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Capítulo 16 de 24
Restauração — parte 1 de 3
Profetismo Histórico – Yolanda Santoro
Nos dois últimos versículos do Livro de Malaquias, Deus promete a volta de Elias para o Grande Acontecimento Renovador Doutrinário.
E a Restauração tem síntese nos Fundamentos da Doutrina do Caminho que são: A Lei a ser Vivida, o Verbo Exemplar a ser Imitado e os Dons Mediúnicos divinamente Cultivados.
A volta de Elias para tudo restaurar: O Cristianismo vivo deixado por Jesus durou até o quarto século, quando em Roma se levantou a corrupção imposta pelo Império Romano. Jesus afirmou que Elias viria como Restaurador da Excelsa Doutrina do Caminho: Ao descerem do Monte Tabor, Jesus respondeu a Pedro, Tiago e João Evangelista: “Quando Elias vier de novo, restaurará todas as coisas”. Em cinco capítulos do Apocalipse estão apontados todos os fatos a terem cumprimento, a fim de haver a Grande Renovação. Sendo Elias o prometido Restaurador, em cinco capítulos do Livro da Revelação estão contidas as encarnações necessárias para o cumprimento da Tarefa Restauradora: O Cavaleiro Branco e alguns outros Anjos Poderosos são encarnações do Cristo Restaurador. No capítulo 6: “E vi aparecer um Cavalo Branco, e seu Cavaleiro tinha um arco, foi-lhe dada uma coroa e Ele partiu como vencedor para tornar a vencer”. Ficou bem saliente, como está citado no capítulo 19, aquele Semelhante ao Filho do Homem que guiará com vara de ferro, ou mais rigor disciplinar, em virtude dos progressos em geral, ou de quem vier a merecer a Terra dos futuros ciclos evolutivos. Aquela Mulher que está citada no capítulo 12 é a Verdade Doutrinária, sendo o seu filho o Cristo Restaurador, o Elias anunciado, começando o Trabalho Restaurador, que demandaria cinco encarnações, todas registradas no Apocalipse. No capítulo 10: “Um Anjo Vigoroso pôs o pé direito sobre o mar, o esquerdo sobre a Terra. Segurava na mão um pequeno livro aberto (Evangelho Eterno). Ele te será amargo no ventre, mas na boca doce como o mel”. No capítulo 14, 1 a 6 está a entrega do Evangelho Eterno. Todas as Verdades sobre a Verdadeira Restauração da Doutrina da Verdade estão nos capítulos 10, 11, 12, 19, 14, 21 e 22 do Apocalipse, mas como na Vulgata os capítulos foram invertidos três vezes, importa ler na ordem numérica indicada. No presente momento, findar do segundo milênio, início do terceiro, estude bem cada filho de Deus os capítulos 12 e 19 por causa da Vara de Ferro. O Apocalipse, por ser simbólico, dificulta o entendimento. Entretanto, se assim não fosse, os corruptores da Excelsa Doutrina o teriam destruído. Ele profetizou a corrupção que viria, os tempos de ignorância e trevas em função da corrupção e os trabalhos de todos que, nos devidos tempos, seriam de Reposição das coisas no lugar. O Apocalipse, ou Histórico do Porvir, tem por base fundamental afirmar que, se necessário, quantas vezes o sejam, haverá RESTAURAÇÕES RENOVADORAS, porque a Doutrina que se fundamenta na Lei de Deus, no Verbo Modelo e no cultivo dos Dons do Espírito Santo jamais mudará. O Apocalipse brada: MUDEM OS HOMENS ERRADOS, PORQUE A VERDADE JAMAIS MUDARÁ, O PROGRAMA TERÁ CUMPRIMENTO, CUSTE O QUE CUSTAR, DOA A QUEM DOER.
Restaurar por quê? Se ninguém tivesse adulterado nada, nada precisaria ser restaurado.
Se ninguém tivesse adulterado a Doutrina do Caminho, cujo fundamento vivo é a Revelação, ninguém precisaria restaurar coisa alguma. A corrupção surtiu no mundo forçando a surtir também a Restauração. Foi encargo designado ao Profeta Elias, e disso Jesus falara. Conforme sua predição: voltará Elias para restaurar a Excelsa Doutrina quando fosse chegada a hora. A Doutrina do Caminho seria corrompida, tripudiada pelos religiosos profissionais, os comerciantes da fé cega. Como Roma, a cidade dos Sete Montes, corrompeu a Excelsa Doutrina do Caminho da Verdade que livra, estabelecida sobre a Lei de Deus, a Divina Modelagem de Jesus Cristo, e a Revelação Generalizada, importava que houvesse a Reposição das coisas no lugar. Quem ler o Livro dos Atos saberá o que Roma corrompeu e o que devia ser reposto no lugar. Nestes últimos seiscentos anos, depois da ordem de Jesus de serem restauradas as verdades sobre a Excelsa Doutrina do Caminho até fim do século XX, tudo tem sido feito para assim ser cumprido. Vieram os primeiros trabalhadores preparando os alicerces. Elias reencarnou em João Huss, começando a reforma. Também voltou Huss ou Elias na personalidade de Kardec, arrastando após si a grande eclosão mediúnica do século 19 e da França o movimento maior tomou rumo do Brasil, para aqui ser feita a parte concernente à Consolidação do Movimento Restaurador. O restante (estender a Excelsa Doutrina), parte da ordem de Jesus, será obra de mais tempo e de muita gente mais.
Restauração do quê? Em todo Velho Testamento e até o desencarne de João Batista e do Verbo Exemplar, não poderia haver e não houve cumprimento da Promessa Divina; tudo foi trabalho, preparação, alicerçamento. Para saber o que deveria ser restaurado, importa saber o que Jesus deixou no mundo como Excelsa Doutrina do Caminho, edificada sobre a Lei de Deus ou Código de Moral Divina, o Seu Exemplo de Amor Renúncia e, como realidade viva comprovante de sua passagem messiânica pela carne, o Derrame de Espírito ou Generalização da Revelação ou Comunicabilidade dos Anjos, Espíritos ou Almas. Portanto, é a Restauração da Excelsa Doutrina do Caminho, deixada viva por Jesus Cristo a partir do Pentecostes, dia em que se deu o fenômeno mediúnico, teofânico ou carismático, profético ou revelacionista chamado Batismo de Espírito. Sem entrar nos Atos, Epístolas e no Apocalipse, ninguém sabe do quê o Espiritismo é a Restauração. Por que, apenas Restauração do Cristianismo? Porque ninguém irá trazer uma nova Lei Moral, nem será necessário um Novo Cristo Molde e, também, jamais será necessário um novo Mistério do Consolador ou da Revelação. Os enganadores não se iludam, porque a JUSTIÇA DIVINA paira acima de seres humanos. Quando o comportamento individual girar em torno da Moral Divina, do Amor Divino e da Revelação cultivada divinamente, então todos saberão o que Jesus prometeu como restauração do cristianismo.
Preliminares da Restauração No século quatorze, nas proximidades da crosta sobre a Europa, realizar-se-ia um grande conclave – Jesus reuniu os seus imediatos dizendo ser hora de serem iniciados os trabalhos restauradores e ordenou o movimento de reposição das coisas no lugar. A ordem de Jesus foi para restaurar, consolidar e estender sobre a Terra a Excelsa Doutrina, da qual Ele se disse humilde transmissor. Para o começo da trabalheira renovadora, vieram à carne Wicliff, Huss, Savonarola, Joana D’Arc, Lutero, Giordano Bruno e a companhia deles todos preparando terreno para um Novo Pentecostes. João Huss foi a reencarnação de Elias, acompanhado de muita gente para iniciar os serviços preliminares da Restauração.
Wicliff, João Huss, Lutero e Giordano Bruno foram os vértices da Reforma ou das preliminares da Restauração, enchendo o mundo de Bíblias, para que mais tarde todos viessem a compreender as Verdades Proféticas e o fundamento do Espiritismo Divinista. Lutero fizera a seguir o grande serviço de conseguir liberdade de culto e tradução de tudo, para que mais tarde pudesse haver uma grande eclosão mediúnica. Esses Grandes Reformadores deviam abrir caminho por entre os dogmas, deviam enfrentar inquisição, dariam a vida para conseguir a liberdade de culto e a tradução dos Livros Sagrados a fim de que, na hora precisa, aquela eclosão mediúnica se desse na história ao Planeta. A primeira parte da Tarefa Restauradora seria fazer conhecer o que Deus entregou por Moisés, os Profetas e Jesus, que ficou incompleto, pois Jesus saiu do mundo dizendo: “Tenho muito para vos dizer ainda, mas vós não podeis suportá-lo agora”. A Restauração tem caráter de processo evolutivo e não de medida executada total e repentinamente. Era necessário vencer a corrupção aos poucos e com muito custo, porque os corruptos tinham todos os trunfos mundanos em suas mãos, em nome de Deus, da Verdade e do Cristo. Todos sabem como o foi custoso ir triunfando, ir conseguindo a liberdade de culto, a tradução da Escritura e a divulgação pelo mundo; todos sabem quanto sangue custaram os trabalhos preliminares da Restauração. Quando Elias veio na personalidade de João Huss para começar os trabalhos de reposição das coisas no lugar, Pedro foi um dos mais ardentes trabalhadores, morrendo queimado um ano depois de João Huss. Afinal de contas quando Jesus determinou os trabalhos de Restauração, Consolidação e Extensão sobre a Terra da Excelsa Doutrina, todos os trabalhadores antigos tomaram postos de trabalho.
Reforma Aquilo que chamam de Reforma e que não tem o renovo do Pentecostes, por certo não é ainda a Reforma; porque a Reforma completa é aquela que conta com a Restauração do Batismo de Espírito, com a volta do Profetismo. O Protestantismo devia vir ter o trabalho de continuação até chegar ao renovo do Batismo de Revelação com a volta dos primeiros servidores da Reforma que no século XIX trouxeram a Grande Eclosão Mediúnica e a Codificação. Tendo dogmatizado em Lutero, quando muitos se transformaram em outros tantos clericalistas, formalistas da letra morta, fanáticos e blasfemadores também do Batismo de Revelação. Filho da corrupção romana, o Protestantismo ficou estagnado, continuou formalista e inimigo da Graça trazida pelo Cristo para toda carne; cheio de blasfêmias contra o Batismo de Espírito. Isto se explica e muito facilmente, pois tendo havido necessidade de preparar os alicerces da Restauração, antes de vir Elias como Kardec para trazer de novo o Consolador, foi preciso que viessem Wicliff, Huss, Joana D’Arc, Lutero, Giordano Bruno. E aqueles que não têm conhecimento de causa tomam os primeiros passos pela caminhada toda... isto acontece pelo fato de terem ficado num degrau da escada. Se compreendessem que o trabalho de reposição das coisas no lugar começou com João Huss, tendo que passar por Lutero, para chegar ao trabalho de Kardec falando para o Brasil do século XX, tudo estaria perfeitamente em ordem. Lutero é apenas um passo transitivo, nada mais... E essas duas porcarias, a romana e a reformista, vivem até hoje ludibriando as gentes, fabricando erros, materialismo etc.
Voltaire – Iluminismo Século XVIII Voltaire (1694 – 1778), uma das 37 encarnações messiânicas de nosso Pai Divino.
Foi chamado o homem mais culto; se não fossem Voltaire, Pascal e Descartes no século XVIII arrebentando com o poder católico, não poderia Kardec vir ao mundo no século XIX entregar o Espiritismo e não ter fogueiras.
Kardec - Codificação – França Século XIX Quando o campo estava preparado, em tempo certo volta João Huss na personalidade de Kardec e encontrando mais de mil Centros e Grupos cultivando a Revelação ou Batismo do Espírito; ele coletou informes e fez a Codificação. Volta Elias na personalidade de Kardec e alguns companheiros arrastando a grande eclosão mediúnica dos meados do século XIX, tendo feito a Codificação à custa das manifestações espirituais para, com essa contribuição de Jesus, serem feitos os livros que garantissem ao Movimento Restaurador a Reposição das coisas no lugar, o caráter de Doutrina organizada. A grande Eclosão Mediúnica do século dezenove de modo algum poderia ou deveria dar-se antes de o Evangelho estar espalhado pelo mundo; foi a consequência lógica dos trabalhos precedentes de João Huss e Lutero. Quando Kardec foi fazer a Codificação, a Restauração Doutrinária, por ter sido a função missionária de Jesus o Batismo de Espírito, disseram os Espíritos Reveladores que o nome devia ser Espiritismo. Espiritismo é o mesmo Caminho do Senhor, que foi o nome do Cristianismo Primitivo. É a Restauração da Excelsa Doutrina que Jesus, no Pentecostes, deixou edificada sobre a Revelação. O Espiritismo é uma Doutrina viva, que se fundamenta em Leis, Elementos e Fatos, jamais se perdendo na avalanche das vãs teorias e dos discursos falazes. Sua amplidão envolve todos os Ramos do Conhecimento Humano, fazendo rumar as almas no sentido da Divinização Interior. Tendo por fundamento a Lei de Deus, que o Cristo veio executar ou cumprir, nunca poderá estar fora da Moral que dignifica, do Amor que diviniza e da Revelação que adverte, ilustra e consola. Não tem e jamais deverá ter o caráter de seitas religiosas; basta que seja a Doutrina do Espírito da Verdade que leva ao Conhecimento das leis fundamentais e regentes, a fim de tornar o filho de Deus consciente de suas obrigações para com o Pai e para com os irmãos. Sendo a Doutrina Cósmica, estará sempre pairando acima de sectarismos quaisquer. Onde estiverem Deus, a Verdade, o Cristo, a Moral, o Amor e a Revelação, ali estará o Espiritismo, a Doutrina Integral, sem Clerezias, sem Dogmas, sem Limitações Evolutivas. Ele tem Deus por objetivo, tem a Lei por Estrada, tem o Cristo por Modelo Cósmico, tem o Universo por Habitação e a Perfeição por Finalidade. Espiritismo é a Súmula das Revelações, o trabalho feito por aqueles mesmos Grandes Iniciados que estiveram atrás de Elias ou Kardec, sob a tutela do Cristo Planetário. Os Instrutores Antigos, sob a égide do Cristo Planetário, foram buscar tudo quanto tinham ensinado, para de novo apresentarem um novo corpo de Doutrina com o nome de Espiritismo. Por isso mesmo que Espiritismo é uma amplidão ainda desconhecida: tudo aquilo que foi a Sabedoria Antiga com os acréscimos dos tempos modernos, com a sua imensa liberdade de Iniciação. O Espiritismo ensina que a Evolução é um fato; e nós bem sabemos que não é possível dizer ainda certas verdades; porque a semente lançada fora do tempo, além de ser perdida, demonstra falta de prudência do agricultor. A Codificação é o ABC da Reposição das coisas no lugar. Está escrito na Codificação que trata de uma ciência da qual se diz as primeiras palavras, sendo que ninguém sabe quando será dita a última.
Diz a Codificação que dos assuntos tratados diz o suficiente para a época, ou quando foi escrito, não sendo tudo sobre os assuntos tratados. Sendo a Codificação as primeiras letras da Renovação da Terra, cumpre então dar o alerta para subir em linha reta, isto é, do seio do Senso Profético. Estas palavras definem a Trilha certa: Moral, Amor, Revelação, Saber e Virtude. E como Espiritismo não é mais nem menos que a Restauração do Caminho do Senhor, sua grandeza reside em entrar no seio da massa, do povo, de todo aquele filho do Pai Divino que tenha um pouco de Boa Vontade. Se é certo que se tornou pública de Jesus para cá, é crime de lesa verdade e de lesa humanidade pretender fazer esoterismo ou ocultismo, mais certo é ainda que o Espiritismo tem sua grandeza no fato de não sustentar semelhantes presunções. Com o Pai no coração, com o Cristo no exemplo, com a mediunidade por Graça e com os Santos Espíritos por companhia, vivem a fazer maravilhas por esse mundo afora, às mais simples e humildes criaturas. Nisto é que Kardec foi maior do que muitos outros também Grandes: entregou a todos os homens de Boa Vontade a oportunidade de se tornarem Profetas e Apóstolos.
Falhas da Codificação A Codificação não é apenas abecedário, é também cheia de lacunas e erros em muitos pontos. A Codificação adverte: – Estar dizendo as primeiras palavras, de uma ciência que ninguém sabe quando será dita a última... – Que, dos assuntos tratados, o dito bastava para o tempo, não sendo tudo, ou toda a verdade sobre os mesmos... – Que Kardec voltaria, noutro corpo e em outras condições, para terminar o serviço restaurador, etc... A Codificação se afirma obra incompleta, falha e omissa – e podemos dizer ridícula e errada em alguns pontos, carecendo, portanto, de reparos e de complementação. Entretanto há muita gente dogmatizando sobre os erros, as falhas e os ridículos da Codificação, porque com isso defendem seus interesses subalternos, orgulhos, vaidades, ciúmes etc. Dizer que Kardec é o começo e o fim do Espiritismo é obra de ignorância ou má fé. Dogmatizar sobe Kardec é mistificar. A grande falha da Codificação está, portanto, em não ter entrado nos documentos Bíblicos que demonstram o que aconteceu depois da desencarnação de Jesus e que são os seguintes: O Livro dos Atos dos Apóstolos, as Epístolas e o Apocalipse. Depois da desencarnação de Jesus é que se deu o Derrame do Espírito sobre toda a Carne, foi o Pentecostes, e no Livro dos Atos dos Apóstolos estão os textos Bíblicos que ensinaram como, quando e por que Jesus veio derramar do Espírito sobre a Carne, e como os seus seguidores foram mundo a fora transmitir os informes e ensinar a cultivar os mesmos Dons Espirituais, onde Kardec e a Codificação não chegaram. Kardec não adentrou, porque o Espírito da Verdade não consentiu, no Livro dos Atos, nas Epístolas e no Apocalipse, pois isto custaria dizer Verdades que o tempo não comportava, a menos que se quisesse provocar uma nova sangueira, e o truncamento do que foi então possível fazer. Porque, para dizer as coisas terra-a-terra com a Verdade, preciso era que se acusassem as igrejas dogmáticas ou corruptoras, que em seu tempo vieram para burlar a Igreja Revelacionista. Fazendo isso, elas, que contavam com muita força política (Dragão do Apocalipse cap. 13), reagiriam de modo violento, vindo o Consolador a se radicar na Terra à custa de sangue humano. Isso é o que procuraram evitar os Espíritos do Senhor, dizendo a Kardec que não dissesse tudo.
No século XIX havia cabimento dizer aquilo até certo ponto. Toda falha da Codificação está em pontos Bíblicos que ficou devendo, até certo ponto. Infelizmente, aqueles que no século XIX fizeram compilações e codificações, por falta de melhores conhecimentos Bíblicos muitas falhas cometeram, prejudicando muito o Verdadeiro Trabalho de Restauração da Doutrina de Deus. E caudais de livros foram surgindo de encarnados e desencarnados, esparramando pela Humanidade ensinos errados, falhos, desviadores das Promessas de Deus. E para acumular mais erros, foram surgindo os mercados livreiros capciosos, dolosos, fazendo questão de esparramar erros, xaropadas nauseabundas, literaturas que fabricam bobos e que se acreditam donos da Verdade.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.