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Capítulo 2 de 16
Parte 2 de 3
As Vidas de Bezerra de Menezes
No capítulo 11, um novo céu, uma nova terra Portanto, antes de findar o II Milênio, Elias devia vir restaurar o que Deus entregou por Moisés e Jesus, o Código de Comportamento que resultaria na Divina Civilização, apontada por Deus em Isaías, capítulo 11, se os bestialismos humanos nada tivessem atraiçoado... Porque, entendam, Jesus entregou o aviso que ninguém devia ignorar ou atraiçoar: “Tenho muito para vos dizer ainda, porém vós não podeis suportá-lo agora”.
“O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará ao pé do cabrito: o novilho, e o leão, e a ovelha, viverão juntos, e um menino pequenino os conduzirá. O novilho e o urso irão comer as mesmas pastagens: as suas crias descansarão umas com as outras: o leão comerá palha com o boi. E divertir-se-á a criança de peito sobre a toca do áspide: e na caverna do basilisco meterá a sua mão a que estiver já desmamada.” (Isaías, XI, 6 a 8).
Com o trabalho de João Batista e de Jesus, toda a carne, a Lotação Humana do Planeta, iria realizar a Divina Civilização, que Deus prometeu pelo Nazireu, Profeta, Vidente ou Médium, Isaías. Em virtude dos infernais desvios, das mentiras que religiosos profissionais colocaram no LUGAR DA DOUTRINA DA VERDADE, não resultou naquilo que Deus queria e quer para a Humanidade, tal como registra o Livro de Isaías, no cap. 11.
Entendam que, depois das higienizações previstas por Jesus e o Apocalipse, quando ficarem as Ovelhas de Deus, aquele tempo previsto no capítulo 21, do Apocalipse, os intercâmbios entre os dois planos da vida serão fartamente aumentados. Vide Isaías, capítulo 11.
Sobre o capítulo 14 “Satanás ou Lúcifer” - Bíblia. Nas iniciações antigas o MAL era simbolizado como alguém que se tivesse revoltado contra a Lei de Deus; porque os Dez Mandamentos datam de mais de duzentos mil anos, tendo sido várias vezes retransmitidos. Vide, no capítulo quatorze de Isaías, que é uma parábola. Quem inventou essa alegoria, a de Satanás, foi o grande iniciado Zoroastro. E os clericalismos, para seus engodos, foram tomando tudo ao pé da letra, porque isso sempre constituiu uma grandiosa fonte de dinheiro e de obediência do povo.
“No capítulo quatorze, de Isaías, bem que está dito que o diabo é uma parábola, um dito ou alegoria; nem poderia ser de menos; mas os filhos de Deus, que se tornam diabólicos transgressores da Lei, nunca foram parabolizados, porque são muito crentes ou religiosos, para consentirem nisso. Portanto, um anjo foi apresentado como rebelde, enquanto os infernais religiosistas tomaram o lugar das infelizes vítimas!”
E daquela ordem espiritual, ou hierárquica assim qualificada, vem a Divina Providência observando perfeito regime de fracionamento, de escalonamento, até que atinge aquele cidadão cósmico que poderia ser chamado de último. Quem poderia ditar ordens em contrário? A quem seria dado demandar contra a ordem cósmica estabelecida? Bem alto e absolutamente, fala aquela alegoria, aquela parábola que está contida no capítulo quatorze de Isaías! Poderia algum anjo, alma ou espírito, centelha ou mônada, tentar contra a Ordem Divina; mas quem poderia vencer contra o Princípio Sagrado? Todavia, por causa dos erros de concepção, por causa das culpas dogmáticas, o religiosismo terrícola está cheio de elementos que se julgam acima da ordem cósmica, acima da organização estabelecida, muito acima do processo comum de evolução.
Suas profecias sobre Jesus, 712 anos antes de Jesus é que Isaías assim falou; e Joel, como iremos ler, 800 anos antes do Cristo, disse: “Depois disto acontecerá também o que vou a dizer: Eu derramarei o meu espírito sobre toda carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos velhos serão instruídos por sonhos, e os vossos mancebos terão visões.” (Joel, II, 28).
– Por que tudo isso foi prometido tantas vezes?
– Para que, quando viesse o cumpridor da celeste promessa, fosse recebido como tal. Alguns O conheceram, mas, pela maioria, foi tratado conforme se lê em Isaías, isto é, como um varão sofrido e de dores...
As profecias sobre a Sua vinda, que começou por Abrão, tendo após tido curso em Moisés e nos Profetas; o retorno de Elias, como está escrito nos dois últimos versículos do Velho Testamento; a configuração histórico-messiânica do Cristo, como está em alguns dos Profetas, principalmente no capítulo cinquenta e três de Isaías; e o derrame de Espírito ou Revelação sobre toda a carne, como está dezenove vezes anotado nos Profetas.
“Eis aqui o meu servo, eu o amparei; o meu escolhido, nele pôs a minha alma a sua complacência; sobre ele derramei o meu Espírito e ele promulgará a justiça às nações”. (Isaías, 42-1). “Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e seu nome será Emmanuel”. (Isaías, 7- 14). “E descerá sobre ele o Espírito do Senhor; Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de conselho e de fortaleza, Espírito de ciência e de piedade”. (Isaías, 11-2). “O Espírito do Senhor repousou sobre mim, porque o Senhor me encheu da sua unção; Ele me enviou para evangelizar os mansos, para curar os contritos de coração, e pregar remissão aos cativos e soltura aos encarcerados”. (Isaías, 61-1). “Até que sobre nós se derrame o Espírito lá do alto, e o deserto se tornará em Carmelo, e o Carmelo será reputado como um bosque”. (Isaías, 32-15). “Porque eu derramarei água sobre a terra sequiosa, e rios sobre a seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre a tua descendência”. (Isaías, 44-3).
“Pois por isso o mesmo Senhor vos dará este sinal: Eis que uma virgem conceberá, e parirá um filho, e será chamado o seu nome Emanuel. Ele comerá manteiga e mel, até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem.” (Isaías, VII, 14 e 15).
“Porque eu derramarei águas sobre a terra sequiosa, e rios sobre a seca; derramarei o meu espírito sobre a tua posteridade, e a minha benção sobre a tua descendência.” (Isaías, XLIV, 3). E no livro de Isaías temos dezenas de profecias sobre a vinda do fundador do Espiritismo, o Cristo:
Isso que está exposto é o cume da montanha, e terá de ser atingido pelo conhecimento e culto do Paracleto ou Espírito Santo, que é o Espiritismo em sua manifestação, a mais simples e profunda. Quantos
séculos serão ainda necessários para que a humanidade da Terra alcance essa perfeição? Responde a profecia, quando diz que o reino do Cristo será sem fim. É que Ele deixou o germe da Verdade, para que vá sendo posto a germinar, por quem de direito: qualquer criatura de bem.
E mais ainda diz o profeta: “Quem deu crédito ao que nos ouviu? E a quem foi revelado o braço do Senhor? E subirá como arbusto diante dele, e como raiz que sai de uma terra sequiosa: ele não tem beleza nem formosura, e vemo-lo, e não tinha parecença do que era, e por isso nós o estranhamos: Feito um objeto de desprezo, e o último dos homens, um varão de dores, e experimentado nos trabalhos: e o seu rosto se achava como encoberto, e parecia desprezível, por onde nenhum caso fizemos dele.
Verdadeiramente ele foi o que tomou sobre si as nossas fraquezas, e ele mesmo carregou com as nossas dores: e nós o reputamos como um leproso, e ferido por Deus, e humilhado. Mas ele foi ferido pelas nossas iniquidades, foi quebrantado pelos nossos crimes: o castigo que nos devia trazer a paz caiu sobre ele, e nós fomos sarados pelas suas pisaduras. Todos nós andamos desgarrados como ovelhas, cada um se extraviou por seu caminho: e o senhor carregou sobre ele a iniquidade de todos nós. Foi oferecido, porque ele mesmo quis, e não abriu a sua boca: ele será levado como uma ovelha ao matadouro, e, como um cordeiro diante do que o tosquia, emudecerá, e não abrirá a sua boca. Ele foi tirado da angústia, e do juízo: quem contará a sua geração? Porque ele foi cortado da terra dos viventes: eu o feri por causa da maldade do meu povo. E lhe dará os ímpios pela sepultura, e o rico pela sua morte; porque ele não cometeu iniquidade, nem se achou nunca dolo na sua boca. E o Senhor quis quebrantá-lo na sua enfermidade: se ele tiver dado a sua alma pelo pecado, verá a sua descendência perdurável, e a vontade do Senhor será por suas mãos prosperada. Verá o fruto do que a sua alma trabalhou, e se fartará: aquele mesmo justo meu servo justificará a muitos com a sua ciência, e ele tomará sobre si as suas iniquidades. Por isso eu lhe darei por sorte uma grande multidão de pessoas: e ele distribuirá os despojos dos fortes, porque entregou a sua alma à morte, e foi posto no número dos malfeitores: e ele carregou com os pecados de muitos, e rogou pelos transgressores da lei.” (Isaías, LIII).
O Consolador é a voz do Cristo, e como Ele é a voz de Deus, pelo Consolador tudo será aplanado. Praza Deus jamais se torne o Espiritismo um meio de vida para quem quer que seja, nem se ponha o homem a cultivá-lo por intermédio de gestos, vestes fingidas, ou quaisquer outros formalismos materiais. Somente a sã moralidade lhe poderá servir de sacramento; e por moralidade se entende o que segue:
“Clama, não cesses, levanta como trombeta a tua voz, e anuncia ao meu povo as suas maldades, e à casa de Jacob os seus pecados. Porque eles cada dia me buscam, e querem saber os meus caminhos, como se fora gente que tivesse praticado a justiça, o não houvesse abandonado a lei do seu Deus: eles me fazem suas perguntas sobre o juízo de minha justiça: querem chegar-se a Deus. Por que jejuamos nós, e tu não olhaste para nós: humilhamos as nossas almas, e tu te não deste por achado disso? É porque no dia de vosso jejum se acha a vossa vontade, e porque vós demandais a todos os vossos devedores. Eis aí está que vós jejuais para prosseguirdes demandas e contendas, e feris com o punho sem piedade. Não jejueis daqui por diante como tendes feito até o dia de hoje, para que seja ouvido no alto o vosso clamor. Acaso o jejum, que eu escolhi, consiste em afligir um homem a sua alma por um dia? Está por ventura em retorcer a sua cabeça como um círculo, e em fazer cama de saco e de cinza? Porventura chamarás tu a isto jejum, e dia aceitável ao Senhor? Acaso não é antes este o jejum que eu escolhi? Rompe as ligaduras da impiedade, desata os feixinhos que deprimem, deixa ir livres aqueles que estão quebrantados, e rompe toda a carga: Parte o teu pão ao que tem fome, e introduza em tua casa os pobres e os peregrinos: quando o vires nu, cobre-o, e não desprezes a tua carne. Então romperá a tua luz como a aurora, e a tua saúde mais depressa nascerá, e a tua justiça irá diante da tua face, e a glória do Senhor te recolherá.
Então invocarás tu o Senhor, e ele te atenderá: tu clamarás a ele, e ele te dirá: Eis-me aqui: se tirares do meio de ti a cadeia, e deixares de estender o dedo, e de falar o que não aproveita.” (Isaías, LVIII, 1 a 9).
Em pleno século da Restauração, o tão decantado Século XX, fala-se ao homem que sinta o valor dessa graça dos céus, e o homem continua negando, continua batendo em torpe retirada! É uma vergonha!
Onde estás, ó Inteligência humana?! Onde estás, ó Religião humana?! Quando não tinhas, querias! Quando te trouxeram o prometido, mataste o portador e blasfemaste contra o prometido! Quando tens o direito de posse, tripudias sobre o que de mais útil possuis!... Bem disse Isaías, que olhos terias, mas não verias; que mente terias, mas não entenderias; e de fato: quem viu e entendeu?
Derrubando imagens, capítulo 44 Todos os artífices de imagens de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo; e suas próprias testemunhas, nada veem nem entendem para que sejam envergonhados. Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo? Eis que todos os seus companheiros ficarão confundidos, pois os mesmos artífices não passam de homens; ajuntem-se todos, e levantem-se; assombrar-se-ão, e serão juntamente confundidos. O ferreiro, com a tenaz, trabalha nas brasas, e o forma com martelos, e o lavra com a força do seu braço; ele tem fome e a sua força enfraquece, e não bebe água, e desfalece. O carpinteiro estende a régua, desenha-o com uma linha, aplaina-o com a plaina, e traça-o com o compasso; e o faz à semelhança de um homem, segundo a forma de um homem, para ficar em casa. Quando corta para si cedros, toma, também, o cipreste e o carvalho; assim escolhe dentre as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer. Então serve ao homem para queimar; e toma deles, e se aquenta, e os acende, e coze o pão; também faz um deus, e se prostra diante dele; também fabrica uma imagem de escultura, e ajoelha-se diante dela. Metade dele queima no fogo, com a outra metade prepara a carne para comer, assa-a e farta-se dela; também se aquenta, e diz: Ora já me aquentei, já vi o fogo. Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e rogalhe, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus. Nada sabem, nem entendem; porque tapou os olhos para que não vejam, e os seus corações para que não entendam. E nenhum deles cai em si, e já não têm conhecimento nem entendimento para dizer: Metade queimei no fogo, e cozi pão sobre as suas brasas, assei sobre elas carne, e a comi; e faria eu do resto uma abominação? Ajoelhar-me-ei ao que saiu de uma árvore? Apascenta-se de cinza; o seu coração enganado o desviou, de maneira que já não pode livrar a sua alma, nem dizer: Porventura não há uma mentira na minha mão direita? Lembra-te destas coisas, ó Jacó, e Israel, porquanto és meu servo; eu te formei, meu servo és, ó Israel, não me esquecerei de ti. Apaguei as tuas transgressões como a névoa, e os teu pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.
Cantai alegres, vós, ó céus, porque o Senhor o fez; exultai vós, as partes mais baixas da terra; vós, montes, retumbai com júbilo; também vós, bosques, e todas as suas árvores; porque o Senhor remiu a Jacó, e glorificou-se em Israel. Assim diz o Senhor, teu redentor, e que te formou desde o ventre: Eu sou o Senhor que faço tudo, que sozinho estendo os céus, e espraio a terra por mim mesmo; Que desfaço os sinais dos inventores de mentiras, e enlouqueço os adivinhos; que faço tornar atrás os sábios, e converto em loucura o conhecimento deles; Isaías 44:9-25
_________________________________________________________________________________________ Isaías retirado de “Apócrifos, os proscritos da Bíblia” _________________________________________________________________________________________ Isaías, um dos grandes profetas do Velho Testamento, tinha ascendência nobre. Era filho de Amós, o profeta, e genro de Joás, rei de Judá. Sua primeira visão ocorreu em 758 a.C., ano da morte de Oséias, e a últimas em 712 a.C., no reinado de Ezequias. Sua morte deu-se no início do reinado de Manasses. Segundo a tradição judaica, foi condenado à morte por esse rei, por lha haver criticado a vida libertina comparando-o ao príncipe de Sodoma e Gomorra. Morreu serrado ao meio, quando contava cerca de 110 anos. Isaías é um dos profetas que falam da vinda de Cristo, que haveria de nascer de uma virgem. Profetiza até os principais acontecimentos da vida, morte e Ressurreição de Cristo com toda a precisão. Também fala do “final dos tempos”, e sua visão apocalíptica assemelha-se à de outros profetas. O Livro da Ascensão de Isaías é um apócrifo do Velho Testamento, assim como o Livro de Enoch, o Livro dos Segredos de Enoch, as Odes de Salomão e outros. Esses livros Apócrifos foram recusados pelos sucessivos Concílios por causa de seu caráter esotérico e revelações que não se encaixam nos Cânones das Escrituras. Não se conhece a autoria deste Apócrifo nem a época em que surgiu. Estima o Cardeal Tisserant que tenha sido entre 88 e 100 d. C. Do capítulo I ao V conta-se o que aconteceu a Isaías, suas profecias, sua perseguição e condenação e morte. O relato inicia-se no 26º ano do reinado de Ezequias, quando este faz chamar o profeta para que lhe revele as palavras da Justiça, do julgamento divino e dos tormentos da Geena, e lhe fale dos anjos, das potestades e seus poderes. Isaías revela a Ezequias, na presença de Manasses, como seu filho se tornaria discípulo de Belial – um anjo maligno que não reconhece ninguém além de si próprio – e abandonaria a fé dos seus antepassados. Profetiza a própria morte e a maneira trágica como ocorreria, cortado ao meio por uma serra. Ao presenciar a iniquidade implantada em Jerusalém por Manassés, Isaías retira-se para Belém. Um samaritano de nome Bekira (nome que significa “príncipe do mundo”) põe-se a perseguir o profeta, acusando-o de profetizar a destruição de Jerusalém e Judá e de pretender ser mais do que Moisés por ter visto a face do Senhor e não ter vindo a morrer. No capítulo VI relata-se como Isaías teve a visão, ao lado do leito de Ezequias, no 20º ano do seu reinado; e no capítulo VII Isaías conta na primeira pessoa o que viu. Cada céu a que Isaías ascende é mais esplendoroso do que o anterior. Até o quinto céu existem “esquerda e direita”. Depois, não mais. E no sexto céu o ano lhe diz que ele tomará as vestes que lhe foram preparadas e será igual aos anjos do sétimo céu.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.