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Capítulo 11 de 23

Capítulo VIII — parte 2 de 3

Magnetismo Curador · Alphonse Bué

Os antigos, nossos mestres em muitas coisas, tinham acerca do dinamismo vital melhores idéias que nós. Partindo deste princípio que o duplo movimento de composição e de decomposição, que resume a vida na sua mais simples expressão, depende inteiramente do equilíbrio das forças vitais, atribuíam o empastamento dos tecidos ou sua edemacia uma só e mesma causa; a falta de equilíbrio destas forças, e, segundo eles, quer haja excedente ou déficit nas reservas, era sempre a assimilação (esta importante função do organismo encarregada de introduzir na torrente circulatória os produtos dissolvidos da digestão) que não se operava normalmente. A percussão tinha como principal objeto despertar por uma ação dinâmica a reação vital adormecida e ativar mecanicamente as funções de assimilação. Os antigos para percutirem, em vez de servirem-se da mão (o que é mais profícuo, por causa da ação magnética que desenvolve) empregaram dois pequenos instrumentos, tendo cada um seu uso particular: a palheta e o flagício.

A palheta (palmula ou ferula) era uma espécie de espátula em forma de delgada raqueta, provida de um cabo comprido, e feita de uma madeira branca muito leve coberta de pele, serim ou veludo. O flagício compunha-se de uma bexiga de porco, de carneiro ou de cordeiro, bem cheia de ar, e presa, um pouco afastada, a um cabo, de maneira a poder-se manejá-la facilmente. A palheta empregava-se para dar pequenas pancadas repetidas nos músculos do tronco e dos membros em que se quisesse chamar o afluxo do sangue, a fim de reproduzir-se nessas partes assim flageladas uma intumescência favorável ao seu desenvolvimento. Quanto ao flagício, era especialmente destinado aos órgãos flexíveis, tais como o ventre, os hipocôndrios e o estômago, e batia-se com fortes pancadas para arrancar ao seu entorpecimento e da inação os vasos absorventes, e deste modo dar de novo ação às vísceras adormecidas ou imersas na água. A ferulação (é o nome que tinha este modo de tratamento) foi vivamente recomendada por Galeno, contra a hipocondria e a hidropsia.

Observai um indivíduo afetado de hiponcondria, diz o Sr. Dallay: parece que os seus flancos estão distendidos, tumefatos, edemaciados, e nesta idéia, que nem sempre é quimérica, ele os comprime com as mãos apertadas, e só percutindo é que os alivia e

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provoca erutações ruidosas, e algumas vezes essas dejeções biliosas que são seguidas de uma calma tão agradável! Eis o que é preciso imitar, e as percussões agirão ainda melhor que as mãos do doente. Plínio fala igualmente da ferulação em seus escritos, e compara maliciosamente os médicos aos mestre-escolas, porque serviam-se da ferula como eles. Em Roma, existiam certos estabelecimentos em que as damas romanas iam secretamente procurar a rotundidade de formas e o viço que lhes faltavam, submetendose aos golpes da palheta, que precisavam sofrer a fim de corrigir certos defeitos de plástica. Os homens estragados também iam a esses estabelecimentos na esperança de recuperar, pelo tratamento da ferulação, as faculdades que houvessem perdido nos excessos. Em suma, a extenuação dos membros pela ferula (membra extenuata ferulis percutienda) tinha outrora grande voga. Esta operação, restituindo aos músculos o seu desenvolvimento normal e dando ao mesmo tempo aos ventres desnecessariamente flácidos a tonicidade que lhes falta, satisfaz perfeitamente o desideratum tantas vezes expresso de engordar os magros sem torná-los balofos, e de emagrecer os gordos sem edemaciá-los.

121. A percussão se compõe de pequenas pancadas cadenciadas ou irregulares, espaçadas ou reduplicadas e contínuas, mas, especialmente muito rápidas sem comoções violentas, e só produzindo pouco a pouco, por sua continuidade, um abalo geral do órgão percutido. A percussão se executa com a face palmar da mão ou somente com a ponta dos dedos juntos, como se tamborilasse. Se bem que nesta operação se tenha algumas vezes empregado um instrumento como a palheta, a palmilha ou bexiga cheia de ar, não há instrumento mais inteligente do que a mão e os dedos para fazer irradiar com precisão as vibrações e os deslocamentos moleculares nas diferentes partes do organismo, para as quais a ação magnética, por meio das imposições e dos passes, começou a fazer convergir as correntes.

Atitudes e movimentos

122. A natureza, pelos movimentos orgânicos espontâneos que produz às vezes sob a influência magnética no decurso de um tratamento, prova-nos que possui por si mesma meios poderosos para dissipar as obstruções, resolver os engurgitamentos, demorar ou acelerar os movimentos circulatórios, exagerar ou diminuir o fluxo dos humores nas articulações, nas glândulas e vísceras, regularizar a ação dos músculos e dos nervos, favorecer as correntes em sua dupla marcha centrífuga e centrípeta, em uma palavra, para destruir uma lesão ou estabelecer a unidade e o equilíbrio da máquina animal.

Eis aqui alguns exemplos desses admiráveis fenômenos de ginástica orgânica espontânea, tomados da clínica do Sr. Huguet de Vars e da minha: a 1 Observação. Senhorita Maria P..., 27 anos de idade, tuberculosa. A doente,   durante as sessões magnéticas, fazia esforços descomunais em diversos sentidos, tendo em vista imprimir o alargamento da caixa torácica, muito diminuta para o funcionamento regular do coração e dos pulmões; e neste intuito, o corpo, estando vergado para traz, de modo a não tocar o plano sobre que ele se achava, senão pela cabeça e os calcanhares, formava uma espécie de ponte, por baixo da qual poder-se-ia passar sem tocar a doente. Se bem que condenada pelo diagnóstico de certas Alphonse Bué

celebridades médicas, graças a esta ginástica autônoma, a doente restabeleceu-se. (Dr. Huguet) a 2 Observação.  Senhorita Maria M..., 17 anos de idade, começou a sofrer de epilepsia em conseqüência de estreiteza da caixa craniana, do pericárdio e da caixa torácica, as quais comprimem o cérebro, o coração e os pulmões. Durante uma das sessões magnéticas, ela se deixa escorregar da sua cadeira sobre o tapete, e, deitada de costas, espicha o corpo e pede para colocar-me em pé sobre o seu peito, ao nível das clavículas. Acedo ao seu desejo, e a doente começa em seguida uma série de inspirações muito fortes, durante as quais os órgãos torácicos, tomados por dois impulsos, o da respiração e o da pressão exercida por meu peso, são obrigados a dilatarem. Este trabalho curador, inventado pelo instinto da doente, executado pela inteligência conservadora que todo ser possui, trouxe, pela sua duração e repetição diária, uma dilatação do peito tal que o espartilho usado pela jovem no começo do seu tratamento tornou-se apertado de sete centímetros.

Para alargar o crânio, a doente, dando em seguida uma posição de declive à sua cabeça, deixou-se escorregar do plano horizontal em que se achava durante o tratamento, até que a cabeça estivesse a alguns centímetros do soalho, e conservou esta posição do busto revirado, com a cabeça para baixo, durante muito tempo. Quanto ao coração, eis o processo que pôs em prática para dilatá-lo: depois de uma forte inspiração, fazia um esforço considerável e retinha nos pulmões, o mais que lhe era possível, o ar inspirado. Durante o tempo deste longo esforço as palpitações do pulso e do coração cessavam progressivamente até à parada completa deste órgão; a doente então tornava a tomar respiração, e neste momento as palpitações do coração e do pulso tornavam-se de uma freqüência tal que fora difícil contá-las. Estas alternativas de tensão e de parada, este trabalho curador natural e autônomo, tão curioso em suas fases diversas e correspondendo tão bem às necessidades da economia, duraram meses e foram seguidas de uma cura radical.

(Dr. Huguet) a 3 Observação. Senhorita B..., de 15 anos de idade: cloro-anemia complicada de um tumor mole sobre o alto da cabeça. Desde a primeira sessão do tratamento  magnético, depois de um momento de calma, declara-se de repente uma ginástica do pescoço: movimentos espontâneos e autônomos levam alternativa e regularmente a cabeça de uma espádua para outra. a 4 Observação.  Senhorita Henriqueta C..., tumor acima da virilha esquerda.  Desde a 1a sessão, debaixo da ação magnética, movimentos de ginástica orgânica produzem-se espontaneamente: os músculos se contraem, como se estivessem debaixo da ação de uma corrente elétrica; estes movimentos só se produzem do lado doente; o trabalho muscular dura cinco horas consecutivas nos primeiros dias, acaba por ser apenas de uma hora por dia. Os movimentos autônomos tiveram certamente por fim facilitar o curso dos líquidos e auxiliar a reabsorção do tumor abdominal, porque a cura veio em breve trazer a confirmação.

(Dr. Huguet) Em apoio destas quatro observações, comunicadas pelo Dr. Huguet de Vars ao congresso Internacional magnético de 1887, o eminente prático que obteve tão belas curas magnéticas, acrescenta; "Notamos, no curso de nossos tratamentos magnéticos, que cada vez que há modificações orgânicas profundas e difíceis de produzirem-se em certas vísceras, as forças vitais e uma parte do líquido sanguíneo, principalmente a dos músculos, vêm auxiliar os órgãos alterados. É o que se passa em certos casos de letargia e de catalepsia, os quais, longe de serem sempre estados mórbidos, são muitas vezes necessários para a dilatação dos órgãos por um acúmulo do empréstimo do sangue e das forças vitais. É o que chamamos migração terapêutica das forças.

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Eis aqui, no meio de fatos numerosos tomados em minha própria clínica, dois exemplos curiosos destas migrações terapêuticas: a a 5)Observação.  A Sr D..., 50 anos: tumores fibrosos do útero.  Ao cabo de algumas sessões, a doente comodamente estendida sobre um canapé, cai em estado cataléptico: seus dois braços levantam-se lentamente, colocam-se em cruz, estendidos e fortemente contraídos, assim como o queixo: depois, todo o corpo gira sobre os rins, e a doente acredita ter em alguns momentos mudado a sua situação confortável pela posição mais difícil que se pode imaginar. Efetivamente, toda a parte superior do corpo, fortemente contraída, é dobrada para trás; os rins, visivelmente curvados, repousam apenas por um ponto de contato sobre a aresta pronunciada do canapé; as pernas enrijecidas descansam sobre o soalho, e a bacia projeta-se com esforço para a frente.

O corpo, nesta posição perpendicular à moda antiga, semelhante a uma tábua colocada através do canapé, conserva-se assim rígida durante todo o tempo da magnetização, e, quando no fim da sessão os passes de dispersão dos fluidos vêm arrancar a doente de seu estado cataléptico, não somente não experimenta fadiga alguma nesta posição forçada, mas pelo contrário, esta tensão contínua parece ter-lhe trazido um grande alívio. Este fenômeno se repete regularmente em cada sessão, até que cessou subitamente, tendo a doente experimentado em seu estado uma notável melhora. É provável que a atitude tomada inconscientemente pela doente desde que caía sob a influência magnética, fosse indispensável à migração das correntes, e que a catalepsia da parte superior do corpo e dos membros, suspendendo a vida nestas partes, favorecesse a centralização dos espíritos vitais sobre os rosários fibrosos que invadiam a bacia, porque estes rosários tendo experimentado um deslocamento notável sob o esforço tentado pela natureza coincidiu que cessasse toda a ginástica orgânica. a e 6 Observação. O Sr. P R..., 61 anos, dores muito vivas no joelho direito e na coxa, em conseqüência de uma fratura antiga do fêmur, a qual havia determinado perturbações musculares e uma periostite.

No fim de algumas semanas de tratamento magnético, fortes contrações musculares se produzem na coxa, e aos poucos toda a perna e corpo experimentam violentos abalos sob a influência das ações à distância, praticadas mesmo a muitos metros. Este fenômeno se renova em cada sessão durante uns quinze dias, depois desaparece progressivamente, ao mesmo tempo que se manifesta uma melhora notável no estado do doente. Esta ginástica orgânica, sobrevindo tão inopinadamente e do mesmo modo desaparecida, tinha evidentemente favorecido, por uma migração terapêutica das forças, o reatamento regular das correntes no membro doente e feito cessar um estado nervoso congestivo que a inflamação dos tecidos contribuía para entreter.

123. Os numerosos exemplos que precedem, e que poderíamos multiplicar indefinidamente, demonstram com evidência que, às vezes, o organismo provoca espontaneamente os movimentos e as atitudes próprias a secundarem o esforço vital das correntes desenvolvidas pela ação magnética. Cumpre, portanto, não somente favorecer de todas as maneiras o desenvolvimento desses fenômenos quando eles se apresentam, como ainda procurar em certas circunstâncias (imitando neste ponto as obras da natureza), dar ao corpo do doente as atitudes mais convenientes para abreviar a cura. Estas atitudes e estes movimentos exercem artificialmente uma influência sobre os órgãos e sobre as funções que, por seu turno, imprimem aos tecidos modificações sensíveis. Ora, como a última palavra de toda a modificação a imprimir ao organismo, por um agente terapêutico qualquer, é uma evolução vital, a arte de curar reside principalmente na arte de secundar os movimentos vitais ou organo-biológicos, mais apropriados à resolução das desordens da economia. É o que, já em 1848, previa o Dr. Alphonse Bué

Bonnet, professor de clínica cirúrgica em Lyon, preconizando, como o primeiro passo a dar no caminho da terapêutica, o tratamento das enfermidades pelo exercício das funções.

124. De todos os agentes suscetíveis de despertarem as ações organo-biológicas pelas quais a máquina humana funciona, desenvolve-se, entretém-se e repara-se, a força nervosa magnética é efetivamente o agente que melhor procede no tratamento das moléstias, não somente pelo exercício das funções como por seu equilíbrio.

Claude Bernard, o célebre fisiologista, em suas investigações experimentais acerca do grande simpático, mostra pelo fato seguinte, as metamorfoses que podem sofrer os tecidos vivos sob a influência especial do sistema nervoso. Experiência: O paciente, estando colocado numa atitude tal que toda a região abdominal fique em grande tensão, achando-se, por exemplo, a parte superior do corpo deitada um pouco para trás, com os braços levantados e bem estendidos, o operador se coloca diante dele, leva um dedo á cicatriz umbilical, formando os outros dedos um ponto de apoio, e por uma leve pressão vibratória perpendicular ao plano do corpo e continuada durante dez ou quinze segundos, comunica, aos gânglios do grande simpático, as vibrações do dedo. Depois de um tempo de repouso igual ao da ação, ele repete três vezes o mesmo movimento. O efeito imediato deste movimento é provocar um pequeno aumento de calor às partes sobre as quais se distribuem as ramificações do nervo simpático e regularizar as funções naturais da região mesentérica.

Este movimento de enervação do grande simpático parece eminentemente útil para a resolução das diáteses mórbidas, especialmente das moléstias crônicas, nas quais observou-se a perturbação habitual das funções deste nervo. Se se proceder a um cortejo desta experiência tentada pelo grande fisiologista, da aplicação do movimento artificial à terapêutica, com os fenômenos de movimento natural espontaneamente desenvolvidos nas curas citadas mais acima (122), não se pode deixar de constatar uma singular concordância, que não permite dúvida alguma acerca da imutabilidade dos meios empregados pela natureza, a fim de restabelecer o equilíbrio das funções.

125. Os processos artificiais mais apropriados para favorecerem ao organismo humano a migração terapêutica das forças são as atitudes e os movimentos.

126. As atitudes variam conforme cada caso particular: só a prática e a experiência podem guiar o operador na escolha da atitude que convém melhor ao paciente; ele o faz conservar sentado, deitado ou de pé, fá-lo levantar, estender ou encolher os membros, inclinar o busto para a direita ou a esquerda, etc.

Os braços, fortemente levantados para o ar por cima da cabeça, sustam o corrimento do sangue nas hemorragias nasais e vaforecem a emissão das urinas nas retenções. Durante a marcha de um destacamento de tropas, no mês de Julho, vinte e oito epistaxes, dentre elas algumas muito abundantes, sobrevieram sob a influência de uma insolação prolongada. Sem tirar nenhuma peça do uniforme do soldado e sem interromper a sua marcha, levantavam-se-lhe bruscamente os braços, fazendo-se-lhe conservar erguida a cabeça, direito o corpo, juntas as mãos por cima do boné, recomendando-se-lhe que só respirasse pela boca. Se o sangue não corresse senão por

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uma narina, bastava levantar o braço correspondente, sustentando o outro a espingarda: a hemorragia cessava com uma rapidez admirável. (Gazette hebdomadaire de médecine et de chirurgie de Paris, 1885) Existia na China um método de medicina muito antigo, chamado Cong-fou, espécie de ginástica médica, que consistia em três partes essenciais: o 1) As diversas posições do corpo; o 2) A arte de variar-lhes as atitudes; o 3) A arte de variar as inspirações e as expirações durante o tempo dessas posições e atitudes. Os físicos chineses explicavam deste modo os resultados que se podiam tirar das posições e das atitudes do corpo: A posição horizontal diminui o obstáculo da gravidade e por conseqüência, é mais favorável à circulação. A de estar em pé, deixando à ação da gravidade toda a sua resistência, é menos favorável à circulação. Pela mesma razão, conforme conservam-se os braços, os pés e a cabeça levantados, inclinados ou encurvados, modifica-se de uma certa maneira a circulação. O que retarda a circulação em um ponto dá-lhe mais força em outros.

Quanto mais embaraçada está a circulação num lugar, tanto mais aumenta a sua impetuosidade quando desaparece o obstáculo. Segue-se daí que as diversas atitudes do Cong-Fou, sendo bem dirigidas, devem operar um desprendimento salutar em todas as moléstias que provém de uma circulação embaraçada, retardada ou mesmo interrompida. (Dally)

127. Os movimentos se dividem em três classes: movimentos ativos, semi-ativos e passivos.

128. Os movimentos ativos são produzidos sob a influência da própria vontade da pessoa que os executa com ou sem aparelhos: exercícios ginásticos livres ou exercícios com pesos, maças, etc.

129. Os movimentos semi-ativos consistem em o paciente executar um movimento, enquanto o operador opõe resistência e procura impedi-lo, ou vice-versa, enquanto o operador executa um movimento e o paciente resiste-lhe. A resistência também pode ser produzida por maquinismos.

Nos movimentos passivos ou comunicados, toda a ação procede do operador, nenhuma 130. resistência opõe o paciente. Os movimentos passivos podem variar de mil maneiras, conforme os casos especiais que se apresentam: pode-se empregar a ação isolada ou as ações combinadas da pressão, do choque, da vibração, da oscilação, da abdução, da adução, da flexão, da extensão, da rotação, da torção ou do atrito.

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