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Capítulo 86 de 108
Oração Ao Princípio Sagrado — parte 21 de 43
O Livro Das Comunicações
Foi deste cantinho da Terra, de onde saiu a primeira Bíblia, que o próprio Deus disse:- “Elias, olhe aquele cantinho da Terra a que você terá que voltar para levantar a Verdade. Olhe lá, Meu filho, como Ela rasteja, como está sendo representada, com vários nomes, várias cabeças, com várias consciências! Você tem que voltar à Cabeça da Verdade, você tem que unificar a Verdade!” Eu olhei para o semblante de meu Pai, do vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. Eu me destaquei como singelo é o Sagrado Princípio. Pisei neste solo cheio de furúnculos, todo cheio de amarguras, sendo destruído pelo vento. Ele disse-me:- “Meu filho, não tema por onde andar... porque Eu sou a Sua cara, você é a Minha. Eu sou o Seu Exemplo, você é o Meu Exemplo!” Pisando neste chão, olhando na cara de um e de outro, Deus disse:- “Quem tiver que ir a você, Eu, o Senhor, enviarei!”. Olhando para as minhas mãos, disse para comigo mesmo:- Deus não falha. A Perfeição Divina vem aqui. Seus Enviados terão que vir a mim. Dormindo no colo do nosso Deus, do nosso Pai, pensando com a cabeça de Deus, Ele disse-me:- “Vai, Meu filho...”, assoprando-me d’Ele. Eu parecia um pombo voando no ar, procurando este solo... até que um dia, em nome das mães, eu tive o colo de uma mãe material, chegando até o ponto em que entreguei-lhes o Evangelho Eterno. Que maravilha! Só o Senhor, Sagrado Princípio, faz semelhante coisa! Isto é para provar para vocês o que é a Imortalidade do espírito, que não existe distância entre Deus e Seus filhos. É só viverem o Bem e o Bom entre irmãos, conhecerem a Verdade, viverem a Lei de Deus. Eu estou aqui, Minha Matriz ao lado de meu corpo, dando testemunho do que é verdadeiro, prudente e honesto. O Infinito e a Eternidade esperavam por esta hora... Por que Deus não me tirou do corpo até agora? Para que fique tudo registrado na vossa mente, na vossa consciência, na vossa frente! Qual é o reinado do mundo que pode mais que Deus? Quem é que pode mais que eu? Que consciência vocês têm de Deus? Que recado trazem de Deus para entregar a esta humanidade? Como eu gostaria de chamá-la de Santa Humanidade! Mas, infelizmente, ainda não posso! Existem santos? Existem! Praticantes? Existem! Mas a totalidade, onde está a totalidade? Não estão seguindo Deus, Sua Justiça, Seus Dons, Seus Mandamentos, o Exército Celeste... a ponto de eu me destacar, a minha Matriz, e vir falar no vosso meio, mesmo estando meu corpo ao meu lado. Até parece que meu corpo dorme nesta hora... mas não! Deus é perfeito e estamos caminhando à Perfeição.
(Mestre) Eis aí a minha Matriz. Não fez mais do que repetir o que Deus manda fazer, manda escrever, tudo isto... mas está aí, porque sou um pedacinho de mim, aqui.
Antônio Colombo (desencarnado hoje) “Como é que pode?”
(Mestre) Se ele ficou em dúvida de alguma coisa de Doutrina, não ficou em dúvida sobre comportamento. Então, Pai Divino, aí está um filho Teu que não Te entendeu bem de um modo, mas Te cumpriu, de certo modo. (Antônio) Graças a Deus! Com este chamado do senhor, com este pedido profundíssimo a Deus, eu aqui estou; mas, Mestre e amigos, ainda andando e acompanhando o enterro, vendo e procurando medir a consciência dos outros, quando a minha própria consciência diz assim: “Meça você mesmo primeiro!” Vejo à minha frente esta grande romaria... parece-me que não tem fim! Mas neste final do caminho o senhor aparece, sendo esta grande Muralha. Abre os braços e acolhe estes outros, já merecedores. O senhor parece-me ser o próprio Deus! Olho à nossa volta e não vejo uma outra penetração. Como é que pode caber dentro de senhor tanta gente? E não é só daqui! Dos outros lados os caminhos estão cheios! Mas, como vêm a pé, como vêm a cavalo, como vem de carro, como vêm em pensamento... e cabe tudo dentro de senhor? Está certo que eu não vou entender agora, mas depois que eu melhorar, se eu merecer, pelo senhor ou por alguém... Dão-me esta Cartilha, para eu estudar: Como é que pode uma coisa desta? Está certo que eu não levo nenhuma Sabedoria do espírito, como dizem, como vejo, como estou começando a mudar, a entender... e por que este brilho sobre nós? Por que este Rosto tão penetrante? Por que este Olhar que ri, e ao mesmo tempo chora? Deus chorando? Mas como, Deus chorar?
Mas o próprio Olhar diz a mim:- “É claro! Eu sou Pai, não sou Padrasto. Eu rio com o brilho dos outros, choro com a lástima dos outros. Eu Me alastro por todos os cantos!”, diz este lindo Olhar. Mestre, o que é ruim é sentir o cheiro do próprio cadáver! Mas, graças a Deus, graças a Deus, graças a Deus! Eu não mereci, mas o senhor está me dando, Deus está me dando! Estou na frente destas Majestades Divinas: o senhor Elias e Jesus, e a santíssima Mãe Maria, que vai me levar... graças a Deus! (Mestre) Eu quero que você vá receber um prêmio. Quero que sempre que um espírito que, tendo desencarnado ou já seja desencarnado, vindo a mim, receba alguma dádiva, algum prêmio, alguma bênção de Deus. Vá, e depois você voltará dizendo o que recebeu. Vá! (Antônio) Graças a Deus! Aqui bem perto existem familiares meus, mas este plano parece-se muito com a Terra! Parece muito, mas existe este Portão... aqui na frente já é uma Terra bastante melhorada. Mas na frente está o senhor de novo?! Outra vez o senhor? Mas o senhor agora é completamente diferente! Como é que o senhor pode se transformar deste jeito? Puxa! Mas como!! De onde é que o senhor vem?! O senhor vem lá de baixo! O senhor é água, o senhor é mata, o senhor é fogo... O senhor vai andando, vai me puxando... parece que o senhor me amarrou com esta corda e vai me levando. Outra vez na frente... diferente!! E por que o senhor me soltou agora? O senhor vem agora por cima da minha cabeça, volitando... Como é que o senhor muda de vestimenta tão rápido assim? Agora, nesta grande sala... O senhor estudando?! Por que, este livro à sua frente? Agora, à sua volta estão discípulos escolhidos? Agora, nesta sala que foi sua, o senhor entrega para este outro... este semblante divino, mas ao mesmo tempo triste... e por que o senhor assopra na testa dele? Agora, graças a Deus, outra vez o senhor diferente... Por que, só Luz? Por que não homem, mais? Por que Cabeça das cabeças? Por que, Espírito dos Espíritos? Agora o senhor me põe a dormir... trata-me como seu bebê. Graças a Deus! Graças a Deus, este plano divino onde o senhor me deixa... (Mestre) Fique aí. Deus o abençoe, agora e sempre, porque cá ou lá, lá ou cá, a Verdade é uma só: Se você não abraçou a Doutrina como poderia ter abraçado, abraçou no mundo, na encarnação, um comportamento decente e misericordioso.
São Jerônimo (através de Emília Leite Machado) 18-05-96 Itápolis “... que se arrependa e viva!”
Estes irmãos que aí estão voltam seus olhos para o Infinito, onde aquela luz brilha intensa, aquela luz gloriosa onde está nosso Mestre dos Mestres, este Pai Divino que está envolvendo a tudo e a todos, sem medir o menor sacrifício. Quero dizer a todos que este momento é sublime: Eles pedem clemência, pedem perdão por serem enganadores. Não sabiam, porque foram criados nesta ordem crítica, nesta ordem, -porque não dizer, horrível, mística e traidora. Hoje eu peço perante o Pai Divino: Perdoe-me e perdoe os meus irmãos, a quem expliquei o que estava acontecendo, e todos ficaram felizes e clamaram, pedindo perdão de mãos postas, porque não sabiam o que era certo ou errado... eram sempre dominados pelos maiores e, o mais triste, enganaram os irmãos que vinham procurá-los com todo amor e carinho. (Mestre) Ele é o São Jerônimo, o sr. Alfredo, muito conhecido representante da Ford no município, pelas máquinas agrícolas. Era maçon, corretíssimo, uma pessoa muito, muito decente. Vá à frente! Um dia, pescando no Tietê, ele disse: “Esta noite tive aviso da Maria Madalena, que dizia:- “Peça ao irmão Polidoro que ponha a mão em sua cabeça para desenvolver uma vidência!”. À noite, nos trabalhos, ele disse:- “Seu Osvaldo, não vá se esquecer de mim!”. Eu acabei de fazer as consultas e pus a mão na cabeça dele. Ele deu um pulo e ficou um vidente extraordinário! Não foi bom? (Jerônimo) Foi! Eu peço a meus irmãos que aqui me ouvem: Eu fui um ignorante, mas hoje quero, de coração, trabalhar com estes irmãos que vêm em busca do verdadeiro Pão Espiritual, porque eu fui iludido e tenho piedade dos meus irmãos. Quero ser útil, Mestre dos Mestres. (Mestre) Bem, Alfredo, não diga isso mais assim, culpando-se. Ele quer dizer que, tendo sido das 253 escritas que fizeram sobre mim e Jesus (a Vulgata), o Império Romano quis adulterar tudo. Ele já disse antes, algumas vezes, que teria gostado de dizer não ao Império Romano, e não adulterar os textos... mas é como ele disse, julgavam aí que se ele dissesse não, seria morto, e ele disse:- “Eu queria viver!” e então fez aquilo de adulteração dos textos que mandaram fazer.
Deixe isto para trás, querido irmão! Deixe para trás! Vida nova! Olhe, quero fazer uma coisa hoje: quero dar-lhe um presente. Vou pedir a Deus, aqui, agora... Pai Divino, lá no Velho Testamento o Senhor diz:- “Por Mim mesmo quero Eu, o Senhor, não que o pecador morra, mas que se arrependa e viva” e diz também:- “Bem-aventurado é o pecador que se faz penitente!”. Pai Divino, São Jerônimo está aí, arrependido daquilo, pedindo perdão... portanto, Pai Divino, dê a ele mais um brinde hoje, mais um presente, mais uma graça. Saia um pouco e volte depois. Vá receber a graça, aquela que Deus quiser dar! (Jerônimo) Graças a Deus, Mestre dos Mestres! É glorioso! Agradeço este momento feliz e a todos vocês que aqui estão. Neste momento sinto-me glorioso perante o Mestre dos Mestres. (Mestre) Pelo que você recebeu de Deus, não de mim! Você ganhou uma graça, era o que a gente queria. (Jerônimo) Prometo trabalhar! (Mestre) Vá, e que Deus o abençoe! É claro que tem que trabalhar: Quem não é útil não desabrocha o Deus Interno. Isto é radical, não há o que discutir!
Jesus “Que mais teriam a fazer?”
Graças a Deus, doutrinariamente, como todos já ouviram, não tenho nada a acrescentar, a não ser entrar em alguns pormenores, o que também não é necessário. Conversar familiarmente também, trazer mais o quê? É melhor que sigam o que foi dito, o que está escrito, e levem avante os Dons que vocês conhecem, porque (sou Jesus que estou dizendo) não posso acrescentar mais nada a não ser que alguma coisa que possa ser respondida... ao mais, nada tenho a dizer. (Mestre) O que é que você acha, primo, que eu iria perguntar a você? (Jesus) Se esta gente vivesse a Lei de Deus e cultivasse os Dons, que mais teriam que fazer? (Mestre) É. Agora... o nosso Pai Divino disse-me quando entreguei o Código Óctuplo e os Dez:- “Só quero como Religião, que vivam a Lei, pratiquem o Bem e o Bom entre semelhantes e cultivem o Sagrado Mediunismo, instrutivo e consolador.” Você ganhou aquele madeiro desgraçado, maldito, por dar exemplo de como se vive a Lei de Deus, como se pratica o Bem e o Bom entre semelhantes e como se cultiva o Sagrado Mediunismo, instrutivo e consolador... O que é que você tinha mais a fazer? (Jesus) Nada! Mestre Divino Modelo de Comportamento! Então, procurem ficar um pouco de mim e um pouco de Jesus, o quanto possível. Eu não estou dizendo isto por pernosticismo meu, porque elogio em boca própria é vitupério. Eu gosto dizer elogio em boca própria, porque dizendo isto estou dando testemunho de Deus, que me fez Delegado... Delegado! (olha lá, ponham inteligência na coisa!) Delegado para representá-lo perante vocês. Por que, Delegado? Porque quando eu agradeci por tudo o quanto Ele me deu de galardões espirituais, Ele me disse: “Filho, não Me agradeça! Eu não te dei nada. Nada te dei e nunca darei, nem de graça, nem desaforo, nem perdão propriamente dito, porque o Meu perdão não é perdão”. (O perdão consiste em Deus favorecer ao delinqüente que purgue a delinqüência, que se recupere, que se arrependa e que viva). Quando eu agradeci a Ele meu grau de infusão n’Ele, Ele disse:- “Filho, nada te dei. Você ganhou por suas obras”. Isto é muita coisa, minha gente! Ele não deixou isto para mim, deixou para todos os espíritos, Seus filhos. Saibam, disto e tirem proveito desta Divina Outorga: Viver a Lei, praticar o Bem e o Bom entre irmãos, e cultivar o Sagrado Mediunismo, instrutivo e consolador. Pai Divino, muito obrigado por mais esta sagrada oportunidade que nos concedeste. Se do Senhor não vier esta Graça, de onde iria vir?
Sagrado Princípio “Não tenho muito para vos dizer!”
Na Minha Imanência, primeiro quero dizer isto: Não é “Tenho muito para vos dizer”, é “Não tenho muito a vos dizer”, mas o “mas não podeis suportá-lo agora” ainda permanece nas consciências dos Meus filhos, -mas depois que passa pelas vossas mãos esta Doutrina, que no passado era secreta e que agora está nas vossas mãos, livre de perseguição de alguns, só não aprende quem quer, porque a Liberdade está total! Só estes filhos que não querem unir-se a Mim e a Meus Enviados ficam para trás curtindo suas próprias culpas por darem mais cuidado à própria cegueira do que à própria Verdade.
Com a implantação do Evangelho Eterno não existe mais o “Tenho muito a vos dizer”! Muitos de vocês reclamam do não cumprimento das escrituras nestes dias em que estão entrando agora no III Milênio. Eu pergunto para cada um: Quem de vocês tem o número certo de filhos Meus que estão desencarnando em tufões, em deslizes de terra, afogados, acidentes navais e aéreos e outros tipos de acidentes: as guerras, as fomes, as misérias, os assaltos e mais ainda? Quem de vocês Me dará o número certo? Vocês encarnados neste canto do planeta, no Brasil, vocês -Eu digo- são espíritos bafejados pela sorte por não passarem por tanta amargura, e por isso mesmo deveriam agradecer muito a Mim pelos avisos dados na hora certa, sem faltar nada, -porque se tudo isso atingisse as vossas famílias e a grosso modo atingisse as vossas casas, quem de vocês estaria dizendo “estais vivendo muito profundamente o início do cumprimento do Apocalipse”. Quem de vocês? É que vocês estão ainda com um pouquinho de folga! Vocês estão tendo um pouco de folga, um pouquinho de Liberdade... mas hora chegará em que vosso cinto terá que ser apertado, e como terá que ser apertado! Aí vocês vão clamar:- “A hora pesou, Pai Divino, e, na verdade, as Escrituras estão tendo cumprimento”. Vocês não sabem, filhos, o números de filhos Meus que aportam do outro lado, no Mundo Espiritual, loucos, completamente loucos, por deturparem a Doutrina, por não darem testemunho da Lei. Como é que se dá testemunho da Lei? Com palavras? Não!! É com atos! É com a vivência da Lei que se dá testemunho! Vocês, Eu volto a dizer, o prêmio de vocês é incalculável! Vocês têm o Meu Delegado nas vossas mãos... a ainda assistem a tudo com leviandade. Não pensem que estou falando só para vocês aqui, meia dúzia de encarnados! Eu falo para o Infinito e para a Eternidade! Portanto, que belíssima Abertura estou dando a cada um de vocês! Saibam usar isto com dignidade, porque duras contas terão que Me pagar por estes momentos divinos, onde Eu Me destaco para falar com vocês, cara a cara, provando a Imortalidade do espírito, a Comunicabilidade das almas, dos anjos, -esta Graça Minha que nunca faltou no vosso meio. É pena que até no meio dos Escolhidos ainda existe muita miséria espiritual, ainda existe muita deturpação... mas Minhas Verdades não falham. Minha Verdade está na Minha Consciência, Minha Verdade está nas Minhas Mãos. Eu não preciso de estar lendo, Eu não preciso de estar pensando, porque Meu Pensamento é Onipresente, está dentro de cada um de vocês. Portanto, filhos, abram os olhos! Abram os olhos! Estamos dando muitas Graças, muitas Graças... mas esperem que vossa hora chega! Quem sobrar do Dilúvio de Fogo vai saber o quanto custam estes Avisos Imortais! Vão saber! Eu não precisaria estar dizendo isto, mas Eu estou provando! Eu estou provando a Imortalidade de todos vocês, a ponto de Eu, o Princípio, fazer o que estou fazendo com vocês, dizendo a vocês: Cheguem a Mim o quanto antes!! Acompanhem o exemplo dos maiores, Jesus, Elias e outros que já andaram por aí, dando o exemplo que puderam, na hora certa. É por isso que aí estão, na vossa cabeça, na vossa mente, os Meus Exércitos, transitando de lá para cá! É pena que vocês não querem... muitos não querem aceitar e não querem seguir este Caminho Divino.
Padre Arlindo Z. “Diferente do que pregava!”
Graças a Deus! Ainda estou um pouco conturbado, porque o Céu que eu pregava é um Céu diferente do que eu estou sentindo e apalpando até agora. É terrível a gente andar lado a lado com pessoas que sabem igual a nós mesmos, ou menos ainda, porque não têm uma Trilha Certa, a ponto de uma árvore ser para nós uma casa, por não existir uma cobertura melhor. Estamos há dias, há meses, andando com os nossos pertences, livros, catecismos, Bíblias, sem obter uma resposta que desse para consolar-nos à altura. Mas, graças a Deus, agora como pediu para isto, esta névoa vai desaparecendo, vai se dissipando aos pouquinhos, até que eu possa enxergar o rosto de cada um de vocês. Mas estas práticas!?, eu pergunto... estão tão perto e nós não fizemos nada em favor disto! Há também outros colegas do meu lado que estão iguais a mim, uns com mais problemas, outros menos, -mas está difícil de a gente se encontrar mentalmente, porque estas faixas que nos dividem entre um e outro são largas. Graças a Deus! Eis aí um amigo que se aproxima mais... Não! Não! Este é Francisco de Assis que vem se aproximando! Meu Deus do Céu! (Mestre) Fui eu. Eu me visto de clérigo, -assim convenço mais depressa, mas preciso diminuir-me muito para fazer isto. (Arlindo) Mas com que vestimenta bonita ele vem! Severo, com seu braço muito severo, ao mesmo tempo muito leve...
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.