citados acima – aparições, materializações de Espíritos – os médiuns trabalharam atados, amarrados às cadeiras em que se sentavam; muitas vezes os experimentadores foram até ao extremo de lhes segurarem os pés e as mãos. De algumas feitas chegaram mesmo a ser encerrados em gaiolas, especialmente preparadas para esse fim, fechadas a chave, ficando esta em poder dos operadores, que por seu turno cercavam o médium. É em tais condições que numerosas materializações de fantasmas se produziram. Em suma, as imposturas quase nunca deixaram de ser desmascaradas e muitos dos fenômenos jamais foram imitados pela razão de que escapam a toda e qualquer possibilidade de imitação. Os fenômenos espíritas têm sido observados, verificados, fiscalizados por sábios cépticos, que hão percorrido todos os graus da incredulidade e cujo convencimento só pouco a pouco se operou, sob a pressão contínua dos fatos.
Esses sábios eram homens de gabinete, físicos e químicos experimentados, médicos e magistrados. Tinham todos os requisitos, toda a competência necessária para desmascarar as mais hábeis fraudes e desfazer as tramas mais bem urdidas. Seus nomes figuram entre os que a Humanidade inteira respeita e venera. Ao lado de tantos homens ilustres, todos os que se têm dado a um estudo paciente, consciencioso e perseverante dos fenômenos espíritas lhes afirmam a realidade, enquanto que a crítica e a negação vêm de pessoas Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 53
cuja opinião, baseada em noções insuficientes, não pode deixar de ser superficial. A algumas delas sucedeu já o que costuma suceder aos observadores inconstantes. Não obtiveram mais do que resultados insignificantes, não raro até negativos e, em conseqüência, se tornaram ainda mais cépticos. Não quiseram levar em conta uma cláusula essencial: que o fenômeno espírita está sujeito a condições que cumpre sejam conheci-
das e observadas. Muito depressa se lhes cansou a paciência. As provas que exigem não podem ser obtidas em poucos dias. Os sábios que formularam conclusões afirmativas e cujos nomes já muitas vezes declinamos, estudaram a questão durante anos e anos. Não se contentaram com o assistir a algumas sessões mais ou menos bem dirigidas e com o auxílio de bons médiuns. Deram-se ao trabalho de pesquisar os fatos, de os classificar e analisar; desceram ao fundo das coisas. O bom êxito, por isso, lhes coroou a perseverança e o método de investigação que puseram em prática se pode apontar como exemplo a todos os investigadores sérios. Entre as teorias engendradas para explicar os fenômenos espíritas, a da alucinação ocupa sempre lugar saliente. Perdem, porém, toda a sua razão de ser diante das fotografias de Espíritos obtidas por Aksakof, Crookes, Volpi, Ochorowicz, W. Stead e tantos outros. Não se fotografam alucinações! Os Invisíveis impressionam não só as chapas fotográficas, mas também instrumentos de precisão, como os regis-
Ver No Invisível, caps. IX e X. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 54
tradores Marey; suspendem, decompõem e compõem objetos materiais; deixam marcas na parafina quente. Tudo isso são outras tantas provas contra a teoria da alucinação, quer individual, quer coletiva. Alguns críticos vêem nos fenômenos espíritas vulgaridade, grosseria, trivialidade e os consideram ridículos. Essas apreciações demonstram a incompetência de tais críticos. As manifestações não podem ser diversas do que seriam se fossem produzidas pelo mesmo Espírito, quando em vida na Terra. A morte não nos muda e, no Além, somos apenas o que nos tornamos neste mundo. Daí a inferioridade de tantos seres desencarnados. Por outro lado, as manifestações triviais e grosseiras têm sua utilidade: são as que melhor revelam a identidade do Espírito.
Graças a elas, grande número de experimentadores se convenceram da realidade da sobrevivência e foram levados a pouco e pouco a observar, a estudar fenômenos de ordem mais elevada, por isso que, como temos visto, os fatos se encadeiam e se ligam numa ordem graduada, em virtude de um plano que parece indicar a ação de uma potência, de uma vontade superior, que procura arrancar a Humanidade da indiferença e impeli-la à indagação e ao estudo de seus destinos. Os fenômenos físicos – mesas falantes, casas assombradas, – eram necessários para atrair a atenção dos homens, mas neles não se deve ver mais do que meios preliminares, um encaminhamento para domínios mais elevados do saber.
Ver nos Annales des Sciences Psychiques, agosto, setembro e novembro de 1907 e fevereiro de 1909. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 55
Em cada século, a História retifica seus juízos. O que parecia grande se amesquinha, o que parecia pequeno se engrandece. Já hoje se começa a compreender que o Espiritismo é um dos mais consideráveis acontecimentos dos tempos modernos, uma das mais notáveis formas da evolução do pensamento, o gérmen de uma das maiores revoluções morais de quantas o mundo haja conhecido. Pelo que respeita ao estudo das manifestações psíquicas, os espíritas sabem que se acham em boa companhia. Os nomes ilustres de Russel Wallace, de Crookes, de Robert Hare, de Wagner, de Flammarion, de Myers, de Lombroso são citados. Vêem-se também sábios como o professor Barlett, Hyslop, Morselli, Botazzi, William James, Lodge, Richet, o coronel de Rochas e outros, que não consideram esses estudos indignos da sua atenção. Que pensar, depois disso, das pechas de ridículo e de loucura? Que provam elas senão uma coisa contristadora: que o reino da rotina cega persiste em muitos meios? O homem propende muitas vezes a julgar os fatos segundo o horizonte acanhado de seus preconceitos e conhecimentos.
Cumpre-lhe levantar mais, dirigir mais longe o seu olhar e medir a sua fraqueza em face do universo. Desse modo aprenderá a ser modesto, a nada rejeitar nem condenar sem exame. – 0 – Tem-se procurado explicar todos os fenômenos do Espiritismo pela sugestão e pela dupla personalidade. Nas experiências, dizem, o médium se sugestiona a si mesmo, ou, melhor, sofre a influência dos assistentes. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 56
A sugestão mental, que não é mais do que a transmissão do pensamento, malgrado as dificuldades que apresenta, se pode compreender e estabelecer entre dois cérebros organizados, por exemplo, entre o magnetizador e o magnetizando. Poder-se-á, porém, acreditar que a sugestão atue sobre mesas? Pode-se admitir que objetos inanimados se mostrem aptos a receber e reproduzir as impressões dos assistentes? Não haveria meio de explicar-se por essa teoria os casos de identidade, as revelações de fatos, de datas, ignorados do médium e dos assistentes, que se produzem freqüentemente nas experiências, e menos ainda manifestações contrárias à vontade de todos os espectadores. Muitas vezes, particularidades absolutamente desconhecidas de todo o ser vivo na Terra são reveladas por médiuns e depois verificadas e reconhecidas verdadeiras. Notáveis exemplos se encontram na obra de Aksakof: Animismo e Espiritismo e na de Russel Wallace: Moderno Espiritualismo, assim como casos de mediunidade comprovados em crianças de pouca idade, os quais, tanto quanto os precedentes, não poderiam ser explicados pela sugestão.
Segundo os Srs. Pierre Janet e Ferré – e é essa uma explicação de que amiúde se servem os adversários do Espiritismo –, deve-se equiparar um médium psicógrafo a um hipnotizado, a quem se sugere uma personalidade durante o sono e que, ao despertar, perde a lembrança da sugestão. O sensitivo escreve inconscientemente uma carta, uma narração relativa à personagem imaginária. É esta, dizem, a origem de todas as mensagens espíritas.
Pierre Janet – L’Automatisme Psychologique. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 57
Todos os que possuem alguma experiência do Espiritismo sabem que semelhante explicação é inadmissível. Os médiuns, escrevendo automaticamente, não são de antemão imersos no sono hipnótico. É, em geral, despertos, na plenitude de suas faculdades e do seu eu consciente, que eles escrevem sob a impulsão dos Espíritos. Nas experimentações do Sr. Janet, há sempre um hipnotizador em ligação magnética com o paciente. Não se dá o mesmo nas sessões espíritas: nem o evocador, nem os assistentes atuam sobre o médium; este ignora absolutamente o caráter do Espírito que se vai manifestar. Muitas vezes até as questões são propostas aos Espíritos por incrédulos, mais propensos a combater a manifestação do que a facilitá-la. O fenômeno da comunicação gráfica não consiste unicamente no caráter automático da escrita, mas sobretudo nas provas inteligentes, nas identidades que fornece. Ora, as experiências do Sr. Janet nada produzem que com isso se pareça.
As comunicações sugeridas aos pacientes hipnotizados são sempre de uma banalidade desesperadora, enquanto que as mensagens dos Espíritos nos trazem de contínuo indicações, revelações que entendem com as vidas presentes e passadas de seres que conhecemos na Terra, que foram nossos amigos ou parentes, particularidades ignoradas do médium e cujo caráter de certeza as distingue em absoluto dos trabalhos de hipnotismo. Por meio da sugestão hipnótica ninguém conseguirá que analfabetos escrevam, nem que um móvel dite poesias como as que recebeu o Sr. Jaubert, presidente do Tribunal de Carcassonne, e foram premiadas nos jogos florais de Toulouse. Tampouco, por aquele meio, se conseguirá suscitar o aparecimento de mãos, de formas humanas, e menos ainda os Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 58
escritos de que se cobrem as lousas trazidas por observadores, que não as largam um instante. Convém lembrar que a Doutrina dos Espíritos se constituiu com o auxílio de numerosas mensagens obtidas por médiuns escreventes, dos quais eram totalmente desconhecidos os ensinos transmitidos. Quase todos haviam sido criados desde pequeninos na doutrina da Igreja, na crença de um paraíso e de um inferno. Suas convicções religiosas, as noções que tinham da vida futura estavam em flagrante oposição com os princípios expostos pelos Espíritos. Falecia-lhes qualquer idéia da reencarnação, ou das vidas sucessivas da alma, assim como da verdadeira situação do Espírito após a morte, assuntos todos esses constantes das mensagens recebidas. Aí temos uma objeção irrefutável à teoria da sugestão. É evidente que, no enorme acervo de fatos espíritas atualmente registrados, muitos são fracos, pouco concludentes; outros podem ser explicados pela sugestão ou pela exteriorização do sensitivo. Em certos grupos espíritas há extrema facilidade em aceitar-se tudo como proveniente dos Espíritos, sem a cautela de pôr de parte fenômenos duvidosos.
Mas, por grande que seja o número destes, resta sempre um conjunto imponente de manifestações inexplicáveis pela sugestão, pelo inconsciente, pela alucinação, ou por outras teorias análogas. Os críticos procedem sempre do mesmo modo com o Espiritismo. Consideram tão-somente um gênero especial de fenômenos e, de intento, afastam da discussão tudo que não logram compreender nem refutar. Desde que julgam estar de posse da explicação de alguns fatos isolados, apressam-se em concluir pelo absurdo do conjunto. Ora, quase sempre, as Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 59
explicações que dão são inexatas e deixam de lado as provas mais frisantes da existência dos Espíritos e da sua intervenção nas coisas humanas. Os professores Taine, Flournoy, os doutores Binet e Grasset e outros aventaram as teorias da dupla consciência e da alteração da personalidade, para explicarem os fenômenos da escrita e da incorporação; mas os sistemas que preconizam não se conformam com os fatos de escrita em línguas estrangeiras ignoradas do médium, tal como sucedeu com a filha do grande juiz Edmonds (ver O Problema do Ser, do
Destino e da Dor, cap. VII). Não se conformam igualmente com os autógrafos obtidos de alguns defuntos, nem ainda
com os fenômenos de escrita produzidos por analfabetos. Nenhuma daquelas hipóteses explica os fatos de escrita direta, conseguida pelo Sr. de Guldenstubbe, sem contacto,
em folhas de papel não preparadas, como também não
explica a experiência relatada por Sir W. Crookes, na qual a mão de um Espírito, materializada, desceu do forro, às suas vistas, no seu próprio gabinete de trabalho, enquanto ele mantinha seguras as duas mãos da médium Kate Fox.
Publicado no Brasil pela Editora FEB. Esta grande obra de Léon Denis foi, ainda, publicada pela Editora Petit, em três volumes separados, a saber: O Problema do Ser, O Problema do Destino e O Problema da Dor. (Nota do compilador desta versão eletrônica)
Ver Aksakof – Animismo e Espiritismo.
Ver No Invisível.
Ver Crookes – Fatos Espíritas. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 60
Em todas essas teorias quase constantemente se confunde o subconsciente, ou o subliminal, quer com o duplo fluídico, que não é um ser mas um organismo, quer com o Espírito preposto à guarda da alma encarnada neste mundo. O pastor Benezech, que os fatos converteram ao Espiritismo, demonstrou excelentemente tudo que há de arbitrário e de inverossímil nessas pretensas explicações científicas.
Num livro recente escreveu ele a esse respeito: “A mesa revelava uma coisa que material, absoluta e incontestavelmente nos era impossível saber. Alguém a conhecia em nosso lugar, pois que no-la dizia. A memória latente não teve possibilidade de intervir e, se só o subconsciente esteve em ação, que poder não é o seu! Ele existe em nós, é uma parte de nosso próprio ser, por capricho da Natureza que equivale, quando refletimos nisso, aos mais inverossímeis prodígios: pensa, concebe projetos, executa-os, tudo à nossa revelia, e em seguida nos diz o que realizou, não quando nos achamos adormecidos e a sonhar, mas perfeitamente acordados e à espera do que se vai dar. “Os amadores do fantástico têm com que se regalar.”
No seu último livro, Sir Oliver Lodge refere, nestes termos, um fato que nenhuma das teorias tão caras aos adversários do Espiritismo pode explicar: “O texto seguinte obteve-o o Sr. Stainton Moses, quando, em sessão na biblioteca do Dr. Speer, conversava, por
A. Benezech – Les Phenomènes Psychiques et la Question de l’Au-de-lá, 1º vol., Fischbacher, 1911.
La Survivance Humaine, por Sir Oliver Lodge, traduzido para o francês pelo Dr. Bourbon, Paris. Felix Alcan, editor. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 61
intermédio de sua mão, que escrevia automaticamente, com diversos interlocutores invisíveis: S. M. – Podeis ler? Resp. – Não, amigo, não posso, mas Zacarias Gray, assim como Rector, podem fazê-lo. S. M. – Algum desses Espíritos está aqui? Resp. – Vou buscar um imediatamente. Vou mandar... Rector aí está. S. M. – Perguntei se podíeis ler. É verdade? Podeis ler um livro? Resp. – (A caligrafia muda.) Sim, amigo, mas dificilmente. S. M. – Queira ter a bondade de escrever a última linha do Primeiro Livro de Eneida. Resp. – Espere... Omnibus errantem terris et fluctibus œstas. (Era isso, exatamente.) S. M. – Está bem. Mas é possível que eu o soubesse. Podeis ir à biblioteca, tomar o penúltimo volume da segunda prateleira e ler-me o último parágrafo da pág. 94? Não sei qual é o livro e lhe ignoro até o título. (Depois de pequeno lapso de tempo, obteve-se o seguinte, por meio da escrita automática): – ‘Provarei por uma breve narrativa histórica ser o papado uma novidade que, gradualmente, se formou e cresceu desde os tempos primitivos do Cristianismo puro, não só desde a era apostólica, porém mesmo desde a lamentável união da Igreja e do Estado por Constantino.’ Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 62
O volume em questão se verificou ser o de uma obra extravagante que tinha por título: Rodger’s Antipopopriestian, an attempt to liberate and purify Christianity from Popery, Politikirkality and Priestrule. O extrato dado acima estava fiel, com exceção da palavra narrative, que substituíra o termo account. S. M. – Como é que fui indicar um trecho tão a propósito? Resp. – Não sei, meu amigo, efeito de coincidência. A palavra foi trocada por erro. Percebi-o quando já o tinha cometido e não quis corrigi-lo. S. M. – Como ledes? Escrevíeis mais devagar, por pedaços e aos arrancos. Resp. – Escrevia aquilo de que me lembrava e ia, em seguida, ler para diante. É preciso fazer um esforço especial para ler. Isto nenhuma utilidade apresenta senão como prova. Tinha razão o vosso amigo ontem à noite; podemos ler, mas só quando são favoráveis as condições. Vamos ler mais uma vez, escreveremos e depois vos indicaremos o livro: ‘Pope é o último grande escritor dessa escola de poesia, a poesia da inteligência, ou antes, da inteligência casada com a imaginação.’ Esse trecho se acha realmente escrito.
Procurai no undécimo volume da mesma prateleira. (Apanhei um livro intitulado: Poesia, Romance e Retórica.) – Ele vai abrir-se na página desejada. Tomai, lede e reconhecei o nosso poder e a permissão que nos concede Deus, grande e bom, de vos mostrarmos a ação que temos sobre a matéria. Glória a Ele. Amém. Léon Denis – O Além e a Sobrevivência do Ser 63
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.