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Capítulo 2 de 18
Capitulo 2
Amor e Verdade · Chico Xavier, espíritos diversos
Celso Cassanha
Era porém, necessário deixar a nossa casa que amei e amo tanto, visitar o nosso querido Lar do Amor Cristão e finda essa romaria de saudade, Pia e Maciel me enlaçaram entendendo que minhas forças jaziam exaustas. Viajei em companhia deles, qual se voltasse a ser criança, incapaz de interessar-me pelo caminho. O espírito reside onde tem preso o coração. E eu continuava preso a você, aos filhos e aos netos queridos... Compreendo que todos esses amigos tentavam me arrebatar à depressão de que me vi tomado quase totalmente. Esse foi meu período de convalescença no hospital doméstico, de vez que não tive necessidade de orientar-me para fora de mim... Nossa pia, no entanto, foi a mãezinha Pia a primeira a relembrar os meus casos e compromissos de pai e esposo desencarnado, dizendo-me que o trabalho cura todos aqueles que se encontrem decididos a trabalhar... Com a devida permissão de nossos Mentores, tive a alegria de voltar ao nosso Grupo e tendo comparecido ao nosso trabalho, senti-me renovado para cooperar com os amigos do coração. Acácia, trabalhe como sempre.
Não se senti fatigada ou sozinha. A nossa união prossegue acima de quaisquer circunstâncias e o Lar é a nossa lavra de fé e serviço ao próximo. E retirando-me em companhia do nosso Maciel, já que o relógio nos compele a isso, peço a você receber o amor imenso e as imensas saudades do esposo e amigo, companheiro e servidor reconhecido de sempre. Sempre o seu, Celso. Celso Cassanha
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.