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Capítulo 7 de 21
Indução e Ação
Amigo · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel
Emmanuel
Entendendo a nossa condição de espíritos imortais, é justo se te peça tolerância e paciência, diante dos companheiros que a vida te confiou à direção e à intimidade. Não é unicamente a noção por certos prejuízos que se fazem suscetíveis de conduzir uma criatura ao desequilíbrio ou a auto-destruição. A nossa possível atitude condenatória, em muitos casos, é o fator desencadeante que a impele par a loucura ou para o suicídio. * Em vista, se consegues discernir os riscos em que se encontram determinados irmãos, usa a caridade do entendimento para com eles, a fim de que não venhas a precipitá-los em riscos maiores. * Se pessoas estimáveis caíram em erro, não lhes aumentes o peso da culpa, destacando-lhes esse ou aquele gesto infeliz. Aos enfermos não te dirijas, comentando-lhes os males, para que esses mesmos males não lhes cresçam na imaginação. A frase de tristeza para os tristes é mais um toque de sombra, ampliando-lhes a angústia. Perante os aflitos, não apresentes esse ou aquele quadro de inquietação, capaz de impulsionálos ao desespero.
Recorda que toda conversação está carregada de poder criativo. Usa o verbo para o bem e faze com ele a felicidade de quantos te compartilham a vida. * Não é apenas o mal que praticamos aquele que se nos debita nas contas cármicas a pagar, mas igualmente, aqueles outros males que sugerimos ao próximo, impelindo os semelhantes à faltas determinadas pela nossa capacidade de criar imagens nos cérebros alheios com pincel de nossos apontamentos e com as nossas tintas de indução.
Do livro: Amigo - Psicografia: Francisco Candido Xavier. - Pelo espírito de: Emmanuel
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.