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Capítulo 4 de 16

Lucas Evangelista — parte 1 de 7

As Vidas de Bezerra de Menezes

Vida Lucas (Antioquia da Síria ? - Grécia ou Bitínia, séc. I), de origem grega, autor do terceiro Evangelho e dos Atos dos Apóstolos, converteu-se ao cristianismo e tornou-se discípulo e amigo de Paulo. Acompanhou o apóstolo em sua segunda viagem missionária de Trôade a Filipos (49-50), depois na de Filipos a Jerusalém (57-58). Segundo o testemunho dos Atos dos Apóstolos e das Cartas de Paulo, que constituem os únicos dados biográficos autênticos, Lucas também esteve presente na prisão de Paulo em Cesaréia e em sua transferência para Roma. Com a morte do apóstolo, Lucas deixou Roma. De acordo com a tradição cristã, teria sido apóstolo em Acaia, na Beócia ou também na Bitínia. Uma tradição bizantina mais tardia (séc. VI), quase com certeza apócrifa, considera que Lucas também se dedicava à pintura e chega a atribuir-lhe alguns retratos de Maria, mãe de Jesus. O exame do vocabulário de seu Evangelho levou a crítica moderna a confirmar a antiga tradição de que Lucas era médico e excelente escritor.

Lucas, o médico evangelista O dia 18 de outubro foi escolhido como "dia dos médicos" por ser o dia consagrado pela Igreja Católica a Lucas. Como se sabe, Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento. Seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica; os dois que o precederam foram escritos pelos apóstolos Mateus e Marcos. Lucas não conviveu pessoalmente com Jesus e por isso a sua narrativa é baseada em depoimentos de pessoas que testemunharam a vida e a morte de Jesus. Além do evangelho, é autor do "Ato dos Apóstolos", que complementa o evangelho. Segundo a tradição, Lucas era médico, além de pintor, músico e historiador, e teria estudado medicina em Antióquia. Possuindo maior cultura que os outros evangelistas, seu evangelho utiliza uma linguagem mais aprimorada que a dos outros evangelistas, o que revela seu perfeito domínio do idioma grego. Lucas não era hebreu e sim gentio, como era chamado todo aquele que não professava a religião judaica. Não há dados precisos sobre a vida de Lucas. Segundo a tradição era natural de Antióquia, cidade situada em território hoje pertencente à Síria e que, na época, era um dos mais importantes centros da civilização helênica na Ásia Menor. Viveu no século I d.C., desconhecendo-se a data do seu nascimento, assim como de sua morte. Há incerteza, igualmente, sobre as circunstâncias de sua morte; segundo alguns teria sido martirizado, vítima da perseguição dos romanos ao cristianismo; segundo outros morreu de morte natural em idade avançada. Tampouco se sabe ao certo onde foi sepultado e onde repousam seus restos mortais. Na versão

mais provável e aceita pela Igreja Católica, seus despojos encontram-se em Pádua, na Itália, onde há um jazigo com o seu nome, que é visitado pelos peregrinos.

Não há provas documentais, porém há provas indiretas de sua condição de médico. A principal delas nos foi legada por Paulo, na epístola aos colossenses, quando se refere a "Lucas, o amado médico" (4.14). Foi grande amigo de Paulo e, juntos, difundiram os ensinamentos de Jesus entre os gentios. Outra prova indireta da sua condição de médico consiste na terminologia empregada por Lucas em seus escritos. Em certas passagens, utiliza palavras que indicam sua familiaridade com a linguagem médica de seu tempo. Este fato tem sido objeto de estudos críticos comparativos entre os textos evangélicos de Mateus, Marcos e Lucas, e é apontado como relevante na comprovação de que Lucas era realmente médico. Dentre estes estudos, gostaríamos de citar o de Dircks, que contém um glossário das palavras de interesse médico encontradas no Novo Testamento. A vida de Lucas, como evangelista e como médico, foi tema de um romance histórico muito difundido, intitulado "Médico de homens e de almas", de autoria da escritora Taylor Caldwell. Embora se trate de uma obra de ficção, a mesma muito tem contribuído para a consagração da personalidade e da obra dele. A escolha de Lucas Evangelista como patrono dos médicos nos países que professam o cristianismo é bem antiga. Eurico Branco Ribeiro, renomado professor de cirurgia e fundador do Sanatório S. Lucas, em São Paulo, é autor de uma obra fundamental sobre Lucas, em quatro volumes, totalizando 685 páginas, fruto de investigações pessoais e rica fonte de informações sobre o patrono dos médicos. Nesta obra, intitulada "Médico, pintor e santo", o autor refere que, já em 1463, a Universidade de Pádua iniciava o ano letivo em 18 de outubro, em homenagem a São Lucas, proclamado patrono do "Colégio dos filósofos e dos médicos". A escolha de Lucas Evangelista como patrono dos médicos e do dia 18 de outubro como "dia dos médicos", é comum a muitos países, dentre os quais Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá e Estados Unidos. No Brasil acha-se definitivamente consagrado o dia 18 de outubro como "dia dos médicos".

0 Evangelho É autor do Evangelho segundo Lucas, ele que é o médico amado, veja Cl 4:14. Também é o autor de Atos. Ambos os livros estão dirigidos à mesma pessoa, Teófilo, cuja identidade é desconhecida. A evidência interna indica que o livro foi escrito especialmente para os gentios. Esta dedução decorre do fato de que o escritor se esforça para explicar os costumes judaicos, e algumas vezes substitui nomes gregos por hebraicos. Lucas foi amigo íntimo e companheiro de viagem de Paulo, como se percebe nas suas alusões pessoais ao registrar as viagens do apóstolo. Veja o livro de Atos onde o autor muda os pronomes para "nossos" e indicando que ele estava presente nestes tempos, At 16:10;20:6;27:1;28:16. Muitos eruditos vêem algo da doutrina de Paulo no Evangelho de Lucas. A data exata da escritura do evangelho é desconhecida. Porém, se este foi escrito depois que Lucas esteve sob a influência de Paulo, seria muito natural que este último desse algum colorido à narração. Seu evangelho é uma narração coordenada e ordenada da vida de Cristo como a viram testemunhas oculares, 1:1-4. Escreveu o seu Evangelho a partir do trabalho de Paulo, e que foi, dos três sinóticos, o mais tardio, como vimos anteriormente, tem em seu Prólogo o seguinte texto (Lc 1,1-4): 1 Visto que muitos já tentaram compor uma narração dos fatos que se cumpriram entre nós - 2 conforme no-los transmitiram os que, desde o princípio, foram testemunhas oculares e ministros da Palavra - 3 a mim também pareceu conveniente, após acurada investigação de tudo desde o princípio, escrever-te de modo ordenado, ilustre Teófilo, 4 para que verifiques a solidez dos ensinamentos que recebeste.

Ora, Lucas afirma não ser o primeiro a escrever um Evangelho e diz que se baseou nos fatos narrados pelas testemunhas oculares dos acontecimentos ocorridos com, e que envolveram, Jesus Cristo, tendo providenciado uma "acurada investigação de tudo desde o princípio". Este é um relato que evidencia a autenticidade e a historicidade do Evangelho de Lucas.

O Evangelho de Lucas – Lucas não era judeu como Mateus e Marcos (isto é interessante!), mas pagão de Antioquia da Síria (Cl 4, 10-14). Era culto e médico. Ligou-se profundamente a Paulo e o acompanhou em trechos da segunda e terceira viagem missionária do apóstolo (At 16, 10-37; 20,5-21). No ano de 60 foi para Roma com Paulo (At 27,1-28) e ficou com ele durante o seu primeiro cativeiro (Cl 4, 14; Fm 24) e acompanhou Paulo no segundo cativeiro (2Tm 4,11). O texto foi escrito em grego, numa linguagem culta e há uma afinidade com a linguagem e a doutrina de Paulo. foi escrito por volta do ano 70. Como escreveu para os pagãos convertidos ao cristianismo, não se preocupou com o que só interessava aos judeus. Usou os depoimentos dos que conviveram com Jesus, inclusive os de Mamãe Maria. Seus escritos não têm nenhuma palavra em aramaico. Escreveu os Atos dos Apóstolos em continuação ao Evangelho, antes de ser preso em 63. Mateus mostra um Jesus como Mestre notável por seus sermões - o novo Moisés, Marcos o apresenta como o herói admirável (o Leão da tribo de Judá - Ap 5,5), Lucas se detém mais nos traços delicados e misericordiosos da alma de Jesus. É o evangelho da salvação e da misericórdia. É também o evangelho do Espírito Santo e da oração. E não deixa de ser também o evangelho da pobreza e da alegria dos pequenos e humildes que colocam a confiança toda em Deus.

Atos dos Apóstolos Conta o início da congregação cristã e um registro do seu zeloso testemunho público em face de feroz perseguição. Tempo abrangido: 33 a c. 61 dC. Depois da crucificação, com aquilo que o Livro dos Atos relata, o Batismo de Espírito ou Revelação, de caráter público, porque assim convinha acontecer, tudo voltou a ser entusiasmo entre os discípulos e familiares de Jesus; e onde quer que os seguidores de Jesus fossem, as manifestações mediúnicas tinham suas atividades em função, porque a Excelsa Doutrina foi deixada VIVA NA REVELAÇÃO; Este é o título pelo qual tem sido chamado um dos livros da Bíblia desde o segundo século dC. Abrange primariamente as atividades de Pedro e de Paulo, em vez de as de todos os apóstolos em geral; e fornece-nos uma história muitíssimo fidedigna e abrangente do espetacular começo e do rápido desenvolvimento da organização cristã, primeiro entre os judeus, e então entre os samaritanos e as nações gentias. O tema dominante da Bíblia inteira, o Reino de Deus, predomina no livro (At 1:3; 8:12; 14:22; 19:8; 20:25; 28:31), e somos constantemente lembrados de que os apóstolos deram “testemunho cabal” a respeito de Cristo e desse Reino, e realizaram plenamente o seu ministério. (2:40; 5:42; 8:25; 10:42; 20:21, 24; 23:11; 26:22; 28:23) O livro fornece também um notável fundo histórico para se considerar as cartas inspiradas das Escrituras Gregas Cristãs.

O Escritor... Para nós, o repórter que nos trouxe os fatos de dois mil anos atrás As palavras iniciais de Atos referem-se ao Evangelho de Lucas como “o primeiro relato”. E visto que ambos os relatos são dirigidos à mesma pessoa, Teófilo, sabemos que Lucas, embora não assinasse seu nome, foi o escritor de Atos. (Lu 1:3; At 1:1) Ambos os relatos têm estilo e linguagem similares. O Fragmento Muratoriano, de fins do segundo século dC, também atribui a escrita a Lucas. Escritos eclesiásticos do segundo século dC, de Irineu de Lião, de Clemente de Alexandria, e de Tertuliano de Cartago, quando citam Atos, mencionam Lucas como o escritor.

Quando e Onde Foi Escrito. O livro abrange um período de aproximadamente 28 anos, desde a ascensão de Jesus em 33 dC até o fim do segundo ano da prisão de Paulo em Roma, por volta de 61 dC. Durante este período, quatro imperadores romanos governaram em sequência: Tibério, Calígula, Cláudio e Nero. Visto que relata eventos decorridos no segundo ano da prisão de Paulo em Roma, não poderia ter sido concluído antes disso. Se o relato tivesse sido escrito mais tarde, seria razoável esperar que Lucas fornecesse mais informações sobre Paulo; se escrito depois do ano 64 dC, certamente teria mencionado a violenta perseguição movida por Nero, que começou então; e, se escrito depois de 70 dC, como alguns argumentam, esperaríamos encontrar registrada a destruição de Jerusalém. O escritor Lucas acompanhou Paulo em grande parte do período das suas viagens, inclusive na perigosa viagem a Roma, o que é evidente do uso que faz dos pronomes na primeira pessoa do plural, “nós”, “nosso”, “nos”, em Atos 16:10- 17; 20:5-15; 21:1-18; 27:1-37; 28:1-16. Paulo, nas suas cartas escritas de Roma, menciona que Lucas também estava ali. (Col 4:14; Flm 24) Foi, por conseguinte, em Roma que se concluiu a escrita do livro de Atos. Conforme já observado, o próprio Lucas foi testemunha ocular de grande parte do que escreveu, e, em suas viagens, ele contatou com cristãos que participaram de certos eventos descritos ou os observaram. Por exemplo, João Marcos podia contar-lhe o miraculoso livramento de Pedro da prisão (At 12:12), ao passo que os eventos descritos nos capítulos 6 e 8 poderiam ter sido relatados pelo missionário Filipe. E Paulo, naturalmente, como testemunha ocular, podia suprir muitos pormenores dos eventos ocorridos quando Lucas não estava com ele.

- O LIVRO DOS ATOS DOS APÓSTOLOS Extraído do livro O NOVO TESTAMENTO DOS ESPÍRITAS, Osvaldo Polidoro Para ler o Livro dos Atos dos Apóstolos com a unção que merece, necessário se torna que o seu leitor seja muito versado nas Iniciações Antigas, tenha o conhecimento devido daquilo que num período de mais de duzentos mil anos andaram semeando os trinta e tantos Budas, Crisna, Hermes, Zoroastro, Apolo, Orfeu, todo o Patriarcado hebreu de antes do dilúvio, todo o Patriarcado hebreu de depois do dilúvio, Moisés, os Profetas e alguns verdadeiros Filósofos. Porque, se o Cristo foi anunciado por muitos milênios, como tendo que ser a Expectação das Gentes, cumpre saber o que devia fazer e como. E se nasceu um dia, marcando na História o mais sublime Natal, fê-lo com vistas à finalidade da obra a ser levada a termo. E a obra a ser levada a termo implicaria em deixar o desfecho, a coroação, para depois da morte física, com o retorno do espírito, para significar, de uma vez por todas, a imortalidade e a comunicabilidade do mesmo espírito. Todos os Grandes Iniciados da História marcaram suas obras com o Sopro da Revelação, como diziam na antiguidade; todos tiveram a Graça da Teofania a lhes aureolar a obra missionária; nenhum deles falou em nome de suas pretensões humanas, apenas. E se não fossem as trevas clericais a ensombrar a História, ou a cultura espiritual da humanidade, toda ela saberia dizer coisas maravilhosas, sobre os grandes fenômenos mediúnicos que envolveram e embalaram os emissários do Cristo Planetário. Todavia, se diante do mundo os mercantilistas idólatras empanaram o brilho do sol com suas manhas e artimanhas infernais, diante de Deus a realidade profética ou mediúnica jamais sofreu o menor sinal de apagamento. Se depois de cada Grande Iniciado ou emissário do Cristo Planetário, surgiram homens capciosos com o intento de transformar as Coisas da Verdade em meio de vida e comércio, também é certo que uns após outros foram surgindo novos emissários, fazendo rebrilhar aqui e acolá, a Candeia da Revelação, o Ministério do Espírito Consolador ou Santo. E assim as coisas foram se passando, até chegar o momento histórico em que o Cristo Planetário devia sujeitar-Se ao processo de encarnação para, como homem, passar entre seus irmãos tutelados, deixando entre eles a Graça da Revelação Generalizada, ou derramar do Espírito sobre toda a carne, conforme estava prometido nos Profetas.

Quatro fases distintas e maravilhosas marcam a Epopeia Cristã: a 1 - As profecias sobre a Sua vinda, que começaram por Abrão, tendo após tido curso em Moisés e nos Profetas; o retorno de Elias, como está escrito nos dois últimos versículos do Velho Testamento; a configuração histórico-messiânica do Cristo, como está em alguns dos Profetas, principalmente no capítulo cinquenta e três de Isaías; e o derrame de Espírito ou Revelação sobre toda a carne, como está dezenove vezes anotado nos Profetas. a 2 - No momento de dar-se a encarnação, o trabalho do Consolador, da Mensageiria Divina ou do Ministério do Espírito Santo, tendo Gabriel feito sua parte preliminar; tendo, após, o mesmo Consolador trabalhado através de José, dos reis iniciados, de Ana e de Simeão, enquanto Jesus era criança. a 3 - Tudo quanto Jesus fez durante a vida carnal, dando provas de ter a Graça do Consolador SEM MEDIDA; dando, por isso, provas de variantes modos, pelos fenômenos proféticos ou mediúnicos obrados; dando provas de ter os anjos, espíritos ou almas, subindo e descendo sobre Ele; indo ao Tabor, em companhia de três Apóstolos, para falar com Moisés e Elias, que nunca foram mortos, porque para Deus ninguém é morto; e dando provas de Sua Divina Modelagem, através de todos os feitos que obrara em vida, preparando terreno à outra parte que Lhe cumpria, ao ressurgir como espírito, para completar a função missionária. a 4 - Deixar o túmulo vazio; retornar como espírito; repetir Suas palavras de antes, sobre a Graça da Revelação generalizada que deixaria, para tirar a orfandade do seio da humanidade; preparar e realizar a gloriosa eclosão mediúnica do Pentecostes; continuar, por onze anos a fio, Seus contatos com os Apóstolos, que aumentaram para milhares e se espalharam pela Terra. Portanto, como podem observar, o Livro dos Atos é uma espécie de Resumo Histórico do Profetismo Universal, que na pessoa de Jesus encontrou todos os elementos de que carecia, para se marcar na História do Planeta. E se, infelizmente, homens perversos apareceram mais tarde, corrompendo a Perfeita Doutrina do Pai, e forçando a humanidade a blasfemar contra o batismo de Revelação; e se, repetimos, com isso obrigaram a humanidade a ficar sem o Instrumento Revelador que adverte, ilustra e consola, também é certo que, cumprindo-se palavras do mesmo Cristo, no devido tempo as coisas começaram a ser restauradas, comparecendo perante o mundo vultos como Wicliff, Huss, Savanarola, Lutero, Giordano Bruno, Kardec, etc. Aqui fica saliente, que nos serviços restauradores, Kardec, o Elias que devia voltar, ainda uma vez mais, de fato voltou, arrastando consigo, no século dezenove, o Novo Pentecostes, o Novo Batismo de Revelação. Três foram as tentativas de generalizar a Revelação - a primeira por intermédio de Moisés, através dos setenta, e tentativa que o clero levita tudo fez para fracassar, tendo realmente conseguido seu infernal objetivo; a segunda através de Jesus, que deixou o Pentecostes em Perfeita função, tendo sofrido no quarto século o seu colapso, por causa de Roma, de seu imperialismo despótico e sanguinário; e a terceira através de Elias, vindo como restaurador, deixando o Espiritismo, a Codificação, que todavia não ficou completa, devendo ficar completa com o trabalho feito no Brasil do século vinte. Entretanto no Livro dos Atos, considerando por assim dizer o simbolismo da iniciação essênia, tiramos de novo as sandálias, em sinal de reverência à obra de Jesus, o Cristo Planetário. Porque tudo é questão de apenas restaurar, visto como a Divina Modelagem, em todos os sentidos, é a do Cristo Planetário. Vejamos, pois, o que devia ser reposto no lugar, agora com o nome de Espiritismo.

“Mas que esperassem a promessa do Pai” - Atos, cap. 1. A promessa do derrame de Espírito ou Revelação, que seria sobre toda a carne, foi feita umas vinte vezes no Velho Testamento; João Batista veio na frente, como Elias reencarnado, e chamou de batismo de Espírito ao que se dizia derrame de Espírito; e todos podem ler, principalmente nos capítulos quatorze, quinze e dezesseis, de João, o que Jesus disse que deixaria, para tirar a orfandade. E as primeiras palavras de Jesus, ao ressurgir em espírito, foi lembrar aos discípulos o cumprimento da promessa.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.