[user_registration_my_account]
Capítulo 22 de 26
1 – A Luta Interna do Ego Contra o Eu
Como Funciona a Consciência · João Cândido, espíritos diversos
Emergindo, gradativamente, das caracterizações dos Reinos inferiores da Natureza, é normal que cada criatura humana tenha dificuldades em assumir um papel de Espírito consciente da sua própria realidade espiritual. Por muito tempo acredita ser um mero corpo e vive, realmente, em função das necessidades corporais de “comer, dormir e reproduzir”. Um dado importante para os terrícolas é de que, na Terra, a razão surgiu há apenas quarenta milênios, o que representa muito pouco tempo para a vida de um Espírito. Há humanidades em que esse marco ocorreu há muitos milênios a mais, como são os casos de Marte, Saturno e Vênus. A humanidade da Terra deve saber dessa realidade, a fim de não ficar acreditando que é uma coisa excepcional em termos evolutivos, tanto que, se em Marte, por exemplo, os seres humanos não se alimentam de vegetais nem animais, aqui na Terra as pessoas ainda se refestelam com os despojos sangrentos dos animais, em festas que mais parecem um festival quase antropofágico.
Sejamos conscientes do nosso nível evolutivo e tenhamos humildade suficiente, mas, por outro lado, invistamos na nossa evolução, pois a Terra está deixando de ser um mundo de provas e expiações e passando a mundo de regeneração. Para essa mudança, cada um deve despertar a própria consciência, revendo seus erros de outras vidas e deletando-os através da auto reforma moral profunda, o que demanda um processo especial, sempre orientado por Espíritos Superiores, e que pode acontecer na trajetória do Espírito como encarnado ou como desencarnado. Todavia, sem essa limpeza, essa faxina espiritual, não há como alguém evoluir: é como se alguém se programe para ir a um festejo e vê que não pode deixar de tomar banho e mudar de roupa.
Nos itens anteriores já falamos que o ego procura manter-se dominante, porque representa as reminiscências dos Reinos inferiores da Natureza, por onde passamos. Mas, quando despertamos a consciência, limpamo-nos dessas sujidades e seguimos adiante, como quem tomou um banho exemplar, e, assim, retiramos as bactérias que estavam agarradas à nossa pele. Com essa mudança de frequência, passamos a sintonizar com as estações do Bem e não as do Mal.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.