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Capítulo 4 de 108
Parte 4 de 64
O Livro Das Comunicações
Graças a Deus! Eu não sei como agradecer porque falta vocabulário para eu explicar tudo que deveria. O meio espírita é tão combatido pela Igreja e por outros que pertencem à Igreja de outro modo! Jamais se pode falar em Doutrina Fundamental Espírita como está dito do Velho Testamento ao Novo, mas eu acho que cada espírito tem liberdade de fazer o que quer, ler e saber se está certo ou errado, é opção dele. Eu, graças a Deus, muito sinceramente, lendo a Bíblia e sabendo de tudo que houve com Jesus, com João Batista, com Moisés e seguidores, (isso que está muito claro na Bíblia) e sabendo que era transitório pela carne e um dia teria também o meu passamento, - os sonhos que tinha, o contato que eu mantinha com os outros, porque eu me renegaria?- pude pelo menos impor as mãos, procurando fazer o que Jesus disse: “Seja o Caminho, a Verdade e a Vida, seja o Sal da Terra e a Luz do Mundo”. Eu fiz a minha parte, graças a Deus, muito escondido dos amigos e dos colegas. Jamais eu poderia dizer isto para esta gente porque não são só os que usam os Dons Espirituais e que praticam que são massacrados. Dentro da Igreja, todos os que fizerem isto, se chegar nos ouvidos dos maiores, serão perseguidos, infalivelmente. Não tem saída. Vocês têm acompanhado em revistas, jornais, rádios, televisões, as perseguições que existem quando um amigo, um colega, passa a combater a Besta. Ele é banido imediatamente, torna-se peça de pesquisa, uma peça condenável pela Igreja Católica Apostólica Romana. Mas graças a Deus, todos os padres que saem bem da carne e que não levam essa maldade no corpo ou na alma, estão bem graças a Deus, porque tiveram o topete de desmentir outros que são muitos, são muitos - vamos dizer 99% deles - os que negam a Verdade. É muito difícil estar na Igreja sem que se ganhe um cabresto. A maioria sai encabrestada porque não se pode falar da Realidade. Em primeiro lugar estão os próprios seguidores: como têm lastro com a Besta Romana eles mesmos impõem condições ao sacerdotismo. Falar em dotações ou Dons Espirituais arrepia essa gente. Muitas vezes quer se falar de alguma coisa, mas o eco, o arrepio que dá vindo da assistência, também condena. É por isso que o senhor João Batista fez aquele nosso irmão dizer sobre todos os que levam a marca da Besta em qualquer parte do corpo; mas a gente sabe que a marca principal vai na alma (pela bemquerência ou na malquerência da Doutrina). (Mestre) Na mão e na testa, as duas marcas... mas sucede que vai parar na alma, no perispírito. É isso o que está dizendo. É isso mesmo. (pe Miguel) Por isso é que essa gente desencarna torta de dor, com dores e mais dores, angústia, desespero. Depois o que é que acontece com eles? Começam a correr de desespero, transmitindo esta dor para criaturas que são do mesmo rol, e aí por diante. Por que essa gente não tem tamanho para falar desta realidade? Eu estou falando assim agora porque eu estou liberto, graças a Deus. (Mestre) Irmão, eu quero só uma coisa de você. Eu dou graças a Deus de você estar falando aqui, porque eu também escrevi mais de 100 livros nesta encarnação. Eu tenho 6 nomes na Bíblia: Enoch, Moisés, Elias, o profeta Ezequiel, João Batista e sou o Anjo Relator do Apocalipse. No século passado entreguei o Espiritismo, como Kardec. De boletins de 4 páginas, sabe quantos eu escrevi? São 3896 títulos pondo todo o documentário bíblico-profético, está bem? Eu sei que você saiu muito bem, mas eu quero acrescentar uma coisa para você. Saía um pouco que aí tem muita gente bíblica, maravilhosa. Você vai conhecer, vai ver isto tudo. Vá, vá. Tem tempo de sobra para você fazer isso. É um brinde do céu o que você vai ter.
Fique mais aí, vá com eles. Ande por aí, viaje por alguns céus maravilhosos, divinos, porque você semeou o quanto pôde de testemunho da Verdade. A Mãe Maria está aí na sua frente, não é, filho? Ela presta um grande serviço em matéria de Doutrina. (pe Miguel) Graças a Deus, graças a Deus, transportaram-me lá ao passado, neste cenáculo que se chama Qumran, neste Círculo Esotérico Profético onde mostram-me o Senhor João Batista na sua juventude, ensinando a velhos e crianças coisas que na época eram difíceis de ser concebidas, mas que, por causa das provas até físicas, esta gente era obrigada a adotar, porque o Espírito Santo manifestava-se quase que como se estivesse materializado. Também eu vejo os outros ditos mestres, mas em obediência a João Batista, seguindo a mesma linha mestra. (Mestre) Jesus estava lá. Da idade de 13 anos em diante ninguém fala para ninguém onde eu e Jesus estivemos, mas foi lá que nós nos encontramos, no Cenáculo Nazareno, a escola dos Essênios. Eu fundei a Ordem dos Essênios quando Nabucodonosor invadiu a Palestina; Deus mandou eu, o espírito Moisés, dar um nome ao profetismo hebreu que eu Moisés deixei com os 70 profetas, videntes ou médiuns. Esculhambaram tudo, voltei como Elias e fui chefe dos Ranchos de Profetas, o que hoje se diria centro espírita, essa coisa. Você esteve lá comigo, filho. Você esteve lá comigo. Eu fui o senhor de todos e instrutor de todos os discípulos de Jesus. Jesus está aí, você quer falar com Jesus? Saia e vá falar. Vá falar com o primo. (Jesus) Graças a Deus, sou eu que estou falando, depois ele volta a falar. É um discípulo nosso, ele contribuiu muito com a Doutrina, ele andou muito conosco em nossas andanças por aí, depois ele mesmo veio a ensinar o que aprendeu com João Batista. Depois que eu entrei com os ensinos de João Batista, ele veio passando à frente o que nós tínhamos ensinado. Vocês vejam, caros amigos, irmãos, que em Deus não há erro. Em Deus é Lei, Elementos e Fatos. Cada espírito constrói dentro de si o que ele pode. (Mestre) É o desabrochamento do Deus Interno. É o processo de desabrochamento do Deus Interno. (Jesus) Esse querido irmão nosso deu muita sorte, muita sorte, porque entrar nas fraldas da Igreja e não se desvirtuar, não sair fora da trilha, é muito difícil. Um espírito desse, irmão Elias, tem que receber um grande galardão, de Deus em primeiro lugar, e em seguida nosso, pois não é? Ele tem que receber um belo galardão e nós vamos transmitir a ele isso que Deus quer. Mãe Maria, esse espírito está em suas mãos, faça com ele o que melhor puder fazer. É um trabalhador da Verdade. Ele vai dar exemplo a outros sacerdotes que forem saindo de onde estão. Esta comunidade clerical aí já está bem, este espírito vai ser instrutor deles, vai falar coisas divinas para essa gente, porque nada melhor para instruir um padre do que outro padre. (Mestre) Porque é um padre consciente da Verdade. (Jesus) Consciente da Verdade, mas o intercâmbio, a língua deles, as dotações, o gosto, são iguais. Os outros não poderão estranhá-lo porque estão vestidos com a mesma roupa (apesar de que eles não podem ver as volições que ele pode fazer, os transportes, as andanças que ele faz para entrar em contato conosco). Eu quero dizer a esse nosso irmão que nós não somos mais diretores dessa Humanidade. Esse discípulo velho nosso, João Evangelista, é que é agora o vosso Chefe, o vosso Cabeça. É ele quem vai instruir, advertir, ilustrar e consolar, assim que Elias sair do mundo. Assim que ele sair do mundo é ele o Governo dessa Humanidade. Querido irmão, parabéns. Você deu muita sorte. Seja Exemplo de Conduta para essa gente. Você, irmão, que acaba de sair da carne e não leva a roupa suja, coberta de negações da Verdade, não leva culpa do assassinato de minha parte, da parte dele e da parte dos profetas, dos seguidores da Verdade, pois bem, meu irmão: você vai participar também da Árvore da Verdade, como são participantes todos aqueles que neste caminho fazem parte da Delegação Celeste, que é de Deus. Elias comanda essa Delegação até agora, e até o próprio Diretor Planetário não quer dizer uma palavra sequer enquanto seu Chefe estiver no mundo. (Mestre) Vem o padre aí, e que padre; um verdadeiro padre. (pe Miguel) Eu ainda estou, graças a Deus, nessa comunidade cristã em Qumran. Vejo Jesus de Nazaré à sua procura no meio dessa tremenda confusão que eles faziam, uns afirmando o senhor, outros negando-o. Mas ele, pelo seu brilho, procurava-o no meio da multidão. Quando ele deparou diante do senhor, ele se chocou. Ele disse: “Meu Deus do Céu, você está aqui, primo? Você está no meio desses gaviões ainda?”. O Senhor o olhou muito sério e disse:- “Chegue, criança, perto de mim.” Ele portava uma túnica, branca em parte e com as laterais lilás e, graças a Deus, este espírito trazia em sua mão parece-me um anel, muito brilhante e que transcendia a mundos e humanidades. Graças a Deus, quando ele se aproximou do senhor nesse abraço espiritual, uniram-se a Deus os dois, e graças a Deus um globo desceu das alturas imantando, entrando dentro dos senhores e a Voz da Verdade gritou dentro de vocês: “Se vocês não fizerem, com quem posso contar no mundo para que a Verdade venha a trilhar o caminho certo?” Nesta hora eu vejo outro senhor. Como ele disse é João Evangelista que está de joelhos, está aqui chorando também, pedindo a Deus misericórdia, e pedindo para a Humanidade não transgredir tanto a Lei de Deus, para não chamar de coisa do diabo os Dons Espirituais.
Eu estou trêmulo a esta hora porque olho para todos os cantos, há em tudo brilho. Esta Divina Corte Celestial... a santa Maria está aí e me pega, trata-me como filho, como criança... [ começa a chorar ] (Mestre) O Mediunismo é ou não é instrutor e consolador? Quanto de razão teve Deus quando ao mandar entregar o Código Óctuplo e os Dez Mandamentos, disse-me: “Por Mim, filho, Religião é viver meus Mandamentos, praticar o Bem e o Bom entre irmãos e cultivar o Santo Mediunismo, instrutor e consolador.”
Sagrado Princípio Itápolis 13-08-95 “Quem é Elias”
Eu sou o Princípio, o mesmo que vos fala. Ontem você, filho Elias, testemunhou da sua dependência do Sol, do Ar, da Terra, das Águas e de tudo. Você, num tom de simplicidade, falou de uma certa dependência até da própria Humanidade, num tom de agradecimento por aqueles que o rodeiam, procuram conhecer a Verdade e praticar o Bem. Quem é deste mundo, filho Elias, que não depende de você? Quem é deste mundo, filho Elias, que não depende de você? Quem mais dedicou carinho para Meus filhos menores, os animais, que você na vida de Francisco de Assis? Que prova têm estes Meus filhos, de que você levantou um dedo contra estes Meus filhos menores para assassinálos? Quem mais neste mundo, filho Elias, cedeu à sua voz? O vento cedeu, a água cedeu, os mares cederam, as constelações cedem à sua voz. Neste grande Mundo Espiritual que são Moradias dos Meus filhos, quem deles não cede a você? O outro meu filho, Jesus, não cede a você? Não é você Professor, Mestre dele? Quem neste mundo, portanto, filho Elias, que não depende de você? Esta Humanidade inteira, se não fosse você, filho Elias, de quem ela dependeria? Por quem Eu vim ao mundo entregar tudo o que já entreguei ... passando tudo por suas mãos! Qual é a cidade do Mundo Espiritual, qual é a Humanidade fora da carne que não depende de você? Quem é, fora da carne e na carne, que tem a cabeça maior do que você, para saber tudo o que Eu quero, fazer tudo o que Eu quero? As águas, as pedras... Você fez minar água das pedras, fez uma vara transformar-se em cobra, fez a água virar sangue, na hora da tormenta e de lamentações dos Meus filhos você clamou que viessem codornizes para saciar a fome deles. Você, na hora da sede, pediu água e dei-lhes água, filho. Na hora de transmitir a Minha Lei, eu chamei você ao monte Horeb. Na sarça ardente, onde Me manifestei, fiz você ver e escrever as Tábuas da Lei. Quando você pediu que descesse fogo do céu sobre aquela turma de feiticeiros, desceu fogo do céu, liquidando tudo e todos. Portanto, filho, esta Humanidade, os vegetais, os animais, tudo que existe depende de você. Antes que houvesse tudo isso, antes que houvesse vida sobre a Terra, você e Jesus já eram em Mim, portanto os outros são dependentes de você. Eu quero dizer uma coisa mais para todos os filhos: Por cima da Minha Lei ninguém passa, mas se esse filho Meu, Elias, achar que deve ser, que ele deve interferir na Minha Lei, Eu tenho que dizer:- “Filho, faça-se a sua vontade, porque Eu sei que você não vai ultrapassar os limites. A sua palavra é Lei e ai daquele Meu filho que queira tripudiar a sua voz, o seu pedido, o seu gosto. Portanto, filho Elias, todos, todos são subordinados a você, porque eles não sabem, filho Elias, que Eu sou você e você é Eu. Eu falo em você e você em Mim. Por que Jesus é dependente de você? Por que de você Eu tirei esse Broto Novo? Filho Elias, você falou muito bem para deixar Exemplo para o resto do que está atrás de você. Você deu uma lição para essa Humanidade que se diz ser tão sábia e desrespeita quem está consigo, lado a lado, andando na mesma terra, no mesmo caminho, sendo acalorado pelo mesmo Sol, sendo iluminado pela mesma Lua e pelas mesmas estrelas, bebendo da mesma Água, da qual você é portador. Então, todos são dependentes de você, porque se não fosse isso, não existiria essa Eclosão Mediúnica com Meus filhos comunicando-se, as violências não estariam neste tom. Tudo chegou num ponto tal que Meus filhos vêem a Mim, Meus filhos vêem a Minha movimentação entre todos. Portanto, esta é uma lição impassável perante a Humanidade.
(Mestre) Pai Divino, o que falaste aqui... seja sempre feita a Tua Vontade, porque és o Soberano. Muito obrigado, Pai Divino, por tudo. Muito obrigado, muito obrigado mesmo. Só Ele poderia se sair com estas palavras, ninguém mais do que Ele poderia dizer o que disse.
Eu não sei como agradecer a Deus por tudo.
João Evangelista 16-08-95 Santana, São Paulo “O trabalho dos Instrutores: Chamado à evolução”
Graças a Deus! Permita-me falar por alguns minutos já que o nosso tempo é muito pouco, para que possamos dialogar, mas assim que o senhor dirigente(*) quiser, pode mandar parar que eu paro, porque a autoridade de Comando é sua(**). (Casertani) Quem está falando? (João) Sou eu, João Evangelista. (Casertani) Mestre, pode falar o quanto quiser, por favor! (João) Se esta Humanidade tivesse um pouquinho só de juízo, desde o começo desta mesma Humanidade jamais haveria atropelos entre si, porque Deus sempre enviou os Avisos, os profetas ao mundo. Mas como estes espíritos ainda vivem muito os coloridos do mundo, da Humanidade, os mesmos atropelos vieram a quebrar-lhes as próprias unhas dos pés, e por isso mesmo eles andam cambaleando até o dia de hoje. Se contarmos de alto a baixo, o número de espíritos divinistas mesmo é pequeno, é pequeníssimo o número. Agora vocês peguem uma novena, uma queimação de fogos, -o tal de queimar velas-, um debate político e vocês vejam que aglomeração faz e a disputa que eles fazem entre si, a ponto de um irmão tirar até a vida de outro por causa dessa politicagem, religiosa ou não. Esta porta é aberta, não é verdade? Ninguém traz na testa a marca de que ele seja santo ou devasso. Ele vem aqui para aprender o que é de Deus. Saindo desta porta para fora, ele faz o que quiser com o que levar, mas sai sabedor de que não vai passar uma vírgula se quer sem que ele venha a responder. Olhar em volta da gente e não ver nada é uma coisa, e registrar dentro de cada um é coisa totalmente diferente. Nós somos sabedores que muitos já passaram, mesmo nesta casa e em outros ambientes aqui nesta cidade de São Paulo, pela mão do grande profeta Elias... Quantos são os que estão lastrando esta cidade? Quantos são os que estão lastrando o mundo? Andem pelo mundo afora e contem a dedo quantos estão por aí espalhando pelo mundo o Divinismo. É o ponto de se dizer, os 144 mil contados no Apocalipse não estão presentes, apesar da distribuição ser farta nesta Humanidade. Dificilmente se encontram no local ou se acha soldado de espada erguida, fazendo seu maravilhoso trabalho. Agora, virando o quadro da coisa, parta daqui com um número de espíritos merecedores, com videntes, psicômetras e outros tipos de Mediunidades, até outros espíritos que não são portadores destes fenômenos mediúnicos até agora, mas que têm caráter na cara, e eles vão percebendo -desde o Mundo Espiritual das Trevas Exteriores enquanto vão subindo mais para cima. É claro que há ainda comunidades religiosas de variadas ordens, mas acontece que o grande Mundo Espiritual sabedor, bem mais esclarecido, não vai impôr nada a esta gente, deixa por vontade deles. Eles brigam, discutem, batemse uns contra os outros, e a gente vê o que está acontecendo, até que um dia a discussão acaba, calam-se as bocas. Então eles começam a discutir entre si de maneira contrária, perguntando-se assim: “Puxa vida, faz anos, faz séculos que nós estamos aqui e não conhecemos nada, não chegamos a conclusão nenhuma e continuam os arranhões. As nossas Bíblias, os nossos livros continuam enegrecendo, e onde estão as conclusões de tudo isso?” De tanto cansaço, de tanto amadurecimento na discussão eles dizem entre si:- “Quer saber duma .coisa? Vamos deixar tudo isso de lado, vamos procurar uma outra coisa?” Nesta altura da conversa os trabalhadores, -os encaminhadores-, já estão sendo avisados que aquela comunidade está terminando a discussão, porque já cansaram de discutir e não chegar a um ponto que agrade na conversa deles. Aquele mais bem intencionado (às vezes sem o resto da comunidade ver) recebe só um toque no ombro e é puxado do meio. É entregue em seguida, lá fora do templo onde estão, a outros trabalhadores. Mas ainda não é hora de se expor a ele tudo o que ele achava que era; porque ensinar doutrina negativa deste lado é uma coisa, ensinar a Doutrina Positiva é outra coisa completamente diferente; dá-se ao contrário porque o que repercute lá fora é o que é de Essência, é o que é de Verdade. E o que acontece a esta gente? Dizem-lhe:- “Vamos voltar, agora você vai pensar diferente, você vai ser obrigado a sentar neste banquinho agora. Você não vai falar nada, vai só ouvir o que nós temos a dizer”. Bem, como ele vem cansado daquela discussão, um monte de palavreado que não levou a nada, dá-se um chazinho para o amigo, dá-se uma sopinha, deixa-se que ele recomponha as suas energias. Depois de tudo feito, convidam:- “Agora você dorme um sono e amanhã volta para este Banco de Escolaridade.”
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.