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Capítulo 7 de 12
O Livro De Enoque — parte 7 de 12
Livro de Enoque
Capítulo 71 1O livro das revoluções das luminárias dos céus, de acordo com suas respectivas classes, seus respectivos poderes, seus respectivos períodos, seus respectivos nomes, os lugares conde elas começam seu progresso e seus respectivos meses, que Uriel, o santo anjo que estava comigo, explicou-me; aquele que as administra. Toda a conta delas de acordo com o exato ano do mundo para sempre, até que um novo trabalho seja efetuado, o qual será eterno. 2Esta é a primeira lei das luminárias. O sol e a luz chegam aos portões que estão ao leste, ao oeste e no oeste dele, nos portões ocidentais do céu. 3Eu vi os portões onde o sol sai e os portões onde o sol se põe, 4Em cujos portões também a lua nasce e se põe; Eu vi os condutores das estrelas, entre aqueles que precedem-nas; seis portões estão no nascente, e seis no poente do sol. 5Todos estes, respectivamente, um depois do outro, estão em nível; e numerosas janelas estão ao lado direito e ao lado esquerdo destes portões. 6Primeiro avança aquela grande luminária, a qual é chamada sól, cuja órbita é a órbita do céu, toda ela está repleta com esplêndido e flamejante fogo. 7Sua carruagem, onde ela ascende, o vento sopra. 8O sól se põe no céu e retornando pelo norte, para seguir em direção ao leste, é conduzido assim enquanto entra por aquele portão e ilumina a face do céu. 9Da mesma maneira ele sai no primeiro mês pelo grande portão. 10Ele sai através do quarto daqueles seis portões, que estão ao nascente do sól. 11E no quarto portão, através do qual o sól com a lua prosseguem, na primeira parte dele, (76) lá existem doze janelas abertas das quais sai uma chama quando elas estão abertas em seus próprios períodos. (76) Através do qual… parte dele. Ou, "do qual o sol se levanta no primeiro mês" (Knibb, p. 168). 12Quando o sol se levanta no céu ele sai através deste quarto portão por três dias, e pelo quarto portão ao oeste do céu no nível em que ele descende. 13Durante aquele período o dia é prolongado durante o dia, e a noite encurtado durante a noite por trinta dias. E então o dia é mais longo que a noite por duas partes. 14O dia é precisamente, dez partes, e a noite é oito. 15O sol sai através deste quarto portão, se põe nele e volta para o quinto portão durante trinta dias, depois do quê ele prossegue e se põe nele, o quinto portão. 16Então o dia se torna prolongado por uma segunda porção de modo que ele é doze partes, enquanto a noite se torna encurtada, e é apenas sete partes. 17O sol então retorna para o leste, entrando no sexto portão, e nasce e se põe no sexto portão trinta e um dias, na contagem de seus sinais. 18Naquele período o dia é mais longo que a noite, sendo duas vezes tão longo quanto a noite, e chega a ser de doze partes; 19Mas a noite é encurtada e se torna em seis partes. Então o sol nasce para que o dia possa ser encurtado e a noite prolongada. 20E o sol retorna para o leste entrando pelo sexto portão, onde ele nasce e se põe por trinta dias. 21Quando aquele período é completado o dia chega a ser encurtado precisamente uma parte, de modo que ele é de doze partes, enquanto que a noite é de sete partes. 22Então o sol vai do oeste, daquele sexto portão, e prossegue em direção ao leste nascendo no quinto portão por trinta dias e se pondo novamente ao oeste no quinto portão do oeste. 23Naquele período o dia chega a ser encurtado duas partes, e é de dez partes, enquanto que a noite é de oito partes. 24Então o sol vai do quinto portão, enquanto se põe no sexto portão do oeste e nasce no quarto portão por trinta e um dias, na conta de seus sinais, se pondo a oeste. 25Naquele período o dia é feito igual à noite e, sendo igual a ela, a noite torna-se a nove partes, e o dia nove partes. 26Então o sol vai daquele portão enquanto ele se põe no oeste, e retornando pelo leste prossegue pelo terceiro portão por trinta dias, se pondo no oeste no terceiro portão. 27Naquele período a noite é prolongado desde o dia durante trinta manhãs, e o dia é encurtado desde o dia durante trinta dias; a noite sendo precisamente de dez partes, e o dia oito partes 28O sol então sai do terceiro portão, enquanto ele se põe no terceiro portão no oeste; mas retornando para o leste. Ele prossegue pelo segundo portão do leste por trinta dias. 29De igual maneira ele também se põe no segundo portão na direção oeste do céu. 30Naquele período a noite é onze partes, e o dia sete partes. 31Então o sol sai naquele tempo pelo segundo portão, enquanto se põe no segundo portão no oeste, mas retorna para o leste, prosseguindo pelo primeiro portão, por trinta e um dias. 32E se pões no oeste no primeiro portão. 33Naquele período a noite é novamente prolongada tanto quanto o dia. 34Ela é precisamente de doze partes, enquanto que o dia é seis partes. 35O sol tem assim completado seus começos, e uma segunda vez de volta desde estes começos. 36Naquele primeiro portão ele entra por trinta dias, e se põe no oeste, defronte do céu. 37Naquele período a noite é contraída em seu comprimento uma quarta parte, que é, uma porção, e se torna onze partes. 38O dia é de sete partes. 39Então o sol retorna, e entra no segundo portão ao leste. 40ele retorna por estes começos trinta dias, nascendo e se pondo. 41Naquele período, a noite é encurtado em seu comprimento. Ela se torna dez partes, e o dia oito partes. Então o sol sai do segundo portão, e se põe a oeste; mas retorna pelo leste, e nasce no leste, no terceiro portão, trinta e um dias, se pondo no oeste do céu. 42Naquele período a noite se torna encurtada, Ela é nove partes. E a noite é igual ao dia. O ano é precisamente trezentos e sessenta e quatro dias 43Prolongamento do dia e da noite, e a contração do dia e da noite, são feitos diferentes um do outro pelo progresso do sol. 44Por meio deste progresso o dia é diariamente prolongado, e a noite grandemente encurtada. 45Esta é a lei e o progresso do sol, e suas voltas, quando ele retorna, voltando durante sessenta dias, (77) e seguindo em frente. Esta é a grande perpétua luminária, aquela que ele chama o sol para sempre e sempre. (77) O que é, ele está sessenta dias nos mesmos portões. Trinta dias duas vezes cada ano. (Laurence, p. 97). 46Este também é a grande luminária, e a qual é chamada segundo seu tipo peculiar, como Deus ordenou. 47E assim ele entra e sai, nem afrouxando nem descansando; mas correndo em sua carruagem de dia e de noite. Ele brilha com uma sétima porção da luz da lua; (78) mas as dimensões de ambos são iguais. (78) ele brilha com…da lua. Ou, "Sua luz é sete vezes mais brilhante que a da lua" (Knibb, p.171). O texto aramaico descreve mais claramente como a luz da lua aumenta e diminui pela metade de uma sétima parte cada dia. Aqui na versão etíope, a lua é considerada como duas metades, cada metade sendo dividida em sete partes. Por isso, “quatorze porções" de 72:9-10 (Knibb, p. 171) . Capítulo 72 1Depois disso eu vi outra lei fé uma luminária inferior, o nome da qual é a lua, e a órbita da qual é como a órbita do céu. 2Sua carruagem, a qual secretamente ascende, o vento sopra; e luz é dada a ela por medida. 3Cada mês em sua saída e entrada ela torna-se transformada; e seus períodos são como os períodos do sol. E quando de igual maneira sua luz é para existir, (79) sua luz é uma sétima porção da luz do sol. (79) E quando de… é para existir. Isto é, quando a lua está cheia (Knibb, p. 171). 4Assim ela nasce, e seu começo em direção ao leste sai por trinta dias. 5Naquele tempo ela aparece, e torna-se para você o começo do mês. Trinta dias ela está com o sol no portão do qual o sol nasce. 6Metade dela está em prolongamento sete porções, uma metade; e o total de sua órbita é sem luz, exceto uma sétima porção de quatorze porções de sua luz. E de dia ela recebe uma sétima porção, ou a metade daquela porção, de sua luz. Sua luz é por sete, por uma porção, e pela metade de uma porção. Seus crepúsculos com o sol. 7E quando o sol nasce, a lua nasce com ele; e recebe metade de uma porção de luz. 8Nesta noite, quando ela começa seu período, previamente para o dia do mês, a lua se põe com o sol. 9E naquela noite ela é escura em suas décimas quartas porções, que é, em cada metade; mas ela nasce naquele dia com uma sétima porção aproximadamente, e em seu progresso declina do nascer do sol. 10Durante o restante de seu período sua luz aumenta em quatorze porções.
Capítulo 73 1Então eu vi outro progresso e regulações que Ele efetuou na lei da lua. O progresso das luas, e tudo o que se relaciona com ela, Uriel mostrou-me, o santo anjo que administra a todos. 2Suas estações eu escrevi enquanto ele mostrava-os a mim. 3Eu escrevi teus meses, como eles ocorrem, e a aparência de sua luz, até que ela é completada em quinze dias. 4Em cada um de seus dois sétimos de porções ela completa toda sua luz ao nascer e se pôr. 5Em determinados meses ela muda seus crepúsculos; e em determinados meses ela faz seu progresso através de cada portão. Em dois portões a lua se põe com o sol. Naqueles dois portões que estão no meio, no terceiro e no quarto portão. Do terceiro portão ela sai por sete dias, e faz seu circuito. 6Novamente ela retorna para o portão do qual o sol nasce, e naquele ela completa toda a sua luz. Então ela declina do sol, e entra por oito dias no sexto portão, e retorna em sete dias para o terceiro portão, no qual o sol nasce. 7Quando o sol prossegue para o quarto portão, a lua sai por sete dias, até ela passar do quinto portão. 8Novamente ela retorna em sete dias para o quarto portão, e completando toda a sua luz, declina, e passa pelo primeiro portão em oito dias; 9E retorna em sete dias para o quarto portão, do qual o sol nasceu. 10Assim eu vi suas estações, como de acordo com a ordem fixada dos meses o sol nasce e se põe. 11Nesses tempos há um excesso de trinta dias pertencentes ao sol em cinco anos; todos os dias pertencentes a cada ano de cinco anos, quando completados, somam trezentos e sessenta e quatro dias; e ao sol e às estrelas; deles em cada um dos cinco anos; assim trinta dias pertencem a eles; 12De modo que a lua tem trinta dias a menos que o sol e as estrelas. 13A lua traz em todos os anos exatamente, para que suas estações possam vir nem tão adiante nem tão para traz um simples dia; mas que os anos possam ser mudados com correta precisão nos trezentos e sessenta e quatro dias. Em três anos os dias são mil e noventa e dois; em cinco anos eles são mil oitocentos e vinte; e em oito anos dois mil novecentos e vinte dias. 14Para a lua só corresponde em três anos mil e sessenta e dois dias; em cinco anos ela tem cinqüenta dias menos que o sol, pois uma adição sendo feita a mil e sessenta e dois dias, em cinco anos há mil setecentos e setenta dias; e os dias da lua em oito anos são dois mil oitocentos e trinta e dois dias 15Pois os seus dias em oito anos são menos que aqueles do sol por oitenta dias, cujos oitenta dias são sua diminuição em oito anos. 16O ano então se torna verdadeiramente completo de acordo com a estação da lua, e a estação do sol; o qual nasce em diferentes portões; o qual nasce e se pões neles por trinta dias.
Capítulo 74 1Estes são os líderes dos chefes dos milhares, os quais presidem sobre toda criação, e sobre todas as estrelas; com os quatro dias que são adicionados e nunca se separam do lugar a eles determinados, de acordo com o cálculo completo do ano. 2E estes servem quatro dias, os quais não são contados no cálculo do ano. 3Com respeito a eles, os homens erram grandemente, pois estas luminárias verdadeiramente servem, no lugar de habitação do mundo, um dia no primeiro portão, um dia no terceiro portão, um dia no quarto portão, e um dia no sexto portão. 4E a harmonia do mundo torna-se completo a cada trezentos e sessenta e quatro estados dele. Para os sinais. 5As estações, 6Os anos, 7E Uriel me mostrou os dias; o anjo que o Senhor da glória escolheu sobre todas as luminárias. 8Do céu no céu, e no mundo; para que possa governar na face do céu, e aparecendo sobre a terra, se tornam 9Condutores dos dias e noites: o sol, a lua, as estrelas, e todas as luminárias do céu, que fazem seu circuito com todas as carruagens do céu. 10Então Uriel me mostrou doze portões abertos para o circuito das carruagens do sol no céu, no qual os raios do sol batem. 11Deles procede calor sobre a terra, quando eles são abertos em suas determinadas estações. Eles são estão para os ventos, e o espírito da neblina, quando em suas estações eles são abertos; abertos no céu nas suas extremidades. 12Doze portões eu vi no céu, nas extremidades da terra, através do qual o sol, a lua e estrelas, e todas as obras do céu, procedem no seu nascer e no seu crepúsculo. 13Muitas janelas também são abertas à direita e à esquerda. 14Uma janela numa certa estação se torna extremamente quente. Assim também estão portões dos quais as estrelas saem quando são comandadas, e nos quais se põem de acordo com seu número. 15Eu vi igualmente as carruagens do céu, correndo no mundo acima daqueles portões nos quais se movimentam as estrelas que jamais declinam. Um deles é maior de todos, que vai ao redor de todo o mundo.
Capítulo 75 1E nas extremidades da terra eu vi doze portões abertos para todos os ventos, dos quais eles saem e sopram sobre a terra. 2Três deles estão abertos em frente do céu, três no oeste, três no lado direito do céu, e três no lado esquerdo. Os três primeiros são aqueles que estão virados para o leste, três estão virados para o norte, tres atrás daqueles que estão sobre a esquerda, virados para o sul, e três para o oeste. 3De quatro deles saem ventos de bênção, e de cura; e de oito vêm ventos de punição ou castigo; quando eles são enviados para destruir a terra, e o céu acima dela, todos os seus habitantes, e e tudo o que está nas águas, ou na terra seca. 4O primeiro destes ventos procede do portão oriental, através do primeiro portão ao leste, o qual se inclina para o sul. Deste portão saem a destruição, a aridez, o calor e a perdição. 5Do segundo portão, o do meio, procede a equidade. Dele emanam a chuva, a abundância, a saúde e o orvalho; e do terceiro portão ao norte, vêm o frio e a seca. 6Depois destes procedem os ventos do sul através de três principais portões; através do seu primeiro portão, que inclina-se para o leste, vem um vento quente. 7Mas do portão do meio vem um agradável odor, orvalho, chuva, saúde e vida. 8Do terceiro portão, que está ao oeste, vem orvalho, chuva, ruína e destruição. 9Depois desses estão os ventos do norte, que é chamado mar. Eles vêm dos três portões. O primeiro (80) portão é aquele que está ao leste, inclinando-se ao sul; deste vem orvalho, chuva, ruína e destruição. Direto do portão do meio vem chuva, orvalho, vida e saúde. E do terceiro portão, que está ao leste, inclinando-se ao sul, vem névoa, geada, neve, chuva, orvalho e destruição. (80) Primeiro. Ou, "sétimo" (Knibb, p. 178). 10Depois destes, no quarto quadrante estão os ventos do oeste. Do primeiro portão, inclinando-se ao norte, vem orvalho, chuva, geada, neve e frio; do portão do meio vem chuva, saúde e bênção; 11E do último portão, que está ao sul, vem seca, destruição, queima e perdição. 12O informe dos doze portões dos quatro quadrantes do céu está terminada. 13Todas as suas leis, todas as suas imposições de punição, e a saúde produzida por eles, eu expliquei a ti, meu filho Matusalém. (81) (81) Matusalém. Filho de Enoque, Cp. Gen. 5:21.
Capítulo 76 1O primeiro vento é chamado oriental, porque é o primeiro. 2O segundo é chamado do sul, porque o Altíssimo desce, e freqüentemente ali desce aquele que é abençoado para sempre. 3O vento ocidental tem o nome de diminuição, porque ali todas as luminárias do céu estão diminuídas, e descem. 4O quarto portão, cujo nome é do norte, é dividido em três partes; uma das quais é para a habitação do homem; outra parte para mares de águas, com vales, bosques, rios, lugares sombrios, e neve, e a terceira parte contém o paraíso. 5Sete altas montanhas eu vi, mais altas do que todas as montanhas da terra, de onde o congelamento procede; enquanto os dias, estações, e anos passam. 6Sete rios eu vi sobre a terra, maiores que todos os rios, um dos quais toma seu curso do oeste; para um grande mar suas águas fluem. 7 (82) Dois vêm do norte para o mar, suas águas fluem para o Mar da Eritréia, no leste. E com respeito aos outros quatro, eles tomam seu curso na cavidade do norte, dois para seu mar, o mar da Eritréia, e dois são derramados num grande mar, onde também é dito que é um deserto. (82) O Mar Vermelho. 8Sete grandes ilhas eu vi no mar da terra. Sete no grande mar.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.