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Capítulo 8 de 12

O Livro De Enoque — parte 8 de 12

Livro de Enoque

Capítulo 77 1Os nomes do sol são estes: um é Aryares, o outro Tomas. 2A lua tem quatro nomes. O primeiro é Asonya; o segundo, Ebla; o terceiro, Benase; e o quarto, Erae. 3Estes são as duas grandes luminárias, cujas órbitas são como as órbitas do céu; e as dimensões de ambos são iguais. 4 (83) Na órbita do sol há uma sétima porção de luz, a qual é adicionada àquela que vem da lua. Elas se põem, entram no portão ocidental, circulam pelo norte, e através do portão oriental passam pela face do céu. (83) Uma sétima porção… da lua. Ou, "sete partes da luz que são adicionadas e ele mais do que à lua" (Knibb, p. 182). 5Quando a lua nasce, ela aparece no céu; e a metade da sétima porção de luz é tudo o que está nela. 6Em quarenta dias toda a sua luz é completada. 7Por três quíntuplos de luz são colocados nela, até que em quinze dias sua luz é completada, de acordo com os sinais do ano; ela tem três quíntuplos. 8A lua tem a metade de uma sétima porção. 9Durante sua diminuição no primeiro dia sua luz decresce uma décima quarta parte; no segundo dia é diminuída uma décima terceira parte; no terceiro dia uma décima segunda parte; no quarto dia uma décima primeira parte; no quinto dia uma décima parte; no sexto dia uma nona parte; no sétimo dia ela decresce uma oitava parte; no oitavo dia ela decresce uma sétima parte; no nono dia ela decresce uma sexta parte; no décimo dia ela decresce uma quinta parte; no décimo primeiro dia ela decresce uma quarta parte; no décimo segundo dia ela decresce uma terceira parte; no décimo terceiro dia ela decresce uma segunda parte; no décimo quarto dia ela decresce a metade de uma sétima parte; e no décimo quinto dia todo o restante da sua luz é consumido. 10Nos meses declarados a lua tem vinte e nove dias. 11Ela também tem um período de vinte e oito dias. 12Uriel igualmente mostrou-me outro regulamento, quando a luz é derramada nela vinda do sol. 13Todo o tempo em que a lua está em progresso com a sua luz, que é consumida na presença do sol, até que sua luz em quatorze dias seja completada no céu. 14E quando é totalmente extinta, sua luz é consumida no céu; e no primeiro dia ela é chamada lua nova, pois naquele dia luz é recebida nela. 15Ela torna-se precisamente completa no dia em que o sol desce no oeste, enquanto a lua sobe à noite do leste. 16A lua então brilha toda a noite, até que o sol se levante diante dela; quando a lua desaparece diante do sol 17De onde a luz vem para a lua, ali novamente ela decresce, até que toda sua luz sema extinguida, e os dias da lua passam. 18Então sua órbita permanece solitária sem luz. 19Durante três meses ela efetua em trinta dias, a cada mês seu período; e durante mais três meses ela efetua-o em vinte e nove dias. Estes são os tempos nos quais ela efetua seu decréscimo em seu primeiro período, e no primeiro portão, nomeadamente, e, cento e setenta e sete dias. 20E no tempo de seu andamento durante três meses ela aprece trinta dias cada, e durante mais três meses ela aparece vinte e nove dias cada. 21À noite ela aparece a cada vinte dias como a face de um homem, e no dia como o céu; pois ela não é nada além de sua luz.

Capítulo 78 1E então, meu filho Matusalém, eu te mostrei tudo; e o relato de toda ordenança das estrelas do céu está terminado. 2Ele mostrou-me todo decreto com respeito a elas, o que toma lugar em todos os tempos e em todas as estações sob cada influência, em todos os anos, na chegada e sob a regra de cada, durante cada mês e a cada semana. Ele mostrou-me e também o decréscimo da lua, que é efetuada no sexto portão; pois naquele sexto portão sua luz é consumida. 3E lá é o começo do mês; e seu decréscimo é efetuado no sexto portão em seu período, até cento e setenta e sete dias são completados; de acordo com o modo do cálculo pelas semanas, vinte e cinco semanas e dois dias. 4Seus períodos são menos que os do sol, de acordo com a regra das estrelas, por cinco dias em meio ano (84) precisamente. (84) Em meio ano. Literalmente "em um tempo" (Laurence, p. 110). 5Quando aquela sua visível situação é completada. Assim é o aparecimento e a semelhança de toda luminária, que Uriel, o grande anjo que as conduz, mostrou-me.

Capítulo 79 1Naqueles dias Uriel respondeu-me e disse: Eu mostrei-te todas as coisas, oh Enoque; 2E todas as coisas eu te revelei. Você viu o sol, a lua, e aqueles que conduzem as estrelas do céu, que ocasionam todas as suas operações, estações, e chegadas para retorno. 3Nos dias dos pecadores os anos serão encurtados. 4Sua semente será retroagida em seu prolífico solo; e tudo o que é feito na terra será subvertido, e desaparecem em suas estações. A chuva será restringida, e o céu ainda permanecerá. 5Naqueles dias os frutos da terra serão tardios, e não florescerão na sua estação; e em sua estação os frutos das árvores serão retidos. 6A lua mudará suas leis, e não será vista em seu período. Mas naqueles dias o céu será vista; e esterilidade tomará lugar nas fronteiras das grandes carruagens no oeste. O céu brilhará mais do que quando iluminado por ordem da luz; enquanto muitos chefes entre as estrelas de autoridade errarão, pervertendo seus caminhos e obras. 7Elas não aparecerão na sua estação, que lhes foi ordenada, e todas as classes de estrelas serão fechadas contra os pecadores. 8Os pensamentos daqueles que habitam na terra transgredirão dentro deles; e eles se perverterão em todos so seus caminhos. 9 (85) Eles transgredirão, e considerarão a si mesmos deuses; enquanto que o mal se multiplicará entre eles. (85) A si mesmos. Ou, "eles” i.e., os chefes entre as estrelas (vs. 6) (Knibb, p. 186). 10E castigo virá sobre eles, para que todos eles sejam destruídos.

Capítulo 80 1 (86) ele disse: Oh, Enoque, olha no livro que o céu tem gradualmente derramado; e, lendo o que está escrito nele, entenda toda parte dele. (86) O livro que… derramado. Ou, "o livro das tábuas do céu" (Knibb, p. 186). 2Então eu olhei em tudo o que está escrito, e entendi tudo, lendo o livro e todas as coisas escritas nele, e entendi tudo, todas as obras do homem; 3E de todos os filhos da carne sobre a terra, durante as gerações do mundo. 4Imediatamente depois eu vi o Senhor, o Rei da glória, o qual tem assim para sempre o Governante de toda a criação. 5E eu glorifiquei o Senhor, por conta de sua longanimidade e bênçãos para com os filhos do mundo. 6Naquele tempo eu disse: Abençoado é o homem que morre justo e bom, contra quem nenhuma relação de crime foi escrito, e em quem iniqüidade não é encontrada. 7Então aqueles três santos fizeram com que eu me aproximasse, e colocaram-me na terra, diante da porta da minha casa. 8E eles disseram-me: Explica tudo a Matusalém, teu filho; e informa a todos os teus filhos, que nenhuma carne será justificada diante do Senhor; pois Ele é seu Criador. 9Durante um ano nós te deixaremos com teus filhos, até que tenhas novamente retomado suas forças, para que possas instruir tua família, escreve estas coisas e explica-as aos teus filhos. Mas em outro ano tu serás tomado do meio deles; e seus corações serão fortalecidos; pois os eleitos apontará a retidão para outros eleitos; os justos com os justos se regozijarão, congratulando-se uns com os outros, mas os pecadores com os pecadores morrerão, 10E os pervertidos com os pervertidos serão afogados. 11Aqueles que também agiram retamente morrerão por conta das obras dos homens, e serão reunidos por causa das obras dos iníquos. 12Naqueles dias eles terminaram de conversar comigo. 13E eu retornei para meus companheiros, abençoando o Senhor dos mundos.

Capítulo 81 1Agora, meu filho Matusalém, todas estas coisas eu te falei, e te escrevi. A você eu revelei tudo, e te dei os livros de tudo. 2Preserve, meu filho Matusalém, os livros escritos por teu pai; para que possas revelá-los às futuras gerações. 3Eu tenho dado a ti sabedoria, aos teus filhos e à tua posteridade, para que eles possam revelar aos seus filhos, por gerações para sempre, esta sabedoria em suas palavras; e para que aqueles que compreendem não duraram, mas ouçam com seus ouvidos; para que eles possam aprender sabedoria, e sejam considerados dignos de comer esta saudável comida. 4Abençoados são todos os justos, abençoados são todos os que andam em retidão, nos quais crime não é encontrado, como nos pecadores, quando todos os seus dias são contados. 5Com respeito ao progresso do sol no céu, ele entra e sai de cada portão por trinta dias, com os líderes de milhares de estrelas; com quatro que são adicionadas, e aparecem nos quatro quartos do ano, os quais conduzem-nos, e acompanham-nos em seus quatro períodos. 6Com respeito a eles, os homens erram grandemente, e não calculam-nos nos cálculos de cada era; pois eles grandemente erram com respeito a eles; os homens conhecem acuradamente o que eles são no cálculo do ano. Mas certamente eles são marcados a menos para sempre; um no primeiro portão, um no terceiro, um no quarto, e um no sexto: 7Para que o ano esteja completo em trezentos e sessenta e quatro dias. 8Verdadeiramente tem sido declarado, e acuradamente tem sido calculado o que está marcado; pois as luminárias, os meses, os períodos fixados, os anos, e os dias, Uriel explicou a mim, e comunicou a mim; a quem o Senhor de toda criação, por consideração de mim, ordenou, (de acordo com o poder do céu, e o poder que ele possui tanto de dia quanto de noite) pra explicar as leis da luz ao homem, do sol, da lua, e das estrelas, e de todo o poder do céu, que está voltado em suas respectivas órbitas. 9Esta é a ordenança das estrelas, que se põem em seus lugares, em suas estações, em seus períodos, em seus dias, e em seus meses. 10Estes são os nomes daqueles que as conduzem, que vigiam e entram em suas estações de acordo com suas ordenanças e seus períodos, em seus meses, nos tempos de sua influência, e em suas estações. 11Quatro condutores deles entram primeiro, os quais separam os quatro quartos do ano. Depois destes, doze condutores de suas classes, que separam os meses e o ano em trezentos e sessenta e quatro dias, com os líderes de mil, os quais distinguem entre os dias, tanto quanto entre os quatro adicionais; os quais, como condutores, dividem os quatro quartos do ano. 12Estes líderes de mil estão no meio dos condutores, e aos condutores são adicionados atrás de sua estação, e seus condutores fazem a separação. Estes são os nomes dos condutores, os quais separam os quatro quartos do ano, os quais são escolhidos sobre eles: Melkel, Helammelak, 13Meliyal, and Narel. 14E os nomes dos que conduzem-nos são Adnarel, Jyasusal, e Jyelumeal. 15Estes são os três que seguem os condutores das classes de estrelas; cada um seguindo os três condutores de classes, os quais seguem aqueles condutores das estações, que dividem os quatro quartos do ano. 16Na primeira parte do ano levanta-se e governa Melkyas, que é chamado Tamani, e Zahay. (87) (87) Ou, "o sol do sul" (Knibb, p. 190). 17 Tamani, e Zahay. Todos os dias de sua influência, durante os quais ele governa, são noventa e um dias. 18E estes são os sinais dos dias que são vistos sobre a terra. Nos dias de sua influência há transpiração, calor e dificuldade. Todas as árvores se tornam frutíferas; as folhas de cada árvore aparecem; o milho é colhido; a rosa e todas as espécies de flores florescem no campo; e as árvores do inverno são secadas. 19Estes são os nomes dos condutores que estão sob eles: Barkel, Zelsabel; e outro condutor adicional de mil é chamado Heloyalef, os dias de cuja influência tem sido completados. O outro condutor depois deles é Helemmelek, cujo nome eles chamam o esplêndido Zahay. (88) (88) Zahay. Ou, "sol" (Knibb, p. 191). 20Todos os dias de sua luz são noventa e um dias. 21Estes são os sinais dos dias sobre a terra, calor e seca; enquanto as árvores dão seus frutos, aquecidas e preparadas, e dão seus frutos para seca. 22Os rebanhos seguem e criam (89) Todos os frutos da terra são colhidos, com tudo nos campos, e as vinhas são pisadas. Isto acontece durante o tempo de sua influência. (89) Seguem e criam. Acasalam e dão filhos. 23Estes são seus nomes e ordens, e os nomes dos condutores que estão sob eles, dos que são chefes de mil: Gedaeyal, Keel, Heel. 24E o nome do líder adicional de mil é Asphael. 25Os dias de sua influência foi completado.

Capítulo 82 1E agora e te mostrei, meu filho Matusalém, toda visão que eu vi antes de você nascer. Eu relatarei outra visão, que eu vi antes que eu fosse casado; elas assemelham-se uma à outra. 2A primeira foi quando eu estava aprendendo de um livro; e a outra eu estava casado com tua mãe. Eu vi uma potente visão; 3E por conta destas coisas eu supliquei ao Senhor. 4 Eu estava deitado na casa de meu avô Malalel, quando eu vi numa visão o céu se purificando, e sendo arrebatado. (90) (90) Purificando, e sendo arrebatado. Ou, "estava sendo arremessado e removido" (Knibb, p. 192). 5E caindo na terra, (91) eu vi igualmente a terra sendo absorvida por um grande abismo; e montanhas suspendidas sobre montanhas. (91) e caindo na terra. Ou, "e quando ele caiu sobre a terra" (Knibb, p. 192). 6Montanhas foram afundadas sobre colinas,árvores imponentes planaram sobre seus troncos, e estavam no ato de serem projetadas, e de serem arremessadas para o abismo. 7Estando alarmado por estas coisas, minha voz hesitou. (92) Eu clamei e disse: A terra é destruída. Então meu avô Malalel levantou e disse-me: Por que clamas, meu filho? E por que lamentas? (92) Minha voz hesitou. Literalmente "a palavra caiu de minha boca" (Laurence, p. 118). 8Eu relatei a ele toda a visão que eu havia visto. Ele disse-me: Confirmado está o que tu tem visto, meu filho; 9E potente a visão do teu sonho com respeito a todo pecado secreto da terra. Sua substância será submersa no abismo, e grande destruição acontecerá. 10Agora, meu filho, levanta; e suplica ao Senhor da glória (pois tu és fiel), para que um remanescente possa ser deixado sobre a terra, e que ele possa não destruí-lo totalmente. Meu filho, toda esta calamidade sobre a terra descerá do céu; sobre a terra haverá grande destruição. 11Então eu levantei, orei, e implorei; e escrevi minha oração para as gerações do mundo, explicando tudo ao meu filho Matusalém. 12Quando eu desci abaixo, e olhando para o céu, vi o sol vindo do leste, a lua descendo do oeste, e algumas estrelas espalhadas, e tudo o que Deus tem conhecido desde o princípio, eu abençoei o Senhor do julgamento, e magnifiquei-o: porque ele tem enviado o sol dos aposentos (93) do leste; para que, ascendendo e levantando na face do céu, possa crescer e seguir o caminho que foi apontado para ele. (93) Aposentos.. Literalmente, "janelas" (Laurence, p. 119).

Capítulo 83 1Eu elevei minhas mãos em retidão, e abençoei o santo, e o Grande. Eu falei com o sopro da minha boca, e com a língua da carne, que Deus havia formado para todos os filhos dos homens mortais, para que eles possam falar; dando-lhes fôlego, boca, e língua para conversar. 2Abençoado és tu, Ó Senhor, o Rei, grande e poderoso em sua grandeza, Senhor de toda criatura do céu, Rei dos reis, Deus de todo o mundo, cujo reinado, e cujo reino e majestade duram para sempre e sempre. 3 De geração a geração teu domínio existirá. Todos os céus são teu trono para sempre, e toda a terra o escabelo de teus pés para sempre e sempre. 4Pois tu os fez, e sobre todos reinas. Nenhum ato excede teu poder. Com tua sabedoria és imutável, nem do teu trono, nem de tua presença ela nunca se desvia. Tu sabes todas as coisas, vês e ouve-as; nada se esconde de ti; pois tu percebes todas as coisas. 5Os anjos de teus céus transgrediram, e em carne mortal tua ira permanece, até o dia do grande julgamento, 6Então, Ó Deus, Senhor e poderoso Rei, eu imploro-te, e suplico-te que respondas minha oração, para que uma posteridade me possa ser deixada na terra, e que toda a raça humana não pereça; 7Para que a terra não seja deixada destituída, e destruição tome lugar para sempre. 8Ó meu Senhor, que pereça da terra a raça que tem te ofendido, mas que uma justa e reta raça estabeleças por uma posteridade (94) para sempre. Não escondas tua face, ó Senhor, da oração do teu servo. (94) Por uma posteridade. Literalmente "para a planta de uma semente" (Laurence, p. 121).

Capítulo 84 1Depois disto eu vi outro sonho, e expliquei-o todo a ti, meu filho. Enoque levantou e disse a seu filho Matusalém: A ti, meu filho, eu falarei. Ouvi minha palavra, e inclina teu ouvido ao sonho visionário de teu pai. Antes que eu tivesse casado com Edna, tua mãe, eu vi uma visão em minha cama; (95) (95) Esta segunda visão de enoque parece representar em linguagem simbólica a história completa do mundo desde o tempo de Adão até o julgamento final e o estabelecimento do Reinado Messiânico. (Charles, p. 227). 2E vi, uma vaca crescer da terra; 3E esta vaca era branca. 4Depois disso uma novilha fêmea cresceu; e com ela outro bezerro: (96) Um deles era negro, e outro (97) era vermelho. (96) Outro bezerro. O senso parece requerer que a passagem deve ser lida: "dois outros bezerros" (Laurence, p. 121). (97) Caim e Abel. 5O bezerro negro então golpeou o vermelho, e o perseguiu sobre a terra. 6Daquele tempo em diante eu não pude ver nada mais a respeito do bezerro vermelho; mas o negro aumentou de tamanho, e uma novilha fêmea veio com ele. 7Depois disto eu vi muitas vacas procederam, reunindo-se a ele, e seguindo após ele. 8A primeira jovem fêmea também saiu da presença da primeira vaca; e procurou o bezerro vermelho, mas não o encontrou. 9E ela lamentou com grande lamentação, enquanto ela procurava por ele. 10Então eu olhei até que aquela primeira vaca veio até ela, e desse tempo em diante, ela se tornou silente, e cessou de lamentar. 11Depois disso ela pariu outra vaca branca. 12E novamente pariu muitas vacas e bezerros negros. 13Em meu sonho eu também percebi um touro branco, o qual de igual maneira cresceu, e se tornou um enorme animal. 14Depois dele muitas vacas brancas vieram, se juntando a ele. 15E eles começaram a parir muitas outras vacas brancas, que se assemelharam a eles e seguiram umas às outras.

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