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Capítulo 53 de 108

Parte 53 de 64

O Livro Das Comunicações

De tanto ouvir o seu chamamento, o de Deus por você, depois de ouvir as palavras dele, o meu outro filho, eu devo me dividir em muitos trabalhos, porque todos estão vendo que existe desencarne em massa, há famílias desfazendose... e eu tenho que entrar no meio com o meu socorro, eu tenho mesmo que fazer a minha parte. Se cada um de vocês tivesse consciência mesmo, teriam espíritos para encaminhar desde a rua até o banheiro de vocês. O corpo está dormindo, e o espírito, por Deus, teria que trabalhar, mas quantos há que enquanto o corpo dorme vão para a subcrosta porque estão ligados àquele lugar? Vão para os vícios, porque os vícios são variados, vocês sabem muito bem. Depois esta gente desencarna e vêm a estes malditos porões, -benditos de certa forma porque é punição por parte de Deus, porque não fizeram por merecer outra coisa, na razão direta da falta tem que ser a punição. Vocês têm o Exemplo Total, agora como ele disse eu volto a dizer, com esta Abertura Total... Só querem o pão e o peixe? De contribuição, a mínima? Como é que vão se encontrar do outro lado? Se voltarem ao seu plano, está relativo... não desceu, mas já é uma punição e foi você que se puniu, não foi Deus quem quis. Ele está dando Luz e Glória a quem quiser tê-las, quem não as quiser entra na treva por conta própria - não por Deus, não pelos Ensinamentos que estão sendo entregues. Portanto, abram os olhos! Este arrebanhamento é trazido aqui por nós porque ele está pedindo, Deus quer. Eu me encarrego, desdobro-me para fazer o serviço, mas tenho que dizer: Quantos são os que são obrigados a sair do meio dos que merecem porque não são merecedores? Temos que olhar para trás e dizer-lhe: “Infelizmente você está fora deste rebanho. Um dia, quando melhorar, voltará a ele”. Está certo que no meio existem espíritos que foram iludidos, entraram na corja da padraiada e pegaram o deles também, porque não é só o sacerdote que tem o direito de consultar as Escrituras Sagradas, eles não estão presas na mão de padre algum, estão expostas no mundo inteiro, todas as Bíblias. Agora, quem lê todas as Bíblias e for versado em Doutrina, saiba separar aquilo que adulteraram e traíram daquilo que deixaram certo... porque a Verdade vai cobrar integralmente o que fizeram de certo ou errado. Graças a Deus por mais esta vez, por este arrebanhamento que aí está, divinamente bem. Eu agradeço a Deus, a você filho Elias, a você filho Jesus e a você, João Evangelista.

Graças a Deus!

Mestre Osvaldo Polidoro (trechos de preleção)

Batismo, crisma, casamento... no Divinismo não há rituais, não há nada disso. Há pedido de bênção divina, porque todos vocês sabem que nas cadeias, nas penitenciárias, nos manicômios, nas sarjetas, nos prostíbulos, nos ambientes de porcarias, de droguismos imundos, de assaltantes de todas as marcas, de podridões... tudo isto está cheio de gente batizada, crismada, casada, não é? É ou não é? E onde está a Lei de Deus? Então, o que se faz quando alguém casa, quando alguém reencarna ou quando alguém desencarna, quando se pede para alguém que deixou este lado da vida e foi para o outro, o que a gente pode pedir, é fazer tudo em forma de bênção divina. O pedido de bênção divina fica registrado do outro lado, não morre. Mas isto não quer dizer que o espírito no curso da vida possa transgredir a Lei de Deus no comportamento e ficar imune às responsabilidades.

Sobre o problema da reencarnação, para o que serve, vou contar este fato: Um indivíduo que viveu como viveu, contrariando a Lei de Deus no comportamento, fazendo alguma coisa boa, alguma coisa ruim (também está escrito, e sagradamente, que ninguém na Terra nunca poderá ser nem ruim de tudo, nem bom de tudo), desencarnou e foi parar numas tantas trevas correspondentes aos erros, porque em tudo há a Lei das Gradações. Um dia ele foi retirado, vencido o tempo das purgações, e foi parar numa comunidadezinha um pouco além dos umbrais. Lá, céuzinho medíocre, ficou zanzando para lá e para cá por uns 30 dias, por Ordem Divina. Um dia ele viu que todo mundo tinha trabalho, escola, divertimento e achou que precisava fazer algo e falou com o servente. O Diretor chamou-o e disse-lhe:- “Olhe, dentro de poucos dias (a contar do tempo da Terra, porque lá é no Eterno Presente que tudo ocorre) você vai ser convocado para aquilo que foi designado”. Foi então convocado e com uma turma de espíritos foram, comandados por um espírito competente, fazer uma longa viagem. No término dela foi-lhe mostrada uma cidade e ele perguntou ao servente:- “Aí não é o Rio de Janeiro, onde eu desencarnei há tempos?” e o servente respondeu:- “É justinho o Rio de Janeiro, onde você viveu, transgrediu a Lei de Deus, errou o suficiente para ir parar nas trevas da subcrosta por um tempo. Você vai agora reencarnar aí e vejamos que não cometa transgressões à Lei de Deus para que, quando desencarnar na próxima vez, não vá parar nas trevas!” Quem aprendeu, aprendeu. Quem não aprendeu, paciência! Não tenho nada com a burrice dos outros. Se eu tivesse que me comprometer com burrice, preferiria me comprometer com a minha e não com a dos outros. Agora... eu me orgulho de ser burro perante Deus, mas perante vocês eu não sou. Eu sou muito infuso em Deus e também tenho um posto: Delegado de Deus perante vocês!

Foi em 1940 que Deus mandou eu começar a apresentar ao mundo o Evangelho Eterno, com o nome “Que fizestes do Batismo do Espírito Santo?”. Saíram 2 edições. Até vir a ser como está aqui, teve 4 ou 5 nomes porque Deus disse: “Filho, não vá se sair, por enquanto, com muita coisa de Verdade, porque podem tirar-lhe a vida mais uma vez!” Então, até chegar a ficar inteirinho como está aqui demorou de 1940 até uns 10 anos atrás ou menos. Quando saiu o livreto “Que fizeste do Batismo de Espírito Santo?” disse Deus:- “Filho, em primeiro lugar mande para o Papa Pio XII, o Paccelli, um espírito reencarnado que tem muito que ver com suas vidas. Mande a ele e depois diga aos trabalhadores que nenhum Papa fique sem ler tudo o que você escrever”. E isto tem sido assim até agora. Tudo o que sai, quem primeiro recebe, por Ordem Divina, são os Papas. O João XXIII era o Papa que estava no papado quando eu, João Huss, fui queimado pela Besta. Então, eu, Jesus e outros, por Ordem Divina (ele era vidente, via-nos muito bem) tiramo-lo do corpo várias vezes para ele fazer o Concílio Vaticano II, que foi uma abertura (abertura que não pára mais, porque a Besta vai diminuindo de poder, -os protestantes e os ditos evangélicos estão pondo a Besta de pernas para o ar e tudo vai colimar com os acontecimentos previstos no Apocalipse: A terra da sede vai ser procurada e não achada, por estar nos abismos pelos terremotos que virão). Quando o Pio XII desencarnou, ficou 16 dias na paroquiazinha onde ele começou como padreco, ajoelhado, rezando lá. Por Ordem de Deus, escolhi a Madalena comandando uma turma e o levamos a um planozinho (a Terra melhorada, de paz, com Amor naquele nível). Quando vocês falam de paz de Deus, é paz de consciência, mas do outro lado é Amor que se vive, naquela porcentagem, de acordo com a faixa. O João XXIII serviu a nós, serviu a mim e a Jesus, porque saiu com o Vaticano II, então ele ficou só 6 horas na paroquiazinha onde ele começou como padre. Novamente pedi à Madalena e a turma dela e fomos recolhê-lo. Ele foi levado a uma terra bonita, onde a mãe dele era a chefe de um retiro de espíritos de 10 a 15 anos. Ela é bonita e estava sentada num banco de jardim, com aquela água em volta, uma estrada contornando, árvores, paz vivida.

A Madalena e a turma pegaram o João XXIII no colo e eu desci de onde eu estava. Ele, dormindo, foi posto no colo da mãe por elas. Pedi a elas que o magnetizassem e acordassem para que ele visse onde estava e com quem. Madalena impôs as mãos e ele acordou, olhou e disse:- “Mamma!” e desfaleceu. Deixei assim e fomos embora. Quando ia saindo vi o Pio XII que vinha vindo sobre uma ponte sobre um rio bonito numa corrente azulada, usando aquela roupa branca de Papa que ele vestia sempre, e o chapéuzinho. Coloquei-me à frente dele e ele levou um susto. Disse-lhe:- “Aonde vai?! e ele respondeu:- “Eu soube que meu colega desencarnou e que seria trazido para cá”. Disse-lhe eu:- “Agora ele vai dormir. Volte outro dia para falar com ele.” Passados 20 e poucos dias, Deus disse-me:- “Filho, agora vá lá e conserte o João XXIII, tirando dele a hidropisia e o câncer.” Voltei aonde ele estava e encontrei-o andando para lá e para cá, mãos para trás, cabeça baixa. (Quando se vê alguém de cabeça muito erguida, pavonado, é para se cuidar um pouco... quem pensa certo, baixa a cabeça e chora!) Esperei que ele viesse até aquele banco onde viu a mãe e, quando me viu, aproximou-se sorrindo e falou:- “Senhor, na Terra a gente morre e aqui todo mundo fala que a gente desencarna. Agora, senhor, por que eu saí da carne com o corpo doente e ainda estou com isso?” Respondi:- “Olhe, eu vim aqui precisamente para tirar isto de você.” e ele olhou espantado:- “Mas como, tirar de mim?! Eu estou doente!” e eu retruquei:- “Você não tem nada com isto. Você é Deus para julgar? Se eu estivesse como sou, no meu nível, você não me veria! E aí? Mas eu estou na sua frente e vim aqui com Ordem Divina para isso!” Sentei-o no banco, mandei fechar os olhos e pensar em Deus dentro de si, dizendo:- “Pense em Deus, que é, em nós, Origem, Sustentação e Destinação... faça isto!” Aí fiz a mutação que Deus mandou, como a que aconteceu com o Lázaro, por exemplo (porque não foram Pedro, Tiago, João e Jesus que fizeram aquilo... eles pediram a Deus, Deus é que fez! Ninguém ia ter poder para fazer aquilo e se Deus não tivesse mandado eu fazer aquilo com o João XXIII também eu não o faria, porque temos que obedecer à Justiça Divina).Ele foi estrebuchando, estrebuchando e quando abriu os olhos não era mais barrigudo. O semblante melhorou, rejuvenesceu. Pedi que levantasse e andasse um pouco. Quando voltou disse-lhe:- “Olhe, eu vim fazer isto por Ordem Divina. Quando reencarnar um dia, seja como for, a hidropisia e o câncer vão atacá-lo mais uma vez e, com Deus e a Medicina do tempo, você se curará porque com aquilo que você ajudou fazer no Concílio Vaticano II (que foi por Ordem Divina) você ganhou alguma coisa... por isso veio parar aqui, senão não viria”. Dito isto, fiquei no alto conversando com Jesus, e é isto que eu quero dizer a vocês: O Paccelli é espírito velho que desde a Índia remota vem vindo na minha história. Foi fascista na Itália e com a desencarnação dele o Mussolini chegou a dizer: “Se o novo Papa não for italiano e fascista eu toco o Vaticano daqui, porque a Itália não é obrigada a ter este entrave aqui”. Estes dois Papas, espíritos velhíssimos, vieram parar neste lugar, a Terra melhorada um pouco. Se a Sagrada Finalidade do espírito é desabrochar o Deus Interno até voltar à Unidade Divina, aguardaram ali até a oportunidade de um novo encarne. Não desceram para as trevas (como os Borgias e outros que ficaram séculos nos abismos por terem sido grandes assassinos, guerreiros e mulherengos). Eles vieram para o outro lado vestidos de Papa e eu pedi: “Troca de roupa, pelo menos!” e os avisei: “Em qualquer galardão do mundo, se na vivência da carne trair Deus, Sua Justiça, Seus Dons, Seus Mandamentos e Santos Espíritos Mensageiros, tudo isto é traição à Verdade Divina Fundamental e retarda o desabrochar do Deus Interno.” Galardões do mundo quase sempre fazem isto, impedem que o espírito seja útil, e quem não é útil não desabrocha o Deus Interno em menos tempo e com menos sofrimento.

O catolicismo é uma das maiores doutrinas, mas a maior ainda é o budismo (que está dividido em três facções). Eu fui o fundador de tudo aquilo pois fui o protetor do Sakia Muni, eu Crisna. Por Ordem Divina fiz com que ele reencarnasse e fizesse tudo aquilo que fez quando chegou a uma certa idade: Deixou mulher e filhinho, pôs uma roupa cáqui e foi comer de esmola como os ascetas. Quando estava debaixo de uma figueira, tirei-o do corpo e levei-o para um céu e disse: “Por Ordem Divina estarei contigo todos os dias, se fizer direito!”... e ele fez tudo direito. Dizem que ele foi humanista. Não!! Ele foi muito divinista! Naquele tempo ele foi divinista o quanto pôde!

O caduceu da Medicina, (uma haste, uma taça e uma serpente envolvendo) surgiu quando o povo hebreu sofreu uma praga de serpentes que causavam chagas e mortes (Núm. 21) e Deus ordenou a mim, Moisés, que fizesse uma serpente de bronze e disse:- “Aquele ferido que olhar para ela viverá” e eles saravam... Vocês, médicos, devem-me algo: o símbolo da Medicina saiu primeiro de Deus e depois de mim. Onde é que não estou?

Nós fomos fazer um arrebanhamento de espíritos há pouco e é a Mãe Maria o espírito a quem coube comandar milhões de espíritos trabalhadores em cidades e por aí afora, cemitérios principalmente, que tanta gente pensa que é o fim, e é o começo... Agora, por exemplo, que espetáculo estava o trabalho na porta daquele cemitério! Muitos vinham de bicicletas (o outro lado tem tudo), outros vieram se arrastando, outros manquitolando, outros ficaram lá aguardando oportunidade de

serem retirados e trazidos, porque o serviço de arrebanhamento não tira de lá só, também coloca ali para aguardar a hora de poder retirar. Que maravilha que é!

Numa ocasião em São Paulo, eu tive que ir a um ambiente doutrinário para fazer umas coisas, mas havia uma pessoa que seria muito bom que não me visse, dado o que tinha que fazer lá (que era entregar um recado). O Céu disseme assim: “Vá, fique lá dentro, sente-se em algum lugar e depois faça o que tem que fazer, mas tenha a certeza de que ninguém vai vê-lo lá dentro.” Eu fui, sentei, quando terminaram aquilo fui falar com a pessoa e ninguém me viu.

Billy Graham, sociólogo, poeta e historiador nascido na Índia, recebeu do Paulo Barreto (que distribuía tudo de Doutrina quando morou em Los Angeles) escritos sobre o profetismo, mediunismo e doutrina e escreveu numa crônica grande, na revista “Seleções”: “Deus queira que a igreja convencional (a mistificadora, a clerical) não atrapalhe estes jovens”. Escrevi e mandei traduzir tudinho para enviar para ele (a portadora foi a rainha Elizabeth, a quem pedi esta gentileza) e ele ficou num constrangimento muito grande. João Evangelista veio me dizer: “Jesus manda dizer, da parte de Deus, que tem alguém muito constrangido por aquilo que você mandou. Gostaria de conversar com ele, num plano relativo?”. Eu nunca disse que não e nenhum de vocês sabe o quanto eu andei por aí, comuniquei-me e comunico. Fui até aquele planozinho, diminuído. Fiquei à frente dele e disse: “Sou eu quem lhe mandou tudo.” e ele me perguntou:- “Mas eu estou errado?” , então respondi:- “No propósito você está certo, mas no modo de proceder doutrinariamente é claro que há erro, porque a Verdade está naquilo que lhe mandei.” Ele ficou olhando para mim e disse:- “Eu posso apelar para Cristo?” e eu respondi:- “Não é que pode, deve!”. Saí da frente dele, subi um bocado e brilhei mais. Falei:- “Agora olhe para mim!” Ele, espantado, falou:- “Mas é o senhor?” e respondi:- “Sim, sou eu.” “E se eu apelar a Deus?” perguntou ele. “Apele!” respondi subindo muito mais. De bem mais longe eu falei:- “Olhe para mim!!” “Mas é o senhor também?”, perguntou. E eu respondi:- “Eu sou o Filtro e o Delegado de Deus! Se servir, é. Se não servir, é.

Pedi muita coisa à rainha Elizabeth. A princesa Diane é espírito bíblico, mais bonito que a rainha (que também é luminosa). Se o príncipe Charles tivesse recebido o reinado há 30 anos atrás, poderia não ter acontecido tudo isto... amante de mulher casada, que porcaria, não? Eu me ligo muito àquilo por causa da Diane. Ela já se comunicou e disse: “Mestre, porque a Rainha me detesta tanto?” Eu mandei e eles fizeram um congresso científico com o Charles na presidência. Os cientistas falaram de tudo e, no encerramento, graças a tudo que mandei a ele, o príncipe terminou dizendo: “Tomem cuidado vocês todos, falando de cientifismos materiais e esquecendo que nós, seres humanos, somos de origem divina”... foi a única coisa dele que gostei.

Nero 10-02-96 Itápolis “Dúvida e negação”

Graças a Deus, Mestre! Eu sou Nero que aqui estou por graça de Deus, por sua ordem e de Jesus também. Eu deploro muito, Mestre, reuniões divinistas onde ainda estão cotovelando o trabalho feito pelo médium Luís. Estou aqui para falar deste propósito: A dúvida é grande, as cotoveladas são as piores que existem, porque eles ainda não sabem ser divinistas de verdade. Quando o próprio Deus vem falar no nosso meio sem medir distância de ninguém, o Propósito Maior é chamar cada um para o Seu Seio, e esta gente ainda usa de conversas moles, de dúvidas cruéis. Eu digo isto porque, graças a Deus, o senhor deu esta abertura para eu ir ver no meio desta gente o que está havendo e Deus, o senhor e Jesus permitam-me que diga isto: A criatura sai de sua casa com o propósito de trabalhar. Chega nas sessões divinistas e é olhado com olhos tortos: “Será que ele vai falar a verdade, ou será que é mentira? Será que é comunicação ou é coisa dele?” Quero dizer a vocês, encarnados e desencarnados, divinistas presentes, se o propósito for este é melhor que nem compareçam aos trabalhos porque vão levar um peso nas costas; vão implorar aos trabalhadores e, na hora certa, não terão ajuda porque a negação está partindo dos próprios freqüentadores.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.