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Capítulo 5 de 16

Lucas Evangelista — parte 2 de 7

As Vidas de Bezerra de Menezes

- 248 - “Sereis batizados no Espírito Santo, não muito depois destes dias” - Atos, cap. 1. Claro que Jesus não batizaria em espíritos imundos; Ele, que tinha os anjos, espíritos ou almas, de escol, subindo e descendo sobre a Sua cabeça, nesses tais é que batizaria. E quando se comunicarem espíritos de outros quilates, cumpre ao cultivador da Revelação ensinar-lhes os Mandamentos da Lei de Deus. Porque foi isso que Jesus viveu e fez. A Lei é o Sagrado Tratado de Sociologia, quer para encarnados, quer para desencarnados, pois a vida nunca deixará de ser de relações.

- 249 - “E me sereis testemunhas em Jerusalém, e em toda a Judéia e Samaria, e até às extremidades da Terra” - Atos, cap. 1. Tendo fundamento no Consolador Generalizado, na Revelação que adverte, ilustra e consola, a Excelsa Doutrina do Caminho iria sendo estendida sobre a Terra inteira. Mas, infelizmente, como os clericalismos já vinham, desde milhares de anos, truncando a evolução da humanidade, com os seus programas de erro e de ignorância, foi isso mesmo que logo mais, no quarto século, tornou a acontecer.

- 250 - “A descida do Espírito Santo” - Atos, cap. 2. Aconteceu aquilo que Jesus tanto dissera que aconteceria; aquelas legiões de anjos, espíritos ou almas, que acompanhavam a Jesus, subindo e descendo sobre a Sua cabeça, passaram a se comunicar através dos discípulos. Eram muitos e não apenas doze, com a escolha de Matias, que ficou no lugar de Judas. E o número deles aumentava sempre, porque o mediunismo sacudia as mentes com vigor estranho.

- 251 - “E foram todos cheios do Espírito Santo, e começaram a falar em várias línguas” - Atos, cap. 2. Tal e qual como acontecia com os Profetas, no Velho Testamento, quando os anjos ou espíritos do Senhor lhes falavam, por variantes faculdades. Mesmo porque, Médium e Profeta quer dizer o mesmo. Lembrem-se os leitores sensatos, que o Espírito Santo que Jesus derramou sobre a carne, era de fato instrumento de advertência, ilustração e consolo; não era e não é essa maquinação infernal que o religiosismo clerical inventou, para encobrir suas patifarias e corrupções. Deus não é três, é Um! Os Cristos Planetários não são uma terça parte de Deus; e o Instituto Consolador, o Ministério da Revelação, é constituído de falanges de anjos, espíritos ou almas.

- 252 - “Estavam, pois, todos atônitos” - Atos, cap. 2. Claro, pois estavam diante do fenômeno mediúnico intenso, não estavam diante de ídolos e salamaleques mudos, ou de discursozinhos histéricos, assim como é muito do gosto dos blasfemos do batismo trazido por Jesus. Era o contato com o mundo espiritual, generalizado pelo Cristo Planetário, para com isso livrar a humanidade da peçonha levítica ou clericalista, que desde longos milênios vinha retardando a marcha evolutiva das gentes, em proveito de seus interesses subalternos e infernais. Tão infernais que, como sabeis, nem sequer reconheceram o Cristo, tendo- O assassinado.

- 253 - “O discurso de Pedro” - Atos, cap. 2. Os corruptores do quarto século teimaram em cometer vários crimes, sendo um deles o dizer que Pedro fora papa. O humilde pescador, ensinado por Jesus, sabia que o derrame de Revelação sobre toda a carne, tinha por base as promessas do Velho Testamento e por fim a libertação da humanidade do jugo idólatra das clerezias. Por isso que Pedro falou da promessa, lembrando o que estava em Joel, sobre a generalização do profetismo ou mediunismo.

- 254 - “Derramarei do meu espírito sobre meus servos e sobre minhas servas, e profetizarão” - Atos, cap. 2. Aquilo que está no capítulo dois, do Profeta Joel, também está mais umas dezoito vezes em outro textos do Velho Testamento. O Consolador ou Espírito Santo, ou de Profecia, seria generalizado através do Cristo Planetário, quando viesse. E foi o que Jesus fez, para tirar a orfandade do meio das gentes, uma vez que a Revelação consoladora só era praticada dentro dos Cenáculos Iniciáticos.

- 255 - “Assim que, exaltado pela dextra de Deus, e havendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou sobre nós a este, a quem vós vedes e ouvis” - Atos, cap. 2. Eis aí, leitores, contra quem Roma se ergueu, com todas as forças do seu despotismo sanguinário! Liquidou com o derrame de Revelação ou de Profetismo sobre toda a carne (porque devia começar por Israel e atingir os extremos da Terra), para implantar no mundo palhaçadas idólatras, mercenarismos e inquisições, materialismos e brutalidades. Foi a segunda crucificação do Cristo!

- 256 - “Porque para vós é a promessa, e para vossos filhos, e para todos os que estão longe, quantos chamar a si o Senhor nosso Deus” - Atos, cap. 2. Vede bem que aquele Espírito da Verdade, Santo ou Consolador, não era figura de fachada, para encobrir erros, corrupções e maquinações infernais, como é o tal que foi fabricado em Roma, do quarto século em diante, para garantir ao império a sujeição de reis e povos. Leiam o que está no Apocalipse, do capítulo treze em diante, sobre a Besta que se levantaria na Cidade dos Sete Montes, para pisar no Lugar Santo, que é como ali está simbolizada a Excelsa Doutrina. Pedro foi o primeiro grande divulgador do Profetismo generalizado através de Jesus, para que, por ele, o Profetismo, a humanidade se tornasse consciente das verdades eternas, perfeitas e imutáveis de Deus; mas Roma truncou tudo isso, tendo ainda usado o nome de Pedro, para fazê-lo patrono da corrupção! No Espiritismo, tudo quanto Jesus trouxe ao mundo, com o Seu Batismo do Céu, encontra a devida restauração. Basta querer compreender, para, de uma vez por todas, qualquer um poder deixar de ser blasfemo do batismo de Espírito. Isto é, para cometer aquele crime que por Jesus foi qualificado o maior de todos, que é blasfemar do Sagrado Ministério do Consolador! Sendo que Ele, Jesus, que tinha os anjos, espíritos ou almas amparando a Sua Obra Messiânica, tendo recebido do Pai a incumbência de repartir essa Graça Consoladora com os Seus tutelados, respeitável é que todos a recebam de muito bom gosto, depois de informados da VERDADE. Mesmo porque, como está escrito nesse mesmo capítulo, os inimigos de Jesus serão feitos o estrado de Seus pés. E não adianta alegar apenas boas intenções; porque os assassinos dos antigos Profetas e do Cristo, já honravam através de idolatrias e largos falatórios, nada lhes aproveitando, uma vez que foram clamar “Senhor! Senhor!” nos abismos trevosos, até saldar os débitos para com a Justiça Divina.

- 257 - “Eram também obrados pelos apóstolos muitos prodígios e sinais em Jerusalém, e em todos geralmente havia um grande temor” - Atos, cap. 2. Os sinais e prodígios que eram obrados por Jesus, Ele que tinha os dons mediúnicos SEM MEDIDA, ocorriam e ocorrem com todos os Seus verdadeiros discípulos, porque em mediunismo ou profetismo foi o Seu batismo. E se o povo andava então aterrorizado, era porque o batismo de Jesus andava em dia com as Suas promessas, coisa que depois do quarto século desapareceu, com a corrupção que Roma impôs ao mundo. Isto é, desapareceram os sinais e prodígios em virtude da ação dos santos anjos, espíritos ou almas, passando a vigorar as palhaçadas inventadas pelo clero romano. A questão é que através das palhaçadas idólatras, Roma sujeitava reis e povos a bel-prazer!... E não continua fazendo?!...

- 258 - “As primeiras conversões” - Atos, cap. 2. Por que, somente depois do grandioso batismo de Revelação é que se deram as primeiras conversões? É porque a chamada Igreja do Caminho (mais certo é dizer Doutrina do Caminho, porque assim a chamava Jesus), somente começou a existir depois do Pentecostes, com a grande eclosão mediúnica ou profética, que partindo dali devia ir enchendo a Terra, convertendo todas as nações. E assim teria acontecido, se Roma não a tivesse truncado ou atraiçoado. Se algum dia aparecerem os documentos originais escritos pelos primitivos cristãos, Apóstolos e outros escritores, fácil será constatar o quanto andaram mãos corruptas adulterando textos, acrescentando formalismos, fazendo os escritos tenderem para clericalismos e comercialismos pagãos. Todavia, quando isso acontecer, todos poderão observar que o Livro dos Atos dos Apóstolos foi o menos adulterado de todos eles. Cumpre dizer, também, que do quarto século em diante a leitura era proibida de morte, pois queimava a Inquisição os livros e seus donos; e se soubesse Roma que um dia alguém fosse conseguir liberdade de culto e tradução dos livros, enchendo o mundo deles, por certo teria queimado tudo, nada deixando, para perpetuar seus domínios errados e idólatras sobre a humanidade. E como estamos para ir em frente, saindo do capítulo dois dos Atos, queremos consignar três observações bastante interessantes: a - Que a primeira fase foi a das profecias sobre a vinda de Jesus e do Seu batismo de Revelação generalizada; b - Que a segunda fase foi a vida carnal de Jesus, preparando tudo para o cumprimento da terceira, que era realizar o batismo de Revelação generalizada, para deixá-lo como fundamento da Excelsa Doutrina; c - Que a terceira fase foi cumprida, dentro dos primeiros cinqüenta dias depois da crucificação, com o ressurgimento em espírito e a grande eclosão mediúnica ou profética, tal e qual como testemunham os dois primeiros capítulos do Livro dos Atos dos Apóstolos. Eis o motivo de começarem no Pentecostes as primeiras conversões. Porque tudo até ali foi apenas preparação, sendo dali em diante que houve a Doutrina do Caminho em franca atividade, com a comunicabilidade dos espíritos a advertir, ilustrar e consolar aqueles que se iam achegando, para conhecer. Daqui para frente, tudo já estava feito pelo Divino Mestre, estando Seus milhares de discípulos em atividade, a se espalharem pelo mundo. Tinham por todas as partes a perseguição do clero levita, perseguição de morte, mas o Ministério da Revelação os transformava em gigantes de coragem, sobrepondo-os a prisões e martírios. E tudo isso durou até o quarto século, quando Roma atraiçoou o batismo de Revelação, forjando o seu clero idólatra e mercenário, achando que com isso de novo levantaria o império, então em tremenda decadência. Vide o Livro CONFISSÕES DE UM CORRUPTOR, para outros esclarecimentos.

- 259 - “Cura de um coxo e discurso de Pedro no templo” - Atos, cap. 3. Sobre a cura do coxo, temos a dizer que os sinais e prodígios mediúnicos andarão de parceria com os verdadeiros conhecedores e cultivadores do batismo de Revelação, que foi a Graça trazida por Jesus, para toda a carne. O restante desse capítulo, gasta-o Pedro fazendo o histórico profético de Jesus, de Sua vida e da morte que Lhe deram, por serem ignorantes e maus.

- 260 - “Estendendo a tua mão a sarar as enfermidades, e a que se façam maravilhas e prodígios em nome do teu Santo Filho Jesus” - Atos, cap. 4. Armados, depois do Pentecostes, com a Graça do Mediunismo Generalizado, os discípulos obravam sinais maravilhosos. O contato com o Céu, com as legiões do Senhor, era um imenso motivo de gozo e uma fonte de sinais e prodígios.

- 261 - “E tendo eles assim orado, tremeu o lugar onde estavam congregados, e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam a palavra de Deus confiadamente” - Atos, cap. 4. Depois do Pentecostes tudo foi acontecendo assim, pois as pregações giravam em torno da Graça trazida a todos por Jesus. E aqueles anjos, espíritos ou almas, que circundavam a Jesus, foram desabrochando faculdades nas pessoas e anunciando verdades ao mundo. Tinha cumprimento, portanto, aquilo que Jesus tanto afirmou em vida carnal, como podeis ler em João, capítulos quatorze, quinze e dezesseis. O Consolador estava em pleno curso e se generalizava!

- 262 - “E havia muita graça em todos eles” - Atos, cap. 4. Por causa do seu batismo de Revelação Generalizada é que João Evangelista escreveu:

- 263 - “Porque a Lei foi dada por Moisés, mas a Graça e a Verdade foram trazidas por Jesus Cristo” - João, cap. 1. Não a Graça da salvação de favor, mas sim a Graça do Consolador generalizado, para que todos tivessem na Revelação advertência, ilustração e consolo. Como sabemos nós, mais do que ninguém, sobre os trabalhos de Restauração, Consolidação e Extensão da Excelsa Doutrina sobre a Terra, ordenados pelo Cristo Planetário, no século quatorze, aqui deixamos dito, mais uma vez, que em nada nos interessariam os textos que transcrevemos, se não fosse para falar aos outros. Porque a nossa Letra Sagrada é outra, muito outra, e que dispensa com muitas vantagens a que usamos, para falar aos que só isso conhecem.

- 264 - “Por que vos haveis por certo combinado, para tentar o Espírito do Senhor?” - Atos, cap. 5. É aquele caso da venda de uma propriedade, cujos vendedores, Ananias e Safira, quiseram enganar os Apóstolos. Entretanto, avisados por anjos, espíritos ou almas do Senhor, ou esclarecidos ou bons, como agora se diz, os Apóstolos os pilharam em mentira. Que ninguém pense em adivinhações, mistérios ou milagres, mas sim em Revelações, por mediunidades e espíritos comunicantes, que era o que acontecia com Jesus, que, como disse, tinha os anjos ou espíritos subindo e descendo sobre a Sua cabeça. E SEM MEDIDA!...

- 265 - “Os apóstolos são milagrosamente tirados da prisão” - Atos, cap. 5. Em Deus tudo são leis e poderes! Em Deus não existem milagres nem mistérios! E a prova está, em que foi um anjo ou espírito, quem foi abrir as portas do cárcere. Que deixem os pretensos religiosos a mania dos mistérios e dos milagres, que assim deixarão de ser cultivadores da maior das blasfêmias, que é a blasfêmia contra o batismo de Revelação.

- 266 - “O conselho de Gamaliel” - Atos, cap. 5. Muito conselho bom Gamaliel poderia dar, visto como era desde muito, aquilo que chamaremos Presidente do Sinédrio, tendo enfrentado Jesus pelo menos por três vezes, jamais querendo ser contra Ele, não fosse a tremenda pressão exercida por Caifás, que odiava Jesus de morte. Portanto, depois de tudo quanto vinha acontecendo depois da crucificação, tinha ele, Gamaliel, razões de sobra para dizer o que disse, advertindo as autoridades e os clérigos levitas. O Espiritismo é a reposição no lugar da Excelsa Doutrina, que assenta no batismo de Revelação. É bom que seus inimigos leiam bem o conselho de Gamaliel, para não continuar a fazer oposição ao que acontece pela Vontade de Deus.

- 267 - “Não pareça que até a Deus resistis” - Atos, cap. 5. Cumpre lembrar, aqui, as palavras de Jesus aos sacerdotes, escribas e fariseus, sobre terem sido eles os assassinos dos Profetas, e que também a Ele tirariam a vida, sob o pretexto de estarem cumprindo seus deveres religiosos. Porque, em verdade, quando foi que os mercenários da idolatria deixaram de ser os inimigos de morte do profetismo? Quando deixaram de encostar nos governos, para se fingirem de autoridades religiosas, quando na realidade são os inimigos da Verdade e da evolução humana? Grandes palavras as de Gamaliel!

- 268 - “Dignos de sofrer afrontas pelo nome de Jesus” - Atos, cap. 5. Primeiro, que seria hora de acabar com esses conceitos, porque somos irmãos, sendo que, para uns sofrerem afrontas, outros devem praticá-las! Melhor seria que todos procurassem Conhecer a Verdade, para ninguém mais ser blasfemo das coisas de Deus, nem perseguidor ou assassino de profetas. Segundo, que não sofriam pelo nome de Jesus, e sim porque continuavam as práticas revelacionistas ou mediúnicas de Jesus. Enquanto Gamaliel sabia que tudo era pela Vontade de Deus, agindo em tudo Seus anjos ou espíritos, os outros ainda achavam que eram coisas de Belzebu. Por isso os perseguiam de morte. Aqui estamos para pingar os “ii”, nada tendo com textos, senão para que sirvam como fornecedores de elementos histórico-doutrinários. Sagrada é a Verdade! Diante dela ficamos de pé, para honrá-la, e não de cabeça baixa!

- 269 - “Varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria” - Atos, cap. 6. Cheios do Espírito Santo corresponde a bons médiuns ou bons profetas. A Graça da Revelação generalizada era prezada em extremo, por isso que escolhiam gente assim, elementos bem guiados pelo mundo espiritual, para que pudessem ser bons condutores de seus irmãos. Tudo isso teve fim mais tarde, quando Roma inventou o catolicismo, colocando homens fingidos, apalhaçados, fazedores de simulacros, em lugar dos primitivos, que eram cheios de boas faculdades e muito bem guiados pelo mundo espiritual. Observação necessária - Alguns erros foram praticados, também, pelos primitivos discípulos; porque uns queriam ver o reino restituído a Israel, outros pretendiam que o fim do mundo e o advento do Reino do Céu estava para breve, por isso que vendiam tudo e tudo gastavam, criando para logo mais, grande miséria entre eles. O bom senso indica que a vida do filho de Deus é simples, normal, de trabalho e de produção; que ele viva decentemente, exercitando a Moral, o Amor, a Revelação, a Sabedoria e a Virtude, sem pensar que, fazendo isso, esteja sendo especial para Deus, ou que Deus venha a ser especial para ele. O Cristo envia palavras de verdadeira sabedoria, quando manda Seus anjos, espíritos ou almas, dizerem que os homens e as mulheres que trabalham, que criam seus filhos, que vivem decentemente, são os verdadeiros ministros de Deus. Porque estas pessoas, sobre quem foi derramado o profetismo ou mediunismo, não devem jamais pensar em parasitismos clericais ou religiosistas. E que os homens fantasiados, apalhaçados, que fazem dobrar os joelhos diante de paus e de pedras, são ignorantes e errados, verdadeiros caminhos de atraso e de perdição. O Senhor Deus quer obras; e as obras devem representar a vivência da Lei de Deus, exemplificada pelo Cristo, que por isso foi crucificado pelos fabricantes de idolatrias e de mercenarismos religiosistas. E como instrumento informativo e consolador, que todos retornem ao batismo de Revelação. Porque nenhum gesto exterior, nenhuma fantasia, nenhum religiosismo jamais convencerá a Justiça Divina!

- 270 - “E não podiam resistir à sabedoria e ao espírito que nele falava” - Atos, cap. 6. Algumas vezes, diz o Evangelho, Jesus falou a impulso do mesmo espírito comunicante. Aqueles anjos, espíritos ou almas, que subiam e desciam sobre Jesus, por certo que tinham funções a cumprir; e depois do Pentecostes, tanto mais ainda, por que só dali em diante é que houve uma Doutrina do Caminho estabelecida. E todos deverão retornar a ela, custe mais ou custe menos!

- 271 - “Apareceu-lhe no deserto do Monte Sinai um anjo” - Atos, cap. 7. Estêvão é obrigado a fazer um retrospecto das verdades proféticas; e cita o que se passou com Moisés, a quem apareceu um anjo ou espírito do Senhor, e não Deus, o Ser Infinito em todos os sentidos. Todos deveriam ler o capítulo sete, do Livro dos Atos, porque embora tendo suas falhas, é muito bom para elucidar certos pontos histórico-proféticos. Observação necessária - Deve-se reconhecer o Sinai como cadeia de montanhas, sendo o Monte Orebe uma delas, e onde desde milhares de anos, gente que pertencia aos Cenáculos Iniciáticos ia fazer seus retiros, para desabrochar faculdades e entrar em comunhão com os anjos ou espíritos do Senhor. Foi assim que se deu com Moisés, para chegar a ser o condutor do povo, para receber os Dez Mandamentos, etc.

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