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Capítulo 2 de 5

Por Alessandro Zangrando — parte 1 de 4

As Vidas de João Evangelista

Deus faz justiça”, Este é o significado do nome. E toda a sua vida será a demonstração disso. Pertence à tribo de Judá. Revela ao rei Nabucodonosor o significado de um sonho terrível que ninguém era capaz de decifrar. Comunicando a mensagem fundamental: o Senhor é onipotente Conhecer e compreender cada escritura, interpretar visões e sonhos: com estas características e com estes dons o profeta Daniel entra nas Sagradas Escrituras. O livro que narra a sua história está entre os de Ezequiel e Oséias. Daniel pertence à tribo de Judá, é um nobre, talvez de estirpe real. Com cerca de quatorze anos foi exilado com os hebreus na Babilônia, na época do rei Nabucodonosor, que, depois de ter marchado sobre Jerusalém, ordenou que lhe fossem trazidos jovens “sem defeito, de boa aparência, bem instruídos em toda sabedoria, educados, inteligentes e capacitados a conviver com a realeza, para aprenderem a escrita e a língua dos caldeus” (Dn 1, 4). Assim, Daniel entra na corte do rei com os amigos Ananias, Azarias e Misael. Entrega-se completamente ao desígnio de Deus, que segue com total fidelidade, e o demonstra recusando contaminar-se com os alimentos do rei. Daniel esclarece com simplicidade que toda a história fixa seu olhar no Senhor e no Eterno.

O sonho e o eterno Seu nome significa “Deus faz justiça”, o que é demonstrado pela própria vida do profeta: a justiça não vem e nem virá de um teorema utópico idealizado pelo homem, não obstante todos os esforços e os sonhos de glória dos povos e soberanos, mas só do desígnio do Criador, capaz de mandar pelos ares impérios e reinos com um sopro. O primeiro a se dar conta disso é o próprio Nabucodonosor, atormentado por um sonho terrível que não sabe decifrar. Magos e astrólogos não conseguem chegar a um acordo. O único capaz de dizer o significado é Daniel. Eis o sonho do rei: uma estátua enorme de aspecto terrível, com a cabeça de ouro, busto e braços de prata, ventre e coxas de bronze, pernas de ferro, pés em parte de ferro e em parte de argila. Uma pedra se desprende do monte e bate contra os pés da estátua, quebrando a toda. A pedra se torna depois uma montanha que cobre a região por inteiro. Daniel explica que os materiais da estátua são os reinos do homem (babilônico, medo, persa e grego), que serão aniquilados por um reino eterno, “que jamais será destruído e que jamais passará a outro povo” (Dn 2, 44). “Então o rei Nabucodonosor prostrou-se com o rosto por terra e inclinou-se diante de Daniel e ordenou que lhe oferecessem oblação e sacrifício de agradável odor” (Dn 2, 46). Daniel foi nomeado governador da província de Babilônia e chefe de todos os sábios.

Dentro da fornalha Daniel e seus amigos respeitam a Deus, observam em todos os detalhes a sua vontade e recebem a sua proteção. Assim acontece quando Nabucodonosor constrói uma enorme estátua de ouro e ordena a todos os habitantes que a adorem, sob pena de morte. Ananias, Azarias e Misael, os amigos de Daniel, recusam-se a prostrar-se e a ceder à idolatria. Estão certos da ajuda do Senhor, e não hesitam em desafiar o rei: “Não serviremos o teu deus, nem adoraremos a estátua de ouro que levantastes” (Dn 3, 18).

O destino deles parece selado: são amarrados e atirados numa fornalha. “Eles começaram a andar no meio das chamas, louvando a Deus e bendizendo ao Senhor” (Dn 3, 24). Mais uma vez, a única justiça é a que vem de Deus. É o significado do canto de Azarias: “Não nos entregues para sempre, por causa do teu nome, não repudies a tua aliança; não retires de nós a tua misericórdia (...). Tal se torne o nosso sacrifício hoje diante de ti, e se complete junto a ti, porque não serão confundidos os que confiam em ti. E agora, é de todo o coração que vamos seguir-te, vamos temer-te e procurar a tua face” (Dn 3, 34-41). O anjo do Senhor, que estava junto com os três jovens dentro da fornalha, afastava as chamas e fazia soprar um vento cheio de orvalho refrescante. O rei, maravilhado e comovido, reconhece Deus.

Um coração de homem O Senhor é onipotente: esta é a mensagem, simples e perturbadora, que Daniel comunica. É também o sentido do episódio que diz respeito a um novo sonho do rei Nabucodonosor. Desta vez no centro do episódio há uma árvore enorme, cujo cume toca o céu, coberto de folhas e frutos, e os animais da terra procuram abrigo à sua sombra. “Vi um vigilante, um santo que descia do céu e bradava com voz possante: derrubai a árvore, cortai seus ramos, arrancai suas folhas, jogai fora seus frutos, fujam os animais do seu abrigo e os pássaros deixem seus ramos. Mas fiquem na terra o toco e as raízes, com cadeias de ferro e de bronze por entre a relva dos campos. Seja ele banhado pelo orvalho do céu e que a erva da terra seja a sua parte com os animais do campo” (Dn 4, 10-12). A árvore, explica Daniel, é o próprio rei, o qual deverá viver, seguindo o destino da árvore, nas condições de um animal. “Expulsar-te-ão de entre os homens, e com os animais dos campos será a tua morada. Alimentar-te-ás de erva como os bois e serás banhado pelo orvalho do céu. Passarão, enfim, sete tempos sobre ti, até que tu tenhas aprendido que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens e que Ele o dá a quem lhe apraz” (Dn 4, 22). A vida, os impérios e reinos, os territórios: nada disto é nosso, mas tudo pertence ao Céu. Nabucodonosor é obrigado a reconhecê-lo: “Comeu erva como os bois; seu corpo foi banhado pelo orvalho do céu; seus cabelos cresceram como penas de águia e suas unhas como garras de pássaros” (Dn 4, 30). Acabado aquele tempo, o rei recupera a razão e bendiz ao Altíssimo.

Entre os leões Sob o reino de Dario, Daniel é nomeado governador e logo suscita inveja e mal-estar dos outros “colegas” chefes da administração. Não encontrando no seu trabalho e no seu comportamento nenhum ponto fraco e nenhuma falta, seus inimigos preparam uma cilada para fazê-lo cair numa armadilha. Convencem assim o rei a publicar um decreto: “Todo aquele que, no decurso de trinta dias, dirigir uma prece a quem quer que seja, deus ou homem, exceto a ti, ó rei, seja lançado à cova dos leões” (Dn 6, 8). Mas Daniel não muda seus hábitos: as janelas de seu quarto davam para Jerusalém, e ele, três vezes ao dia, continuava a rezar a Deus, como se nada tivesse acontecido. Os governadores, invejosos, não esperam outro momento, dirigem-se a Dario e denunciam a violação do decreto. O rei tenta salvar Daniel, mas sem sucesso: “Teu Deus, a quem serviste com perseverança, ele te salvará” (Dn 6, 17). Assim, Daniel é jogado na cova, que é fechada com a chancela do rei. Dario retorna ao palácio real, não consegue comer e nem dormir. De manhã cedo volta à cova. A perseverança, a fidelidade ao Senhor salvou novamente o seu profeta, Deus faz justiça mais uma vez e poupa o servo que nEle crê. Daniel está vivo: “O meu Deus enviou-me seu anjo e fechou a boca dos leões, de tal modo que não me fizeram mal. Pois eu fui considerado inocente diante dele, e também diante de ti, ó rei, não fiz mal algum” (Dn 6, 23). Dario ordena jogar na cova os acusadores do exilado de Jerusalém, que logo são dilacerados pelas feras.

Visões A segunda parte do livro de Daniel é dedicada às visões, às profecias, às decifrações dos sinais deixados por Deus na vida dos homens. Daniel nos ensina que o desígnio da história está nas mãos de Deus e que as promessas dos profetas se cumprirão. A história não é a das relações entre homens e povos, mas das relações entre o homem e o seu Criador. Daniel fala claramente da Ressurreição: “E muitos dos que dormem no solo poeirento acordarão, uns para a vida eterna e outros para o opróbrio, para o horror eterno. Os que são esclarecidos resplandecerão, como o resplendor do firmamento” (Dn 12, 2-3). Mais uma vez a justiça na Ressurreição se torna recompensa para os que sofreram injustamente na vida terrena. Perseguindo a justiça, Daniel se torna o defensor dos fracos. É o caso de Susana, mulher muito bela, casada com Joaquim. Susana é cortejada assiduamente por dois anciãos que, ao serem recusados, fazem a seguinte chantagem: ceda aos nossos desejos, caso contrário diremos a todos que tem um caso com um jovem. Susana fica desesperada mas não cede: “Mas é melhor para mim, não o tendo feito, cair em vossas mãos, do que pecar diante do Senhor” (Dn 13, 23). Um dos velhos abre a porta da casa e acusa Susana de adultério. A mulher se apega ao Senhor: “‘Ó Deus eterno, que conheces as coisas ocultas, que sabes todas as coisas antes de sua origem, tu sabes que é falso o testemunho que levantaram contra mim’. E o Senhor escutou a sua voz” (Dn 13, 42-44). É o próprio Daniel que desmascara os dois anciãos, em seguida condenados.

A festa de Daniel é em 21 de julho. Na iconografia, as cenas mais representadas são a da cova dos leões, a dos três amigos que saem ilesos da fornalha e a de Susana e os velhos. Nos quadros Daniel freqüentemente é representado em atitude de oração.

João, o Discípulo Amado . Sabe-se pelos Evangelhos que João era filho de Zebedeu e de Maria Salomé. Com seu irmão Tiago, auxiliava o pai na pesca no lago de Genezaré. Pelos Evangelhos sabemos também que seu pai possuía alguns barcos e empregados que trabalhavam para ele. Maria Salomé é apontada como uma das santas mulheres que acompanhavam o Divino Mestre para servi-lo. Ele era dono de uma imaginação surpreendente, muito pensativo introspectivo e pouco falador. É notório o seu amadurecimento na fé através da evolução da sua escrita. Como seus outros dois irmãos Simão e André, também pescadores, era discípulo de João Batista, o Precursor. Deste haviam recebido o batismo, zelosos que eram, preparando-se para a vinda do Messias prometido. Certa vez, estavam João e André com o Precursor, quando passou Jesus a alguma distância. O Batista exclama: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". No dia seguinte repetiu-se a mesma cena, e desta vez os dois discípulos seguiram Jesus e permaneceram com Ele aquele dia (Jo, 1, 35 a 39). Algumas semanas depois estavam Simão e André lançando as redes às águas, quando passou Jesus e lhes disse: "Vinde após mim. Eu vos farei pescadores de homens". Mais adiante estavam Tiago e João numa barca, consertando as redes. "E chamou-os logo. E eles deixaram na barca seu pai Zebedeu, com os empregados, e O seguiram" (Mc 1, 16 a 20). A partir de então passaram a acompanhar o Messias em sua missão pública. Logo se lhes juntaram outros, que perfariam o número de doze, completando assim o Colégio Apostólico. «Preeminência de três Apóstolos sobre os demais» Desde logo, Pedro, Tiago e João tomaram preeminência sobre os outros Apóstolos, tornando-se os "escolhidos dentre os escolhidos". E, como tais, participaram de alguns dos mais notáveis episódios na vida do Salvador, como a ressurreição da filha de Jairo, a Transfiguração no Tabor e a Agonia no Horto das Oliveiras. João Evangelista foi também um dos quatro que estavam presentes quando Jesus revelou os sinais da ruína de Jerusalém e do fim do mundo. Mais tarde, com Pedro, a quem o unia respeitosa e profunda amizade, foi encarregado de preparar a Última Ceia. Pedro amava ternamente a João, e essa amizade é visível tanto no Evangelho quanto nos Atos dos Apóstolos. Por sua pureza de vida, João tornou-se logo o discípulo amado, e isso de um modo tão notório, que ele sempre se identificará em seu Evangelho como "o discípulo que Jesus amava". Apesar de os Apóstolos não estarem ainda confirmados em graça, isso não provocava neles inveja. Quando queriam obter algo de Jesus, faziam-no por meio deste seu primo, João Evangelista, pois seu bom gênio e bondade de espírito tornavam-no querido de todos. "Mas esta serenidade, esta doçura, este caráter recolhido e amoroso [de João] são algo diferente da inércia e da passividade. Os pintores nos acostumaram a ver nele um não sei quê de feminino e sentimental, que está em contraste com a energia varonil e o zelo fulgurante que se descobre em algumas passagens evangélicas" 1. Se Jesus amava particularmente João, também era por ele amado de maneira especialíssima. Com seu irmão Tiago, recebeu de Cristo o cognome de "Boanerges", ou "filhos do trovão", por seu zelo. Indignaram-se contra os samaritanos, que não quiseram receber o Mestre, e pediram-Lhe para fazer descer sobre aqueles indóceis o fogo do céu. Foi por esse amor, e não por ambição, que ele e o irmão secundaram a mãe, Salomé, solicitando que um e outro ficassem à direita e à esquerda de Jesus, em seu Reino (um tanto equivocadamente, pois imaginavam ainda um reino terreno). Quando Jesus perguntou-lhes se estavam dispostos a beber com Ele o mesmo cálice do sofrimento e da amargura, com determinação responderam afirmativamente. Entretanto, uma das maiores provas de afeição de Jesus a João deu-se na Última Ceia. Quis o Divino Mestre ter à sua direita o Apóstolo, permitindo-lhe a familiaridade de recostar-se em seu coração. A pedido de Pedro, perguntou a Jesus quem seria o traidor, e obteve a resposta. João teve, porém um momento de fraqueza quando os inimigos prenderam Jesus, tendo então fugido como os outros Apóstolos. Era o momento em que Nosso Senhor mais precisava de apoio! Logo depois o vemos acompanhando, de longe, o Mestre ao palácio do Sumo

Sacerdote. Como era ali conhecido, fez entrar também Simão Pedro. Pode-se supor que ele tenha permanecido sempre nas proximidades de Jesus durante toda aquela trágica noite, e que não saiu senão para ir comunicar a Maria Santíssima o que se passava com seu Filho. Acompanhou-A então no caminho do Calvário e com Ela permaneceu ao pé da cruz. Era o sinal evidente de seu arrependimento. Foi então que, recebendo-A como Mãe, obteve o maior legado que criatura humana jamais podia receber. Foi ele também o único dos Apóstolos a presenciar e a sofrer o drama do Gólgota, servindo de apoio à Mãe , que com seu Filho compartilhava a terrível dor. Quando, no Domingo da Ressurreição, Maria Madalena veio dizer aos Apóstolos que o túmulo estava vazio, foi ele o primeiro a correr, seguido de Pedro, para o local. E depois, estando no Mar de Tiberíades, aparecendo Nosso Senhor na margem, foi o primeiro a reconhecê-Lo. Nos Atos dos Apóstolos, ele aparece sempre com Pedro. Juntos estavam quando, indo rezar no Templo junto à porta Formosa, um coxo pediu-lhes esmola. Pedro curou-o, e depois pregou ao povo que se reuniu por causa de tal maravilha. Juntos foram presos até o dia seguinte, quando corajosamente defenderam sua fé em Cristo diante dos fariseus. Mais adiante, quando o diácono Felipe havia convertido e batizado muitos na Samaria, era necessário que para lá fosse um dos Apóstolos a fim de os crismar. Foram escolhidos Pedro e João para a missão. Paulo, em sua terceira ida a Jerusalém, narra em sua Epístola aos Gálatas (2, 9) que lá encontrou "Tiago, Cleofas e João, que são considerados as colunas", e que eles, "reconhecendo a graça que me foi dada [para pregar o Evangelho], deram as mãos a mim e a Barnabé em sinal de pleno acordo". Depois disso os Evangelhos se calam a respeito de João. Mas resta a Tradição. Segundo esta, ele permaneceu com Maria Santíssima durante o que restou de sua vida mortal, dedicando-se também à pregação. Assim, teria ele permanecido com Ela em Jerusalém e depois em Éfeso. "Dois motivos principais deveriam ter ocasionado essa mudança de residência: de um lado, a vitalidade do cristianismo nessa nobre cidade; de outro, as perniciosas heresias que começavam a germinar. João queria assim empenhar sua autoridade apostólica, quer para preservar quer para coroar o glorioso edifício construído por São Paulo; e sua poderosa influência não contribuiu pouco para dar às igrejas da Ásia a surpreendente vitalidade que elas conservaram durante o século II" 3. Após o desencarne de Maria, fundou ele muitas comunidades cristãs na Ásia menor. Depois da morte e martírio de Tiago, João casou-se com a viúva do seu irmão. Uma das suas netas, que muito o amava, tomou conta dele nos últimos vinte anos da sua vida. João esteve varias vezes na prisão e foi exilado para a Ilha de Patmos, por um período de quatro anos, até que um outro imperador chegasse ao poder em Roma. Em Patmos, no exílio, João escreveu o Livro da Revelação do Apocalipse. Acredita-se que este Livro da Revelação contém os fragmentos que sobreviveram de uma grande revelação, da qual se perderam grandes partes e outras partes foram retiradas, depois que João o escrevera. Apenas uma parte fragmentada e provavelmente adulterada foi preservada. ______________ Ocorre então o martírio de João [...]. O Imperador Domiciano o fez prender e levar a Roma. Na Cidade Eterna, ele foi flagelado e colocado num caldeirão de azeite fervendo. Mas o Apóstolo virgem saiu dele rejuvenescido e sem sofrer dano algum. Domiciano, espantado com o grande milagre, não ousou atentar uma segunda vez contra ele, mas o desterrou para a ilha de Patmos, que era pouco mais do que um rochedo. Foi ali, segundo a Tradição, que João escreveu o mais profético dos livros das Sagradas Escrituras, o Apocalipse. Após a morte de Domiciano, o Apóstolo voltou a Éfeso. É lá que, segundo vários Padres e Doutores da Igreja, para combater as doutrinas nascentes de Cerinto e de Ebion — que negavam a natureza divina de Cristo — escreveu ele seu Evangelho. Ordenou antes a todos os fiéis um jejum que ele mesmo observou rigorosamente, para em seguida ditar a seu discípulo Prócoro, no alto de uma montanha, o monumento que é seu Evangelho. Transportado em Deus, com um vôo de águia, ele o começa de uma altura sublime: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava em Deus, e o Verbo era Deus". Este Evangelho, dos mais sublimes textos jamais escritos, é reconhecido pela fundamental doutrina que contém. Segundo João Crisóstomo, os próprios Anjos aí aprenderam coisas que não sabiam. João escreveu também três Epístolas, sempre visando estabelecer a verdadeira doutrina contra erros incipientes que se infiltravam na Igreja. De todos os doze apóstolos, João Zebedeu finalmente tornou-se o mais destacado teólogo. Ele morreu de morte natural, em Éfeso, no ano 103 d.C., quando tinha cento e um anos.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.