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Capítulo 97 de 190

Parte 97

A Caminho da Luz · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel

O SÉCULO DE AUGUSTO Terminados os triunviratos, eis que ia cumprir-se a missão do Cristo, depois de instalados os primeiros Césares do Império Romano. A aproximação e a presença consoladora do Divino Mestre no mundo era motivo para que todos os corações experimentassem uma vida nova, ainda que ignorassem a fonte divina daquelas vibrações confortadoras. Em vista disso, o governo de Augusto decorreu em grande tranqüilidade para Roma e para o resto das sociedades organizadas do planeta. Realizam-se gigantescos esforços edificadores ou reconstrutivos. Belos monumentos são erigidos. O espírito artístico e filantrópico de Atenas revive na pessoa de Mecenas, confidente do imperador, cuja generosidade dispensa a mais carinhosa atenção às inteligências estudiosas e superiores da época, quais Horácio e Vergílio, que assinalam, junto de outras nobres expressões intelectuais do tempo, a passagem do chamado "século de Augusto", com as suas obras numerosas. TRANSIÇÃO DE UMA ÉPOCA Depois de Augusto, aparece à barra da História a personalidade disfarçada e cruel de Tibério, seu filho adotivo, que vê terminar a era de paz, de trabalho e concórdia, com o regresso do Cordeiro às regiões sublimadas da Luz. É nesse reinado que a Judéia leva a efeito a tragédia do Gólgota, realizando sinistramente as mais remotas profecias.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.