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Capítulo 164 de 239
Roteiro
Textos Divinos IV · Osvaldo Polidoro
1° – Oração de abertura. 2° – Pregação doutrinária, para preparar bom ambiente psíquico. 3° – Comunicação dos Guias, curta e concisa. Apenas a saudação. 4° – Uma rodada de vidência, para facilitar a todos a oportunidade, criando um campo favorável ao desenvolvimento de faculdades. 5° – Com ou sem a Oração a Bezerra de Menezes, entrar no serviço propriamente dito, começando pela atenção aos presentes. É normal que os videntes e psicômetras falem dos serviços dos Guias, que é perfeitamente visível. 6° – Quando costumam deixar nomes em papéis, sobre a mesa, fazer em seguida a concentração nesse sentido, aproveitando para atender aos ausentes, pelos quais os presentes devem pedir. Também são vistos os trabalhos dos Guias, que devem ser relatados. Cada vidente, no caso de haver alguns, falará por sua vez. 7° – Uma concentração feita em favor de Hospitais etc. É comum serem vistos os trabalhos dos Guias, em Casas de Saúde, Hospitais etc. Os médiuns de desdobramento podem sair e contar tudo com nitidez e perfeição. O trabalho dos Guias é maravilhoso e é uma Graça de Deus tê-los assim à vista. 8° – Voltar as atenções aos espíritos sofredores. É notável o que se vê nesta hora, quando os Guias e as Grandes Almas fazem projetar luzes e fartos elementos benéficos sobre multidões de sofredores. Os Grandes Seres, inclusive o Cristo Planetário, são vistos no cimo do Cone de Luz que se forma, a fazer jorrar um Orvalho Divino sobre todos os sofredores. De tal modo a coisa se passa, que é comum os videntes calarem, pois temem não ser acreditados pelos ouvintes. Isto é ruim, porque é deixar a Luz debaixo do alqueire... 9° – Mentalizar a Mensageiria Divina, o chamado Espírito Santo ou de Verdade, desejando que estenda sobre a Terra o conhecimento da Verdade que livra, assim como está contido em Atos, capítulo um. É normal a modificação do ambiente, que passa a ser de brilho azulino-dourado. Comumente os videntes receiam falar, temendo a descrença dos ouvintes. 10° – Entrar em sintonia, ou procurar fazê-lo do melhor modo, com o Cristo Planetário. Pensar nos Condutores de Mundos e de Humanidades. Pedir ao Despenseiro Fiel e Prudente, que nos dê, para que tenhamos o que distribuir no mundo. É a hora em que a coloração ambiente vai do azulino-dourado para opalino-cristal, em virtude de ser esta a Cor Crística. Alguns conseguem ver, no cimo do Cone de Luz, agora opalina, multidões luminosas a rodearem o Cristo, espargindo Luz Divina sobre a Terra inteira. 11° – Procurar entrar em sintonia com a Essência Divina do Infinito. É quase impossível os terrícolas compreenderem Deus como Onisciente, Onipotente e Onipresente, mas é necessário lembrar que Deus não é individual e formal. Fazer saber que Deus não está num Céu exterior, mas que é Essencial e está no imo de tudo e de todos. Os melhores videntes podem, agora, mergulhar na Luz Divina, sendo que muitos médiuns desdobrantes podem viajar, com seus Guias, aos mais Gloriosos Planos. Sabemos de alguns, que podem relatar, em maravilhoso êxtase, as celestiais paisagens do Quinto Céu para cima. 12° – Oração de encerramento. Repetimos: que haja muita luz no ambiente e que as Orações sejam feitas em silêncio. Quem dirigir a sessão, nada mais fará que comandá-la deste lado, jamais permitindo Orações em voz alta, porque isto atrapalha a boa concentração da maioria dos presentes.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.