Voltar ao livro Depois da Morte

Capítulo 67 de 67

Apêndice

Depois da Morte · Léon Denis

(À 10ª edição, em língua portuguesa, da obra “Depois da Morte”, de Léon Denis, lançada pelo Departamento Editorial da FEB, no Rio de Janeiro, RJ, em 1977.) Em algumas páginas deste importante trabalho de Léon Denis, de popularização do Espiritismo, foram colocadas notas de rodapé remissivas a estas Notas Especiais, à guisa de subsídios elucidativos às pesquisas que foram feitas pelos leitores e estudiosos dos temas abordados pelo esclarecido autor de tantas e tão belas obras da literatura espírita francesa.

Notas de rodapé nºs 33-A e 42 (págs. 56 e 67, respectivamente) — “Pelo gênero de vida que levavam (essênios ou esseus), assemelhavam-se muito aos primeiros cristãos, e os princípios da moral que professavam induziram muitas pessoas a supor que Jesus, antes de dar começo à sua missão, lhes pertencera à comunidade. Ê certo que ele há de têAa conhecido, mas nada prova que se lhe houvesse filiado, sendo, pois, hipotético tudo quanto a esse respeito se escreveu.” Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”, introdução, parágrafo 3º — Notícias Históricas, 69ª edição, FEB, 1977, págs. 37 e 38.

“O Cristo e os essênios — Muitos séculos depois da sua exemplificação incompreendida, há quem o veja entre os essênios, aprendendo as suas doutrinas antes do. seu messianismo de amor e de redenção. As próprias esferas mais próximas da Terra, que pela força das circunstâncias se acercam mais das controvérsias dos homens que do sincero aprendizado dos espíritos estudiosos e desprendidos do orbe, refletem as opiniões contraditórias da Humanidade a respeito do Salvador de todas as criaturas. “O Mestre, porém, não obstante a elevada cultura das escolas essénias, não necessitou da sua contribuição. Desde os seus primeiros dias, na Terra, mostrou-se tal qual era, com a superioridade que o planeta lhe conheceu desde os tempos longínquos do princípio.” Emmanuel (psicografia de Francisco Cândido Xavier), “A Caminho da Luz” — História da Civilização à luz do Espiritismo — capítulo 12º, 8ª edição, FEB, 1975, pág. 106.

Notas de rodapé nºs 43 e 54 (págs. 67 e 75, respectiva-mente) — “Antes de tudo, precisamos compreender que Jesus não foi um filósofo e nem poderá ser classificado entre os valores propriamente humanos, tendo-se em conta os valores divinos de sua hierarquia espiritual, na direção das coletividades terrícolas. “Enviado de Deus, ele foi a representação do Pai junto do rebanho de filhos transviados do seu amor e da sua sabedoria, cuja tutela lhe foi confiada nas ordenações sagradas da vida no Infinito.”

Emmanuel (psicografía de Francisco Cândido Xavier), “O Consolador”, resposta (parte) à pergunta nº 283, 6ª edição, FEB, 1976, pág. 168. Notas de rodapé nºs 51 e 54 (págs. 73 e 75, respectiva-mente) — “A dor material é um fenômeno como o dos fogos de artifício, em face dos legítimos valores espirituais. “Homens do mundo, que morreram por uma idéia, muitas vezes não chegaram a experimentar a dor física, sentindo apenas a amargura da incompreensão do seu ideal. “Imaginai, pois, o Cristo, que se sacrificou pela Humanidade inteira, e chegareis a contemplá-lo na imensidão da sua dor espiritual, augusta e indefinível para a nossa apreciação restrita e singela. “De modo algum poderíamos fazer um estudo psicológico de Jesus, estabelecendo dados comparativos entre o Senhor e o homem. “(...) A dor espiritual, grande demais para ser compreendida, não constituiu o ponto essencial da sua perfeita renúncia pelos homens? “Nesse particular, contudo, as criaturas humanas prosseguirão discutindo, como as crianças que somente admitem a realidade da vida de um adulto, quando se lhes fornece o conhecimento tomando para imagens o cabedal imediato dos seus brinquedos.” Emmanuel (psicografia de Francisco CAndido Xavier), “O Consolador”, resposta (parte) à pergunta nº 287, 6ª edição, FEB, 1976, págs. 169/170.

Nota de rodapé nº 53 (pág. 74) — “No Cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram.” Allan Kardec, “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo 6º — O Cristo Consolador; Advento do Espírito de Verdade (comunicação de O Espírito de Verdade, Paris, 1860).

“A grafia original dos Evangelhos já representa, em si mesma, a própria tradução do ensino de Jesus, considerando-se que essa tarefa foi delegada aos seus apóstolos.” *(...) consideramos que, em todas as traduções dos ensinamentos do Mestre Divino, torna-se imprescindível separar da letra o espírito.” Emmanuel (psicografia de Francisco CAndido Xavier), “O Consolador”,

resposta (parte) à pergunta nº321, 6ª edição, FEB, 1976, págs. 183/4.

Fim

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.