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Capítulo 12 de 21
Calma e Fé
Amigo · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel
Emmanuel
Realmente, não te será possível deter as vítimas da precipitação. * Aqui, é alguém que clama intempestivamente por dias melhores, sem despender qualquer esforço para alicerçá-los. * Ali, é o amigo que desiste da tolerância e se desequilibra no espinheiral da irritação. * Mais adiante, é o doente exigindo a própria cura em poucas horas, depois de organizar campo adequado para a longa enfermidade que o aflige. * Com todos esses casos rentearás, inclusive talvez, através de familiares queridos que se mostrem incursos nesses quadros de intemperança mental, a se expressarem por estranhas perturbações. * Lembrar-te-ás, porém de que a ansiedade negativa, só por si, nunca serviu a ninguém. A aflição inútil quase sempre apenas mentaliza alucinações suscetíveis de piorar quaisquer problemas, já de si mesmos graves e complicados. * Observa os padrões da Natureza. A árvore não frutesce sem habilitar-se no tempo para isso. Por mais vocifere um homem reclamando a luz solar direta num hemisfério em que o relógio aponta a meia-noite, reconhecer-se-á obrigado a esperar pelo amanhecer. A lâmpada para fazer-se clarão deve ajustar-se à voltagem a que se vincula.
E uma criança, por mais prodígios de inteligência dos quais dê testemunho, somente abraçará determinadas responsabilidades quando o tempo lhe acrescente madureza ao raciocínio. * Nas provas com que te defrontes, conserva a serenidade da paciência para que te sobreponhas aos impactos inevitáveis do sofrimento que, na Terra, comparece no caminho de todos. * Age e constrói, abençoa e auxilia sempre para o bem, mas não te esqueças de que se não consegues estabelecer a harmonia e a segurança no íntimo dos outro, podes claramente guardar a calma e a fé no próprio coração.
Do livro: Amigo - Psicografia: Francisco Candido Xavier. - Pelo espírito de: Emmanuel
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.