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Capítulo 35 de 170
Do Crime De Ignorar Ou Negar Os Fatores Mediúnicos
Textos Divinos II · Osvaldo Polidoro
Negar os Dons do Espírito Santo, Carismas ou Mediunidades, os veículos da comunicação dos Anjos ou Espíritos Mensageiros, que são os desencarnados dignos dessa tarefa, como Jesus afirma em Mateus, 22, versículos 21 a 33, é terrível blasfêmia, é insultar uma Lei Divina, um Determinismo do Princípio ou Deus.
Não ler os textos bíblicos sobre os Dons do Espírito Santo, ou Mediunidades, ou negar que eles existem, como fazem todos os padres e todos os fanáticos das doutrinas de fabricação humana, é obra abominável, porque Bíblia sem os Dons do Espírito Santo e a comunicação dos Desencarnados, ou dos Anjos Comunicantes, jamais será concebível. Os textos que, na Bíblia, tratam dos Dons ou Carismas Intermediários, são 77, porém muitíssimos outros deles tratam, indiretamente, ou de suas consequências. Os Dons, que facilitam os intercâmbios entre encarnados e desencarnados, nada mais fazem do que provar que a Humanidade lotada no Planeta é constituída de encarnados e desencarnados. Quando Moisés desejou os Dons para toda a carne, o que fez foi desejar esse conhecimento para toda a carne, nada mais. E contra essa Graça de Deus, sempre estiveram os padres, começando pelos rabinos, que sempre perseguiram e mataram os Profetas, incluindo o Verbo Exemplar, tarefa messiânica vivida por Jesus, o mesmo Verbo Construtor Planetário. A História de Israel está totalmente ligada aos Dons do Espírito Santo, isto é, à comunicabilidade dos Anjos ou Desencarnados Mensageiros, e ignorar isso ou negar isso, é fato repulsivo, indigno de quem fala em Deus, no Princípio. Negar que os Patriarcas, que Moisés, que os Profetas, que João Batista, que Jesus, que alguns dos Apóstolos eram Grandes Potências Mediúnicas, ou cheios de Dons do Espírito Santo, é trabalho de refinados ignorantes ou hipócritas, que pretendem ignorar a luz do sol... ou lutar contra ela... Estava escrito, e está, no Velho Testamento, que Jesus viria com os Dons do Espírito Santo, SEM MEDIDA... E no Evangelho segundo João Evangelista, está registrado assim – “E NÃO LHE DEU DEUS, O ESPÍRITO POR MEDIDA.” Estudem o capítulo 19, do Apocalipse, porque, através daquele SEMELHANTE AO FILHO DO HOMEM, que guiará com vara de ferro, toda a lotação planetária, isto é, encarnados ou desencarnados, terão de entender e viver como DEUS QUER, ou respeitando o Programa Divino, onde Moisés e Jesus pontificam, tendo os Dons Intermediários como Graça Consoladora, facilitando a comunicabilidade entre encarnados e desencarnados. Falsos cientistas ou falsos espiritualistas, ou apologistas de falsas ciências e falsas humildades, sempre lutaram, e vivem lutando contra a Graça Consoladora da Revelação, e, portanto, contra os Dons Mediúnicos. E nunca faltaram, como não faltam ainda, pobres diabos que os ouvem... é a ignorância fazendo festa à estupidez, para que esta festeje a blasfêmia!... Esconder dos filhos de Deus os textos que tratam dos Dons do Espírito Santo é obra abominável, como abominável é dar-lhes falsas interpretações, para acobertar errados conceitos de homens, catecismos ou programinhas cheios de erros, de rasteirismos, de afirmações ridículas em muitos pontos. Ninguém atingirá o grau de UNO COM O PRINCÍPIO, que é a sagrada finalidade do espírito, enquanto estiver em falta com a Lei de Deus, o Verbo Modelo e os Dons do Espírito Santo. E Israel terá que entender assim, custe o que custar, para que retorne sua VERDADEIRA TAREFA MESSIÂNICA, estendendo a Doutrina do Caminho aos confins da Terra.
A VIDA DE JESUS, O CRISTO DIVINO MOLDE ETC. Eu, Osvaldo Polidoro, não escrevi o livro intitulado A VIDA DE JESUS CRISTO, que alguns maravilhosos catálogos citam; foi um engano, num dos catálogos da Livraria Freitas Bastos S/A, que motivou a circulação desse título, por outros congêneres. O título certo do meu livro é: A VOLTA DE JESUS CRISTO. Como você, irmão Jonas, escreve carta a respeito, digo isto: 1 – Nos meus livros: A BÍBLIA DOS ESPÍRITAS e O NOVO TESTAMENTO DOS ESPÍRITAS, há explicações sobre a vida de Jesus e, principalmente, a EXCELSA DOUTRINA ENSINADA E VIVIDA POR JESUS. E provam o quanto os religiosismos, que se dizem cristãos, estão longe e fora da Excelsa Doutrina do Caminho. Aquilo que jamais poderia ter sido dito na França, quando foi feita a Codificação, está dito nos dois livros; 2 – Há tanta coisa dita sobre Jesus, ou Sua Vida, e há tanto de contradições e absurdos em tais obras, que dizer mais é apenas aumentar a confusão. Entretanto, há sempre quem diga que tal ou qual opinião, ou palpite, é a verdade verdadeira. É a inteligência do velho ditado: “Quem o feio ama, bonito acha...” 3 – Jesus foi anunciado por um período de três mil e seiscentos anos, antes de nascer; muitas gerações o pretenderam reconhecer em alguém; 4 – A volta de Elias como Precursor, a vinda de Jesus e a promessa do derrame de Espírito, ou Revelação, ou o Batismo de Espírito, pertencem a um mesmo tema profético, formam uma unidade temática, no Velho Testamento; 5 – Como todo o Velho Testamento é filho da Revelação, ou comunicabilidade de anjos, espíritos ou almas, ou de homens dotados de faculdades, que assim puderam ter tais contatos, eis que, na hora certa, um espírito chamado Gabriel se comunica com um homem dotado de faculdades, e diz que será pai do Precursor, do Elias que devia vir antes; 6 – O mesmo espírito, ou Gabriel, vai e anuncia a uma jovem, Maria, também dotada de faculdades mediúnicas, proféticas, carismáticas ou teofânicas, e diz que terá de ser mãe de Jesus, o Messias Divino Molde e batizador em Revelação, ou quem deveria generalizar o Consolador etc. 7 – Nascem o Precursor e o Cristo Divino Molde, com seis meses de diferença; 8 – Perigando a vida de Jesus, eis que José, sendo um homem dotado de faculdades mediúnicas, por sonho é advertido e foge com a esposa e o filho para o Egito. (Entendam como puderem, os leitores; mas Jesus não só nasceu por obra mediúnica, assim como Seu corpo se desfez, igualmente por obra mediúnica); 9 – Em tempo certo, tendo passado o perigo, o mesmo médium, ou seja José, é avisado por meio de sonho, e voltam todos para a Palestina; 10 – Importa que leiam bem tudo o que há escrito no Evangelho segundo Lucas, capítulo dois; isto é, o que disse o médium Simeão, no Templo, a respeito de todas as contradições que se levantariam no mundo, sobre Jesus e Sua Obra Messiânica; isto é, leiam e tenham em conta, porque quase dois mil anos são passados, e o amontoado de contradições é imenso e barulhento; 11 – João Batista, cujos pais eram velhíssimos, foi mandado para um Cenáculo Essênico, ou de Profetas de Israel, nas margens do Lago Morto, nas fronteiras do Egito. O Essenismo data de remotos tempos, pois derivou dos Nazireus, ou daqueles que não cortavam barba e cabelo, como devotados ao Senhor, ou culto mediúnico, ou profético. Leiam o que vai no capítulo seis, do Livro de Números. Repito que a chamada Seita dos Essênios foi organizada pelos cultivadores da Revelação, das faculdades mediúnicas, em defesa desse mesmo culto, porque os padres levitas tudo faziam para os liquidar, inimigos que sempre foram da VERDADE. O vidente Samuel foi um grande reorganizador desse culto, e tudo foi marchando entre muitas lutas, como Jesus afirmou mais tarde, porque os levitas tudo fizeram, sempre, para matar os Profetas e acabar com o cultivo da Revelação, do Consolador, que era então, culto esotérico ou oculto;
12 – Por ser filho primogênito, e ter de passar pelo fato, Jesus ficou com os pais e familiares até doze anos, e foi então apresentado aos Doutores da Lei, como era comum aos primogênitos – porque pretendiam descobrir o Messias esperado, ou de longos séculos prometido por Deus; 13 – Aos doze anos e meio Jesus foi para o Cenáculo do Mar Morto, também conhecido como de Essênios, ou dos Profetas de Israel, sempre perseguidos de morte pelos levitas, pois estes viviam de mercadejar politicalhas, simulações, engodos e malícias etc.; 14 – Aquela Doutrina Secreta trazida por Enoch, da Índia, com os seus Sete Graus Iniciáticos Fundamentais, tal era o que cultivavam os Nazireus, os Profetas Hebreus; isso aprendiam e cultivavam, nos Cenáculos Essênios, e foi disso que João Batista e Jesus se inteiraram, nos respectivos Cenáculos; cumpre dizer que na Pérsia, no Egito e na Grécia principalmente, as ramificações iniciáticas eram as mesmas, em suas bases; 15 – De tempos a tempos João e Jesus visitavam a família e se encontravam; 16 – Por volta dos dezoito anos, Jesus teve a grandiosa Visão de Engad, em que se viu crucificado no alto de uma elevação no meio de mais duas crucificações; 17 – Cumprido o tempo, o Plano Diretor do Planeta mandou João Batista fazer a sua parte – apresentar o Divino Molde e Derramador da Revelação sobre toda a carne; João tinha vinte e nove anos quando saiu para fazer isso; 18 – Aos vinte e nove anos, também Jesus recebeu ordem para dar início ao seu trabalho missionário; foi à procura de João, porque um fato mediúnico de importância capital tinha de acontecer, na hora do batismo, como aconteceu; 19 – Com o Espírito de Dons e sinais SEM MEDIDA, ou diremos agora MÉDIUM COMPLETO, Jesus foi produzindo fenômenos maravilhosos, tão maravilhosos que, em nossos dias, espíritos encarnados e desencarnados vivem pondo em dúvida, caindo em tremendas e bastante feias contradições. Além do mais, como em outros tempos, durante a missão de outros Grandes Reveladores, uma verdadeira COROA MEDIÚNICA tinha função ao redor de Jesus, na pessoa de muitos discípulos, e de pessoas que de nada disso tinham ciência, porém funcionando muito bem; 20 – A vida de Jesus foi a vida do espírito que Ele era, do Cristo Planetário e do Modelo de Conduta que deveria ficar sendo, além de cumprir a PROMESSA da generalização da Revelação, ou Ministério do Consolador; leiam com respeito o que ensina o capítulo dois, do Livro de Atos dos Apóstolos; 21 – Durante a vida carnal de Jesus, nas reuniões íntimas, havia muitos e grandiosos fenômenos mediúnicos, a visão das legiões angélicas ou espirituais, de modo que o entusiasmo enchia os corações; como durante a vida de todos os Grandes Reveladores, o Plano Diretor nunca faltou com a sua gloriosa atuação: o fenômeno do Tabor teve muitas repetições, e até muito maiores, embora os escritores as tenham omitido; 22 – Depois da crucificação, com aquilo que o Livro dos Atos relata, o Batismo de Espírito ou Revelação, de caráter público, porque assim convinha acontecer, tudo voltou a ser entusiasmo entre os discípulos e familiares de Jesus; e onde quer que os seguidores de Jesus fossem, as manifestações mediúnicas tinham suas atividades em função, porque a Excelsa Doutrina foi deixada VIVA NA REVELAÇÃO; 23 – Paulo foi o grande propagandista do Batismo de Espírito, ou da Revelação generalizada por Jesus; leiam com inteligência e honestidade as suas Cartas, que das faculdades e dos trabalhos mediúnicos muito ele fala; o mais cheio de dons espirituais que era, deu tudo pela Excelsa Doutrina do Caminho; 24 – Moisés recebeu a Lei de Deus por via mediúnica, os Profetas foram médiuns e Jesus tudo fez tendo os anjos ou espíritos ao seu redor; leiam a Lei de Deus, os textos que provam o que Jesus tinha de deixar no mundo, e procurem fazer tudo como eles fizeram, porque os inimigos da Lei de Deus e dos Exemplos de Jesus serão arrasados nos devidos tempos:
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.