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Capítulo 1 de 5

Parte 1 de 5

A Reencarnação é Confirmada pela Bíblia · Paulo Afonso da Mata Machado

A reencarnação é confirmada pela bíblia Paulo Afonso da Mata Machado 1) INTRODUÇÃO "É certo que os vivos nascem dos mortos; que as almas dos mortos renascem ainda." (Phèdre) A noite estava começando e meu filho mais velho e eu comentávamos sobre fatos da História. De repente, ele fez uma pergunta difícil para sua idade: - Será que nós fomos os maus de antigamente? Pergunta intrigante! Católico que eu era, respondi-lhe que isso não era possível. Todavia, guardei na memória esse questionamento, principalmente porque ele perguntou se fomos os maus!

Por que os maus e não os bons? Mais tarde, estudando a doutrina das vidas sucessivas, concluí que essa pergunta indicava uma reminiscência do passado, muito presente em crianças com idade inferior a sete anos. A doutrina das vidas sucessivas ou reencarnação é chamada também de palingenesia, que se origina do grego palin (novo) e gênese (nascimento). Ela também foi aceita na Índia antiga, conforme se encontra nos Vedas: "Da mesma forma que nos desfazemos de uma roupa usada para pegar uma nova, assim a alma se descarta de um corpo usado para se revestir de novos corpos." A doutrina da reencarnação foi introduzida na Grécia por Pitágoras, o matemático famoso que deu nome ao teorema de que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos. Sócrates e seu discípulo Platão adotaram as idéias de Pitágoras sobre as vidas sucessivas.

A escola platônica da Alexandria ensinava a reencarnação precisando a vantagem desta evolução progressiva para as condições da alma. Há, na Antigüidade, outros adeptos da doutrina das vidas sucessivas, como Plotino, que a cita várias vezes no curso de suas Eneidas. É um dogma, disse ele, muito antigo e universalmente ensinado que, se a alma comete faltas, é condenada a expiá-las submetendo-se a punições nos infernos tenebrosos, depois do que é admitida a voltar em um novo corpo para recomeçar suas provas. Diz ele que "a providência de Deus assegura a cada um de nós a sorte que lhe convém e que é harmônica com seus antecedentes, segundo suas existências sucessivas." Jamblico trata do mesmo assunto: "Assim as penas que nos afligem são freqüentemente castigos de um pecado do qual a alma se rende culpada em sua vida anterior. Algumas vezes, a razão do castigo nos é ocultada por Deus, mas nós não devemos duvidar de sua justiça."

Entre os romanos que adquiriram a maior parte de seus conhecimentos na Grécia, Virgílio exprime claramente a idéia dos renascimentos nestes termos: "Todas as almas, ainda que por milhares de anos tenham retornado à roda desta existência (no Elísios ou no Tártaro), Deus as chama em numerosos enxames ao rio Léthé, a fim de que, privadas de recordações, revejam os lugares superiores e convexos e comecem a querer voltar ao corpo." Os Gauleses acreditavam nas vidas sucessivas.

César escreveu na Guerra de Gales: "Uma crença que eles buscam sempre estabelecer, é que as almas não perecem de forma alguma e que após a morte elas passam de um corpo para outro." Em suas obras, o historiador Joseph fez profissão de sua fé na reencarnação; relata que essa era a crença dos fariseus. O Zoar diz: "Todas as almas são submetidas às provas da transmigração" e a Cabala: "São os renascimentos que permitem aos homens se purificar." Os judeus tinham uma idéia muito confusa a respeito da reencarnação, mas há indícios no Talmude de que o assunto não era desconhecido dos iniciados: "A alma de Abel passou ao corpo de Set e mais tarde ao de Moisés." Além disso, acreditavam que o retorno de Elias sobre a Terra devia preceder o do Messias. Também alguns padres da Igreja Católica admitiram a teoria das vidas sucessivas. O Pe. Didon, em sua Vida de Jesus, diz o seguinte: "Então se crê, entre o povo (judeu) e mesmo nas escolas, no retorno à vida da alma dos mortos."

O sábio beneditino Dom Calmet se exprime assim em seu Comentário: "Vários doutores judeus crêem que as almas de Adão, Abraão e Phinées animaram sucessivamente vários homens de sua nação." Contudo, entre os padres católicos, Orígenes é o que afirmou de forma mais precisa, em numerosas passagens de seu Princípios (livro 1°), a reencarnação ou renascimento das almas.

Sua tese é esta: "A justiça do Criador deve aparecer em todas as coisas." Alguns teólogos da Igreja Católica também foram simpáticos à idéia. São Jerônimo afirma que a transmigração das almas fazia parte dos ensinamentos revelados a um certo número de iniciados. Em suas Confissões, Santo Agostinho expressa dúvida com relação à reencarnação: "Minha infância não sucedeu a um idoso morto antes dela?... Mesmo antes desse tempo, tinha já estado em qualquer parte? Fui alguma pessoa qualquer?" Ainda no século quinze, o cardeal Nicolas de Cusa sustentava em pleno Vaticano a teoria da pluralidade das existências da alma e dos mundos habitados, não somente com o assentimento, mas com os encorajamentos sucessivos de dois papas: Eugênio IV e Nicolau V.

Por que, então, a Igreja Católica combate tão veementemente a doutrina da reencarnação? Trata-se de um erro histórico. O Imperador Justiniano tomou como esposa uma ex-prostituta, de nome Teodora. Esta, na tentativa de libertar-se de seu passado, mandou matar cerca de quinhentas antigas "colegas". Mais tarde, alertada de que havia criado para si um débito que poderia ser quitado em outras encarnações, ela se empenhou em eliminar da exegese católica toda a crença na reencarnação como se, dessa forma, estivesse eliminando, de fato, as vidas sucessivas e, por extensão, o seu débito.

Seu marido mandou seqüestrar o Papa Virgílio em Roma e o manteve prisioneiro durante oito anos. Nesse período, convocou um concílio ecumênico, que tomou o nome de Segundo Concílio de Constantinopla. Do total de 165 bispos presentes, 159 eram do Oriente, o que tornou fácil o trabalho do Imperador para conquistar os votos de que necessitava. Todavia, de acordo com a doutrina católica, as decisões de um concílio ecumênico somente têm valor se assinadas pelo papa e Virgílio recusou-se terminantemente a assinar o documento aprovado pelos bispos. Os Papas que o sucederam, embora se referissem ao Segundo Concílio de Constantinopla, também não o assinaram.

Dessa forma, a Igreja Católica não dispõe de um documento oficial contra a reencarnação. Nos tempos modernos, é maior o número de pensadores que admitem a reencarnação. Leibnitz, estudando o problema da origem da alma, admitiu que o princípio inteligente, sob a forma de mônada, tinha podido se desenvolver no reino animal. Numerosos pensadores se reuniram à reencarnação: Dupont de Nemours, Charles Bonnet, Lessing, Constant Savy, Pierre Leroux, Fourier, Jean Reynaud. A doutrina das vidas sucessivas foi vulgarizada para o grande público por autores como Balzac, Théophile Gautier, George Sand e Victor Hugo.

Hoje, as provas de reencarnações são, em geral, obtidas pela terapia de vidas passadas (TVP). O homem aprendeu que, pela hipnose, pode fazer a pessoa regredir mentalmente a vidas anteriores. Entre os pesquisadores que trabalham com a TVP estão: Dr. Morris Netherton, psiquiatra americano; Dr. Dehtlesfsen, catedrático de Psicologia da Universidade de Munique, Alemanha; Dra.

Helen Wambach, psiquiatra americana e autora de "Recordando Vidas Passadas"; Dr. Roger Woolger, destacado psiquiatra americano, autor de "As Várias Vidas da Alma"; Dr. Ken Wilber, célebre psicológico americano, com grande influência na Psicologia Moderna, e autor de "O Espectro da Consciência"; Dr. Joel Whitton, catedrático de Psicologia da Universidade de Toronto, Canadá, e autor de "Vida - Transição - Vida". Se a reencarnação é objeto de análise no mundo científico, o mesmo não acontece no mundo religioso ocidental, porque padres e pastores dizem que a Bíblia fala de céu e de inferno e que ambos seriam incompatíveis com a doutrina da reencarnação.

O propósito do presente trabalho é listar algumas referências bíblicas a respeito da reencarnação. Provaremos, também, à luz da Bíblia, que a doutrina simplista do céu ou do inferno não passa de uma figura de pensamento e que Jesus jamais a sancionou. As citações bíblicas da reencarnação são, algumas vezes, mais claras, mas, em outras, somente são entendidas por aqueles que têm olhos de ver... 2) Ressurreição ou reencarnação? Quando nossa alpercata Já não presta mais para nada, Atiramos no monturo Por estar invalidada Se ela ficasse nova Seria ressuscitada. Quanto à reencarnação, O processo assim se dá: O corpo é uma roupa Que serve para agasalhar O espírito e é trocada Se ela não mais prestar. (autor desconhecido) Narram os evangelistas que Jesus perguntou qual era a opinião dos homens acerca de sua natureza espiritual (Mt,16,13; Mc,8,27).

Os discípulos responderam: - Uns dizem que és João Batista; outros, que Elias; outros, que Jeremias ou algum dos profetas. (Mt, 16,14) Pela resposta dada, podemos avaliar os comentários que deviam estar surgindo a respeito de Jesus. Uns o consideravam João Batista ressuscitado, outros a reencarnação de Elias ou de Jeremias. João Batista havia morrido havia pouco tempo e os que diziam que Jesus e ele eram o mesmo indivíduo, estavam pensando em uma ressurreição. Deviam ser a minoria, pois a família de Jesus era conhecida. (Mc, 6,3) Os que conheciam seus familiares não poderiam pensar que Jesus fosse João Batista que voltara do túmulo. Os outros, isto é, a maioria, devia dizer que Jesus seria Elias, Jeremias ou outro profeta.

Nesse caso, como eles haviam morrido séculos antes, trata-se de um caso líquido e certo de crença na reencarnação e não de que Jesus houvesse saído do túmulo. Façamos uma pausa e analisemos o fato de Jesus ser considerado como Elias. O 2° Livro de Reis conta que Eliseu viu Elias ser arrebatado ao céu. É estranho que alguns acreditem que Elias tenha deixado a Terra em seu corpo material, sem morrer, quando o próprio Cristo somente deixou o planeta após a cruz. É óbvio que não foi isso o que aconteceu.

Se lermos atentamente 2Rs, 2,2-11, concluiremos que essa foi apenas a impressão de Eliseu. Este, sabendo que Elias estava no fim de sua missão, pediu-lhe a duplicação de seu espírito, ou seja, os seus poderes, hoje, ditos mediúnicos. Elias lhe respondeu: - Se tu vires quando me arrebatarem de ti, terás o que me pedes. (v. 10) Eliseu teve uma visão fugaz, que logo desapareceu: viu Elias em algo como um carro de fogo e uns cavalos de fogo. (v. 11) Em outras palavras, Eliseu viu Elias após ter-se desprendido do corpo físico. É evidente que o profeta não poderia ter deixado a Terra no meio de um fogaréu em seu corpo carnal, senão ele se queimaria todo. Tendo visto Elias partir, Eliseu demonstrou que tinha o que hoje se chama mediunidade.

Prova disso é que havia cinqüenta dos filhos dos profetas, (v. 7) mas somente Eliseu viu o carro de fogo levar Elias. Voltando à resposta dos discípulos a Jesus, percebemos que os judeus acreditavam que tanto poderia o espírito animar o próprio corpo (Jesus seria João Batista ressuscitado) como outro corpo (comentava-se que Jesus seria a reencarnação de Elias, de Jeremias ou de algum dos profetas). E Jesus, que disse dessa teoria? Não se manifestou sobre ela, apenas perguntou: - E vós, quem dizeis que eu sou? (Mt, 16,15) Se Jesus fosse contrário à teoria da reencarnação, certamente teria repreendido seus discípulos. Em outra ocasião, eles manifestaram novamente esse pensamento e Jesus também não os repreendeu.

Trata-se do episódio da cura do cego de nascença, do qual trataremos mais adiante. A palavra ressurreição nos textos evangélicos é, às vezes, tomada como sinônimo de aparição do espírito. Foi nesse sentido que Mateus a usou, referindo-se à visão de mortos ocorrida no dia em que Jesus foi crucificado: E abriram-se os sepulcros e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. (Mt, 27, 52-53) Nesse caso, o uso da expressão apareceram a muitos demonstra que nem todos os viram e, portanto, eles não voltaram a seus corpos de carne. 3) Jesus Falou do Batismo a Nicodemos? Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. (Jo, 3,3).

Dentre os quatro evangelistas, João é aquele que sabe ser sucinto, quando lhe convém, e detalhista, quando julga necessário. No encontro de Jesus com Nicodemos, dada a sua importância, João não economizou palavras. Boa parte do capítulo terceiro de seu evangelho é dedicada apenas a esse diálogo. Por que terá Nicodemos procurado Jesus? Ele o via fazendo prodígios e ensinando com autoridade e imaginou que ali estivesse alguém enviado por Deus.

Se fora enviado por Deus, Jesus já existia antes do próprio nascimento. Nesse caso, só podia ser verdadeira a idéia da reencarnação. Nicodemos deve ter pedido a opinião de algum colega a respeito de Jesus, mas como ninguém pudesse lhe dar uma resposta convincente, concluiu que apenas o Mestre poderia lhe tirar essa dúvida. Decidiu-se, então, procurá-lo para indagar se ele viera da parte de Deus e como isso se dera. Chegando à casa onde Jesus estava hospedado, ele o saudou da seguinte forma: - Mestre, sabemos que vieste da parte de Deus para nos instruir como um doutor, porquanto ninguém poderia fazer os milagres que fazes se Deus não estivesse com ele. (v. 2) Jesus lhe respondeu: - Em verdade, em verdade, digo-te: Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo. (v. 3) Percebe-se que Jesus não comentou o que Nicodemos disse, mas o que ele estava pensando.

Este não manifestou nenhum espanto, mas aproveitou o ensejo para perguntar: - Como pode nascer um homem já velho? Pode tornar a entrar no ventre de sua mãe para nascer segunda vez? (v. 4) Percebe-se que mesmo Nicodemos, um doutor da lei, tinha idéia confusa acerca do fenômeno da reencarnação. Jesus, que sabia disso, explicou: - Em verdade, em verdade, digo-te: Se um homem não renasce da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do espírito é espírito. Não te admires de que eu te haja dito ser preciso que nasças de novo.

O espírito sopra onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem ele, nem para onde vai; o mesmo se dá com todo homem que é nascido do espírito. (v. 5-8) Essa resposta de Jesus merece ser analisada parte por parte: Se um homem não renasce da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus. A palavra água é tomada no sentido que lhe empresta a Bíblia: o elemento gerador absoluto. É o mesmo sentido que lhe foi dado nas passagens seguintes: O Espírito de Deus era levado sobre as águas. (Gn, 1,2) Que o firmamento seja feito no meio das águas. (Gn, 1, 6) Que as águas que estão debaixo do céu se reúnam em um só lugar e que apareça o elemento árido. (Gn, 1, 9) Que as águas produzam animais vivos que nadem na água e pássaros que voem sobre a terra e sob o firmamento. (Gn, 1,20) Jesus faz distinção entre a água (matéria) e o espírito, dizendo que é preciso renascer da água e do espírito. Esse é o sentido original do ensinamento de Jesus. Mais tarde, alguns entenderam que ele se referia à água do batismo, o que é absolutamente improvável, devido ao tema que estava sendo discutido.

Além disso, o batismo fora criado por João Batista e nem todos os judeus se batizaram. Portanto, não era um assunto que poderia preocupar Nicodemos. O que é nascido da carne é carne, o que é nascido do espírito é espírito. Aí está clara a distinção entre carne e espírito. É uma declaração formal de que o ato sexual produz apenas o corpo de carne; o espírito é dado por Deus. (Ecl, 12,7) Não te admires de que eu te haja dito ser preciso que nasças de novo.

Jesus volta a insistir no tema da reencarnação. O espírito sopra onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem ele, nem para onde vai. Essa frase retira qualquer dúvida a respeito do pensamento de Jesus. Você não sabe de onde o espírito veio (se ele fosse criado no instante da concepção do corpo, você saberia) nem para onde vai (coloca em cheque a doutrina simplista do céu ou do inferno), mas ouve sua voz, ou seja, quem fala pelo homem é o espírito. Após os ensinamentos de Jesus, Nicodemos perguntou: - Como pode isso se fazer? (v. 9) Jesus lhe respondeu: - Pois quê!

És mestre em Israel e ignoras tais coisas? (v. 10) Nicodemos tinha conhecimento da reencarnação, embora não a entendesse bem, não porque lhe faltassem estudos, mas porque resistia a aceitá-la. Jesus não respondeu sua pergunta porque já havia dito tudo que Nicodemos precisava saber. Querer reduzir todo esse diálogo a uma simples apologia do batismo é um insulto ao trabalho maravilhoso que João fez de procurar reconstituí-lo. 4) A reencarnação está presente em Isaías Os teus mortos viverão, os meus a quem tiraram a vida ressuscitarão. (Is, 26,19) Isaías é, sem dúvida alguma, o maior dos profetas. Ele descreveu fatos da vida de Jesus com tal riqueza de detalhes que o grande teólogo católico conhecido como Santo Agostinho disse que ele mais parecia um evangelista que um profeta. Ao dizer que “os teus mortos viverão, os meus a quem tiraram a vida ressuscitarão” ele está usando dizendo que todos viverão de novo.

Se o profeta estivesse falando que os mortos iriam viver no mundo espiritual, certamente diria: ainda vivem e não: viverão. Além disso, se estivesse se referindo aos que iriam para o céu, diria alguns ressuscitarão. Mas Isaías não fala que alguns viverão de novo, mas que todos que estavam mortos ressuscitarão, ou seja, viverão de novo, e não que irão para o céu ou para o inferno. É um formal desmentido à teoria simplista do céu ou do inferno. 5) O Livro de Jó Decerto Deus não condena sem razão, nem o Onipotente atropela a justiça. (Jó, 34,12) Entre os livros do Antigo Testamento, aquele que mais fala veladamente da reencarnação é o Livro de Jó. Jó sofria muito, sem saber que pagava por erros que havia praticado.

É advertido por Eliú (texto acima), que também lhe diz: - Se pecares, que dano farás tu a Deus? Se as tuas iniqüidades se multiplicarem, que farás tu contra ele? Além disso, se obrares com justiça, que lhe darás ou que receberá ele da tua mão? A tua impiedade só poderá fazer mal a um homem, que é teu semelhante; e a tua justiça poderá ser útil ao filho do homem. (Jó, 35, 6-8) Esse parágrafo tem ensinos fundamentais. Primeiramente, diz que o pecado não causa nenhum dano a Deus.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.