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Capítulo 8 de 18

Capitulo 8

Amor e Verdade · Chico Xavier, espíritos diversos

Claudia Aparecida Guimarães Leite

Agradeço, eu mesma, os pensamentos de carinho com que me iluminaram o coração e as dádivas de amor que me proporcionaram, na pessoa de nossos pequeninos e de nossas irmãs que desde ontem acolhem as lembranças do nosso amigo aniversariante do dia 27. Hoje queremos, a irmã e eu, felicitá-la igualmente por seu dia 29, a data formosa em que os nossos corações, com o coração do papai, nos enfeitávamos com flores da alegria. Parabéns, mãezinha querida! Deus a recompense com a felicidade que o seu carinho faz merecer. Querida minha, minha querida Mãe, receba com meu pai, com a vovó Esther e com todos os corações queridos, junto de nossa Maria Helena, que faz também suas as minhas pobres palavras, todo o amor e todo o reconhecimento de sua filha, sempre sua, Maria Célia Marcondes Querido Papai Célio e querida Mãezinha Tereza, estamos juntos na mesma prece a Jesus, rogando a Bênção do Céus em nossa proteção. Papai, venho ao encontro do seu coração de modo a reafirmar-lhe que não estamos sozinhos.

Compreendo as dificuldades de que se vê defrontado, considerando a multiplicidade dos problemas que vão surgindo, entretanto, juntamente da Mamãe, procuro, quanto se me faz possível, refazer-lhes as energias. No ajustamento das atividades e no entrelaçamento de nossas forças, encontramos o clima de trabalho em nosso próprio favor. Suponho servir, somos servidos e, acreditando semear em louvor dos outros, plantamos para nós próprios os benefícios de nossa redenção. Claudinha Claudia Aparecida Guimarães Leite CAPITULO 9

José Demathê Filho

A senhora interpelada, que me recomendou chamá-la por vovó Francisca, fez um sinal afirmativo, e o companheiro me abraçou com carinho, indagando se eu não o reconhecia. Tudo foi reajustamento de um instante. Nos olhos colados nos meus, vi meu pai, reconhecendo-lhe a bondade e proteção. Então choramos juntos, misturando nossas lágrimas de alegria no reencontro, com tamanha intensidade que eu não sabia se eu era meu pai, ou se meu pai era eu. E com os sentimentos de carinho e apreço que meu pai me solicita transmitir-lhe, deixa-lhe aqui neste papel em que o lápis me traduz os garranchos de amor e saudade, muitos beijos de afetuosa gratidão, de seu filho e companheiro de sempre. Christian W. Freitas Campos Mãezinha Iraides estou em companhia da vovó Maria Nazária que desejou vir até aqui, em minha companhia para abraçá-la... Pensei em Deus, voltei às orações dos dias de criança e, sem querer, dormi pesadamente. Acordei, mais tarde, incapaz de precisar o tempo gasto naquela ausência de mim próprio e reconheci que uma senhora velava por mim num aposento diverso do nosso. Voltar a mim mesmo foi um processo lento de recuperação de minhas faculdades que não seu descrever. Entretanto, aos poucos, pude reaver a minha capacidade de conversas. José Demathê Filho

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.